Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 27/09

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado encerrou levemente em queda, com o Ibov e o ISE recuando -0,7% e -0,6%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou em alta de +4,1%, enquanto o ISE +4,3%.

• No Brasil, (i) o Estado do Rio pretende fomentar a criação de uma bolsa para negociação de créditos de carbono, com atuação tanto no mercado voluntário como no regulado pelo artigo 6 do Acordo de Paris, que deve ser objeto de discussões na COP 26, em novembro; e (ii) a Confederação Nacional da Industrial (CNI) apontou que o Código Florestal, embora seja uma legislação moderna e das mais rigorosas do mundo, ainda enfrenta desafios em sua implementação, sendo um dos principais a necessidade urgente de análise dos dados declarados no Cadastro Ambiental Rural (CAR) para identificar, inclusive, sobreposições com terras públicas, unidades de conservação e terras indígenas.

• Além disso, no campo político, em entrevista ao Estadão, Joaquim Leite, ministro do Meio Ambiente e chefe da delegação brasileira na Conferência do Clima, explicou que pretende falar antes da COP-26 com cerca de 70 representantes dos demais países participantes, em linha com o objetivo de fazer o Brasil um ator ativo do evento, aproveitando as atenções do mundo para as questões sustentáveis e tentando melhorar a imagem do País no exterior.

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Brasil

Empresas

Omega quer unir negócios de geração e de projetos

“A Omega Geração propôs aos acionistas fusão com a Omega Desenvolvimento, empresa de projetos e ativos pré-operacionais detida pelos controladores. A combinação, já aprovada pelos conselhos e a ser submetida à assembleia de acionistas, formará a Omega Energia, companhia integrada de ativos operacionais, em obras e projetos com capacidade para superar 4.500 MW em funcionamento até dezembro de 2024. Curiosamente, as companhias foram segregadas para o IPO da Omega Geração há cinco anos por uma demanda de investidores, que queriam reduzir o risco a projetos e entrar numa empresa operacional. Agora, a demanda mudou: muitos dos investidores vinham provocando a companhia para essa união de operações e entrada da Geração em projetos. “Naquela época, antes do IPO, tivemos ‘push back’ de investidores em função de conjuntura, havia outras companhias pré-operacionais e de projetos que não iam bem e o retorno que recebíamos nas conversas era que só a companhia operacional, mais previsível, segura, seria interessante. Por isso separamos os negócios”, conta Antonio Bastos Filho, fundador e CEO da Omega. “Conforme o tempo foi passando, o mercado foi conhecendo a Omega, os projetos em desenvolvimento, o time e o histórico de execução. Também os juros baixos aumentaram o apetite por retornos de greenfield”. Ajudou ainda nesse mudança de postura a renovação parcial da base de acionistas, com entrada de fundos dedicados a ESG. O CEO estima que, desde o IPO, 25% da base acionária foi renovada no último ano com investidores com temática de sustentabilidade e ao menos 25% são acionistas que entraram no IPO e nunca saíram. Mas a união não faria sentido para os acionistas se não houvesse demanda crescente para novas usinas geradoras – interesse que não para de crescer no mundo corporativo que teme uma crise hídrica atropelando as operações, ainda na ressaca da pandemia.”

Fonte: Valor Econômico, 27/09/2021

Encontro de RI e mercado de capitais debate ESG, tecnologia e tributação a partir de segunda

“Começa na segunda-feira (27) o 22º Encontro de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, promovido pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) e pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri) de forma virtual, com foco nas discussões sobre ESG (práticas ambientais, sociais e de governança), tecnologia e tributação. A sessão de abertura contará com a presença do presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Marcelo Barbosa, além do presidente do conselho diretor da Abrasca e presidente da Cosan, Luis Henrique Guimarães, e o presidente do conselho de administração do Ibri, Anastácio Filho. A diretora de sustentabilidade da Natura, Denise Hills, e o diretor presidente da Movida, Renato Franklin, participam às 16h30 do painel “ESG: Desafios da companhia e envolvimento da alta administração”. Na data, outros destaques da programação são os workshops sobre tecnologia na RI e marco regulatório sobre ESG da perspectiva contábil.”

