Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 13/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem, devido ao feriado, a Bolsa não abriu, enquanto na segunda-feira o Ibov encerrou o pregão em leve queda de -0,6%, enquanto o ISE recuou -0,3%.

• No Brasil, a Coalizão Brasil Clima Florestas e Agricultura, grupo que envolve 300 empresas, entidades do agronegócio e da sociedade civil, do setor financeiro e da academia, cobrou o governo brasileiro por metas mais ambiciosas no corte de emissões de gases-estufa e no avanço do mercado de carbono.

• No internacional, (i) o aumento da demanda por investimentos sustentáveis está impulsionando uma “reinicialização estrutural” dos investimentos no mercado privado na Europa, tendo como previsão que fundos com enfoque ESG correspondam por, pelo menos, 40% dos ativos do setor em alguns anos, de acordo com pesquisa da auditoria PwC; e (ii) a extrema volatilidade nos mercados de energia representará um risco contínuo, a menos que o investimento em energia limpa seja triplicado na próxima década, advertiu o chefe da Agência Internacional de Energia, ao fazer um apelo aos líderes mundiais antes da próxima cúpula do clima da ONU.

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Brasil

Empresas

Coalizão cobra metas mais ambiciosas para CoP 26 e avanço de mercado de carbono

“O governo brasileiro deve aumentar o compromisso de corte nas emissões de gases-estufa com metas mais ambiciosas para 2025, 2030 e 2050. Esta é uma das recomendações das 300 empresas, entidades do agronegócio e da sociedade civil, do setor financeiro e da academia que fazem parte da Coalizão Brasil Clima Florestas e Agricultura aos negociadores brasileiros que estarão na CoP 26, em Glasgow, em novembro. Aumentar a ambição é um dos cinco temas do documento “Recomendações para a CoP 26”, que foi produzido entre agosto e setembro depois de entrevistas, debates, reuniões e consultas entre os membros da coalizão e convidados. Uma série de webinares ao longo do ano, parceria entre a coalizão e o Valor amadureceu o posicionamento do movimento. “Ter metas mais ambiciosas para corte dos gases-estufa é imprescindível para conter o aquecimento, mesmo porque os compromissos atuais permitirão que o país polua ainda mais a atmosfera”, diz Marcello Brito, cofacilitador da coalizão e presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).”

Fonte: Valor Econômico, 13/10/2021

Nas companhias, cresce a demanda por fontes alternativas

“A necessidade por parte das companhias de gastar menos energia, tanto por razões financeiras como por metas de sustentabilidade, aumenta a demanda por fontes alternativas e por tecnologias mais eficientes. Em agosto a Huawei trouxe ao Brasil uma nova unidade de negócios, a Digital Power, que une as ofertas de energia solar e infraestrutura com foco em centros de dados (ou data centers), operadoras de telecomunicações e distribuidoras de energia. “O armazenamento seguro de energia será um grande mercado no Brasil”, disse Mason Qing, presidente da Huawei Digital Power Brasil, ao Valor. No fim deste ano, a empresa começa a produzir as estações de transformadores inteligentes (STS), que convertem a corrente contínua em alternada, junto a uma fabricante terceirizada, em Extrema (MG).”

Fonte: Valor Econômico, 13/10/2021

Daycoval capta mais R$ 800 milhões para financiar mulheres

“O Daycoval acaba de captar mais US$ 151 milhões (ou cerca de R$ 800 milhões) para financiar pequenas e médias empresas lideradas por mulheres ou localizadas em regiões carentes do país, num aporte de quatro investidores internacionais coordenado pela International Finance Corporation (IFC). A  nova injeção de recursos vem menos de seis meses depois de o banco receber US$ 384 milhões para a mesma finalidade, em outra operação também liderada pelo braço de investimento no setor privado do Banco Mundial. Na época, a IFC entrou com US$ 130 milhões e foi acompanhado por mais dez bancos, entre nomes nacionais e internacionais. Desta vez não houve desembolso do organismo multilateral.”

