Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 16/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado encerrou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,2% e -1,4%, respectivamente. Ontem, o mercado estava fechado devido ao feriado.

• No cenário nacional, um estudo do Observatório de Bioeconomia da FGV mostrou que, particularmente no Brasil, o desafio de reduzir as emissões de gases de efeito estufa advindas da pecuária pode ser facilitado com a aceleração da recuperação de pastagens degradadas e da adoção de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF).

• No internacional, na COP26, (i) foram fechadas as formas de funcionamento do artigo 6.2 do Acordo de Paris, após seis anos da assinatura do acordo, concluindo as normas do comércio de créditos de carbono entre países; e (ii) os preços do carbono europeu saltaram para um pico acima de €66/tonelada ontem, com traders apostando que o resultado das negociações climáticas da COP26 provavelmente fortalecerá os mercados de emissões que são vistos como uma ferramenta-chave de descarbonização.

XP na Expo Dubai

A World Expo é um evento que acontece a cada 5 anos desde 1851, com o objetivo de exibir globalmente as grandes inovações. Cada vez em um país diferente, este ano a feira acontece em Dubai e estamos aqui, com apoio da nossa parceira Fanato Incentive, para acompanhar e compartilhar os highlights daquilo que irá moldar o futuro.

Ontem estivemos presentes no dia do Brasil na Expo, e destacamos três principais tópicos do dia: (i) participação do Brasil na feira, incluindo o discurso de Bolsonaro; (ii) todos os olhos voltados para energias renováveis; e (iii) “Smart Cities”: o futuro das cidades.

Clique aqui para ler o relatório com o contexto a cerca da feira, e aqui para ver o feedback do dia de ontem.

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Brasil

Empresas

Para Klabin, COP26 marca novo momento do Brasil ante mudanças climáticas

“Encerrada ontem, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26) resultou em progresso importante quanto ao mercado regulado de carbono e redução das emissões de gases do efeito estufa. E marca o início de um novo momento, com destaque para a postura brasileira no combate às mudanças climáticas, na avaliação do diretor-geral da Klabin, Cristiano Teixeira. “Tivemos avanços e acreditamos que, daqui em diante, todo o mundo irá trabalhar para cumprir o que foi negociado. Acreditamos que as principais nações irão seguir na jornada da descarbonização, bem como contribuir para o financiamento climático voltado aos países em desenvolvimento”, disse em nota o executivo, que esteve em Glasgow. Teixeira integrou o Business Leaders, grupo responsável por difundir e engajar empresas em todo o mundo no combate às mudanças climáticas. O grupo é liderado pelo presidente da COP26, Alok Sharma.”

Fonte: Valor Econômico, 14/11/2021

Estudo confirma potencial de redução de emissões na pecuária

““Vilã” quando a conversa gira em torno de emissões de gases de efeito estufa, a pecuária tem pela frente o difícil desafio de limpar sua imagem e, de quebra, reduzir a pressão global contra o consumo de carne, diretamente associada aos problemas causados pela atividade ao ambiente. Mas esse desafio, particularmente no Brasil, pode ser facilitado com a aceleração da recuperação de pastagens degradadas e da adoção de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), entre outras técnicas que já vêm sendo implantadas e que também podem elevar a renda dos produtores rurais. Recém-concluído pelo novo Observatório de Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), o estudo “Potencial de Mitigação de Gases de Efeito Estufa das Ações de Descarbonização da Pecuária até 2030” traz cálculos animadores sobre os resultados que podem ser alcançados com esse melhor aproveitamento de recursos na cadeia produtiva – de forma que seja possível produzir a mesma quantidade de carne com um rebanho menor, que ocupe menos espaço e torne viável a ampliação da remoção de carbono.”