Fonte: Valor Econômico, 25/09/2021

Redução de emissões de carbono será prioridade na gestão do grupo no país

“Nascido em São Fidélis, interior do Estado do Rio, o novo CEO de Aços Planos de América do Sul aponta como grande desafio da siderurgia no futuro a descarbonização (cortar emissões de CO2 na produção de aço). “Muitas inovações virão para se atingir a meta de carbono zero até 2050”, diz Jorge Luiz Ribeiro de Oliveira, informando que o grupo ArcelorMittal quer ser protagonista nessa jornada, já com vária frentes avançadas na Europa e Canadá. Ele informa que a meta do grupo é reduzir o nível de emissões em 25% até 2030. Nesse caminho, no Brasil, a empresa atua em três frentes: aumento do uso de sucata na siderúrgica (reduzindo a geração de gusa e queima de coque), maior uso de gás natural (um alto forno já está preparado) e até injeção de carvão vegetal.
Oliveira diz que as novas tecnologias desenvolvidas fora, no grupo inclusive, virão para o Brasil. Entre as tendências, cita a aciaria elétrica usando matérias-primas, como minério de redução direta, e a mais nova, ainda em desenvolvimento – o uso de hidrogênio obtido com energia renovável. “São tecnologias disruptivas que terão maturidade a partir de 2030”.

Fonte: Valor Econômico, 27/09/2021

Regulação

CNI alerta que Código Florestal enfrenta desafios

“A Confederação Nacional da Industrial (CNI) apontou que o Código Florestal ainda enfrenta desafios em sua implementação no Brasil por mais de dez anos. Segundo essa entidade, com a regularização ambiental de áreas rurais esse instrumento é fundamental para apoiar o combate ao desmatamento ilegal e ajudar Brasil a atingir compromissos assumidos no Acordo de Paris. Mas, em maio de 2022, a Lei 12.651, conhecida como Código Florestal, irá completar dez anos, e, segundo a CNI, embora seja uma legislação moderna e das mais rigorosas do mundo, ela ainda enfrenta desafios em sua implementação. Entre os principais pontos em debate nesta área está a necessidade urgente de análise dos dados declarados no Cadastro Ambiental Rural (CAR) para identificar, inclusive, sobreposições com terras públicas, unidades de conservação e terras indígenas.”

Fonte: Valor Econômico, 25/09/2021

Política

Estado do Rio quer criar bolsa para negócios com créditos de carbono

“O Estado do Rio pretende fomentar a criação de uma bolsa para negociação de créditos de carbono, com atuação tanto no mercado voluntário como no regulado pelo artigo 6 do Acordo de Paris, que deve ser objeto de discussões na Conferência das Nações Unidas para o clima, a COP 26, prevista para Glasgow, na Escócia, em novembro. Como atrativo, o governo fluminense prevê oferecer créditos derivados de ativos existentes no Estado, como florestas e parques. “O Estado seria o fomentador desse mercado e, como tal, estamos dispostos a colocar ativos nossos de crédito de carbono para sermos indutores desse mercado”, disse o secretário de Fazenda do Rio, Nelson Rocha. A ideia, segundo ele, é transformar o Rio no mercado organizado de negociação de todos os créditos de carbono do país. Rocha diz que os ativos ambientais do Estado somam cerca de 73 milhões de toneladas equivalentes de CO2. Seguindo a cotação do mercado regulado europeu, diz, esse volume valeria entre R$ 25 bilhões e R$ 30 bilhões.”

