Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 27/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem o mercado fechou mais um pregão em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,1% e -1,8%, respectivamente.

• No Brasil, do lado das empresas, (i) a Petrobras vem desenvolvendo tecnologias para garantir produção de óleo e gás com emissões reduzidas, afim de contribuir com a meta de redução de emissões absolutas operacionais totais em 25% até 2030; e (ii) o Itaú anunciou a adesão ao Net-Zero Banking Alliance (NZBA), acordo mundial liderado pela ONU – desde 2016, o banco já “zera” as emissões de suas operações (escopo 1) e da energia que consome (escopo 2), mas agora vai zerar também o que é gerado pela sua carteira de crédito, ou seja, as empresas que financia (escopo 3); o Bradesco aderiu a esse compromisso em julho e o Santander, por fazer parte do conglomerado espanhol, também já participa do programa.

• Além disso, na política, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, defendeu a união do setor produtivo para regular a compra e venda de créditos de carbono no País (PL 528). Segundo ele, a regulamentação não impõe nenhuma obrigatoriedade na compra dos mesmos, preferindo que o mercado seja voluntário – “Não temos intenção de fazer a competição de brasileiros ricos contra brasileiros pobres”.

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Brasil

Empresas

Petrobras planeja cortar 30% das emissões até 2030

“A Petrobras, que anunciou em setembro a meta de se tornar carbono neutro em suas operações, bem como seu comprometimento com a transição para uma economia global de baixo carbono, vem desenvolvendo tecnologias para garantir produção de óleo e gás com emissões reduzidas. Entre as principais soluções estão a diminuição da queima de gás em tocha, ganhos de eficiência energética e projetos de captura, além do uso e armazenamento geológico de CO2 (CCUS) para viabilizar a produção de petróleo em campos com elevado teor de carbono, terceiro cluster no mundo em operação. A tecnologia evita a emissão de CO2 associado ao gás natural do pré-sal. “Somos uma das líderes mundiais na produção de petróleo com menor emissão de carbono. Nossas emissões para cada barril produzido caíram praticamente à metade nos últimos 11 anos, para um patamar abaixo de 16kgCO2 e/barril, o que nos coloca entre os melhores da indústria”, diz Viviana Coelho, gerente executiva de mudança climática da Petrobras. A meta é reduzir emissões absolutas operacionais totais em 25% até 2030.”

Fonte: Valor Econômico, 27/10/2021

Itaú planeja zerar emissão de carbono até 2050

“O Itaú Unibanco anunciou a adesão ao Net-Zero Banking Alliance (NZBA), acordo mundial liderado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa para zero. Desde 2016, o banco já “zera” as emissões de suas operações, o que é conhecido como escopo 1, e da energia que consome (escopo 2), mas agora vai zerar tudo que é gerado pela sua carteira de crédito, ou seja, as empresas que financia (escopo 3). O Bradesco aderiu a esse compromisso em julho e o Santander, por fazer parte do conglomerado espanhol, também já participa do programa. A meta é reduzir as emissões em 50% até 2030 e zerá-las até 2050. “A adesão do Itaú ao Net-Zero reforça nosso compromisso de apoiar a redução das emissões de gases de efeito estufa tanto das nossas operações, quanto dos nossos negócios, em linha com os objetivos estabelecidos no Acordo de Paris. As ações foram estruturadas em blocos, direcionadas principalmente no engajamento dos nossos clientes para a urgência da transição climática”, afirma Leila Melo, diretora-executiva jurídica e de relações corporativas do Itaú Unibanco.”

Fonte: Valor Econômico, 27/10/2021

Carbono zero deve levar em conta déficit social no país, dizem executivas

“A transição para uma economia neutra em carbono no Brasil deve considerar não somente metas climáticas, mas também os déficits do país em serviços básicos, como saneamento e transporte, além de estratégias para atenuar transformações no mercado de trabalho ante o avanço da inteligência artificial. A consideração foi feita pela presidente da Microsoft Brasil, Tânia Consentino, pela presidente da Equinor no Brasil, Verônica Coelho, e pela diretora-geral do NDB, o banco do Brics, nas Américas, Claudia Prates, ontem, no Fórum de Sustentabilidade do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Tânia foi enfática sobre a importância de governos e empresas se prepararem para os impactos sociais de novas tecnologias que vão ampliar a automação nos setores de bens e serviços, eliminando empregos no futuro próximo. Ela citou estudo da consultoria McKinsey & Company, que estima, por essa razão, a perda de 400 milhões de postos de trabalho no horizonte de cinco anos.”

