Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 08/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,4% e +1,3%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou em leve queda de -0,7%, enquanto o ISE em leve alta de +0,7%.

• No Brasil, do lado das empresas, o CSN Inova Ventures, fundo de capital de risco da CSN, fez um investimento na 1S1, startup do Vale do Silício que desenvolve uma nova tecnologia para a produção de hidrogênio verde, com a aposta de que essa nova fonte de energia seja parte importante da estratégia para chegar à produção de um aço verde. À título de referência, a indústria siderúrgica é uma das mais poluentes do mundo, respondendo por cerca de 8% das emissões de CO2.

• Em relação à COP26, dois principais destaques: (i) a Fundação das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS Foundation) deu um passo rumo à criação de padrões internacionais de transparência e registro de informações de sustentabilidade, a começar pelas questões climáticas, ao anunciar a formação de um Comitê Internacional de Parâmetros de Sustentabilidade (ISSB, na sigla em inglês), com o objetivo de desenvolver uma base global para os mercados financeiros globais; e (ii) o financiamento climático é um dos pontos críticos da COP26, sendo uma das vertentes mais tensas nas negociações da Conferência, o qual, inclusive, tem relação com o artigo 6 do Acordo de Paris, que trata dos mercados de carbono e tem potencial para travar um acordo em Glasgow.

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Brasil

Empresas

Fazendas de gado podem capturar carbono, diz estudo

“Uma das maiores responsáveis pelas emissões dos gases de efeito estufa no Brasil, a pecuária pode ajudar a retirar carbono da atmosfera. Em alguns poucos casos, isso já acontece. É o que mostra um estudo conduzido pela Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, junto com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), ONG que começou a medir o balanço de carbono em fazendas. Em um evento que aconteceu às margens da Conferência Mundial do Clima (COP26), em Glasgow, Imaflora e Minerva apresentaram no sábado os resultados de um balanço de carbono realizado em 25 fazendas de pecuaristas que fornecem gado à Minerva nos cinco países onde a empresa possui frigoríficos: Brasil, Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai. Os estudo abarcou diferentes biomas, desde Amazônia, Pantanal e Cerrado até os Pampas e o Chaco no Paraguai. “Os resultados mostram que é possível reduzir as emissões e outros podem se inspirar”, disse Isabel Garcia-Drigo, gerente de clima e cadeias agropecuárias do Imaflora, em entrevista por vídeo ao Valor – a executiva estava Glasgow. Segundo ela, o instituto já fazia o balanço de carbono em fazendas de café e grãos, mas trabalhava para chegar na pecuária por sua relevância na mitigação das emissões de gases de efeito estufa e nas economias regionais.”

Fonte: Valor Econômico, 08/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

CSN investe em startup de hidrogênio em busca do aço verde

“O CSN Inova Ventures, fundo de capital de risco da CSN, fez um investimento semente na 1S1, startup do Vale do Silício que desenvolve uma nova tecnologia para a produção de hidrogênio verde. A aposta da empresa é que essa nova fonte de energia seja parte importante da estratégia para chegar à produção de um aço verde, com baixa emissão de carbono. A indústria siderúrgica é uma das mais poluentes do mundo, respondendo por cerca de 8% do CO2 jogado na atmosfera, e também uma das mais críticas para descarbonizar, justamente pela inexistência de tecnologias disponíveis em escala comercial para substituir o coque, um derivado do carvão mineral, no processo. Uma das principais apostas de siderúrgicas no mundo todo é que o hidrogênio verde seja parte integral dessa transição.”

Fonte: Capital Reset, 05/11/2021

O que é ESG e como avaliar as práticas de uma empresa na bolsa de valores

“Lançado em 2004 por uma iniciativa ligada à ONU, o termo “ESG” (sigla em inglês para ambiental, social e governança corporativa – ou ASG, em português) ganhou força e passou a receber maior atenção e investimentos durante a pandemia, em meio a discussões sobre se crises ambientais previstas pela ciência, em especial a climática, poderiam também ter impactos globais no futuro. Estudos e relatórios de casas de análises indicam que empresas alinhadas a esses princípios vêm se saindo melhor não só em se tratando de gestão de imagem, mas financeiramente. O desejo por um mercado mais ético, o temor de crises de reputação e sinais de que investir em ESG dá lucro contribuem para aumentar o interesse de investidores sobre o tema, sobretudo em meio à COP 26. Mas a falta de um padrão internacional para mensurar temas ligados à ESG dificulta avaliar se uma empresa mantém mesmo boas práticas.”

