Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 07/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O Ibov encerrou o pregão de quarta-feira em território positivo e em leve alta de +0,09%, enquanto o ISE, em leve queda de -0,4%.

• No Brasil, um estudo divulgado ontem pela B3 mostrou que a maioria das companhias de capital aberto no país não tem mulheres em cargos de direção, uma vez que das 408 empresas listadas, 61% não possuem uma única representante feminina entre seus diretores estatutários, 25% têm apenas uma e somente 6% das organizações contam com três ou mais mulheres em cargos de direção.

• No internacional, (i) a União Europeia (UE) deverá anunciar em novembro uma proposta para exigir de seus importadores de carne bovina, soja, café, cacau, madeira e óleo de palma que se certifiquem de que essas seis commodities são provenientes de terras que não foram desmatadas ilegalmente; além disso, (ii) a UE foi advertida pelo escritório de advocacia ambiental, ClientEarth, de violar suas próprias leis ao rotular os investimentos em energia movida a gás como “verdes” nas regulamentações financeiras futuras.

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Brasil

Empresas

61% das empresas listadas na Bolsa não têm mulheres na diretoria

“Um estudo divulgado nesta quarta-feira (6) pela B3, a Bolsa de Valores do Brasil, mostrou que a maioria das companhias de capital aberto no país não tem mulheres em cargos de direção. Das 408 empresas listadas, 61% não possuem uma única representante feminina entre seus diretores estatutários, 25% têm apenas uma e somente 6% das organizações contam com três ou mais mulheres em cargos de direção. Quando observada a presença nos conselhos de administração, os números são um pouco melhores. De todas as companhias, 45% não têm mulheres nessas posições, enquanto 32% possuem somente uma. As empresas com três ou mais conselheiras representam 6% do total.”

Fonte: Folha de São Paulo, 06/10/2021

EPE faz estudo sobre criação de mercado de carbono

“A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) está concluindo os estudos sobre a criação de um mercado de precificação de carbono no Brasil e deve apresentar um relatório ao Ministério da Economia e ao Ministério de Minas e Energia (MME) até o fim do ano, segundo o presidente Thiago Barral. “Temos que ter em mente que o mercado brasileiro é ofertante de energias limpas. O ideal seria talvez começar com um mercado regulado e ampliá-lo para além do setor elétrico, buscando segmentos em que a eletrificação possa ser uma solução de descarbonização, como mineração e transportes”, disse Barral, durante o Shell Talks, evento on-line promovido na manhã de ontem, em parceria com Valor e “O Globo”. Durante o mesmo evento, à tarde, o deputado Christino Áureo (PP-RJ) defendeu maior rapidez nas discussões no Congresso Nacional sobre a criação de um mercado de créditos de carbono. Para ele, o país vai precisar fazer um esforço para avançar no tema antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (CoP 26), que vai acontecer no início de novembro. “Essa discussão já deveria ter evoluído”, disse Áureo.”

Fonte: Valor Econômico, 07/10/2021

IBGC constata evolução em estatais, mas há muito o que fazer

“A adoção de práticas de governança corporativa é muito mais forte entre empresas estatais federais e de capital aberto do que nas estaduais, mostra a pesquisa “Governança Corporativa em Empresas Estatais Brasileiras”, divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e antecipada ao Valor. O levantamento foi feito com 252 empresas estatais, sendo 48 federais e 204 estaduais. Deste total, 30 são de capital aberto e 222 de capital fechado. A pesquisa mostrou que as empresas federais apresentam maior nível de adesão às práticas de governança previstas na Lei das Estatais, que entrou em vigor em 2018. Luiz Martha, gerente de pesquisa e conteúdo do IBGC, diz que esse é o primeiro estudo de grande escala sobre governança corporativa em estatais e o que fica claro é que ainda há muito espaço para esses aspectos evoluírem nas empresas públicas”

Fonte: Valor Econômico, 07/10/2021

Transição para energias limpas será mais lenta do que o esperado

“A transição energética para fontes limpas parece algo simples, mas é um processo que será mais lento do que as pessoas gostariam, ponderou Ricardo Durazzo, presidente do conselho de administração da Tupy, durante participação no 22° Congresso Anual do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Ele diz que renovar as fontes de energia para renováveis até 2050 é uma meta irreal, que algo mais sensato seria estabelecer um prazo de 70 anos ou mais, respeitando a média histórica de transições energéticas anteriores. “Para alcançar as metas até 2050 precisaríamos construir uma Itaipu por semana, levando em conta a continuidade no crescimento da demanda por energia, é um desafio que não chega a ser difícil, é simplesmente impossível”, comentou.”

Fonte: Valor Econômico, 06/10/2021

Por que a Cosan está investindo num fundo de construtechs

“A Cosan anunciou nesta terça-feira um investimento no Fifth Wall Climate Tech Fund, braço climático da gestora de venture capital americana especializada no setor imobiliário e de construção.  Controladora da Raízen, produtora de açúcar e etanol e sócia da Shell na distribuição de combustíveis, da Rumo, de ferrovias, e da Compass, que atua na distribuição de gás natural por meio da Comgás e na geração e comercialização de energia, o setor de construtech pode não parecer uma escolha óbvia para a holding à primeira vista. Diferentemente da Cosan, os cotistas do fundo são companhias que atuam no setor de real estate, como a CBRE, maior empresa do mundo de prestação de serviços para edifícios comerciais.”

