Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 10/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,7% e +1,2%, respectivamente.

• No Brasil, por conta da COP26, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciará hoje, em Glasgow, o financiamento coletivo junto a empresas privadas para um programa de restauração de florestas nativas com potencial de arrecadar até R$500mn em sete anos chamado de “Floresta Viva”, o “matchfunding” – mecanismo em que empresas fazem aporte e veem as doações dobrarem com o aporte do BNDES.

• No internacional, ainda no tema COP26, dois principais destaques: (i) os anfitriões britânicos propuseram que os países aumentassem suas ambições de reduzir as emissões de gases de efeito estufa até o final de 2022 em um projeto de decisão política que as nações negociarão nos próximos dias, ressaltando que existe uma enorme lacuna entre as atuais promessas nacionais e os tipos de cortes necessários para evitar que o mundo mergulhe em uma crise climática total; e (ii) a União Europeia se prepara para decidir, até o fim deste ano, se a energia nuclear é uma energia “verde”, em meio à batalha pró e antinuclear entre os 27 países-membros do bloco, questão que ganha mais importância com a urgência climática reiterada na Conferência.

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Brasil

Empresas

COP26: Entenda o que significa a regulamentação das emissões de carbono

“A expectativa desta semana na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP26, é de que sejam definidas as regras para a regulamentação das emissões de carbono. Mas o que isso significa? De acordo com o coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental (CEDES), Marcus Nakagawa, em entrevista à CNN Rádio, este ponto é chave para a Conferência. Ele fez um comparativo com a regulamentação que já existe na parte financeira de uma nação. “Todo o dinheiro que tramita, tem as leis, o Banco Central, o que podemos fazer com o dinheiro. É isso que precisa regulamentar para as questões de carbono.” Agora, quando um governo diz que emite determinada quantidade de carbono ou vai deixar de emitir, “alguém vai precisar verificar e validar.” Da mesma forma, haverá o mercado de “não-carbono”: “Alguém vai comprá-lo, aquela licença para emitir carbono, é um trade, uma compra e venda próxima as de produtos e serviços. Mas se compra ‘o nada’, a eliminação do carbono.””

Fonte: CNN, 08/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Em emissão de dívida verde, Camil tenta impor ‘greenium’ – mas não consegue

“Não é de hoje que mercado e academia caçam evidências de que dívidas com características ESG trazem um prêmio verde às empresas que estão captando recursos com este selo, o chamado ‘greenium’. Ou seja, que as taxas de juros pagas aos investidores seriam menores do que em dívidas sem este componente. Empresas como a brasileira Suzano, de papel e celulose, já conseguiram demonstrar a existência do greenium, mas o assunto está longe de estar pacificado. Numa emissão de dívida verde no mercado local, a Camil Alimentos tentou testar os limites dessa tese. A produtora de arroz colocou na rua uma emissão de debêntures para captar R$ 800 milhões, com duas séries, ambas com prazo de pagamento de sete anos.”

Fonte: Capital Reset, 10/11/2021

Investir em ativos ESG reduz “dramaticamente” os riscos de cauda, diz Martin Iglesias do Itaú

“Destinar parte dos seus recursos, ou todo ele, para ativos que respeitam os três preceitos do ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) “reduz dramaticamente os riscos de cauda” dos investimentos, analisa o professor e especialista líder em investimentos e alocação de ativos do Itaú Unibanco, Martin Iglesias. “Se tem uma coisa clara em empresas com ESG é que existe uma redução dramática de riscos de cauda. Seja porque não vai ter acidente ambiental, algum evento de impacto social, de imagem, na marca, ou que encareça o custo de captação, ou derrube o preço da ação”, afirmou durante uma entrevista ao Money Times. […] Iglesias nota que há uma demanda grande por investimentos ESG em todo o mundo, mas o Brasil ainda fica atrás. Ele cita, por exemplo, os números da Austrália e Nova Zelândia. Por lá, cerca de 60% dos ativos obedecem aos critérios ESG, enquanto que no Brasil este percentual é de aproximadamente 7%.”

