Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 17/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem, o mercado encerrou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,8% e -1,4%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a Petrobras informou que voltará a integrar o índice Dow Jones de Sustentabilidade Global (DJISI World) após seis anos fora da carteira, principalmente, por ter obtido nota máxima em quatro critérios da avaliação anual para composição do índice: materialidade, relatório ambiental, riscos relacionados à água e relatório social; e (ii) a XP Asset lançou ontem três fundos de índice (ETF, na sigla em inglês) que permitem ao investidor ter exposição ao desempenho de ações de empresas ao redor do mundo com iniciativas ESG (de melhores práticas sociais, ambientais e de governança), negociados sob os códigos “ESGE11”, “ESGD11” e “ESGU11”.

• No internacional, as principais organizações multilaterais do mundo vão lançar uma nova iniciativa na próxima semana com o objetivo de desenvolver um sistema de padrões para empresas, investidores e instituições financeiras para mensurar seu impacto na sustentabilidade global: a Plataforma de Gestão de Impacto, fundada por quatro agências da ONU, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial.

XP na Expo Dubai

A World Expo é um evento que acontece a cada 5 anos desde 1851, com o objetivo de exibir globalmente as grandes inovações. Este ano a feira acontece em Dubai e estamos aqui, com apoio da nossa parceira Fanato Incentive, para acompanhar e compartilhar os highlights daquilo que irá moldar o futuro.

Ontem foi comemorado o dia internacional da Tolerância, em que o respeito e a valorização das diferenças, sejam elas culturais, étnicas ou raciais, são colocados em foco. Inclusive, essa é a premissa central da Expo Dubai, evento que, ao reunir mais de 190 países, promove o encontro e a troca entre todos.

Ao longo do dia, focamos em explorar os distritos sustentabilidade e oportunidade. Dentre os vários tópicos explorados, tecnologia e meio ambiente centralizaram os destaques, com três principais temas: (i) captura de carbono; (ii) água; e (iii) internet das coisas.

Clique aqui para ler o relatório com o feedback do dia de ontem.

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Brasil

Empresas

Petrobras (PETR3 PETR4) volta a fazer parte do índice Dow Jones de Sustentabilidade; veja quais companhias estão na carteira

“O índice Dow Jones de Sustentabilidade Global (DJSI World) anunciou sua nova constituição e vai contar com nove empresas brasileiras na carteira. As empresas passam por uma rigorosa avaliação anual, na qual respondem a um questionário fornecendo informações de conhecimento do público assim como informações que não são públicas. Em comunicado ao mercado, a Petrobras informou que voltará a integrar o índice Dow Jones de Sustentabilidade Global (DJISI World) após seis anos fora da carteira. A companhia informou que obteve nota máxima em quatro critérios para composição do índice: materialidade, relatório ambiental, riscos relacionados à água e relatório social. […] A nova carteira do DJSI World vai entrar em vigor na próxima segunda-feira (22), reunindo 325 empresas de 31 países. Além de Petrobras, de Itaú Unibanco e Itaúsa, compõem a carteira: LojasAmericanas, Bradesco, Banco do Brasil, Cemig, Klabin e Lojas Renner.”

Fonte: InfoMoney, 16/11/2021

SulAmérica lança fundo de previdência com ativos focados em ESG

“A SulAmérica, por meio da sua área de investimentos, lança neste mês um novo fundo de previdência com alocação em títulos de dívida, como debêntures, CRIs e FIDCs, alinhados às práticas ESG — sigla em inglês para as melhores práticas ambientais, sociais e de governança. Priorizando ativos de emissores que promovem o desenvolvimento sustentável, o SulAmérica Prev Crédito ESG FI RF CP é voltado ao investidor qualificado e busca superar o CDI a longo prazo. O produto tem alvo de remuneração CDI+0,5% e aplicação mínima de R$ 10 mil, com movimentação mínima de R$ 100 e disponibilização para resgate D+8 úteis. A taxa de administração é de 0,9% ano a ano, sem taxa de performance. O novo fundo chega para reforçar a parcela de previdência dedicada ao crédito privado. Segundo Daniela Gamboa, head da área de crédito privado da SulAmérica Investimentos, o produto lançado pela empresa busca “trazer um bom retorno ajustado a risco pelo investimento em companhias comprometidas com seus resultados e também com a sociedade”.”