Fonte: InfoMoney, 07/11/2021

Política

Desenvolvimento econômico e sustentável ganha força na Amazônia

“No início de 2022, quatro comunidades amazônicas começarão a produzir seu próprio chocolate. Embalado, com um nome escolhido por elas no rótulo, feito como o cacau local, com origem rastreável e carregando a história e os valores da floresta. Trata-se de um passo a mais em direção a um processo de transformação da região, agregação de valor a seus produtos e inclusão no mundo via desenvolvimento econômico sustentável. Enquanto o mundo discute formas de diminuir os efeitos das mudanças climáticas, projetos como esse, com potencial de unir desenvolvimento verde e renda na maior floresta tropical do mundo, se colocam em marcha no Brasil. Às margens de qualquer política pública, apontam para uma possível saída para a enrascada ambiental atual. Há uma semana que líderes mundiais, cientistas e negociadores internacionais tateiam uma saída possível. Reunidos em Glasgow, na Escócia, na COP-26, a cúpula do clima da ONU, procuram consensos sob a pressão da urgência.”

Fonte: Estadão, 08/11/2021

Policiando a Amazônia: na linha de frente do desmatamento

“A batalha de Jacareacanga começou com uma fogueira. Agindo sob ordens judiciais para proteger as terras indígenas, a Polícia Federal brasileira mergulhou em uma vasta mina de ouro ilegal nas profundezas da floresta amazônica, colocando fogo em 18 peças de construção pesada e equipamentos de escavação. Enfurecidos, os mineiros se mobilizaram às centenas na vizinha Jacareacanga, uma cidade remota às margens do rio Tapajós. […] O impasse terminou depois que a polícia federal – o equivalente brasileiro do FBI – lançou gás lacrimogêneo e balas de borracha contra a multidão. O vice-prefeito de Jacareacanga foi posteriormente preso por seu suposto envolvimento no conflito. O confronto foi apenas mais um em uma ladainha de incidentes que ilustram os perigos enfrentados por aqueles que buscam proteger a Amazônia. Longe da atenção do mundo – e da retórica nobre de políticos e empresas na conferência COP26 em Glasgow – estão os responsáveis ​​pelo meio ambiente do Brasil na linha de frente na luta contra o desmatamento e as inúmeras redes criminosas que permeiam a floresta tropical. E esses “defensores da floresta” estão cada vez mais isolados, sem recursos e sob ataque.”

Fonte: Financial Times, 07/11/2021

Opinião

Posicionando o Brasil como líder global no mercado de créditos de carbono por meio de reflorestamento e proteção de florestas

“[…] O Brasil se destaca como país com maior potencial e competitividade para captura de carbono por meio da preservação e restauração florestal. Se o país conseguir explorar essa oportunidade, poderá aliar uma atividade de desenvolvimento sustentável com geração de empregos e renda em regiões de baixo desenvolvimento socioeconômico, além de benefícios como a mitigação do aquecimento global, recuperação da biodiversidade e regulação de chuvas, reduzindo riscos à nossa produção agrícola que dependem do regime de chuvas gerado primariamente por nossas florestas. O Brasil pode se posicionar como líder global em emissão de créditos de carbono associados à conservação (REDD+) quanto de restauração florestal (ARR). De fato, o país não somente possui a maior cobertura florestal tropical do mundo (488 Mha), que hoje captura aproximadamente 600 MtCO2eq, como também possui 30% do potencial de reflorestamento (47 Mha) do mundo, podendo capturar aproximadamente 700 MtCO2eq por ano. Em um preço de mercado de US$ 20/tCO2, o tamanho total do mercado poderia chegar a US$ 26 bilhões, o que representa mais de duas vezes a exportação de carnes brasileira.”

