Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 24/08

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado iniciou a semana em território negativo, com o Ibovespa e o ISE fechando o pregão de segunda-feira com queda de -0,49% e -0,18%, respectivamente.

• No Brasil, do lado das empresas, a BRF anunciou que destinará R$ 10,2 milhões para rastrear 100% dos grãos que compra até 2025, garantindo sustentabilidade e competitividade ao negócio. Além disso, destaque para os dados evidenciando que os incêndios no Pantanal já consumiram 261 mil hectares de campos e matas, valor maior do que a média histórica (248 mil hectares), isso mesmo antes de chegarmos em setembro, mês em que é esperado o pico de queimadas.

• No internacional, pesquisa mostra que as mulheres integrantes dos conselhos de administração das maiores empresas do Reino Unido ganham cerca de 40% a menos que seus pares homens, revelando que a disparidade salarial de gênero é maior nos altos escalões do mundo empresarial britânico.

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Brasil

Empresas

BRF destina R$ 10,2 milhões para rastreabilidade de grãos

“Cerca de 8% da produção brasileira de milho é absorvida pela cadeia de proteínas da BRF, uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Diante disso, a companhia anunciou nesta segunda-feira que destinará R$ 10,2 milhões para rastrear 100% dos grãos que compra até 2025, garantindo sustentabilidade e competitividade ao negócio. O recurso faz parte dos R$ 700 milhões já anunciados pela companhia no começo deste ano em seu processo de transformação digital. “Estamos fechando o cercado para garantir que estamos comprando de quem produz de forma correta”, afirma o vice-presidente de supply chain e commodities da BRF, Leonardo Dall’Orto. Ele diz que, além da preocupação com o ambiente, a empresa está acelerando seus investimentos em sustentabilidade para se colocar à frente da concorrência em mercados que cobram adoção de práticas de ESG. “Essa iniciativa abrirá muitas portas e manterá várias outras abertas”.”

Fonte: Valor Econômico, 23/08/2021

O que é o hidrogênio verde – e por que ele promete ser o combustível do futuro

“O barateamento das energias renováveis associado aos avanços tecnológicos das baterias estão provocando uma verdadeira revolução energética. Mas os painéis solares e turbinas eólicas ainda não são capazes de limpar todos os setores da economia. É aí que entra o hidrogênio verde, que tem o potencial de reduzir a pegada de carbono de atividades críticas no que diz respeito a emissões, como transporte de carga e indústrias pesadas. De grandes siderúrgicas a fabricantes de aeronaves, o hidrogênio verde vem se tornando a última fronteira para descarbonização das economias – e movimentando bilhões de dólares entre empresas consolidadas e startups que pretendem escalar a tecnologia.”

Fonte: Capital Reset, 23/08/2021

Investidores de longo prazo precisam se preocupar com questões ESG, diz Jupiter Asset

“Embora os investidores de curto prazo possam eventualmente se dar ao luxo de ignorar métricas ESG (sigla em inglês para padrões ambientais, sociais e de governança), quem investe pensando no longo prazo deve levar em considerações essas questões, segundo Mark Heslop, gestor de fundos da Jupiter Asset, que tem US$ 85 bilhões sob gestão. A adoção de metas ESG repercute no potencial de crescimento das empresas e em seu valor de mercado, enquanto outras não oferecem vantagens competitivas de longo prazo sob essa ótica, explicou Heslop durante sua participação 11ª Expert XP, evento on-line promovido pela XP Investimentos. Segundo o gestor, embora as questões ESG não sejam uma novidade, especialmente na Europa, esse mercado deve ficar cada vez mais competitivo. “Tem que ser muito seletivo para entender as implicações dos fatores de risco ESG”, diz.”

Fonte: Valor Investe, 23/08/2021

Nova métrica busca apoiar comunidades indígenas

“Florestas sequestram carbono da atmosfera e o estocam – mas se ocorre o inverso e queimam, são cortadas ou degradam, liberam gases-estufa. Isso é consenso. A divergência está em medir exatamente quanto as árvores retém de carbono, calcular quanto foi evitado ao se conservar e transformar esta operação em créditos de carbono confiáveis. Há poucos dias foi lançada uma métrica que procura dar mais credibilidade a estas contas e ampliar oportunidades para comunidades indígenas e governos subnacionais. Trata-se do Trees 2.0, sigla para uma iniciativa da ART, iniciativa ligada à Winrock International, entidade americana voltada ao desenvolvimento internacional. A ART é o padrão usado na coalizão Leaf que uniu os governos dos Estados Unidos, Noruega e Reino Unido e um grupo de grandes empresas em abril em um esforço de colocar recursos para proteger florestas tropicais e subtropicais.”