Fonte: MoneyTimes, 16/11/2021

CNI: indústrias de pequeno porte vão investir mais em sustentabilidade

“A maioria das indústrias de pequeno porte (55%) tem intenção de investir mais nos próximos dois anos na implementação de ações sustentáveis, para uma transição para a economia de baixo carbono. Para outras (37%) os recursos devem ficar no mesmo patamar dos atuais e apenas 4% afirmaram que esse investimento deve ser reduzido. Os dados são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com o Instituto FSB que avaliou a visão dessas indústrias sobre a sustentabilidade. Segundo a entidade, em alguns quesitos, as indústrias de pequeno porte estão avançadas. Mesmo em meio à pandemia de covid-19 e à crise econômica, 20% dos pequenos negócios industriais aumentaram o investimento nesse tipo de ação. Ações para evitar o desperdício de energia e de água já são adotadas por 90% e 89% das empresas desse porte, respectivamente. Já a gestão de resíduos sólidos é uma realidade em 85% dos negócios.”

Fonte: Agência Brasil, 16/11/2021

Produtos

Três novos ETFs permitem investir em ações de empresas com melhores práticas ESG; confira

“A XP Asset lançou nesta terça-feira (16) três fundos de índice (ETF, na sigla em inglês) que permitem ao investidor ter exposição ao desempenho de ações de empresas ao redor do mundo com iniciativas ESG (de melhores práticas sociais, ambientais e de governança). Negociados sob os códigos “ESGE11”, “ESGD11” e “ESGU11”, a tríade de ETFs busca acompanhar o desempenho de índices com melhores indicadores ambientais, como emissão de carbono e participação da receita em negócios não-poluentes; os melhores indicadores de governança, como maior diversidades de gênero no Conselho de Administração; além da exclusão de companhias que desrespeitam princípios globais da ONU, que estejam envolvidas na produção de armas consideradas controversas, de tabaco, carvão e xisto, ou que descumpram parâmetros de sustentabilidade da OCDE.”

Fonte: InfoMoney, 16/11/2021

Opinião

Sustentabilidade agora eleva lucro e valor de mercado das empresas

“As mudanças climáticas e o aquecimento global, com efeitos potencialmente destrutivos para a humanidade, têm demandado de governos e empresas a adoção de medidas robustas de mitigação de impactos ambientais na produção econômica. Nesse cenário, iniciativas em torno da chamada economia circular desenvolvem soluções tecnológicas e campanhas educativas que ajudam a “limpar” a cadeia produtiva e a melhorar a gestão de resíduos em diversos setores. No Brasil, a aderência à economia circular tem sido puxada também pela indústria. Uma pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Industria), de 2019, mostra que 76,4% das indústrias do país adotam algum tipo de processo ligado à economia circular para aumentar a vida útil de produtos e materiais. Reuso de água, reciclagem de materiais e logística reversa são as principais situações encontradas no leque de ações da indústria brasileira. Entre os motivos que levam empresas a adotar boas práticas segundo a pesquisa da CNI, primeiramente, vem a redução de custos; seguido pela eficiência operacional e, depois, a oportunidade de novos negócios.”

Fonte: Folha de São Paulo, 16/11/2021

A lavagem verde e os novos padrões ESG para investidores

“Frequentemente nos deparamos com a sigla ESG (sigla em inglês para “environmental, social and governance”), que em Português se traduz para “ambiental, social e governança”, sendo, em resumo, uma avaliação da consciência coletiva de uma empresa em relação aos fatores ambientais, sociais e de governança corporativa. Também não são raras as notícias de que algumas divulgações ou materiais publicitários intencionalmente ou inadvertidamente enganam investidores sobre as abordagens ESG usadas em um produto de investimento, as características ESG de um produto de investimento, ou o grau de influência que um produto de investimento tem nas questões ESG. As abordagens sobre ESG podem ser usadas de diferentes maneiras e para diferentes questões relacionadas à ESG. Como resultado, uma grande variedade de produtos de investimento que considera questões ESG está disponível no mercado e é muito difícil classificar esses produtos em categorias bem definidas.”

