Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 12/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,5% e +1,0%, respectivamente.

• No Brasil, (i) o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, anunciou ontem na Conferência do clima da ONU, a COP26, que o país apoia a proposta para regulamentação do artigo 6º do Acordo de Paris, referente ao mercado de carbono, mas ressalta que alguns países ainda são resistentes a essa proposta e o dia de hoje é o último momento de buscar um consenso; e (ii) a Petrobras ampliará em cerca de R$ 50 milhões seus investimentos em projetos voltados à restauração florestal de espécies nativas nos biomas brasileiros, através da iniciativa Floresta Viva do BNDES, com o objetivo de contribuir para o sequestro e fixação de carbono e evitar emissões de gases de efeito estufa.

• No internacional, após quase duas semanas de negociações, os quase 200 países representados na COP26 permanecem em desacordo sobre uma série de questões – desde como as nações ricas devem compensar os pobres pelos danos causados ​​por desastres causados ​​pelo clima até a frequência com que as nações devem ser obrigadas a atualizar suas metas emissões.

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Brasil

Empresas

Petrobras ampliará em R$ 50 milhões investimentos em projetos para restauração florestal

“A Petrobras ampliará em cerca de R$ 50 milhões seus investimentos em projetos voltados à restauração florestal de espécies nativas nos biomas brasileiros, que contribuem para o sequestro e fixação de carbono e para evitar emissões de gases de efeito estufa. O investimento, previsto para os próximos cinco anos, faz parte da iniciativa Floresta Viva, lançada hoje pelo Banco Nacional de Desenvolvimento e Social (BNDES) durante o fórum “Fortalecimento da Agenda Florestal”, realizado na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), em Glasgow. A iniciativa Floresta Viva será operada sob o princípio da junção de recursos do BNDES com os de outras empresas. A parceria entre Petrobras e BNDES totalizará um investimento de R$ 100 milhões em cinco anos, para financiamento de projetos de reflorestamento, por meio de seleção pública e gestão compartilhadas.”

Fonte: Valor Investe, 10/11/2021

COP 26 mostra como a sustentabilidade é rentável para o investidor

“A 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26) já está na reta final em Glasgow, na Escócia, mas toda a discussão sobre sustentabilidade pode ter “plantado uma sementinha” – para aproveitar a temática – no investidor que quer entender mais ou aprofundar as aplicações na carteira conforme os quesitos ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês). O primeiro ponto que o investidor deve avaliar é que ter aplicações ESG no portfólio é, sim, vantajoso e rentável. Para especialistas, a desconfiança de que o algo que é sustentável ou ESG não é capaz de dar bons retornos é um dilema já superado. Veja o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, por exemplo. No mês de novembro, o ISE bate a rentabilidade do Ibovespa, com +2,85% ante +1,92%. No ano, ambos seguem negativos, mas o ISE perde menos, com -10,05% ante -11,37% do IBOV. (Dados coletados às 12h de 08/11.”

Fonte: E-Investidor, 11/11/2021

O Chile já largou na corrida do hidrogênio verde. Por que o Brasil tem que ficar de olho

“A maior indústria do Chile é o cobre, mas o governo aposta que nas próximas décadas uma nova commodity pode competir com o minério no topo do ranking das exportações do país: o hidrogênio verde. Com uma política nacional anunciada há mais de um ano e metas ambiciosas para produzir o H2V a preços competitivos, o vizinho sul-americano já largou na corrida por uma das fontes de energia mais promissoras do mundo de baixo carbono. O Brasil,também com enorme potencial para ocupar espaço nesse mercado nascente, está em estágio mais inicial de desenvolvimento e precisa correr se quiser garantir o seu lugar. No país vizinho, cerca de cem empresas estão envolvidas em 60 projetos, disse durante a COP26 o ministro das Minas e Energia do Chile, Juan Carlos Jobet. O plano é ter uma capacidade de eletrólise 5 GW já em 2025 – 20 vezes mais que o parque instalado no mundo hoje. O modelo leva em conta a redução de emissões dentro do próprio país (o carvão gera 40% da eletricidade usada pelos chilenos), a descarbonização das mineradoras e, num passo seguinte, a exportação para o mercado internacional..”

