Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 05/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem o mercado encerrou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,1% e -2,7%, respectivamente.

• No Brasil, do lado das empresas, a Vale assinou, em conjunto com à produtora coreana de aço Posco, um memorando de entendimento no qual as empresas concordam em buscar soluções em siderurgia para reduzir a emissão de CO2, desenvolvendo soluções para descarbonização para siderurgia e promovendo melhores caminhos utilizando o portfólio das empresas.

• Em relação à COP26, dois principais destaques: (i) o Brasil defende a criação do mercado de carbono mandatório global, uma das principais expectativas para a conferência e, durante as negociações de ontem sobre o tema, a delegação brasileira apoiou a busca de um equilíbrio entre os instrumentos do Artigo 6º do Acordo de Paris; e (ii) a promessa de eliminar o carvão ganhou o apoio de mais 23 países ontem, mas foi rejeitada por grandes usuários, o que preocupa, pois as emissões de gases de efeito estufa da queima de carvão são o maior contribuinte individual para as mudanças climáticas.

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Brasil

Empresas

Vale e Posco assinam memorando para buscar soluções de baixo carbono em siderurgia

“A Vale anunciou a assinatura, junto à produtora coreana de aço Posco, de um memorando de entendimento no qual as empresas concordam em buscar soluções em siderurgia para reduzir a emissão de CO2. Segundo comunicado, as empresas pretendem desenvolver soluções para descarbonização para siderurgia e discutem encontrar melhores caminhos utilizando o portfólio das empresas, como aprimorar a produção de minério de ferro de alta qualidade para reduzir o consumo de combustíveis fósseis. A iniciativa contribui para a Vale alcançar sua meta de reduzir em 15% suas emissões no Escopo 3 até 2035. Além disso, a Vale busca reduzir as emissões do Escopo 1 e 2 em 33% até 2030 e alcançar a neutralidade até 2050, em linha com o acordo de Paris.”

Fonte: Valor Econômico, 04/11/2021

BRF lança seu primeiro produto plant based carbono neutro

“A BRF anunciou hoje durante a COP26, em Glasgow (Escócia), o lançamento de seu primeiro produto plant based carbono neutro. O Veg Frango 100% Vegetal — feito de ervilha, feijão carioca e soja — faz parte da linha Sadia Veg&Tal. O diretor de Inovação da companhia, Sérgio Pinto, afirma que a linha foi pensada, desde o início, como carbono neutro. Assim, são consideradas emissões desde o cultivo dos grãos até o descarte da embalagem, que é reciclável. O cálculo da pegada de carbono foi realizado pela empresa Enciclo e auditado pela certificadora SGS. A compensação do carbono emitido se dá por meio de compras de créditos de carbono gerados em projetos de conservação florestal nos Estados do Amazonas e do Acre pela Agrocortex.”

Fonte: Valor Econômico, 04/11/2021

CSN investe em startup de hidrogênio em busca do aço verde

“O CSN Inova Ventures, fundo de capital de risco da CSN, fez um investimento semente na 1S1, startup do Vale do Silício que desenvolve uma nova tecnologia para a produção de hidrogênio verde. A aposta da empresa é que essa nova fonte de energia seja parte importante da estratégia para chegar à produção de um aço verde, com baixa emissão de carbono. A indústria siderúrgica é uma das mais poluentes do mundo, respondendo por cerca de 8% do CO2 jogado na atmosfera, e também uma das mais críticas para descarbonizar, justamente pela inexistência de tecnologias disponíveis em escala comercial para substituir o coque, um derivado do carvão mineral, no processo. Uma das principais apostas de siderúrgicas no mundo todo é que o hidrogênio verde seja parte integral dessa transição.”

Fonte: Capital Reset, 05/11/2021

Política

COP26: Brasil quer mercado de carbono global centralizado, diz delegação

“O Brasil quer que a criação do mercado de carbono mandatório global, uma das principais expectativas para a Convenção do Clima, que ocorre na Escócia, seja centralizado. Esta é uma das principais discussões que ocorrem neste momento em torno da questão em Glasgow, depois do fracasso de um consenso na COP anterior, realizada em Madri. “Em relação ao Artigo 6.4, a posição da delegação do Brasil é evitar a descentralização do Mecanismo de Desenvolvimento Sustentável”, avaliou a comitiva de forma oficial. Há a preocupação de que a descentralização do mecanismo, defendida por alguns dos países participantes, possa representar riscos para a transparência e supervisão das operações. Durante as negociações desta quinta-feira sobre os mercados de carbono, a delegação brasileira apoiou a busca de um equilíbrio entre os instrumentos do Artigo 6º do Acordo de Paris. O artigo tem vários subitens. O 6.2, por exemplo, trata da possibilidade de um grande comércio de reduções de emissões entre os países, enquanto o 6.4 abrange a geração de redução ou remoções de emissões com base em projetos privados, certificados e validados por um órgão supervisor dentro do Acordo de Paris.”

Fonte: Estadão, 04/11/2021

Internacional

Empresas

Sistema financeiro global faz promessa de US$ 130 tri na COP. O que isso significa na prática?