Fonte: Money Times, 09/11/2021

Highline, Scala e Edgepoint recebem US$ 75 milhões em investimento da IFC, do Banco Mundial

“A IFC, braço do Banco Mundial para o setor privado, anunciou nesta terça-feira um investimento de US$ 100 milhões em afiliadas do grupo DigitalBridge. Do total, US$ 75 milhões serão divididos entre as controladas Highline do Brasil, que é uma empresa de infraestrutura de torres; Scala Data Center, também no Brasil; e EdgePoint Infrastructure, plataforma de investimento em torres com operação na Indonésia e Malásia. Não foi informado quanto cada empresa vai receber. Os US$ 25 milhões restantes serão investidos posteriormente em diferentes ativos de infraestrutura digital gerenciados pela DigitalBridge em mercados emergentes, de acordo com a IFC. A maior parte dos recursos foi destinada à América Latina. O objetivo do Banco Mundial é promover o aumento da produtividade e o crescimento econômico sustentável do Brasil, da Indonésia e Malásia por meio da melhoria na conectividade e resiliência digital.”

Fonte: Valor Econômico, 09/11/2021

Política

BNDES busca R$ 500 milhões para mata nativa

“Por ocasião da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP26), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anuncia hoje financiamento coletivo junto a empresas privadas para programa de restauração de florestas nativas com potencial de arrecadar até R$ 500 milhões em sete anos. Nomeado “Floresta Viva”, o “matchfunding” – mecanismo em que empresas fazem aporte e veem as doações dobrarem com o aporte do BNDES – será apresentado pelo presidente da instituição, Gustavo Montezano, no pavilhão do Ministério do Meio Ambiente, em Glasgow. Ao Valor, o diretor de crédito produtivo e socioambiental do BNDES, Bruno Aranha, detalhou que o montante arrecadado será investido na recuperação de florestas em áreas de proteção permanente e áreas de reserva legal de pequenas propriedades. Pela legislação, elas têm até quatro módulos fiscais com até 110 hectares cada um e obrigação de preservar a totalidade ou fração da mata nativa que detêm. Iniciativas de reflorestamento de terras indígenas, quilombolas ou de comunidades tradicionais também serão contempladas pelo programa do banco.”

Fonte: Valor Econômico, 10/11/2021

Regulação

CVM suspende oferta do fundo Rio Bravo ESG por irregularidades em materiais publicitários

“A Superintendência de Registro de Valores Mobiliários (SRE) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou nesta terça-feira (9) que suspendeu a primeira emissão de oferta pública do Rio Bravo ESG – fundo incentivado de investimento em infraestrutura renda fixa crédito privado (FIC-FI-Infra) – pelo prazo de até 30 dias. Segundo a SRE, caso as irregularidades não sejam corrigidas dentro desse período, a oferta poderá ser cancelada em definitivo. No documento, a autarquia informou que encontrou irregularidades em materiais publicitários, como informações não contidas no prospecto preliminar com potencial de induzir o investidor ao erro, além de ausência de linguagem serena e moderada e de informações sobre o acesso aos materiais da oferta pública e do prospecto.”

Fonte: InfoMoney, 09/11/2021

Opinião

COP-26 indica que carbono vai virar moeda no mercado financeiro

“Frequentadores da COP-26, em Glasgow, ouvidos pela coluna, saíram do encontro com pelo menos uma certeza: carbono vai se transformar em moeda do mercado financeiro. Ele mistura “commodities com criptomoedas”. E como bem disse Roberto Campos Neto ontem no evento da ONU, “a degradação do meio ambiente afeta as políticas monetárias”. Economia Verde: Outra verdade tampouco pode ser desprezada. Sem o setor privado, nenhum governo do mundo poderá financiar uma transição para economia verde, garantindo florestas em pé, rios em curso sem perder suas margens para o desmatamento. O Planeta é como mãe: um só, não há “plano B”.”

