Nasdaq consegue aprovação para adotar requisitos de diversidade nos conselhos | Café com ESG, 23/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem, o mercado encerrou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,9% e -2,0%, respectivamente.

• No Brasil, as negociações de Créditos de Descarbonização (CBios) aceleraram na primeira quinzena de novembro em relação à quinzena imediatamente anterior, com aumento de 30% de títulos transacionados e também com aumento dos preços.

• No internacional, (i) a Nasdaq, bolsa norte-americana, conseguiu aprovação da Securities Exchange Commission (SEC) para adotar requerimentos mínimos de diversidade para a composição de conselhos de administração, um avanço para a agenda ESG; e (ii) as negociações globais sobre como tornar o transporte marítimo mais limpo começam hoje, em meio à crescente pressão pós COP26 para cortar a poluição gerada pelo setor, que transporta mais de 80% dos produtos comercializados internacionalmente e tem uma pegada de carbono maior que as da Alemanha e Holanda juntas.

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Brasil

Empresas

Negociação de CBios cresceu 30% na primeira quinzena de novembro

“As negociações de Créditos de Descarbonização (CBios) aceleraram na primeira quinzena de novembro em relação à quinzena imediatamente anterior, com aumento de títulos transacionados e também dos preços. Segundo levantamento do ItaúBBA, foram negociados 2,77 milhões de títulos na B3 na primeira metade do mês, aumento de 30% em relação à quinzena anterior. O valor médio dos CBios até o dia 12 de novembro (último dia útil da quinzena) alcançou R$ 47,48, recuperando boa parte da queda do início do mês e voltando a se aproximar da máxima do ano até então (R$ 48,83). Nesta segunda quinzena, os preços continuaram subindo e ontem chegaram a R$ 47,59.”

Fonte: Valor Econômico, 19/11/2021

Clique aqui para acessar o relatório | Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema

Para cooperativa brasileira, preço do primeiro café neutro em carbono é alto

“Uma cooperativa de café brasileira recebeu um preço relativo em sua primeira venda de um lote de café arábica neutro em carbono que era quase o dobro do que um produto certificado como sustentável, mas não neutro em carbono, alcançaria, disseram funcionários da empresa. Em seu primeiro embarque desse tipo, através do comerciante de café Volcafe com o Japão como destino final, a cooperativa de café brasileira monteCCer vendeu 300 sacas de 60 kg de café por cerca de 100 reais ($ 17,89) a saca a mais do que receberia com a venda de certificados regulares café. […] Como as plantas de café são perenes, as plantações de café servem como sumidouros de carbono que removem o dióxido de carbono do ar. No projeto desenvolvido pela monteCCer, um grupo de agricultores seguiu técnicas para reduzir ainda mais as emissões, resultando numa colheita neutra ou mesmo negativa em termos de emissões de carbono.”

Fonte: Reuters, 22/11/2021

Como bancos de couro de SUVs impulsionam o desmatamento da Amazônia

“Certa manhã deste verão, Odilon Caetano Felipe, fazendeiro que cria gado em terras desmatadas ilegalmente na Amazônia, se encontrou com um negociante e fechou um acordo para a venda de mais 72 animais engordados. Com uma simples canetada, Felipe limpou o registro de seu gado. E, ao vender os animais, ocultou seu papel na destruição da maior floresta tropical do mundo. No almoço, logo após a venda de 14 de julho, Felipe falou abertamente sobre o negócio que o enriquece. Ele admitiu que corta árvores da densa floresta amazônica e que não pagara pela terra. Também reconheceu que estrutura suas vendas para esconder as verdadeiras origens de seu gado, vendendo-o a um intermediário e forjando registros que mostram, falsamente, que seus animais vêm de uma fazenda legal. Outros fazendeiros da região fazem o mesmo, disse ele. “Não faz a menor diferença”, disse ele, se sua fazenda é legal ou não.”

Fonte: Estadão, 23/11/2021

Heineken lança três novos rótulos com apelo ESG

“A Heineken lança, neste mês, três novos rótulos com o apelo ESG (Environmental, Social and corporate Governance), informou a cervejaria em um comunicado enviado à imprensa. As garrafinhas de 330 ml serão colecionáveis e limitadas, em um pack especial que celebra e “reforça os compromissos e ações da marca para um futuro mais sustentável”. A icônica estrela vermelha passa a ser temporariamente verde. A empresa ressalta que, desde 2020 sua produção é feita com energia 100% renovável nas fábricas de Alagoinhas (BA), Araraquara (SP), Ponta Grossa (PR) e, até 2023 em Jacareí (SP). “Além da produção, a marca já possui parcerias de energia distribuída que levam energia renovável para bares e restaurantes, em um projeto piloto iniciado este ano”, explica a empresa.”