Fonte: Valor Econômico, 24/08/2021

Acha trabalho híbrido uma boa? Metade dos funcionários se sente sobrecarregada

“A chegada da pandemia de covid-19 levou empresas no mundo inteiro a adotarem o home office (trabalho remoto) praticamente do dia para a noite. Com as campanhas de vacinação, o mundo corporativo passa por um novo momento de transição e muitas companhias têm passado a adotar o modelo híbrido de trabalho, com um misto de atividades presenciais e à distância. Mas os funcionários não parecem estar satisfeitos como a forma de implantação dessas rotinas. Enquanto dois terços das empresas (63%) adotaram ou estão em processo de implementação de um modelo de trabalho híbrido, 40% dos profissionais declararam que esse tipo arranjo de trabalho de seu empregador precisa ser melhorado, segundo pesquisa da consultoria global Robert Walters.”

Fonte: Valor Investe, 23/08/2021

Política

Área queimada do Pantanal até agosto supera média histórica, diz universidade

“Os incêndios no Pantanal já consumiram 261 mil hectares de campos e matas, valor maior do que a média histórica para o período de janeiro até 21 de agosto: 248 mil hectares. Isso mesmo antes de chegarmos ao mês em que é esperado o pico de queimadas, setembro. A constatação é do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No mesmo período do ano passado, que bateu todos os recordes de incêndios na região, foram perdidos 1.356 milhão de hectares. Cada hectare equivale a um campo de futebol. Esses dados foram corrigidos nesta segunda-feira pelo Lasa. A informação inicial era que os níveis de área queimada neste ano haviam ultrapassado os registrados em 2020. De acordo com o laboratório, o erro se deu em decorrência de falhas ocorridas no sistema de acesso ao repositório de imagens da Nasa.”

Fonte: Estadão, 23/08/2021

Governadores criam consórcio ‘Brasil Verde’ para defesa do meio ambiente

“Governadores de 25 Estados decidiram criar uma espécie de consórcio com ações em defesa do meio ambiente que sejam tocadas por cada ente federativo, de maneira coordenada com os demais. Em reunião realizada nesta segunda-feira, 23, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), propôs a ideia, até como contraponto à gestão do governo federal para o setor. A ideia foi aceita pelo Fórum dos Governadores e João Doria (PSDB) propôs que o consórcio seja batizado de “Brasil Verde” ou “Green Brazil“. “Quando eu sugeri o Brasil Verde ou Green Brazil foi exatamente para termos uma marca forte que diferencie os governadores da política ambiental do País, que é um desastre. Não precisamos nem discorrer sobre isso. E cria um ‘brand’, cria uma marca forte para os entendimentos com as instituições internacionais que verão nisso um gesto muito positivo dos governadores na defesa do pacto federativo e na defesa ambiental”, avaliou Doria.”

Fonte: Estadão, 23/08/2021

Governo autoriza início de plano de racionamento de energia

“O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, definiu as regras para o início do programa voluntário de deslocamento do consumo de energia destinado a grandes consumidores que prevê a redução da demanda em horários de pico, reduzindo riscos de apagões. A medida, aguardada desde o agravamento da crise energética, entrou em vigor nesta segunda-feira (23) com a publicação de uma portaria no Diário Oficial da União. No entanto, para que o plano seja implementado na prática, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) precisa publicar suas diretrizes. A expectativa do mercado é que isso ocorra dentro de uma semana. Com a demora e o agravamento da crise hídrica, grandes companhias vinham se inscrevendo no programa de economia de energia do ex-presidente Michel Temer em vigor pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).”

Fonte: Folha de São Paulo, 23/08/2021

Opinião

As prioridades de um negócio de impacto social

“Em muitas aulas, workshops, palestras e conversas questiono as pessoas sobre quais são os desafios do nosso mundo. Algumas trazem as famosas “dores” pessoais, outras trazem problemas coletivos e alguns estímulos que têm lido ou assistido em filmes ou documentários. Os grandes desafios do mundo são diversos, e quando trazemos para a realidade de um país, estado ou cidade, às vezes, continuam numerosos. Talvez o famoso “recorte” para o bairro ou território que estamos trabalhando possa trazer uma solução em forma de projeto-piloto, para depois buscar uma expansão. Para isso, em 2015, vários países se uniram e chegaram aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Colocaram 169 metas para serem batidas em 2030 – um sonho coletivo como humanidade pensante num planeta finito.”