Fonte: Valor Econômico, 27/10/2021

BR Rating cria sistema para analisar práticas ESG em empresas

“A agência de classificação de governança corporativa BR Rating lançou sistema próprio para avaliar boas práticas ambientais, de governança e sociais (ESG, na sigla em inglês) em empresas. A falta de parâmetros comparáveis é uma das queixas na análise das práticas sustentáveis. A metodologia proprietária foi desenvolvida em parceria com a consultoria Prowa. Referências internacionais e nacionais, como a International Finance Corporation (IFC) e o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), basearam a avaliação. A análise leva em conta 67 pontos, divididos em 18 temas, sendo cinco relacionados às questões ambientais, oito para os assuntos sociais e cinco para governança corporativa. Foram estabelecidos quatro estágios para classificar as empresas: básico, intermediário, maduro e liderança.”

Fonte: Estadão, 26/10/2021

Soja e gado no Brasil são decisivos para combater desmate global, diz estudo

“O avanço dos compromissos ambientais no cultivo de soja e na criação de gado, sobretudo no Brasil, é decisivo para o combate ao desmatamento no mundo, de acordo com o relatório “Deforestation & Conversion Free Supply Chains”, divulgado hoje (26/10) no país pelo Boston Consulting Group (BCG) e WWF. Sete commodities agrícolas contribuíram para o desmatamento global de 123 milhões de hectares de florestas, segundo o levantamento. São elas carne (37%), óleo de palma (9%), soja (7%), cacau (2%), café (2%), borracha (2%) e madeira (1%). Entre 2001 e 2015, o Brasil foi responsável por 48% do desmatamento global causado pela produção de carne. No país, a atividade desponta como a principal causa histórica do problema. Segundo os pesquisadores, o setor é o mais atrasado em comprometimentos ambientais e o mais incipiente na certificação da origem de seu produto em comparação com outras commodities. Já o plantio de soja no país durante o mesmo período avaliado foi responsável por 61% do desmatamento causado pela cultura no mundo.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2021

Frigoríficos e laticínios “devem” a divulgação de metas de emissão de metano

“Empresas globais de proteínas animais, como as brasileiras JBS e Marfrig, precisam avançar nos planos de redução de seu impacto climático em parte porque não têm objetivos específicos para emissões de metano. Esta foi conclusão das organizações Changing Markets Foundation e Feedback, que analisaram as metas climáticas das 20 maiores empresas de carnes e leite do mundo. A fermentação entérica de animais como as vacas responde por 32% das emissões de metano, gás que tem um impacto 86 vezes maior que o carbono, por unidade de massa, no aquecimento global. Foram analisados pelas organizações 11 indicadores, incluindo a existência e a ambição das metas de emissões de gases de efeito estufa, objetivos específicos para metano, divulgação ou não da “pegada de metano” e investimentos em proteínas alternativas.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2021

Política

OCDE chama Brasil para plano global sobre preço do carbono

“A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) convidou o Brasil a participar de um plano global que está articulando sobre preço de carbono, para evitar guerras comerciais em meio à descarbonização das economias, conforme o Valor apurou. O preço do carbono é considerado uma das boas maneiras de tributar os poluidores pelo carbono que eles emitem. A questão é determinar qual deveria ser esse preço, e estabelecer uma solução global. O secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann, enviou carta ao ministro da Economia, Paulo Guedes, explicando que sua ideia é de um grupo de países começar a trabalhar no mapeamento de preço do carbono, examinar seu impacto e tentar evitar a multiplicação de medidas unilaterais. O plano é atrair gradualmente os países para discussões poderiam levar a um entendimento em bases voluntárias sobre a melhor taxa carbono e outras medidas ambientais. Isso poderia mais tarde se tornar um acordo global, nos moldes que levaram ao acordo internacional para taxar mais as companhias multinacionais com apoio de 136 nações, portanto bem além dos 38 membros da entidade.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2021

Brasil foi o país do G-20 que mais regrediu em metas para cortar emissões, diz relatório da ONU