Fonte: Estadão, 16/11/2021

Internacional

Regulação

OMC aponta vínculo entre comércio e dano ambiental

“Ao mesmo tempo em que a União Europeia se prepara para interditar o “desmatamento importado”, a Organização Mundial do Comércio (OMC) constata que o “comércio pode estar relacionado com desmatamento, urbanização e agricultura intensiva, e com seus riscos associados”. Em seu Relatório do Comércio Mundial 2021, publicado ontem, a OMC nota que o desmatamento é em grande parte causado por atividades humanas como expansão agrícola, criação de gado, extração de madeira, mineração, extração de petróleo, construção de barragens e desenvolvimento de infraestrutura, e nesse cenário é responsável por diversas fontes de risco. A entidade aponta problema de erosão do solo, que pode levar a entupimentos dos cursos d’água e outros problemas; ruptura do ciclo da água, o que pode levar à desertificação e à perda de habitat; emissões de gases de efeito estufa e redução da capacidade de remoção de dióxido de carbono da atmosfera, ambos contribuindo para a mudança climática global; perdas de biodiversidade, que podem levar a extinções e perda de beleza natural; e surtos e propagação de doenças.”

Fonte: Valor Econômico, 17/11/2021

Wall Street vê a primeira revisão do Fed sobre mudanças climáticas em 2023

“Enquanto o Federal Reserve dos EUA segue outros grandes bancos centrais no combate à mudança climática, ele também está focado em outra frente crítica: descobrir se o aumento das temperaturas poderia derrubar um grande banco ou até mesmo todo o sistema financeiro. Os efeitos potenciais da mudança climática – principalmente por meio da elevação do nível do mar, agravamento de enchentes e incêndios e políticas governamentais de transição da indústria pesada de carbono – podem destruir trilhões de dólares em ativos em todo o mundo. Como grandes credores da indústria de petróleo e gás, os bancos dos EUA podem estar no olho da tempestade, de acordo com reguladores e especialistas em gestão de risco. Um relatório liderado pelo Departamento do Tesouro dos EUA advertiu no mês passado que o aumento das temperaturas era uma “ameaça emergente” à estabilidade financeira e disse que os reguladores deveriam usar análises de cenário para construir ferramentas robustas de gestão de risco preditivo. Apesar de ser o banco central mais influente do mundo, o Fed há muito está atrasado em relação aos seus pares para controlar esses riscos.”

Fonte: Reuters, 17/11/2021

Política

ONU e outras agências visam padronizar a mensuração dos impactos ambientais

“As principais organizações multilaterais vão lançar uma nova iniciativa na próxima semana com o objetivo de desenvolver um sistema de padrões para empresas, investidores e instituições financeiras para mensurar seu impacto na sustentabilidade global. A nova Plataforma de Gestão de Impacto é fundada por organizações incluindo quatro agências da ONU, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial. Reguladores e agências multilaterais estão procurando maneiras de substituir uma colcha de retalhos de regras voluntárias de divulgação social e ambiental, com o objetivo de combater a “lavagem verde” por organizações ansiosas por se apresentarem como éticas. A IOSCO, o órgão guarda-chuva global para reguladores de valores mobiliários, ajudou a criar o International Sustainability Standards Board (ISSB), que foi revelado na cúpula climática global COP26 das Nações Unidas na Escócia no início deste mês.”

Fonte: Reuters, 17/11/2021

A luta climática global depende do desafio de investimentos verdes de US$ 6,5 trilhões da China

“A China precisa liberar US$ 6,5 trilhões em investimentos verdes e reorganizar radicalmente sua economia se o planeta quiser vencer a luta contra as mudanças climáticas, dizem analistas. O alerta vem depois de esperanças de que os governos se comprometeriam com metas de descarbonização mais ousadas na COP26 foram frustradas pela Índia e a China que diluíram as promessas de acabar com a energia movida a carvão. Horas após o encerramento da cúpula de Glasgow, no domingo, ambientalistas e economistas questionaram se Pequim estava comprometida com essa mudança fundamental. “É muito difícil quebrar essa relação entre consumo de energia e crescimento do PIB”, disse Neil Beveridge, analista sênior da Bernstein em Hong Kong. A batalha contra o aquecimento global depende principalmente dos esforços de uma legião de legisladores em Pequim que foram encarregados de retirar o carvão do maior poluidor do mundo.”

Fonte: Financial Times, 15/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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