Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 26/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Após quedas consecutivas, o Ibov fechou em alta de +2,3% ontem, enquanto o ISE também encerrou em território positivo, subindo +2,1%.

• No Brasil, (i) em parceria com o governo do estado do Paraná, o Grupo Boticário criou um comitê público-privado para discutir e estabelecer metas e objetivos da causa ESG na região, que contará com a participação de empresas como Klabin, JBS e Sanepar, e tem como objetivo colocar os grandes executivos das companhias para serem padrinhos dos projetos definidos juntamente com secretários e lideranças do alto escalão do governo paranaense; e (ii) às vésperas da COP-26, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou uma plataforma digital para dar visibilidade às ações do setor voltadas à agenda ambiental, reconhecendo que o setor produtivo é um dos pioneiros a assumir a responsabilidade de estimular a implementação dos compromissos climáticos no país.

• No internacional, o novo relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM) mostrou que a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera atingiu níveis recordes em 2020, apesar dos “lockdowns” decretados em todo o mundo para conter a COVID-19, que frearam a atividade econômica; segundo o documento, a concentração de CO2, principal responsável pelo aquecimento global, é agora 50% maior do que antes da Revolução Industrial.

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Brasil

Empresas

Grupo Boticário cria comitê público privado de ESG com governo do Paraná

“Em parceria com o governo do estado do Paraná, o Grupo Boticário, uma das principais empresas do ramo de cosméticos do Brasil, criou um comitê público-privado para discutir e estabelecer metas e objetivos da causa ESG (sigla em inglês para as atuações nas áreas ambiental, social e de governança) na região. O grupo, que foi anunciado nesta segunda-feira, 25, ainda conta com a participação de empresas como Klabin, JBS, Sanepar, Renault, Copel, Volkswagen e Itaipu. Até o fim do ano, como contaram o governador Ratinho Jr. e o vice-presidente do conselho do Boticário, Artur Grynbaum, ao Estadão, esse grupo se reunirá periodicamente para definir quais serão os dez objetivos a serem perseguidos pelos próximos seis anos. Depois disso, o grupo continuará com os encontros a fim de acompanhar os resultados. A ideia principal é colocar os grandes executivos das empresas, especialmente os presidentes, para ser padrinhos dos projetos definidos juntamente com secretários e lideranças do alto escalão do governo paranaense. Até agora, as secretarias da Casa Civil, da Fazenda, do Meio Ambiente, além da Assembleia Legislativa do Paraná estão entre os confirmados.”

Fonte: Estadão, 25/10/2021

CNI lança ‘Indústria Verde’, portal para reunir ações do setor voltadas à agenda ambiental

“Às vésperas da Conferência do Clima (COP26), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lança uma plataforma digital para dar visibilidade às ações do setor voltadas à agenda ambiental. A ferramenta tem informações sobre estratégias para reduzir emissão de gases de efeito estufa, investimento em pesquisa e desenvolvimento, metodologias de inovação, de uso racional dos recursos naturais e de estímulo à adoção de práticas sustentáveis. O site Indústria Verde reúne notícias e casos de sucesso relacionados ao projeto nacional defendido pela CNI, dentro da estratégia de consolidar uma economia de baixo carbono. De acordo com estudo do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), essa será uma década decisiva para enfrentar os desafios de mudança climática, e o setor produtivo é um dos pioneiros a assumir a responsabilidade de estimular a implementação dos compromissos climáticos no país.”