“Mais um anúncio com pompa e circunstância foi feito na COP26 hoje: mais de 450 instituições financeiras de 45 países e com US$ 130 trilhões em ativos já se comprometeram a se tornar net zero até 2050. Esse é o volume de recursos sob o guarda-chuva da Glasgow Financial Alliance for Net Zero, aliança criada em abril deste ano sob a coordenação de Mark Carney, ex-presidente dos bancos centrais da Inglaterra e do Canadá e um expoente das finanças verdes no mundo. Na prática, a Gfanz nada mais é do que um apanhado de todas as outras alianças net zero do setor financeiro que já existiam ou foram criadas nos últimos meses, a dos gestores de fundos, a dos bancos, a das seguradoras e por aí vai. As gestoras de ativos respondem por US$ 57 trilhões dos ativos, os bancos com US$ 63 tri e US$ 10 trilhões são de investidores institucionais, como fundos de pensão.”

Fonte: Capital Reset, 03/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Apple puxa iniciativas ‘verdes’ de fornecedores japoneses com exigência de corte de emissões

“A Tokyo Electron, maior fabricante de equipamentos para produção de chips do Japão, está liderando um esforço para reduzir as emissões de dióxido de carbono em toda a sua cadeia de suprimentos, em resposta à iniciativa da Apple para que seus fornecedores se tornem neutros em carbono nesta década. Sob sua iniciativa de sustentabilidade E-Compass, anunciada em junho, a empresa está tomando medidas para reduzir o dióxido de carbono (CO2) emitido pela cadeia de produção, incluindo a mudança para o transporte ferroviário e a redução de embalagens. Também está considerando maneiras de reduzir as emissões
relacionadas à montagem.”

Fonte: Valor Econômico, 04/11/2021

Balões podem ajudar a retirar 1 tonelada de carbono da atmosfera por US$ 100

“Uma startup israelense juntou-se à luta contra o aquecimento global buscando solução nas regiões mais distantes da atmosfera terrestre, para onde a empresa espera enviar um monte de balões que irão apreender o dióxido de carbono e trazê-los de volta à Terra para reciclagem. A High Hopes Labs desenvolveu um sistema que captura o carbono na região atmosférica onde ele quase se solidifica, bem acima da Terra. “O bonito é que, capturar o gás é muito fácil quando ele está perto do congelamento”, disse o CEO da empresa, Nadav Mansdorf, à Reuters. As emissões de dióxido de carbono, da queima de combustíveis fósseis e da agricultura industrial são as principais causa das mudanças climáticas. Mas remover o CO2 da atmosfera em temperaturas padrão requer muita energia e dinheiro e tem sido uma solução pouco utilizada por governos e empresas.”

Fonte: CNN, 04/11/2021

Política

Compromisso de carvão da COP26 fica aquém do apoio à medida que as emissões aumentam

“A promessa de eliminar o carvão ganhou o apoio de mais 23 países na conferência climática da ONU na quinta-feira, mas foi rejeitada por grandes usuários do mais sujo dos combustíveis que causam o aquecimento global. A cúpula da COP26 espera encontrar maneiras de se manter dentro da meta de limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus Celsius (2,7 Fahrenheit), mas a escala do desafio foi sublinhada por um estudo que mostra que as emissões de dióxido de carbono voltaram à quase níveis pré-pandemia. As emissões de gases de efeito estufa da queima de carvão são o maior contribuinte individual para as mudanças climáticas, e retirar o carvão do mundo é considerado vital para atingir as metas climáticas globais. A promessa de descartar carvão não incluiu Austrália, Índia, Estados Unidos e China, que tem cerca de metade das usinas movidas a carvão operando em todo o mundo e planeja construir mais.”

Fonte: Reuters, 04/11/2021

Mesmo sem Brasil, China e EUA, pacto para acabar com produção de carvão é importante para o clima

“Sem a presença do Brasil e com 48 países signatários, foi firmado na Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP-26), que está sendo realizada em Glasgow, na Escócia, um pacto para acabar com a produção de carvão e fortalecer a transição energética para fontes renováveis. A intenção é fazer esse processo até 2030 em nações com economia desenvolvida e até 2040 nas nações em desenvolvimento. Entre os que assinaram o acordo estão Polônia, Reino Unido, Alemanha e França. Já algumas ausências importantes são Estados Unidos, Japão, Índia e China, responsável por metade do consumo de carvão no mundo. Até por ter esse combustível como central em sua cadeia produtiva, os chineses optaram por não entrar no acordo neste momento, mas se comprometeram a não financiar mais minas de carvão em outros países.”

Fonte: Estadão, 05/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Regulação

Lentamente, os reguladores europeus aumentam a pressão sobre o greenwashing

“Os reguladores financeiros europeus dizem que estão descobrindo mais casos de greenwashing por gestores de ativos que lucram com a crescente demanda por finanças sustentáveis, e alguns estão começando enxergar fundos que não podem sustentar o que afirmam. Trilhões de dólares foram despejados em estratégias de investimento sustentável nos últimos anos e os reguladores têm tomado poucas medidas para garantir que os fundos sejam comercializados com precisão, em parte por causa da falta de acordo sobre o que significa ‘sustentável’, ‘verde’ e ‘lavagem verde’. Isso torna difícil para os vigilantes provar o exagero deliberado das credenciais ambientais, sociais e de governança (ESG), mas esta semana a IOSCO, que agrupa os vigilantes, publicou recomendações para ajudar os membros a encontrar empresas que podem estar enganando investidores.”

Fonte: Reuters, 04/11/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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