Fonte: Estadão, 07/11/2021

Internacional

Empresas

ESG pode ter padrão global liderado por IFRS

“A Fundação das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS Foundation) deu um passo rumo à criação de padrões internacionais de transparência e registro de informações de sustentabilidade, a começar pelas questões climáticas. A entidade anunciou a formação de um Comitê Internacional de Parâmetros de Sustentabilidade (ISSB, na sigla em inglês), com o objetivo de desenvolver uma base global para os mercados financeiros globais. A Organização Internacional das Comissões de Valores (Iosco), conhecida como CVM das CVMs, endossou a medida. E, se os futuros padrões forem considerados práticos e eficazes, incentivará seus membros a adotá-los. O trabalho do IFRS para a criação de parâmetros de sustentabilidade tem várias frentes. Uma delas é a publicação de protótipos climáticos e requisitos gerais sobre sua divulgação, desenvolvidos por um grupo de trabalho de preparação técnica, em uma fase preparatória ao ISSB. Esse grupo consolidou os principais aspectos de conteúdo sobre o tema de diversas organizações, como o Conselho de Normas Contábeis Internacionais (Iasb), o Fórum Econômico Mundial e a força de trabalho do Financial Stability Board (FSB). O objetivo é ter um “conjunto aprimorado e unificado” de recomendações para consideração pelo ISSB.”

Fonte: Valor Econômico, 08/11/2021

O ponto que pode travar acordo sobre mercado de carbono na COP26

“Financiamento é um dos pontos críticos da COP26 e financiamento para adaptação aos impactos climáticos é uma de suas vertentes mais tensas nas negociações da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática. O tema tem relação com o artigo 6 do Acordo de Paris, o que trata dos mercados de carbono, e potencial para travar um acordo em Glasgow. A questão é que uma parte dos mais de 190 países signatários do Acordo de Paris não se beneficia dos mercados de carbono do artigo 6. São justamente os países mais vulneráveis e as pequenas ilhas, muito afetadas pela mudança do clima e que em nada contribuíram com o problema. O fundo de adaptação à mudança do clima, criado em 2010, tem cerca de US$ 850 milhões alocados. Os recursos são completamente insuficientes e os países menores têm dificuldade de acesso. Somente uma ilha do Pacífico conseguiu recursos do fundo até hoje.”

Fonte: Valor Econômico, 06/11/2021

As visões otimistas da COP26 dos líderes empresariais se tornarão realidade

“Uma semana após o início da conferência climática de alto nível das Nações Unidas em Glasgow, executivos e analistas financeiros disseram estar otimistas de que as negociações levarão às mudanças necessárias para que as empresas desempenhem um papel maior no combate à mudança climática. Os observadores de negócios apontaram várias medidas tomadas por líderes mundiais que disseram que poderiam impulsionar negócios sustentáveis ​​e investir esforços para mobilizar as vastas somas de dinheiro necessárias para livrar o mundo dos combustíveis fósseis. Isso inclui uma promessa de empresas financeiras com um total de US$ 130 trilhões em ativos para se concentrar nas mudanças climáticas, a criação de um órgão de padrões globais para examinar as reivindicações climáticas corporativas e promessas de reduzir as emissões de metano e salvar as florestas. O diretor-gerente da Jefferies, Aniket Shah, disse que embora muitas das etapas não tenham promessas específicas, elas mostraram um consenso global se formando para lidar com a mudança climática que tornará mais fácil para investidores privados e governos colocarem dinheiro e esforços.”

Fonte: Reuters, 08/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Política

Novas promessas nas negociações climáticas de Glasgow

“Desmatamento: Mais de 100 líderes globais se comprometeram a deter e reverter o desmatamento e a degradação da terra até o final da década, uma promessa sustentada por US$ 19 bilhões em fundos públicos e privados para investir na proteção e restauração de florestas. A declaração foi inicialmente apoiada por líderes de países como Brasil e República Democrática do Congo e Indonésia, que juntos respondem por 85% das florestas do mundo. Mas o ministro do Meio Ambiente da Indonésia posteriormente considerou o plano “inapropriado e injusto”. As florestas absorvem cerca de 30% das emissões de dióxido de carbono, de acordo com a organização sem fins lucrativos World Resources Institute. No entanto, a degradação e perda da floresta foram agravadas por incêndios que em alguns lugares estão sendo alimentados pelas mudanças climáticas. Aqueles que procuram conservar as florestas também têm que lidar com os enormes incentivos comerciais para derrubar árvores. Sob o governo de extrema direita do presidente Jair Bolsonaro no Brasil, madeireiros ilegais ganharam coragem na Amazônia, a maior floresta tropical do mundo. Povos indígenas da região enviaram 40 enviados às negociações da COP26 para destacar a necessidade de proteger seus territórios.”

Fonte: Reuters, 08/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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