Fonte: Valor Econômico, 25/10/2021

Mercado de créditos de carbono está mais acessível para as pessoas físicas

“Depois de compensar as emissões de gases do efeito estufa da sua vinícola em Bento Gonçalves (RS), o irlandês Gordon Murphy, 31 anos, decidiu que era hora de tornar a coisa mais pessoal e compensar a própria pegada de carbono. Transporte, alimentação, bens consumidos, resíduos – tudo foi devidamente lançado na calculadora de uma plataforma de crédito de carbono. Ele descobriu ser responsável pelo equivalente a 5,7 toneladas de CO2 por ano. “O maior fator de emissão, no meu caso, foi o transporte aéreo, por causa das viagens de avião para acompanhar a produção no Rio Grande do Sul e para visitar familiares na Irlanda”, explica Murphy, morador de São Paulo, que vai pagar R$ 52 por mês para a compensação total. “Achei bem barato. É o pessoas físicas acessarem o mercado de crédito de carbono, antes restrito a grandes negócios. Carbonext, EcoCart e Moss são algumas das que contribuem para o cálculo das emissões e fazem a ponte com projetos certificados e auditados de reflorestamento e proteção ambiental de florestas.”

Fonte: Estadão, 24/10/2021

Nestlé adota agricultura regenerativa no Brasil

“Um dos maiores mercados da gigante de alimentos e bebidas Nestlé, o Brasil ganhou metas próprias para ajudar a operação global a alcançar compromissos sociais e ambientais. A companhia vai estimular no país a agricultura regenerativa, que adota práticas de conservação e reabilitação, com foco em leite, café e cacau – além de proteger o ambiente, a ideia é aumentar a produtividade. A empresa suíça está anunciando a iniciativa “Generation Regeneration”, que marca o compromisso, com metas e ações para incentivar e acelerar a transição a sistemas alimentares regenerativos em suas principais cadeias fornecedoras. A Nestlé pretende reduzir pela metade suas emissões de carbono até 2030 e atingir emissões líquidas zero em 2050. A subsidiária tem três pilares com objetivos a serem alcançados em quatro anos: agricultura regenerativa, circularidade e bioeconomia.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2021

Política

Mato Grosso acelera esforços para zerar emissões

“O Estado de Mato Grosso acelerou os esforços para zerar suas emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE) até 2035, ou 25 anos antes da meta global assumida por países na COP-25, em 2019. Motor da economia, a agropecuária está no centro do programa Carbono Neutro MT, instituído ontem por meio de decreto do governador Mauro Mendes. O programa terá um comitê formado por membros do poder público e do setor privado para acompanhar o andamento dos trabalhos, que serão coordenados pela Secretaria de Meio Ambiente. Na solenidade de lançamento, a secretária Mauren Lazzaretti elencou os 12 eixos do programa, que cobrem desde a proteção e incentivo à manutenção do ativo florestal até a redução do risco de incêndios florestais e o aumento da produtividade do agro com estímulo a boas práticas. Um plano de ações mais detalhado deve ser publicado no prazo de 120 dias. Cada eixo tem objetivos com prazo até 2030 (data em que se projeta que as emissões terão sido reduzidas em 80% em comparação com os níveis de 2020) e outros já projetam um horizonte até 2050. No pilar da manutenção do ativo florestal do Estado, por meio de incentivos econômicos a quem preserva, o Executivo estima que poderá ser evitado o desmate de mais de 1 milhão de hectares até 2030 e de mais de 4 milhões até 2050.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2021

Opinião

Brasil pode ser protagonista em alimentos plant-based

“Tem aroma, textura e sabor de carne, mas não é. Trata-se de alimentos elaborados que possuem características análogas às de proteína animal, com o objetivo de reduzir ou até mesmo substituir o consumo de produtos de origem animal. O Brasil, pela sua biodiversidade, ciência de vanguarda e capacidade produtiva, tem potencial para ser protagonista no desenvolvimento de novas fontes vegetais para os produtos plant-based e aproveitar uma tendência atual: a criação de alimentos de base vegetal que emulem as proteínas animais marinhas, o “seafood plant-based”. A crescente demanda por alimentos vegetais foi impulsionada pelo veganismo, pelo aumento dos casos de intolerância à lactose, pela busca por uma alimentação mais saudável e pela preocupação com a proteção do meio ambiente e redução da pegada de carbono em dietas “low carbon”.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2021

