Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 11/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em leve alta de +0,4% e +0,5%, respectivamente.

• No Brasil, por conta da COP26, a cidade de São Paulo assinou ontem um acordo firmado para coibir a venda de novos carros emissores de gases do efeito estufa após 2040, tendo como objetivo atingir as metas do Acordo de Paris, além de contribuir para a conversão de toda a sua frota de veículos, como ônibus municipais, para versões que não emitam poluentes até o ano de 2035.

• No internacional, ainda no tema COP26, dois principais destaques: (i) um dos assuntos mais difíceis da Conferência, o artigo 6 do Acordo de Paris, pode estar chegando a um bom termo, segundo alguns negociadores, entretanto, o tópico que trata dos mercados de carbono ainda tem alguns cenários possíveis de desfecho e é um dos temas mais aguardados por todas as partes; e (ii) os Estados Unidos e a China, os dois principais países emissores de gases do efeito estufa do planeta, divulgaram ontem um acordo de compromisso para trabalharem juntos contra a liberação de carbono na atmosfera, além de reconhecem que a eliminação do desmatamento ilegal do planeta contribui significativamente para os objetivos firmados durante as conferências climáticas e, por isso, se comprometeram em aplicar leis de proibição de importações ilegais.

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Brasil

Empresas

O que é ESG e como implementar essa tendência nos pequenos negócios

“A ESG, sigla em inglês para “Environmental (ambiental), Social (social) and Governance (governança)”, é uma tendência de sustentabilidade no âmbito corporativo. Cada letra da sigla é baseada em um pilar que envolve cuidado com o meio ambiente, responsabilidade social e boas práticas de governança em um negócio. Apesar de ser realidade principalmente em grandes empresas, a pauta ESG também pode se tornar um norte para o crescimento de pequenos empreendedores. “ESG passou a ser uma variável de sucesso de qualquer negócio, grande ou pequeno. Microempreendedores que tiverem políticas de inclusão social, de gênero, de respeito aos diretos humanos, políticas de compliance, respeito às normas ambientais e compromissos climáticos passarão a acessar dinheiro mais barato e mais rápido”, afirma Rômulo Sampaio, professor de Direito na Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro. […] Em tempos de novos estilos de consumo e maior consciência sobre o papel social e ambiental de empresas no mundo, a pauta sustentável está cada vez mais valorizada. É a partir de cada pilar da sigla ESG que pequenos e microempreendedores podem redirecionar esforços internos e se tornarem exemplos de negócios sustentáveis.”

Fonte: G1, 10/11/2021

Política

Na COP26, cidade de SP assina compromisso para coibir vendas de carros não elétricos até 2040

“A cidade de São Paulo está entre as signatárias de um acordo firmado nesta quarta-feira (10) na Conferência do Clima da ONU (COP26) para coibir a venda de novos carros emissores de gases do efeito estufa após 2040. O acordo, que visa atingir as metas do Acordo de Paris, determina ainda que os governos e prefeituras signatários devem trabalhar para converter toda a sua frota de veículos, como ônibus municipais, para versões que não emitam poluentes até o ano de 2035. Além de São Paulo, outras cidades, como Buenos Aires, Nova York e Seul, assinaram o acordo. Além do acordo firmado entre as cidades para renovar as frotas municipais, os países signatários se comprometeram ainda a banir a venda de veículos poluentes entre 2035 e 2040. O Brasil, no entanto, não assinou o documento. Montadoras como a Ford, a General Motors e a Mercedes-Benz também fazem parte do acordo. No caso das fabricantes, o compromisso é criar um plano de negócio para que, até 2035, todas as vendas de novos produtos sejam de veículos que não emitem poluentes.”

Fonte: G1, 10/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Regulação

Clima e sustentabilidade ganham mais importância após pandemia, diz presidente do BC

“O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou que questões climáticas e de sustentabilidade “ganharam ainda mais importância depois da pandemia”. “Riscos climáticos,tanto físicos quanto de transição, representam desafios significativos“, disse em inglês em evento realizado na COP26 e promovido pelo Climate Disclosure Standards Board (CDSB) e pelo Ministério de Comércio e Assuntos Internacionais da Nova Zelândia. A participação de Campos foi gravada em vídeo anteriormente e transmitida nesta quarta-feira. Em sua fala, o presidente da autoridade monetária destacou que, até agora, a resposta das instituições financeiras para a seção regulatória da agenda de sustentabilidade do BC “foi positiva”. Segundo ele, a ideia é que empresas não financeiras sejam influenciadas pela agenda e “também se envolvam”.”