Fonte: Capital Reset, 12/11/2021

Política

Ministro diz que apoia proposta para regulamentar o mercado de carbono e muda posição do Brasil que era entrave

“O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, anunciou nesta quinta-feira (11) na conferência do clima da ONU, a COP26, que o Brasil apoia a proposta para regulamentação do artigo 6º do Acordo de Paris, que se refere ao mercado de carbono. “Em relação ao mercado de carbono, estamos em um momento importante, os documentos já foram postos na mesa. Já tem uma proposta que está em andamento, que o Brasil claramente está apoiando. Uma proposta que garante toda a integridade do sistema para que o sistema, e o mercado e o artigo 6º sejam uma ferramenta de mais ambição e de uma transição mais justa, especialmente para regiões que precisam de incentivos e para projetos que precisam de incentivos econômicos”, disse Leite. “Mas, infelizmente, alguns países ainda são resistentes a essa proposta apoiada pelo Brasil e por vários outros países. E nós temos 24 horas, 48 horas talvez, para buscar esse consenso”, completou. A regulamentação do mercado de carbono é um dos grandes temas desta COP26. A expectativa era que, de fato, o Brasil retirasse alguns de seus entraves antigos relacionados ao sistema e, de forma mais global, que os países finalizassem o livro de regras do Acordo de Paris.”

Fonte: G1, 11/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao temapara conter o aquecimento global”

Terceiro Setor

Conheça o projeto que é exemplo mundial de sustentabilidade no Jardim Ângela

“No fim dos anos 1980, os irmãos Fábio e Cláudio Miranda se reuniram com amigos do Jardim Ângela, periferia do extremo sul de São Paulo, para formar uma banda de samba. Moradores de um dos lugares mais pobres da capital paulista na época, o grupo decidiu criar os próprios instrumentos com materiais reciclados. Era a gênese de um projeto que três décadas depois se tornaria referência em sustentabilidade no mundo. Fábio e Cláudio Miranda são os fundadores do Favela da Paz, que surgiu após perceberem que moradores do Jardim Ângela se orgulhavam da banda e se interessavam em fazer música como eles. O projeto começou como estúdio na década de 90 para dar aulas de música para a comunidade. Depois, passou a ter projetos de sustentabilidade e energia renovável e se tornou Instituto Favela da Paz. Na atual edição da Conferência do Clima (COP), é reconhecido como um dos 17 projetos de sustentabilidade mais inspiradores do mundo e está exposto em pavilhão virtual até o fim do evento.”

Fonte: Estadão, 12/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Internacional

Empresas

Grandes empresas e COP26: os planos ‘líquido zero’ são confiáveis?

“Com o maior respeito, disse o Príncipe Charles aos líderes mundiais na cúpula da COP26 na semana passada, o setor privado ofereceu a única perspectiva de alcançar a reforma econômica fundamental necessária para evitar um desastre climático. O herdeiro do trono britânico estava em Glasgow para conceder algum favor real às empresas que ele viu liderando essa mudança – empresas tão diversas como AstraZeneca, Bank of America, IBM e L’Oréal. Seu patrocínio veio na forma do Selo Terra Carta, um prêmio criado pelo ex-designer da Apple, Sir Jony Ive, que apresenta folhas de carvalho, abelhas e uma borboleta monarca. A festa em que o príncipe Charles se misturou com os principais executivos teve um clima de parabéns na COP26 entre algumas das maiores empresas do mundo, muitas das quais usaram a cúpula para anunciar novas iniciativas de sustentabilidade. Mas a validação real foi emparelhada com uma crítica mais dura de outros na cúpula – que os planos de corte de emissões de muitas empresas não as obrigam a mudar seu comportamento tão cedo ou responsabilizam os executivos seniores por realizá-los. Algumas empresas, acusam os críticos, também estão engajadas em um lobby hipócrita que está minando a ação climática que afirmam querer ver.”

