Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 17/09

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado continuou operando em território negativo, com o Ibov recuando -1,1% e o ISE -0,8% no pregão de quinta-feira.

• No Brasil, a BRF e a holding Pontoon anunciaram ontem uma parceria para a construção de um parque de energia solar nos municípios de Mauriti e Milagres, no Ceará, que terá capacidade instalada de 320 megawatts pico (MWp) e geração média de 800 MW a ser comercializada nos próximos 15 anos, com investimento de R$1,1bn.

• No internacional, (i) o interesse nas compensações de carbono está acelerando, frente à luta das organizações para cumprir as metas de mudança climática, com o comércio de créditos de carbono advindos de projetos de energia renovável chegando a 80mn de unidades entre janeiro e agosto deste ano, depois de quase dobrar para 80,3mn em 2020; e (ii) o presidente Joe Biden se reunirá com líderes mundiais hoje para uma discussão sobre a intensificação dos esforços no combate à mudança climática, buscando criar impulso internacional sobre o aquecimento global antes da conferência climática COP26 da ONU, em Glasgow, em novembro.

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Brasil

Empresas

BRF e Pontoon investem em parque de energia solar

“A BRF e a holding Pontoon anunciaram ontem que estabeleceram uma parceria para a construção de um parque de energia solar nos municípios de Mauriti e Milagres, no Ceará. Os investimentos previstos no parque, que terá capacidade instalada de 320 megawatts pico (MWp) e geração média de 800 MW a ser comercializada nos próximos 15 anos, chegam a R$ 1,1 bilhão. Segundo as empresas, a BRF aportará cerca de R$ 50 milhões, e o valor restante será levantado pela Pontoon. Marcos Severine, CEO da holding, afirmou que há negociações em curso com o BNDES e outros agentes do sistema financeiro para a obtenção dos recursos, e parte poderá vir da emissão de debêntures. As obras começarão em 2022 e vão gerar cerca de 4 mil empregos. O parque deverá contar com 600 mil painéis solares, em 1.170 hectares, e as operações deverão começar em 2024. “Com esse empreendimento, somado ao projeto que anunciamos recentemente em parceria com a AES e a outros investimentos em curso, até 2024, quase 90% de toda a energia que consumimos virá de fontes próprias, limpas e renováveis”, afirmou Lorival Luz, CEO global da BRF, em entrevista a jornalistas.”

Fonte: Valor Econômico, 17/09/2021

Startups impulsionam iniciativas de ESG da Ambev e do Grupo Boticário

“Parcerias com startups têm impulsionado algumas iniciativas de ESG da Ambev e do Grupo Boticário, disseram o diretor-presidente da Ambev, Jean Jereissati, e o vice-presidente do Conselho Administrativo do Grupo Boticário, Artur Grynbaum, no painel “Sem G (Governança), não tem ESG”, durante o evento on-line Latam Retail Show 2021. “A companhia está se preparando para que todas as áreas colaborem cada vez mais com as startups”, disse Jereissati. Em outubro do ano passado, a Ambev fechou uma parceria com a Lemon Energia para permitir que bares e restaurantes comprem energia renovável e reduzam os gastos com a conta de energia. “Temos um time dedicado que tem a missão de levar a oferta da Lemon aos clientes.””

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021

Onda de IPOs ainda ignora diversidade em conselhos

“Do início de 2020 até junho deste ano, 54 empresas fizeram ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) na bolsa de valores brasileira, a B3. Dessas, 41% não tinham nenhuma mulher no conselho de administração quando abriram o capital. É o que mostra levantamento feito pela consultoria e auditoria EY e pela organização sem fins lucrativos que promove a igualdade de gênero 30% Club, a partir de dados disponíveis na própria B3 e nos sites de relações com investidores das empresas. Das 54 companhias avaliadas, 43% têm apenas uma mulher no conselho e só 7% têm mais de 30% dos assentos no colegiado ocupados por representantes femininas. Considerando a média, as mulheres representam apenas 13% dos membros dos conselhos de administração das 54 companhias que fizeram IPO desde o início de 2020. Ainda em média, os colegiados dessas empresas têm 6,4 pessoas, sendo que apenas 0,8 são mulheres.”

Fonte: Valor Econômico, 17/09/2021

Amaggi promete eliminar desmatamento até 2025, e ser carbono neutro até 2050

“A Amaggi, maior empresa brasileira de produção e comercialização de grãos e fibras, anunciou hoje o compromisso de eliminar o desmatamento (legal e ilegal) em sua cadeia de fornecimento até 2025, e de se tornar carbono neutro até 2050. A companhia adotará o ano de 2020 como uma “data de referência”, a partir da qual será medida a retirada de vegetação nativa junto aos fornecedores, mas não será obrigatório que eles tenham deixado de desmatar legalmente após 2020. Mas, para contemplar a pressão dos clientes, a companhia disponibilizará uma nova ferramenta que permitirá que os compradores “escolham” datas de corte de desmatamento para os produtos que compram. A meta climática da Amaggi foi construída com apoio da Science Based Targets Iniciative (SBTi), estratégia de suporte científico ao estabelecimento de metas de descarbonização apoiado pelo Pacto Global da ONU. Com a meta estabelecida para 2050, a Amaggi também passa a integrar o movimento Race to Zero, que reúne empresas do mundo todo com metas para neutralizar suas emissões de carbono.”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021