Fonte: Valor Econômico, 10/11/2021

Judiciário obriga vendedor a cumprir contrato e entregar créditos de carbono

“A Justiça analisou, pela primeira vez, a negociação de créditos de carbono. O juiz Guilherme Dezem, da 44ª Vara Cível de São Paulo, determinou o cumprimento de um contrato que garantia a uma empresa da capital paulista o direito de aquisição de créditos gerados em um projeto realizado na Amazônia. A companhia recorreu ao Judiciário porque, quando solicitado, o vendedor se recusou a fazer a transferência. Especialistas dizem que esse caso é importante porque traz segurança para o mercado. Não há ainda, no Brasil, legislação sobre o tema e as negociações vêm ocorrendo com cada vez mais frequência. O mercado ganhou força com a tendência mundial de valorização de práticas sociais, ambientais e de governança (ESG). E há expectativa de que crescerá muito nos próximos anos – tanto de forma voluntária, pelas empresas que querem ter a marca “carbono neutro”, quanto por determinação. A tendência é de que os setores mais poluentes sejam obrigados a fazer compensações.”

Fonte: Valor Econômico, 11/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Opinião

ESG e a indústria do esporte: desafios e oportunidades

“O seu time de futebol provavelmente não será a primeira coisa que virá à sua mente quando você pensar em ESG e a gestão de negócios. Mas não se engane, a indústria do esporte, como qualquer outra, é intrinsicamente ligada a todos os aspectos dessa sigla e será diretamente impactada por essas três letras que indicam cada vez mais a preocupação da nossa sociedade com os aspectos ambientais, sociais e de governança de um determinado negócio. Ninguém ousará discutir que adotar práticas ambientais, sociais e de governança é algo correto e deve ser feito. Mas um leitor mais cético talvez argumentasse que não deixaria de torcer para o seu time de coração caso este deixasse de adotar as medidas necessárias para neutralizar suas emissões de carbono, por exemplo. Talvez, dissesse, também, que não vai deixar de acompanhar seu torneio favorito de tênis caso este não passasse a premiar igualmente os jogadores homens e mulheres. Para este grupo de leitores deve ser dito que a adoção de práticas ESG não é uma moda passageira, e não é importante apenas para a boa reputação e imagem de um negócio. Ao contrário, a adoção ou não de práticas ESG pode ser o que vai definir se a sua organização esportiva favorita continuará existindo, ou se será esquecida.”

Fonte: Estadão, 10/11/2021

Internacional

Empresas

Pressão por ESG passa longe do mercado de bônus

“Uma característica estranhamente paradoxal dos mercados atuais é a forma como o capital internacional consegue ser tanto subversor quanto defensor das questões ambientais, sociais e de governança (ESG), que têm sido o foco principal de atenção dos investidores em torno da COP26 (sigla para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). No acumulado de 2021, os fundos de ações que divulgam investir com responsabilidade social ou diretrizes ESG atraíram o dobro do dinheiro que os rivais sem esse tipo de preocupação, segundo a firma de dados EPFR. No entanto, essa iniciativa pela redução das emissões de carbono e pela responsabilidade social, que é tanto uma mostra de virtude quanto uma jogada de marketing para administrar ativos, se dá principalmente no mercado de ações. No mercado mundial de títulos de dívida, que é muito maior, a BBVA Global Markets Research estimou que, no fim de 2020, o volume dos chamados bônus verdes, sociais ou sustentáveis ainda não chegava a US$ 1 trilhão, dentro de um universo de US$ 128 trilhões. Dada a base de comparação baixa, o crescimento vem sendo rápido, mas é inegável que o volume é minúsculo.

Fonte: Valor Econômico, 11/11/2021

Companhias aéreas dos EUA e Amazon unem esforços para reduzir as emissões de aeronaves

“As principais companhias aéreas dos EUA e a unidade de aviação da Amazon.com estão se juntando a um esforço para acelerar o desenvolvimento e o uso de combustíveis de aviação sustentáveis (SAF) para diminuir as emissões no transporte aéreo. A Sustainable Aviation Buyers Alliance disse que Amazon Air, Alaska Airlines, JetBlue e United Airlines estão se juntando ao esforço, que inclui grandes clientes de companhias aéreas corporativas, para ajudar a impulsionar uma maior produção de SAF, cortes de preços e avanços tecnológicos. O Environmental Defense Fund e o Rocky Mountain Institute lançaram a Sustainable Aviation Buyers Alliance em abril com empresas como Boeing, Bank of America, JPMorgan Chase, Microsoft e Netflix para dar suporte à crescente demanda do mercado por SAFs.”