Fonte: Capital Reset, 13/10/2021

Opinião

Mitos do ESG: Comprar fundos ESG não garante iniciativas sustentáveis

“Os fundos ESG viraram mania no mercado de investimentos. O dinheiro dos poupadores tem corrido para empresas que investem em causas ‘bacanas’, como meio ambiente e diversidade. Mantido o alucinante ritmo atual, os ativos ESG geridos por fundos no mundo podem alcançar mais de US$50 trilhões em 2025, um terço do total de ativos sob gestão, segundo o Bloomberg Intelligence. Muitos crédulos acreditam em coisas que não ocorrerão. Por exemplo, vários investidores acham que contribuem socialmente ao investir em fundos ESG. Outros espertos vendem o que não cumprem; por exemplo muitos gestores de fundos ESG prometem entregar impacto social. Nesta semana a discussão é essa.”

Fonte: Folha de São Paulo, 12/10/2021

Produtos

Vinci quer subir a barra ESG em todas as classes de ativos

“No embalo da listagem de suas ações na Nasdaq, no começo do ano, a gestora de fundos Vinci Partners, com R$ 57 bilhões em ativos sob gestão, aproveitou para arrumar a casa na frente ESG. Se já vinha dando os primeiros passos há algum tempo para contemplar aspectos sociais e ambientais, respondendo à demanda dos investidores estrangeiros em seus fundos de private equity, a casa resolveu aprumar a governança para dar mais consistência à agenda. Uma das pioneiras do tema no Brasil, a consultora Sonia Favaretto foi recrutada para liderar um comitê ESG, do qual fazem parte o chairman Gilberto Sayão e o CEO Alessandro Horta, e, ao mesmo tempo, ocupar uma cadeira no conselho de administração para puxar o tema nas discussões estratégicas.”

Fonte: Capital Reset, 11/10/2021

Internacional

Empresas

ESG força ‘reinicialização’ do mercado europeu

“O aumento da demanda por investimentos sustentáveis está impulsionando uma “reinicialização estrutural” dos investimentos no mercado privado na Europa. A previsão é que fundos com enfoque ambiental, social e de governança (ESG, nas iniciais em inglês) respondam por nada menos que 40% dos ativos do setor no intervalo de apenas alguns anos. De acordo com pesquisa da auditoria PwC, os ativos do mercado privado ligados a temas ESG poderão alcançar entre € 775,7 bilhões e €1,2 trilhão até 2025, em relação aos € 253 bilhões totalizados em 2020, na medida em que a regulamentação e a demanda dos clientes obrigam a uma significativa reformulação dos fundos de “private equity”, imobiliários, de infraestrutura e de créditos privados. A projeção da PwC sugere que os papéis ESG poderão abranger de 27% a 42% do total da base de ativos dos mercados privados em 2025 na comparação com os 15% alcançados no ano passado.”

Fonte: Valor Econômico, 13/10/2021

IEA alerta que gastos com energia limpa devem triplicar para conter mudanças climáticas

“A extrema volatilidade nos mercados de energia representará um risco contínuo, a menos que o investimento em energia limpa seja triplicado na próxima década, advertiu o chefe da Agência Internacional de Energia, ao fazer um apelo aos líderes mundiais antes da próxima cúpula do clima da ONU. Fatih Birol, diretor executivo da IEA, disse ao Financial Times que, embora o investimento projetado em petróleo e gás esteja agora alinhado com as mudanças necessárias para atingir as emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2050, os gastos públicos com energia renovável serão de apenas um terço dos futuros níveis necessários. “Há um descasamento grosseiro e quanto mais tempo esse descasamento persistir, maior o risco de novas oscilações bruscas de preços e aumento da volatilidade no futuro”, disse Birol. O investimento anual em energia global deve subir para US$ 1,9 trilhão este ano, de acordo com a IEA, incluindo cerca de US$ 370 bilhões em nova geração de energia renovável.”

Fonte: Financial Times, 13/10/2021

Google Cloud mostrará as suas emissões de carbono no meio ambiente

“A nuvem do Google possui ferramentas para ajudar as pessoas a compreender o melhor seu impacto ambiental como parte dos esforços mais amplos da empresa para combater as mudanças climáticas. Então, o recurso de pegada de carbono revela as emissões de carbono associadas ao consumo de eletricidade do uso da Cloud Platform, em que exibe as emissões ao longo do tempo e pode decompor os dados por projeto, produto e região. Sendo assim, as empresas irão poder incluir as informações em seus próprios dados de emissões para auditorias internas e divulgação de carbono. O Google enfatizou que os números se relacionam às emissões brutas de carbono de um usuário, uma vez que a empresa foi neutro por mais de uma década. O Google Cloud sinalizará aplicativos que não estão em uso, assim como as suas emissões de carbono. O mecanismo de busca sugere que a exclusão de aplicativos identificados pelo recomendador de projeto autônomo ajudará as empresas a diminuir os riscos de segurança.”