Fonte: Folha de São Paulo, 23/08/2021

Políticas sociais contemplam a questão racial?

“Os irmãos Diego e Diogo são frutos de algumas noites de intensa paixão entre um casal inter-racial. Apesar de terem partido do mesmo ponto em termos de condição socioeconômica, a cor da pele representa uma particularidade que criará experiências distintas em suas vidas. Diego, com um tom de pele claro, é aquele pardo que, em determinados contextos, pode ser visto como branco. Já Diogo tem a pele mais escura. Essa singularidade na aparência pode afetar a forma com que essas duas crianças serão percebidas socialmente. A diferença de tratamento em que elas serão expostas não acontecerá somente fora do ambiente familiar. Os pais absorvem a estratificação racial contida na sociedade. Isso molda seus comportamentos e impacta as relações que terão com seus filhos. Desse modo, a família pode, mesmo que de forma inconsciente, favorecer a criança de pele mais clara.”

Fonte: Folha de São Paulo, 23/08/2021

ESG tem de fazer diferença

“A dinâmica por trás dos investimentos que levam em conta as melhores práticas ambientais, sociais e de governança [ESG, na sigla em inglês] pareceu irrefreável nos últimos anos. Trilhões de dólares foram aplicados em fundos ESG e incontáveis executivos renunciaram à máxima da primazia dos acionistas de Milton Friedman, em uma mudança no consenso empresarial que acontece apenas uma vez a cada geração. Agora, a reação começou. Semanas atrás, um ex-diretor de investimentos sustentáveis da BlackRock classificou o ESG uma “distração mortal” das verdadeiras reformas de política, enquanto um executivo demitido do braço de gestão de ativos do Deutsche Bank chamou suas alegações de sustentabilidade de uma postura nociva. As melhores práticas ESG sempre foram prejudicadas pela propaganda exagerada e falta de clareza, com muitos de seus adeptos satisfeitos em firmar promessas facultativas e espalhar fotografias de girassóis em relatórios sobre conceitos esquivos como “propósito”.”

Fonte: Valor Econômico, 24/08/2021

A saída é apostar e investir nas mulheres

“As mulheres, historicamente, não têm as mesmas condições e oportunidades do que homens nos ambientes de poder e dos negócios. Por outro lado, quando as mulheres empreendem, elas costumam gerar um significativo impacto social. Estudos mostram que parte da renda de uma mulher é investida na educação dos filhos, no bem estar da família e no auxílio à comunidade onde vivem. Isso cria, automaticamente, um ciclo positivo de prosperidade local. Além disso, é bom ressaltar que negócios gerenciados por mulheres acabam empregando outras mulheres, diminuindo assim o desemprego feminino. Mudar este panorama de desigualdade social e de gênero é um trabalho árduo e de longo prazo. Infelizmente, não temos uma solução mágica e instantânea. Mas sei que para começar a inverter essa realidade, precisamos antes de tudo entender as desigualdades históricas e construir uma jornada social mais justa e mais inclusiva, que não trate a maioria da população (51,5% da população do planeta são mulheres ) como se fosse um ser humano de segunda classe.”

Fonte: Valor Investe, 23/08/2021

Internacional

Empresas

Mulheres no conselho de empresas britânicas ganham 40% a menos que homens

“As mulheres integrantes dos conselhos de administração das maiores empresas do Reino Unido ganham cerca de 40% a menos que seus pares homens, segundo uma nova pesquisa, cujos dados revelam que a disparidade salarial de gênero é maior nos altos escalões do mundo empresarial britânico. Em 2020, as mulheres receberam em média 104,8 mil libras esterlinas (US$ 143 mil) em cargos não executivos de empresas integrantes do índice acionário FTSE 100, em comparação às 170,4 mil libras que os homens receberam. Para membros executivos do conselho, o pagamento médio foi de 2,5 milhões de libras para os homens e de 1,5 milhão de libras para as mulheres. Os dados são da empresa de recrutamento New Street Consulting Group. No mercado de trabalho como um todo, as mulheres recebem 15,5% a menos do que os homens, segundo dados de 2020 da Agência Nacional de Estatísticas do Reino Unido.”