Fonte: Valor Econômico, 16/11/2021

Banco Toyota capta R$ 700mi em letras financeiras ‘verdes’

“O Banco Toyota do Brasil captou R$ 700 milhões em letras financeiras “verdes”, na primeira operação do tipo entre bancos de montadora no mercado nacional. Os recursos serão destinados exclusivamente ao financiamento de veículos híbridos das marcas Toyota e Lexus. Esses automóveis combinam motor à combustão e motor elétrico e emitem menos gases poluentes. A instituição financeira conseguiu reduzir captar mais barato desta vez que numa operação feita em maio, apesar da turbulência nos mercados nas últimas semanas com a discussão sobre a PEC dos Precatórios, observa Luciano Savoldi, presidente e CEO do Banco Toyota. Em ambas as ocasiões, as emissões foram divididas em tranches de dois e três anos. Naquela ocasião, as taxas foram de CDI + 0,95% e CDI +1,05%, respectivamente. Agora, diminuíram em 0,15 ponto percentual. “A demanda ficou em quase três vezes a oferta. Mesmo com as turbulências macroeconômicas, os coordenadores da emissão viram que dava para fazer. E isso só foi possível, ainda mais com a redução de taxa, porque era um título verde”, diz Savoldi.”

Fonte: Valor Econômico, 16/11/2021

A Marfrig avança em proteína à base de planta nos Estados Unidos

“Atentos ao risco de serem deslocados do mercado de proteínas animais, os frigoríficos brasileiros, líderes globais do setor, têm aumentado suas apostas nos substitutos à base de plantas. A Marfrig acaba de comprar duas companhias para reforçar sua posição na América do Norte no pujante mercado de proteínas à base de plantas. A canadense Sol Cuisine e a americana DEW Drink Eat Well foram adquiridas pela PlantPlus, joint-venture do frigorífico brasileiro com a processadora de alimentos ADM. O valor do negócio será de cerca de US$ 140 milhões, dos quais US$ 100 milhões serão desembolsados pela Marfrig, e o restante, pela ADM. O segmento de substitutos veganos da carne, também chamados de alimentos ‘plant based’, é um dos que mais crescem no mundo.”

Fonte: Capital Reset, 12/11/2021

Política

Brasil vai sair na frente no desafio de reduzir emissões, diz ministro após COP26

“O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, afirmou à CNN neste sábado (13) que o Brasil “sairá na frente” de outros países no desafio global em reduzir emissões de gases, a chamada neutralidade de carbono até o ano de 2050 — um dos acordos do relatório final da COP26. “Criamos as bases do programa de crescimento verde com 10 ministérios, e é um comitê interministerial que olha para redução de emissões/neutralidade de carbono até 2050, conservação de floresta nativa e para uso racional de recursos naturais”, disse. À CNN, após o encerramento da COP26, em Glasgow, na Escócia, e aprovação do novo acordo global sobre o clima, Leite destacou que o país “foi líder” nas articulações sobre o mercado do carbono, uma das apostas do governo federal no encontro.”

Fonte: CNN, 13/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Internacional

Empresas

Os preços do carbono na UE atingem uma alta recorde após a COP26

“Os preços do carbono europeu saltaram para um pico acima de €66 a tonelada na segunda-feira, com traders apostando que o resultado das negociações climáticas da COP26 provavelmente fortalecerá os mercados de emissões que são vistos como uma ferramenta-chave da descarbonização. O Sistema de Comércio de Emissões da UE (EU ETS, na sigla em inglês), que define o preço das concessionárias e da indústria pela emissão de uma tonelada de carbono no bloco, subiu 5,5% para €66,74/tonelada, mais que o dobro do nível no início do ano e acima de €55/tonelada há um mês. Traders e analistas disseram que o resultado das negociações do COP, embora não tão forte quanto alguns esperavam, ainda apontou para uma trajetória em que os governos precisarão ver o custo do carbono aumentar para ajudar a empurrar para fora da rede combustíveis altamente poluentes, como o carvão, ao mesmo tempo que encoraja indústria a investir em tecnologias mais limpas.”

Fonte: Financial Times, 15/11/2021

O que é e como funciona o mercado de carbono, que foi criado na COP26

“O mercado de carbono é como a maioria dos outros: quem tem sobrando vende para quem precisa, de preferência a um preço que satisfaça aos dois lados. No caso do mercado de carbono, discutido na COP26, Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, o que se compra e se vende não é um produto físico. Carbono é uma forma simplificada de chamar a emissão de gases que provocam o aquecimento global. Como o mais comum deles é o CO2 (gás carbônico), o termo carbono passou a ser um sinônimo desses gases nas discussões climáticas. Cada tonelada de gás carbônico corresponde a um crédito de carbono, que pode ser comprado ou vendido. Num exemplo simplificado, se um país precisava reduzir sua emissão em 1.000 toneladas de CO2, mas consegue cortar 1.200 toneladas, ele fica com 200 créditos de carbono, que pode vender a outra nação que não conseguiu bater sua meta.”