Desmatamento altera chuvas e prejudica agronegócio, diz estudo

“O desmatamento para abertura de novas áreas para agricultura e pecuária vem alterando o regime de chuvas no Brasil e pode reduzir a eficiência da produção brasileira, hoje largamente apoiada em um regime de plantio de duas safras ao ano, mostra relatório da organização não governamental Planet Tracker. Especializada em analisar riscos para investidores relacionadas a questões ambientais, a Planet Tracker analisou estudos de clima para mostrar que o aumento do desmatamento em determinadas regiões tem alterado o regime de chuvas, o que tem impacto direto na capacidade do país de manter o plantio de duas safras anuais, hoje responsável por boa parte do aumento de produção. A consequência, explicam, chega até investidores em títulos soberanos do Brasil e em ações e dívidas de empresas brasileiras, já que uma redução da produção brasileira tem impacto direto nas exportações e no PIB (Produto Interno Bruto) do país, o que aumenta o risco dos investimentos.”

Fonte: Folha de São Paulo, 16/09/2021

Cana e café são culturas mais afetadas por mudanças climáticas, diz estudo

“A cana-de-açúcar e o café arábica, dos quais o Brasil é o maior produtor global, são as duas commodities agrícolas que mais devem perder produtividade por causa das mudanças climáticas no longo prazo. A estimativa aparece em um estudo publicado hoje (16/9) pelo Stockholm Environment Institute (Instituto Ambiental de Estocolmo, ou SEI, na sigla em inglês), um centro de pesquisas sobre clima e desenvolvimento criado na Suécia em 1989. No relatório, os autores calcularam a queda potencial de produtividade de sete grandes culturas agrícolas: milho, arroz, trigo, soja, cana e cafés arábica e robusta. As projeções, feitas para o intervalo entre 2070 e 2099, consideraram os impactos sobre as lavouras do aumento das temperaturas, mas não as consequências de catástrofes climáticas. Segundo os pesquisadores, a produtividade global da cana-de-açúcar deve cair 58,5% nesse intervalo e a do arábica, 45,2%. Para milho, café robusta, arroz e soja, os autores calcularam as quedas em 27%, 23,5%, 8,1% e 7,2%, respectivamente.”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021

Há empresas no ISE que não se classificam como sustentáveis pelo nosso critério, afirma Schroders

“Há empresas que fazem parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 que não se classificam como sustentáveis pelos nossos critérios, afirmou, há pouco o chefe para ações latino-americanas da Schroders Investment Management, Pablo Riveroll. Ao participar do congresso da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), no painel “Mais que produtos, cultura ESG na seleção e gestão de investimentos”, ele defendeu critérios básicos para a seleção dos investimentos – como empresas que não sejam poluentes nem estejam envolvidas em controvérsias. “Não quero falar mal do ISE, no Brasil, mas tem muitas empresas que pelo nosso critério não se classificam como empresas sustentáveis”, afirmou Riveroll.”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021

Opinião

Bancos e mudança do clima: um olho no risco, outro na oportunidade

“A premissa por trás da divulgação (disclosure) de riscos climáticos e dos testes de estresse pelas instituições financeiras é que, se eles revelarem resultados potencialmente assustadores, isso mudará o comportamento dos investidores e impulsionará uma alocação mais eficiente de capital. Uma das minhas maiores inquietações atuais é a seguinte: será? Hoje existe consenso de que os riscos climáticos — sejam eles físicos ou de transição — são uma agenda econômica estruturante. Há divergências, ainda assim, sobre essa ser a agenda prioritária para autoridades financeiras (vide posicionamento público recente de Larry Summers, ex-presidente do Fed, o Banco Central americano). Mas, no geral, há um bom entendimento nas elites financeiras de que “bolhas de carbono” podem estourar nos próximos anos se não houver uma transição planejada do modelo com base em combustíveis fósseis para outro, livre de emissões.”

Fonte: Capital Reset, 16/09/2021

Incentivos fiscais: a importância para a produção de energia limpa e renovável

“A crescente demanda mundial por energia limpa, produzida de modo a atender as necessidades da economia e, ao mesmo tempo, apta a proteger o meio ambiente e a evitar a iminente catástrofe climática que se anuncia, tem ocupado o centro dos debates da Organização das Nações Unidas (ONU). No ambicioso projeto de descarbonização do planeta, verifica-se que o setor público representa não apenas uma importante fonte de financiamento, mas, em especial, relevante propulsor de sua consolidação, por meio de concessão de estímulos fiscais direcionados à produção e à comercialização de energia gerada por fontes renováveis. A experiência internacional tem demonstrado que as reduções de impostos devem alcançar a tributação da renda, do patrimônio e do consumo, para se atingir as metas pactuadas nos acordos sobre o clima. Os avanços, a propósito, serão
apreciados na 26ª Conferência Climática da ONU (COP – 26), que será realizada no início de novembro de 2021, em Glasgow, na Escócia.”