Fonte: Estadão, 10/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Internacional

Política

Minuta das negociações climáticas da ONU pede promessas de emissões mais duras até o próximo ano

“Os anfitriões britânicos da Conferência do Clima da ONU em Glasgow propuseram que os países aumentassem suas ambições de reduzir as emissões de gases de efeito estufa até o final de 2022 em um projeto de decisão política que as nações negociarão nos próximos dias. A proposta ressalta a preocupação de especialistas e ativistas climáticos de que existe uma enorme lacuna entre as atuais promessas nacionais e os tipos de cortes necessários para evitar que o mundo mergulhe em uma crise climática total. O presidente da COP26 do Reino Unido, Alok Sharma, disse na terça-feira que os negociadores têm uma “montanha a escalar” para chegar a um acordo suficiente para enfrentar a ameaça do aquecimento global. O primeiro rascunho da decisão política da COP26, que as Nações Unidas divulgaram na manhã de quarta-feira, pede aos países que “revisitem e fortaleçam as metas de 2030 em suas contribuições nacionalmente determinadas, conforme necessário para se alinhar com a meta de temperatura do Acordo de Paris até o final de 2022″. De acordo com o Acordo de Paris de 2015, os países concordaram em limitar o aquecimento global a bem abaixo de 2,0ºC acima dos níveis pré-industriais e tentar limitá-lo a 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais. Além desse limite, os cientistas dizem que o nível do mar sobe e o aumento das enchentes, secas, incêndios florestais e tempestades que já estão ocorrendo se tornará catastrófico e potencialmente irreversível.”

Fonte: Reuters, 09/11/2021

UE pode dar novo impulso à energia nuclear classificando-a como ‘verde’

“União Europeia (UE) prepara-se para decidir, até o fim deste ano, se a energia nuclear é uma energia “verde”, confirmou uma porta-voz europeia ao Valor, em meio à batalha pró e antinuclear entre os 27 países-membros do bloco. A questão ganha mais importância com a urgência climática reiterada na Conferência do Clima (COP26). A Comissão Europeia, braço executivo da UE, deve decidir sobre o destino a ser dado à energia nuclear e ao gás na taxonomia, ou seja, na classificação das atividades econômicas em função de suas emissões de CO2 e de suas consequências para o meio ambiente. Trata-se de definir um limite de emissões de gases de efeito estufa abaixo do qual uma atividade seria considerada “verde”. Está em jogo com essa decisão o acesso ao financiamento verde, um pacote de € 250 bilhões (R$ 1,6 trilhão) da UE até o fim de 2026, em investimentos públicos e
privados para apoiar a descarbonização da economia.”

Fonte: Valor Econômico, 10/11/2021

EUA definem meta de emissões líquidas zero de aviação até 2050

“Os Estados Unidos estão estabelecendo uma meta de alcançar emissões líquidas de gases de efeito estufa do setor de aviação dos EUA até 2050, disse o secretário de Transportes, Pete Buttigieg, na terça-feira. A Casa Branca disse em setembro que pretendia reduzir as emissões da aviação em 20% até 2030, já que as companhias aéreas que enfrentam a pressão de grupos ambientais para reduzir sua pegada de carbono se comprometeram a usar combustível de aviação mais sustentável (SAF). O presidente Joe Biden definiu anteriormente uma meta de tornar os Estados Unidos neutros em carbono líquido até 2050. “Este plano mostra que podemos combater a mudança climática enquanto fazemos a economia crescer e criar empregos americanos bem remunerados”, disse Buttigieg. Nas negociações sobre o clima em Glasgow, Buttigieg representará os Estados Unidos enquanto uma coalizão de países liderada pela Grã-Bretanha deve anunciar a “Declaração da Ambição Climática da Aviação Internacional”, disseram fontes à Reuters.”

Fonte: Reuters, 09/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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