Fonte: Valor Econômico, 27/09/2021

Rio quer retomar protagonismo nas finanças com ‘Bolsa Verde’

“A prefeitura do Rio de Janeiro vem estudando a criação de uma Bolsa de Valores focada na negociação de ativos sustentáveis. Desde junho deste ano, um grupo de trabalho coordenado pela Secretaria Municipal de Fazenda tem se reunido para desenvolver uma plataforma de transação de ativos ambientais e créditos de carbono. A ideia é reanimar o mercado financeiro na cidade, mas com uma pegada ESG (sigla em inglês para os princípios ambientais, sociais e de governança corporativa). “O Rio sempre foi referência para o mercado financeiro, mas, infelizmente, nos últimos anos a gente andou perdendo esse protagonismo que buscamos retomar. O segundo ponto é que a cidade tem um potencial muito grande na questão dos créditos de carbono”, afirma Chicão Bulhões, secretário de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Simplificação do Rio de Janeiro, órgão que também tem participado da discussão.”

Fonte: Folha de São Paulo, 26/09/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema climático alarmante centraliza as discussões”

Brasil busca destaque na conferência do clima

“Mais do que aproveitar as atenções do mundo para as questões sustentáveis e tentar melhorar a imagem do País no exterior, o Brasil quer ser um ator ativo da Conferência do Clima. Para isso, começou a se aproximar previamente dos demais participantes para costurar um papel proeminente no evento, depois de deixar não tão boas recordações na edição espanhola de 2019. A COP26 está marcada para novembro deste ano, em Glasgow (Escócia). O chefe da delegação brasileira, a maior prevista para eventos deste tipo, é o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. Em entrevista ao Estadão, ele explicou que pretende falar antes da COP com cerca de 70 representantes dos demais países participantes – no total são 194. Até agora, discutiu com 40 deles e, em Nova York, onde acompanhou o presidente Jair Bolsonaro discursar na Assembleia Geral da ONU. O ministro argumentou aos Estados Unidos e ao Reino Unido que, pelo fato de o País ser geopoliticamente neutro, tem condições de angariar mais aliados do que as duas grandes economias mundiais.”

Fonte: Estadão, 26/09/2021

Internacional

Empresas

Estudo avalia desafios das companhias na busca do carbono zero

““Estima-se que mais de um quinto das maiores corporações do mundo, com vendas somadas próximas a US$ 14 trilhões, esteja comprometido em alcançar emissões líquidas zero de gases-estufa, no máximo, em 30 anos. Estes grupos têm um desafio comum – transformar seus compromissos em planos e ações sustentáveis.” É assim que começa o estudo “Getting Real – A blueprint for a commercially smart climate transition”, lançado na semana passada e elaborado pela consultoria Oliver Wyman em parceria com o Climate Group, instituto que organiza anualmente a semana do clima de Nova York à época da Assembleia Geral da ONU. O estudo busca entender como as empresas estão tentando tornar concretas as metas de descarbonização para 2030 e 2050 que vêm lançando. Foi feito a partir de entrevistas com líderes de 27 conglomerados de diversos setores e regiões geográficas. Entre as empresas estão a United Airlines, Siemens, Volvo, BHP, Nestlé, Microsoft, HSBC e Pepsico. Duas brasileiras, a Vale e a Votorantim Cimentos, fazem parte do grupo.”

Fonte: Valor Econômico, 27/09/2021

Sistema de crédito de carro verde da China será substituído enquanto o país busca a neutralidade de carbono

“A China pode substituir seu sistema de crédito para carros verdes por uma nova política com foco mais amplo na redução das emissões de carbono, dizem executivos do setor. Uma opção que está sendo considerada é um esquema de comércio de emissões de carbono (ETS), disseram três executivos do setor. Isso resolveria as preocupações da indústria de que o sistema atual incentiva a produção de veículos elétricos (EV) sem abordar as emissões de carbono em geral, dizem os executivos. “(A substituição) está sendo discutida nos ministérios”, disse Xu Haidong, funcionário da Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis (CAAM), em uma entrevista coletiva no mês passado.”