Fonte: Valor Econômico, 17/09/2021

Internacional

Empresas

Transações de compensação de carbono aumentam apesar das preocupações ambientais

“A luta das organizações para cumprir as metas de mudança climática impulsionou o comércio de unidades ligadas à prevenção ou redução das emissões de carbono em mais da metade neste ano, para US$ 748 milhões, e pode chegar a US$ 1 bilhão no final do ano. Apesar do ceticismo sobre as credenciais verdes do mercado, o interesse nas compensações de carbono, que são usadas para compensar as emissões de gases de efeito estufa, está acelerando. As compensações de projetos de energia renovável cresceram e se tornaram a segunda maior categoria depois da silvicultura e do uso da terra, embora a demanda possa atingir o pico em 2021, de acordo com um relatório do Ecosystem Marketplace. Depois de quase dobrar para 80,3 milhões em 2020, 80 milhões de créditos de carbono de energia renovável foram vendidos entre janeiro e agosto. Mas essas compensações em particular foram criticadas por preocupações de que os esquemas que as geraram não tenham integridade.”

Fonte: Financial Times, 16/09/2021

Fabricantes de biocombustíveis buscam mudanças no crédito fiscal de combustível de aviação no plano de gastos de Biden

“Os produtores de biocombustíveis estão buscando mudanças de última hora em uma proposta para aumentar a produção de combustível de aviação sustentável contida no plano de gastos de US$ 3,5 trilhões do democrata que, segundo eles, permitirá que os agricultores do país ingressem no mercado multibilionário emergente. As mudanças se concentram em como os benefícios de economia de carbono da produção do combustível são medidos e podem forçar a Casa Branca a escolher entre grupos ambientais que acreditam que o uso da terra e do suprimento de alimentos para combustível esbanja os recursos da terra, e grupos agrícolas e do agronegócio que esperam se beneficiar o impulso para parar a mudança climática. A Casa Branca disse na semana passada que quer cortar as emissões de gases de efeito estufa das aeronaves em 20% até o final da década, aumentando significativamente o uso de combustível de aviação sustentável (SAF). Atualmente, menos de 1% dos cerca de 21,5 bilhões de galões de combustível de aviação queimados a cada ano nos Estados Unidos é SAF, mas a Casa Branca estabeleceu uma meta de 3 bilhões de galões até 2030..”

Fonte: Reuters, 16/09/2021

Política

Biden reúne líderes mundiais para discutir mudanças climáticas antes da cúpula de Glasgow

“O presidente Joe Biden reúne líderes mundiais na sexta-feira para uma discussão sobre a intensificação dos esforços para lidar com a mudança climática, buscando criar impulso antes de uma cúpula internacional sobre o aquecimento global no final deste ano. Biden realizará uma reunião virtual do Fórum das Grandes Economias (MEF) da Casa Branca em seguimento a uma reunião do Dia da Terra que ele organizou em abril para revelar as novas metas de redução das emissões de gases de efeito estufa dos EUA e pressionar outros países a fazerem mais para conter deles. Biden tem enfatizado a mudança climática repetidamente nas últimas semanas, após os danos causados por enchentes e incêndios devastadores nos Estados Unidos. Enfrentar o problema é uma de suas principais prioridades nacionais e internacionais, e a conferência climática COP26 da ONU, em Glasgow, de 31 de outubro a 12 de novembro, é vista como um momento crítico para o mundo se comprometer a fazer mais para conter o aumento das temperaturas.”

Fonte: Reuters, 17/09/2021

EUA: Democratas convocam petrolíferas para audiência sobre mudanças climáticas

“Os democratas convocaram executivos das gigantes do petróleo para uma audiência na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos. A convocação faz parte de uma investigação sobre uma suposta campanha de longa duração, que seria promovida pela indústria para espalhar desinformação sobre o papel dos combustíveis fósseis no aquecimento global. O Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA convocou nesta quinta-feira (16) os executivos da ExxonMobil, BP, Chevron e Shell para uma audiência no próximo mês. Também serão ouvidos os diretores do American Petroleum Institute, principal grupo de lobby do setor, e da Câmara de Comércio dos EUA. “Estamos preocupados com o fato de que, para proteger seus lucros, a indústria [do petróleo]tenha supostamente liderado um esforço coordenado para espalhar desinformação para enganar o público e evitar ações cruciais para lidar com as mudanças climáticas”, disse a presidente da comissão, Carolyn Maloney, na convocação.”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
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  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
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  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
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