Fonte: Valor Econômico, 23/08/2021

Cientistas alertam sobre o aumento da frequência de eventos climáticos extremos

“Chuvas extremas, como as que causaram as inundações devastadoras do mês passado na Alemanha e na Bélgica, se tornarão mais frequentes e intensas à medida que as mudanças climáticas aquecem o planeta, de acordo com um estudo sobre o desastre feito por meteorologistas importantes. Uma pesquisa do World Weather Attribution Initiative, um grupo internacional de especialistas, disse que a chuva sem precedentes que causou a morte de mais de 200 pessoas na Alemanha e na Bélgica era entre 1,2 e nove vezes mais provável de acontecer hoje, em comparação com os tempos pré-industriais. A mudança climática aumentou a quantidade de chuva que pode cair naquela região em um dia em 3-19%, acrescentou o estudo. A variação em ambas as avaliações foi resultado de dados históricos limitados e das incertezas inerentes à modelagem computacional.”

Fonte: Financial Times, 24/08/2021

Clique aqui para ler o relatório | “Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima”

Maersk dá o maior passo já feito para descarbonizar o transporte de contêineres

“A Maersk está dando o maior passo até agora para descarbonizar a indústria naval, encomendando oito novos navios capazes de transportar 16.000 contêineres cada um, que podem operar tanto com combustível de bunker tradicional quanto com metanol “verde”. É o primeiro pedido de navio do grupo dinamarquês de navegação, o maior transatlântico de contêineres do mundo, em seis anos, mas a Maersk disse que os novos navios substituirão os mais antigos em vez de adicionar nova capacidade à medida que as taxas de frete disparam. A Maersk espera receber os oito navios da Hyundai Heavy Industries no início de 2024 e tem a opção de mais quatro no ano seguinte, tornando-se a primeira empresa de transporte de contêineres a encomendar grandes navios neutros em carbono capazes de navegar da China para a Europa e através o Pacífico. Ela encomendou um pequeno navio alimentador neutro ao carbono em fevereiro. Cada navio custa cerca de US$ 175 milhões, cerca de 10-15% mais do que um navio tradicional, pois será capaz de operar com combustível de bunker e metanol neutro em carbono.”

Fonte: Financial Times, 24/08/2021

Empresas americanas buscam gases nocivos ao meio ambiente

“Depois de encontrar uma lata de gás enferrujada perto de sua casa, Rick Karas pesquisou na Internet se ela tinha algum valor. Incrivelmente, acabou se tornando uma mercadoria muito procurada na batalha contra a mudança climática. Seu recipiente, do tamanho de uma bola de basquete, estava cheio de CFCs (clorofluorcarbonos), um poderoso gás de efeito estufa cuja posse é legal, mas a fabricação foi proibida há décadas no mundo todo. Na ausência de um mandato governamental para destruir as reservas existentes, algumas empresas partiram para rastrear e remover esses gases, em um processo financiado pela venda de créditos de carbono obtidos com a destruição de produtos químicos.”

Fonte: Isto É, 23/08/2021

Política

África do Sul pretende colocar o projeto piloto de captura de carbono em 2023

“A África do Sul iniciou o mapeamento geológico no primeiro local de captura e armazenamento de carbono (CCS) do país, onde planeja injetar grandes quantidades de CO2 no subsolo a partir de 2023, disse um oficial sênior do Conselho de Geociências. O projeto será baseado em torno da cidade de Leandra, província de Mpumalanga, no nordeste da África do Sul, um hotspot de emissões de carbono e lar de várias usinas movidas à carvão, bem como a usina de carvão para líquidos Secunda da Sasol, a maior do mundo. Liberando cerca de 470 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano, a África do Sul é o maior emissor de gases de efeito estufa do continente, e o carvão fornece a maior parte de sua eletricidade. O CCS é polêmico, com ambientalistas dizendo que ele corre o risco de se tornar uma desculpa para continuar queimando combustíveis fósseis, e pode levar ao abandono do próprio sistema de captura de carbono da natureza, as florestas, que também sustentam a biodiversidade e as chuvas.”

Fonte: Reuters, 23/08/2021

Clique aqui para ler o relatório | “Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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