A agroecologia pode salvar o planeta

“Formado em ciências econômicas, é coordenador e captador de recursos do Centro de Educação Popular e Formação Social (Cepfs). É empreendedor social da Ashoka e da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais. A agroecologia enquanto ciência estuda e orienta os cultivos agrícolas e a relação humana com a natureza. Busca a produção para a segurança e soberania alimentar, com a coerente compreensão da importância do equilíbrio do meio ambiente. Vista antes como alternativa, a agroecologia hoje é tida como caminho de salvação do planeta em meio à catástrofe ambiental em curso. Os danos podem ser revertidos se houver o entendimento, principalmente pela base do agronegócio, de que a forma de cultivo adotada por esse segmento produtivo não tem gerado vida, e sim morte.”

Fonte: Folha de São Paulo, 25/10/2021

Internacional

Empresas

Concentração de gases de efeito estufa na atmosfera atinge novo recorde, diz OMM

“A concentração de gases de efeito estufa na atmosfera atingiu níveis recordes em 2020, apesar dos “lockdowns” decretados em todo o mundo para conter a covid19, freando a atividade econômica. Os dados são de um novo relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Segundo o documento, a concentração de dióxido de carbono (CO2), o principal responsável pelo aquecimento global, é agora 50% maior do que antes da Revolução Industrial, que deu início ao uso em massa dos combustíveis fósseis. Além disso, os níveis de metano mais do que dobraram desde 1750. O relatório da OMM também conclui que a concentração de todos os principais gases de efeito estufa aumentaram mais rápido em 2020 do que na média da década anterior. Em 2021, os cientistas da entidade, vinculada às Nações Unidas, também chegaram à conclusão de que esta tendência está se mantendo.”

Fonte: Valor Econômico, 25/10/2021

Al Gore pede revisão das finanças globais para reduzir os gases do efeito estufa

“O sistema financeiro global deve ser reformado porque facilita “emissões imprudentes” que tratam a atmosfera do mundo “como um esgoto a céu aberto”, segundo o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore. Em uma ampla entrevista ao Financial Times, o político que se tornou ativista pelo clima disse que o mundo não pode mais permitir que o setor financeiro continue seu apoio em larga escala a projetos intensivos em carbono. Gore, que co-fundou o gestor de fundos de investimento sustentável Generation Investment Management em 2004 com o financista David Blood, disse que uma revisão dos setores bancário, de gestão de ativos e de contabilidade era crucial para que os países alcançassem a meta de atingir emissões líquidas zero até 2050. Discurso antes da conferência climática COP26 em Glasgow que começa na próxima semana, Gore disse que a crescente desigualdade e o número crescente dos chamados refugiados do clima – movimento em massa de pessoas que fogem de desastres relacionados ao clima – são “responsáveis ​​pelo surgimento de autoritarismo populista em muitos países. Portanto, temos um senso de urgência que está se espalhando agora.”

Fonte: Financial Times, 24/10/2021

Política

Biden luta para salvar a ambiciosa agenda climática antes da COP26

“Kamala Harris, a vice-presidente dos EUA, reuniu-se com um grupo de importantes ativistas do clima em Washington na segunda-feira para tranquilizá-los sobre a coragem do governo Biden na luta contra o aquecimento do planeta. A uma semana da cúpula da COP26 em Glasgow, e no meio de negociações tensas com legisladores para aprovar legislação de corte de emissões no Congresso, Harris sugeriu que os Estados Unidos não trariam mais meias-medidas para o cenário global. “Não podemos pagar … para ser incremental. Não podemos ser pacientes”, disse ela ao grupo, que incluía Tom Steyer, o financista bilionário e ex-candidato democrata à presidência. A batalha contra a crise climática foi um motivador da campanha presidencial de Joe Biden para 2020 e um foco constante de sua administração desde que assumiu o cargo em janeiro.”

Fonte: Financial Times, 26/10/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
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  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
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  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
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