Fonte: Money Times, 22/11/2021

Opinião

Amazônia: Se você não é parte da solução, então você é parte do problema

“Esse slogan de uma renomada organização internacional na década de 1990 foi o que me motivou a mudar para Manaus há quase 20 anos para trabalhar na linha de frente do desenvolvimento sustentável na Amazônia. O que aprendi nesse período é que não existe solução simples e todos precisam fazer a sua parte. Atualmente, acredito que o Brasil tem mais oportunidades que desafios. Estou convicto de que a Amazônia representa nossa melhor (senão a única) chance de ocupar uma posição relevante na economia global no século 21. Assim como a transformação digital e a internet mudaram radicalmente a forma como vivemos, a corrida para conter as mudanças climáticas e a necessidade de nos tornarmos “carbono zero” irá ditar os rumos da economia global nos próximos 20 anos. E o Brasil não pode ficar de fora. O problema é que estamos perdendo tempo. A COP26 terminou e os resultados foram insuficientes para a maioria dos especialistas. Na minha opinião, ganhamos “nota 05”, o famoso “cinco bola” que é suficiente apenas para passar de ano.”

Fonte: Capital Reset, 23/11/2021

Internacional

Empresas

Nasdaq e diversidade no conselho de administração

“A Nasdaq, bolsa norte-americana conhecida por contar com ações principalmente de companhias de tecnologia, eletrônica e informática, conseguiu aprovação para adotar requerimentos mínimos de diversidade para a composição de conselhos de administração. Após solicitações, realizadas em 1º de dezembro de 2020, por meio da primeira proposição de requerimentos, e 26 de fevereiro deste ano, por meio de uma emenda baseada no feedback de entidades reguladas, investidores institucionais e legisladores às regras sugeridas, a Securities Exchange Commission (SEC), similar à nossa CVM, permitiu, em 6 de agosto, a adoção da matriz de diversidade para conselhos de administração pela Nasdaq. A novidade veio em meio a crescentes discussões não só nos Estados Unidos, mas também em todos os grandes mercados, como o Brasil, sobre a preocupação em relação à ausência de diversidade nos perfis dos conselheiros de administração e altos executivos em geral. Enquanto alguns veem a medida com ceticismo e criticam a adição de um requerimento alegadamente não relacionado à capacidade técnica, outros comemoram o avanço da pauta social que também está vinculada às métricas de ESG.”

Fonte: Valor Econômico, 23/11/2021

COP26 eleva pressão para setor marítimo zerar emissões até 2050

“As negociações globais sobre como tornar o transporte marítimo mais limpo começam hoje, em meio à crescente pressão para cortar a poluição gerada pelo setor. A Organização Marítima Internacional (OMI) “está sendo pressionada a fazer alguma coisa”, disse Edmund Hughes, ex-responsável por emissões de gases-estufa do órgão das Nações Unidas (ONU), que regula o transporte marítimo mundial e anfitrião das negociações virtuais. “Será difícil se a semana não produzir qualquer resultado substancial.” Depois da COP26, a cúpula do clima da ONU, encerrada em 14 de novembro, a direção da OMI tem o desafio de conduzir seus 175 países-membros a realizar um transporte marítimo mais limpo. O setor, que transporta mais de 80% dos produtos comercializados internacionalmente, tem uma pegada de carbono maior que as da Alemanha e Holanda juntas.”

Fonte: Valor Econômico, 22/11/2021

Projetos de proposta legislativa da UE planejam reduzir as emissões de metano da indústria de petróleo e gás

“A UE elaborou uma legislação para reduzir as emissões de metano, forçando as empresas de petróleo e gás a relatar sua produção e encontrar e consertar vazamentos do gás que é a segunda maior causa das mudanças climáticas, de acordo com um projeto visto pela Reuters na segunda-feira. Operadores de petróleo e gás na União Europeia teriam que apresentar estimativas para as emissões de metano de suas instalações dentro de 12 meses após a regulamentação entrar em vigor, disse o projeto de proposta legislativa. A Comissão Europeia deve apresentar o projeto em dezembro, que ainda está sujeito a alterações. Depois de proposto pela Comissão, o regulamento deve ser negociado pelo Parlamento Europeu e pelos Estados-Membros, um processo que pode demorar até dois anos.”

Fonte: Reuters, 22/11/2021

Política

Cingapura tem como meta a captura de 2 milhões de toneladas de carbono até 2030

“Cingapura tem como objetivo realizar pelo menos 2 milhões de toneladas de captura de carbono potencial até 2030, como parte de um esforço mais amplo para tornar o centro de refinaria de petróleo da Ilha de Jurong mais sustentável, disse o Conselho de Desenvolvimento Econômico na terça-feira. Muitas indústrias estão olhando para o processo de captura das emissões de dióxido de carbono por meio do armazenamento ou para reutilização, como uma forma de atingir metas verdes. Mas o processo ainda está em desenvolvimento. Cingapura tem como objetivo criar uma plataforma de teste para a tecnologia na Ilha de Jurong, onde empresas como a Royal Dutch Shell e a Exxon Mobil possuem fábricas petroquímicas. Tanto a Shell quanto a Exxon sinalizaram seu interesse em construir instalações de captura e armazenamento de carbono no Sudeste Asiático. O EDB de Cingapura também definiu uma meta de 2030 para o setor de energia e produtos químicos de aumentar a produção de produtos sustentáveis em 1,5 vez em relação aos níveis de 2019.”

Fonte: Reuters, 23/11/2021


Índices ESG e suas performances

Última atualização em 19/11/2021

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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