Fonte: Financial Times 11/11/2021

Política

A pressão aumenta à medida que as negociações climáticas da ONU entram no último dia

“Os negociadores da conferência climática da ONU em Glasgow estavam se acotovelando na sexta-feira para o que está programado para ser o último dia de barganha sobre como impedir que o aquecimento global se torne catastrófico. Após quase duas semanas de negociações, os quase 200 países representados na COP26 permanecem em desacordo sobre uma série de questões – desde como as nações ricas devem compensar os pobres pelos danos causados ​​por desastres causados ​​pelo clima até a frequência com que as nações devem ser obrigadas a atualizar suas emissões promessas. Um novo rascunho de documento publicado na manhã de sexta-feira enfraqueceu a linguagem usada em textos anteriores para abordar a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis. O diretor da política climática da União Europeia, Frans Timmermans, disse na quinta-feira que remover essa linguagem “seria um sinal extremamente, extremamente ruim”. A conferência teve como objetivo principal: manter viva a meta aspiracional do Acordo de Paris de 2015 de limitar o aquecimento global em 1,5ºC (2,7ºF) acima dos níveis pré-industriais e, assim, evitar os piores impactos das mudanças climáticas.”

Fonte: Reuters, 12/11/2021

Em ato de equilíbrio, rascunho do acordo da COP26 mantém pressão por ações climáticas

“Um novo rascunho de acordo elaborado para a cúpula do clima da ONU em Glasgow na sexta-feira pressiona os países a serem mais ambiciosos em seus planos para combater o aquecimento global, mas também caminha na linha tênue entre as demandas das nações em desenvolvimento e mais ricas. Embora mantenha sua demanda básica de que os países estabeleçam promessas climáticas mais duras no próximo ano, a minuta usa uma linguagem mais fraca do que uma minuta anterior ao pedir às nações que eliminem os subsídios aos combustíveis fósseis. O novo rascunho, que tenta garantir que o mundo enfrente o aquecimento global rápido o suficiente para impedir que se torne catastrófico, é um ato de equilíbrio – tentando atender às demandas de nações vulneráveis ao clima e grandes economias que dependem de combustíveis fósseis. A manutenção de uma promessa de que os países atualizem suas metas climáticas em 2022 será bem-vinda pelas nações mais pobres que desejam mais ações para enfrentar o agravamento das enchentes e incêndios florestais e a elevação do nível do mar.”

Fonte: Financial Times, 11/11/2021

Novos planos surgem à medida que o relógio avança para as regras do mercado global de carbono

“Com o relógio correndo para o final da cúpula do clima COP26 em Glasgow, um elemento-chave permanece sem solução: as regras para os mercados globais de carbono que os especialistas acreditam serem fundamentais para reduzir as emissões por trás das mudanças climáticas. Sinais de avanço em uma frente surgiram na quinta-feira, quando os negociadores apresentaram um plano para criar dois tipos de créditos de emissões a fim de resolver questões pendentes há anos. As chamadas regras do “Artigo 6” para os mercados de carbono são um assunto de intenso debate e contribuíram para o descarrilamento da COP anterior em Madri em 2019, que foi amplamente considerada um fracasso. As regras abririam o caminho para um sistema pelo qual os países que excederam suas metas climáticas seriam capazes de vender unidades que representem reduções de emissões para outros países usarem para cumprir seus próprios compromissos. Também criariam um novo mercado para a comercialização das unidades pelos setores público e privado.”

Fonte: Financial Times, 11/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”


Índices ESG e suas performances

Última atualização em 11/11/2021

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
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  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
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  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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