Fonte: Olhar Digital, 12/10/2021

Etihad levanta US$ 1,2 bilhão no primeiro empréstimo ESG vinculado à sustentabilidade na aviação

“A Etihad Airways arrecadou US$ 1,2 bilhão no primeiro empréstimo vinculado à sustentabilidade relacionado a metas ambientais, sociais e de governança (ESG) na aviação global, disse a empresa na quarta-feira. A Etihad Airways escolheu o HSBC e o First Abu Dhabi Bank (FAB) como parceiros estratégicos e financiadores para esta transação. HSBC e FAB atuaram como bancos estruturantes de ESG conjuntos, coordenadores conjuntos ESG, joint bookrunner e mandated lead arranger. A FAB também atuou como agente de instalações.”

Fonte: Reuters, 13/10/2021

Política

Mais 24 países se juntam à iniciativa dos EUA e da UE para reduzir emissão de metano

“Mais 24 países aderiram a um pacto global para reduzir as emissões de metano, um potente gás causador do efeito estufa, anunciaram nesta segunda-feira (11) os EUA e a União Europeia (UE). O anúncio ocorre antes das negociações climáticas críticas da CoP 26 em Glasgow, na Escócia. Os 33 signatários do compromisso agora representam cerca de 30% das emissões globais de metano e 60% da economia global. Fazem parte do compromisso, Reino Unido, Canadá, Japão, Indonésia, México, Nigéria e Paquistão, entre outros. Sob o acordo, os países se compromete a apoiar uma meta coletiva de redução das emissões de metano em pelo menos 30% dos níveis de 2020 até o fim da década.”

Fonte: Valor Econômico, 11/10/2021

‘A indústria da mudança social perpetua a pobreza ou a faz tolerável’, diz chefe de inovação social do Fórum Econômico Mundial

“François Bonnici ocupa posição-chave nas discussões em torno da resolução de problemas complexos, como pobreza e mudanças climáticas. Chefe de inovação social do Fórum Econômico Mundial, ele acaba de lançar o livro “The Systems Work of Social Change” (Trabalho Sistêmico para Mudança Social, em tradução livre), pela Oxford University Press, em coautoria com a pesquisadora Cynthia Rayner. […] Experiências que somadas à de sanitarista e pesquisador nas universidades de Oxford e da Cidade do Cabo levam Bonnici a fazer uma reflexão crítica sobre a chamada “indústria da mudança social”. Refere-se às 10 milhões de ONGs em todo o mundo, que representam 4,5% do PIB global e empregam 7,4% da força de trabalho mundial, à frente de setores como transporte e finanças. “Se queremos uma mudança sistêmica, precisamos abordar os problemas sociais de uma maneira radicalmente diferente”, afirma.”

Fonte: Folha de São Paulo, 10/10/2021

Regulação

FMI vê menos otimismo e fala em riscos ‘3C’

“Os governos e os bancos centrais dos maiores países do mundo conseguiram evitar uma crise ainda maior ao fornecer pesados estímulos para combater a pandemia de coronavírus. Agora, no entanto, o otimismo econômico está diminuindo e as vulnerabilidades financeiras aumentando, o que significa que as autoridades precisarão ser muito cautelosas sobre os próximos passos. Essa é a conclusão do Fundo Monetário Internacional (FMI) no seu Relatório de Estabilidade Financeira Global, no qual resume os principais riscos em três “Cs”: covid, cripto e clima. “Os bancos centrais sistemicamente importantes do mundo sabem que quaisquer consequências de suas ações podem colocar em risco o crescimento – e podem, em tese, levar a ajustes abruptos nos mercados financeiros. A incerteza é especialmente intensa por causa da atmosfera persistente de pandemia onde a sociedade enfrenta os desafios inerentes aos três ‘Cs’”, diz Tobias Adrian, diretor do departamento de mercados monetários e de capitais do FMI.”

Fonte: Valor Econômico, 13/10/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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