Fonte: Reuters, 27/09/2021

PwC assessorava a DWS sobre sustentabilidade enquanto investigava alegações de lavagem verde

“A PwC assessorava a DWS sobre sustentabilidade ao mesmo tempo que a firma de contabilidade investigava e rejeitava as alegações de denúncias de lavagem verde em grande escala no gestor de ativos, levantando questões sobre a independência da investigação. As alegações foram feitas em meados de março pelo ex-chefe de sustentabilidade da DWS, Desiree Fixler. Pouco depois de ser demitida, ela acusou a DWS de deturpar como usava métricas ambientais, sociais e de governança para analisar empresas em sua plataforma de investimento. Fixler descreveu suas preocupações em um dossiê de cinco páginas, visto pelo Financial Times, que ela enviou por e-mail para o presidente do DWS, Karl von Rohr em 17 de março. Depois que as alegações foram relatadas pelo Wall Street Journal no mês passado, reguladores dos EUA e da Alemanha iniciaram investigações, enviando o preço das ações do gestor de ativos caiu drasticamente.”

Fonte: Financial Times, 27/09/2021

Airbus se prepara para o jato de hidrogênio como combustível de um futuro próximo à realidade

“O momento do hidrogênio está se aproximando rapidamente, de acordo com a Airbus. Considerado o combustível do futuro por anos, Guillaume Faury, o executivo-chefe da fabricante de aviões, diz que a empresa está pronta para começar a construir um avião comercial movido a hidrogênio antes do final da década. O campeão aeroespacial da Europa está cada vez mais confiante de que 2035 é uma “perspectiva justa e realista” para um avião a hidrogênio entrar em serviço, apesar do ceticismo entre outros líderes da indústria sobre a rapidez com que o gás pode ter um impacto nas emissões da aviação. “Não precisamos mudar as leis da física para ir com o hidrogênio. O hidrogênio tem densidade de energia três vezes maior que o querosene – [tecnicamente] é feito para a aviação ”, disse Faury a repórteres em um evento da Airbus sobre sustentabilidade em Toulouse.”

Fonte: Financial Times, 27/09/2021

‘China deve intervir a tempo de evitar danos substanciais’

“O susto inicial do mercado financeiro com a Evergrande deu lugar a um cenário base de reestruturação da dívida da incorporadora, coordenada pelo governo chinês, mas ainda há dúvidas sobre a exposição dos ativos aos riscos envolvendo os impactos na economia global. Para o Julius Baer, ainda há uma perspectiva de baixa, principalmente para as ações de emergentes e commodities, diante da perda de tração da atividade na China. […] Isso também implica uma perspectiva mais moderada para as commodities metálicas, como o minério de ferro e o cobre. “No último caso, o mercado esfriou após o recente rali, que empurrou os preços para altas recordes, mas os investidores já abandonaram a tendência positiva, apoiados na visão de que a expectativa de crescimento na demanda [do cobre] pelas ‘tecnologias verdes’, bem como pela recuperação econômica [no caso do minério de ferro], foram exageradas”, diz. Para Mark Matthews, diretor-executivo do Julius Baer, é preciso olhar para as atividades que estão sendo incentivadas por Pequim, na transição em direção à sustentabilidade. “Querem desenvolver uma grande classe média e muita coisa que se encaixa nisso, como veículos elétricos, o setor de saúde e práticas esportivas”, afirma o executivo. Para ele, as empresas de tecnologia voltadas a aplicativos de consumo e com grande acesso a dados, como Tencent e Alibaba, foram permanentemente prejudicadas por causa das recentes regulações. Contudo, mesmo o novo processo de desenvolvimento chinês com uma “economia limpa” enfrenta, do lado negativo, os desafios estruturais”.

Fonte: Valor Econômico, 27/09/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
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  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
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  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
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  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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