Fonte: Capital Reset, 06/10/2021

Vegana e sustentável, Insecta Shoes aposta que o fast fashion saiu de moda

“Depois de cair nas graças de famosos como a chef e apresentadora Bela Gil e o ator Antônio Fagundes, a marca de sapatos veganos e de apelo sustentável Insecta Shoes quer furar a bolha do público mais alternativo ou preocupado com a pegada ambiental dos produtos e ser uma opção para clientes de lojas do varejo tradicional. A marca registrada dos seus pisantes são as estampas variadas e únicas. Criada em 2014 pela administradora Barbara Mattivy, a empresa tem em seu portfólio calçados produzidos a partir de tecidos de roupas de brechó, Piñatex (um couro feito com folhas de abacaxi), além de garrafas PET e algodão reciclados. Neste ano, a Insecta deve crescer seu faturamento em quase 50%, para R$ 6 milhões, e está na rua com uma captação no valor de R$ 2 milhões numa plataforma de equity crowdfunding. O plano é investir majoritariamente em marketing digital e desenvolvimento de novos produtos.”

Fonte: Capital Reset, 06/10/2021

Opinião

O ESG e as favelas

“Na minha opinião, a próxima revolução virá das favelas. Não uma revolução política, mas econômica. É fácil compreender o potencial da população que habita esses “aglomerados subnormais”, como classifica o IBGE. Se fossem um país, as favelas brasileiras teriam um PIB superior ao da Bolívia. O que as impede de se desenvolver e se tornar um motor de crescimento é um modelo empresarial antiquado, que enxerga as quebradas como locais de miséria. Favela não é carência, é potência. Fui camelô em Madureira, no Rio de Janeiro. Os grandes mercados informais dão uma dimensão do desperdício econômico que se tem com a não inclusão das favelas. Eles são formados por empreendedores e frequentados por pessoas produtivas para a sociedade. As favelas consomem, por ano, mais de R$ 120 bilhões. Mas são mercados desestruturados, ineficientes. Eles precisam de um olhar capitalista e de um modelo que permita dar escala aos negócios. O conceito de ESG é uma oportunidade para mudar esse quadro.”

Fonte: Folha de São Paulo, 06/10/2021

Internacional

Empresas

Europa prepara certificação ‘verde’ para commodities

“A União Europeia (UE) deverá anunciar em novembro proposta para exigir de seus importadores de carne bovina, soja, café, cacau, madeira e óleo de palma que se certifiquem de que essas seis commodities são provenientes de terras que não foram desmatadas ilegalmente ou contribuíram para a degradação de solos depois de 1º de janeiro de 2021. Essa ação, que Bruxelas vê como ataque ao “desmatamento importado”, colocará mais pressão para o governo de Jair Bolsonaro tomar medidas efetivas para proteger a Amazônia. Do contrário, pode causar mais problemas para a entrada de alguns produtos no mercado europeu e prejuízos de centenas de milhões de dólares ao setor agrícola. A Associação Brasileira do Agronegócio afirmou que a medida tende a ter pouco impacto porque o desmatamento no Brasil está hoje muito mais ligado à grilagem do que à expansão do agro (leia mais em ‘Não vejo muito impacto’, diz Brito).”

Fonte: Valor Econômico, 07/10/2021

Advogados alertam UE contra rotular o gás como um investimento ‘verde’

“O escritório de advocacia ambiental ClientEarth advertiu a União Europeia que estaria violando suas próprias leis se rotular os investimentos em energia movida a gás como “verdes” nas regulamentações financeiras futuras. Em uma carta na quarta-feira ao executivo do bloco vista pela Reuters, ClientEarth disse que categorizar o gás como amigo do ambiente violaria outras leis, incluindo a meta legalmente vinculativa da UE de reduzir suas emissões líquidas de gases de efeito estufa em pelo menos 55% até 2030 em relação aos níveis de 1990, e trazer a zero até 2050. A UE está perto de terminar a parte climática de sua taxonomia financeira sustentável, uma regulamentação inédita que visa afastar o capital privado das atividades econômicas poluidoras e colocá-las nas que a UE considera ecologicamente corretas.”

Fonte: Reuters, 07/10/2021

A tecnologia da bateria dá à China uma oportunidade em veículos elétricos

“Neste verão, a fabricante chinesa de veículos elétricos BYD despachou seus veículos utilitários esportivos Tang para a Noruega, o país que registrou a aceitação mais rápida de carros movidos a bateria. Batizados com o nome da dinastia chinesa, os carros são movidos por baterias de lítio caseiras da BYD, uma tecnologia que espera se tornar uma plataforma-chave para a indústria automotiva global. O primeiro cliente norueguês da BYD, Per Lian, vendedor de uma empresa de ventilação de prédios, disse que os noruegueses não teriam escrúpulos em comprar carros chineses devido ao custo mais barato e ao alcance decente. “Entendemos que os chineses virão e levarão grande parte dos carros da Noruega”, diz Lian, que dirige cerca de 4.000 quilômetros por ano em seu trabalho. “Sinto que a qualidade é boa. O mais importante são os preços – se você quiser comprar um Tesla, talvez seja o dobro.””

Fonte: Financial Times, 07/10/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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