Fonte: Valor Econômico, 13/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao temapara conter o aquecimento global”

Remuneração dos executivos e clima: os bônus podem ser usados ​​para reduzir as emissões?

“O trabalho ambiental da Schneider Electric começou em 2005. O grupo francês de equipamentos elétricos anunciou que revisaria seu “desempenho social e ambiental” e estabeleceria um “barômetro do planeta e da sociedade”. Em 2008, ele até se rebatizou em verde lúgubre. “Se você medir, acontece”, explicou Jean-Pascal Tricoire ao Les Echos, o jornal de negócios francês, em 2007, um ano depois de assumir o cargo de presidente-executivo. O pacote de pagamento do próprio Tricoire também tem um tom cada vez mais verde. Nos últimos anos, seus bônus e concessões de ações de longo prazo foram vinculados a metas baseadas no barômetro ou seu programa sucessor – como a redução das emissões de dióxido de carbono – mais o desempenho do grupo em medidas ambientais, sociais e de governança em uma série de índices externos. Em 2020, um quinto do pagamento de incentivo total da Tricoire – cerca de €1,6 milhões, incluindo o valor das ações de seu plano de incentivo de longo prazo – foi devido aos seus esforços para atingir tais metas.”

Fonte: Financial Times, 14/11/2021

Enquanto os automóveis se tornam elétricos, a Toyota persegue o sonho do hidrogênio

“Enquanto os delegados da conferência climática da ONU consideravam como salvar o planeta no fim de semana em Glasgow, o presidente-executivo da Toyota Motor estava no Japão pilotando um carro experimental a hidrogênio – um veículo que ele diz que pode preservar milhões de empregos no setor automotivo. O colorido Toyota Corolla Sport que Akio Toyoda dirigiu ao redor do Circuito Internacional de Okayama, no oeste do Japão, era movido por um motor GR Yaris convertido, movido a hidrogênio. Tornar esse motor comercialmente viável poderia manter os motores de combustão interna funcionando em um mundo livre de carbono. “O inimigo é o carbono, não os motores de combustão interna. Não devemos focar apenas em uma tecnologia, mas fazer uso das tecnologias que já possuímos”, disse Toyoda na pista. “Neutralidade de carbono não significa ter uma única escolha, mas manter as opções em aberto.””

Fonte: Reuters, 15/11/2021

Política

Regulamentação de mercado global de carbono é uma das principais conquistas da COP26

“A COP 26 ainda não havia chegado ao fim, mas vários delegados celebravam a conclusão do Artigo 6, o mais famoso item do chamado Livro de Regras do Acordo de Paris. Trata-se do mais complexo item da implementação do Acordo de Paris, assinado em 2015. O artigo, criado pelo Brasil e pela União Europeia nos últimos minutos da COP21, a de Paris, levou seis anos para amadurecer. Por isso a sensação de êxito em Glasgow, ao menos neste ponto. Foram fechadas as formas de funcionamento do parágrafo 2 do artigo, que trata do comércio de créditos de carbono entre países. Vale a regra dos ajustes correspondentes nos compromissos climáticos (NDCs) de compradores e vendedores, isto é, os países terão que descontar o crédito vendido quando prestarem contas de sua meta de redução de emissões.”

Fonte: O Globo, 13/11/2021

‘Redução e eliminação’? O texto da COP26 obscurece o assunto do clima à frente

“O modo como a humanidade enfrenta as mudanças climáticas pode se resumir às intenções por trás de duas palavras. A conferência climática COP26 da ONU adotou um acordo final no sábado que no último minuto retirou o texto pedindo a “eliminação gradual” da energia a carvão, substituindo-a por “redução gradual”. Produtores de carvão – o combustível fóssil mais poluente – e países que consomem petróleo, gás e carvão disseram que a mudança de redação mostra que defenderam com sucesso o uso de recursos naturais para os quais a demanda ainda é alta e a oferta é escassa. “Se quisermos fazer a transição com sucesso para o sistema de energia de amanhã, não podemos simplesmente nos desconectar do sistema de energia de hoje”, disse Sultan al-Jaber, presidente-executivo da empresa estatal de petróleo de Abu Dhabi, Abu Dhabi National Oil Co (ADNOC), na segunda-feira.”

Fonte: Reuters, 15/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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