“O Brasil foi o país que mais regrediu em suas ambições de reduzir as emissões de gás carbônico (CO2) entre as nações do G-20, aponta um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta terça-feira, 26. Publicado a poucos dias da Conferência do Clima (COP-26), em Glasgow, o documento destaca ainda que as promessas climáticas para 2030 colocam o mundo no caminho de aumento de temperatura de pelo menos 2,7ºC neste século. O Relatório sobre Lacuna de Emissões, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), detalha o status das promessas dos países para reduzir as emissões de CO2, chamadas de NDCs (sigla em inglês para Contribuições Nacionalmente Determinadas). As NDCs são apresentadas a cada cinco anos e refletem os compromissos de redução de emissões dos países para conter o aquecimento global. No caso do Brasil, segundo o relatório da entidade global, a NDC atualizada “leva a um aumento absoluto” nas emissões, da ordem de 300 milhões de toneladas de CO2. A promessa brasileira de redução de emissões original, feita em 2015, e a promessa atualizada apresentam a mesma meta porcentual: de queda de 43% até 2030 em relação aos níveis de emissão de 2005.”

Fonte: Estadão, 26/10/2021

Arthur Lira pede união do setor produtivo para regular mercado de carbono

“O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a união do setor produtivo para regular a compra e venda de créditos de carbono no País (Projeto de Lei 528/21). O mercado deve servir para compensar e reduzir a emissão de gases responsáveis pela crise climática que será o tema da Conferência das Nações Unidas (COP-26), a partir de domingo, em Glasgow, na Escócia. “Neste momento que nos preparamos para COP-26, é importante que estejamos alinhados”, observou. Lira disse que a regulamentação não impõe nenhuma obrigatoriedade na compra de crédito de carbono, preferindo que o mercado seja voluntário. “Não temos intenção de fazer a competição de brasileiros ricos contra brasileiros pobres”, argumentou. “O Brasil tem mais de 60% das áreas preservadas com florestas nativas. O crédito de carbono vai ser nosso maior ativo perante o mundo.””

Fonte: Money Times, 26/10/2021

Clique aqui para acessar o relatório ! “Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema”

Internacional

Empresas

Google Maps oferece rotas para economizar combustível nos EUA

“O Google Maps lançou neste mês nos Estados Unidos uma função para apontar qual rota os motoristas podem usar para gastar menos combustível na viagem e, assim, poluir menos ao se deslocar. O cálculo para apontar o trajeto mais econômico e menos poluente leva em conta fatores como a elevação do terreno e trechos onde é possível manter a velocidade estável por mais tempo. Acelerações constantes aumentam o consumo de combustível. […] O Google estima que a mudança teria poder para prevenir a emissão de 1 milhão de toneladas de emissões de carbono por ano, o que significaria 200 mil carros a menos nas ruas. A medida pode ajudar a reduzir a poluição do ar e o aquecimento global.”

Fonte: Valor Econômico, 26/10/2021

COP26: Comparação entre as emissões e compromissos climáticos de cada país

“O Financial Times criou um painel pesquisável de emissões históricas de 193 países e metas climáticas futuras, bem como informações sobre a matriz energética que indicam seu progresso em energia renovável, usando dados do Climate Watch e da Agência Internacional de Energia […] Os países que assinaram o acordo de Paris foram convidados a apresentar metas nacionais aprimoradas para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa antes da cúpula da COP26 em Glasgow. A meta do acordo de Paris de 2015 é limitar o aquecimento global a bem abaixo de 2°C desde os tempos pré-industriais e, idealmente, a não mais que 1,5°C. O aquecimento global é estimado pelos cientistas em 1,1°C. As metas de país legalmente obrigatórias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa são chamadas de contribuições determinadas nacionalmente (NDCs).”

Fonte: Financial Times, 26/10/2021

Política

Por que o metano será um dos focos da COP26

“O problema das emissões de metano, um dos maiores responsáveis pelo aquecimento do planeta, vai pairar sobre as discussões da COP26 – literalmente. Pesquisadores britânicos detectaram vazamento em um gasoduto a menos de 2 km do Scottish Event Campus, em Glasgow, onde lideranças globais vão se reunir a partir de domingo. Entre os gases responsáveis pelo efeito estufa, o metano é o mais problemático: embora exista na atmosfera numa concentração muito inferior à do dióxido de carbono, seu impacto no aumento da temperatura global é 80 vezes maior que o do CO2. Mas o metano tem uma diferença fundamental em relação ao grande responsável pela mudança climática: ele permanece na atmosfera pouco mais de dez anos, não séculos, como o CO2.”

Fonte: Capital Reset, 26/10/2021


Índices ESG e suas performances

*Última atualização em 26/10/2021

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
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  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
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  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
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  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
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  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
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  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
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