Fonte: Reuters, 10/11/2021

Em IPO histórico, Rivian dispara 50% e testa euforia dos investidores com veículos elétricos

“A fabricante de picapes elétricas Rivian estreou hoje na Nasdaq com uma oferta pública inicial de US$ 11,9 bilhões. Foi o maior IPO nas bolsas americanas em quase dez anos. Em 2012, o Facebook levantou US$ 16 bilhões em sua estreia. E o que já era uma oferta quente, explodiu logo no início das negociações, com o papel chegando a saltar quase 50%, maiores altas nas bolsas neste ano, conforme os investidores aumentam suas apostas na eletrificação das frotas. Mas tanta euforia também levanta preocupações em relação a excessos. A maioria dessas empresas ainda dá prejuízo, e os analistas se questionam se os investidores
não estariam pagando alto demais para se posicionar. “

Fonte: Capital Reset, 10/11/2021

Política

Falta de consenso entre países põe em xeque otimismo com acordo sobre mercados de carbono na COP26

“O assunto mais controverso e complicado da COP 26, o famoso artigo 6 do Acordo de Paris, pode estar chegando a um bom termo, segundo alguns negociadores. Mas o tema que trata dos mercados de carbono ainda tem quatro cenários possíveis de desfecho e várias aparas. O tópico, um dos últimos a emergirem do Acordo de Paris, em 2015, foi criado pelo Brasil e pela União Europeia (UE), no caso dos mercados de carbono. Mas diferenças de visão bloquearam um acordo em 2019, na COP de Madri. O Brasil levou a culpa. São três subartigos. De maneira simplificada, o 6.2 trata do comércio de emissões via países. O 6.4 funciona da mesma forma, mas o comércio ocorre entre empresas. E o 6.8 foi proposto por alguns países como a Bolívia, que não aceitam a ideia de mercantilização da natureza e preferem mecanismos de cooperação internacional. “Estamos mais perto de um acordo no artigo 6 do que jamais estivemos”, disse à Bloomberg Felipe De Leon Denegri, negociador da Costa Rica. O otimismo, é verdade, vem do fato de todos os países envolvidos desejarem um acordo no tópico. O problema é que há ainda quatro cenários possíveis e alguns colocam tudo a perder.”

Fonte: O Globo, 11/11/2021

COP26: China e EUA anunciam plano conjunto para corte de emissões de gases do efeito estufa

“Os Estados Unidos e a China divulgaram nesta quarta-feira (10), na COP26, conferência climática das Nações Unidas que está sendo realizada em Glasgow, na Escócia, um acordo de compromisso em trabalhar juntos contra a liberação de carbono na atmosfera. Os dois países são os principais emissores de gases do efeito estufa do planeta. “China e Estados Unidos relembram o compromisso firmado pelos dois países em trabalhar juntos e com outras partes para fortalecer a implementação do Acordo de Paris e, ao mesmo tempo, relembrar que o Acordo é para controlar a temperatura global em uma média abaixo de 1,5ºC”, declara parte do documento, encontrado em chinês e em inglês. Um dos destaques, que poderia inclusive afetar o Brasil no futuro, é que os dois países reconhecem que a eliminação do desmatamento ilegal do planeta contribuiria “significativamente” para os objetivos firmados durante as conferências climáticas. China e Estados Unidos se comprometeram, então, em aplicar “leis de proibição de importações ilegais”.”

Fonte: G1, 10/11/2021

Final da COP26: cinco coisas para assistir enquanto a cúpula entra nos últimos dias

“Enquanto a Conferência do Clima COP26 entra em seus últimos dias, negociadores de quase 200 países estão trabalhando sem parar para tentar chegar a um acordo sobre os textos finais que serão publicados no final da conferência de duas semanas. Após manchetes sobre carvão e acordos financeiros durante os dias de abertura, e discursos de celebridades do ex-presidente dos EUA Barack Obama e da jovem ativista Greta Thunberg, as negociações que normalmente dominam o final de uma cúpula da COP podem parecer técnicas e misteriosas. Mas também são um campo minado geopolítico, muitas vezes abrindo desacordos surpreendentes, bem como alianças inesperadas, entre os 197 países que aprovaram o acordo climático de Paris na COP21 de 2015.”

Fonte: Financial Times, 10/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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