Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 01/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de ontem em leve queda, com o Ibov e ISE recuando -0,1% e -0,2%, respectivamente.

• No Brasil, (i) uma pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com o Ipespe mostra que 77% dos brasileiros afirmam que a adoção de boas práticas de sustentabilidade por empresas e governos deve ser prioridade, ainda que sob o risco de diminuir os lucros e o crescimento econômico; e (ii) o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, afirmou que o Brasil gera “empregos verdes” na indústria do biodiesel, logo após visitar a BSBIOS, empresa líder na produção do biocombustível no país, e relatou que levará o case para a Cop-26.

• No internacional, a General Motors anunciou ontem que planeja abastecer todas as suas instalações nos EUA apenas com fontes de energia renovável até 2025, encurtando em cinco anos o prazo estabelecido anteriormente. No início deste ano, a companhia também se comprometeu a investir US$35bn em veículos elétricos e autônomos, com o plano de lançar mais de 30 modelos no mundo inteiro até 2025.

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Brasil

Empresas

Para 77%, sustentabilidade deve ter prioridade sobre crescimento ou lucro, diz Febraban/Ipespe

“Uma pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com o Ipespe mostra que 77% dos brasileiros afirmam que a adoção de boas práticas de sustentabilidade por empresas e governos deve ser prioridade, ainda que sob o risco de diminuir os lucros e o crescimento econômico. Apenas 16% dizem que o resultado econômico é mais importante, mesmo que isso signifique que empresas e governos não possam adotar boas práticas de sustentabilidade. Segundo a pesquisa, 98% consideram muito importante ou importante que boas práticas sejam adotadas por cidadãos e famílias; e 96% tanto por empresas como por governos. Quase metade (45%) dos entrevistados responderam que, na prática, os brasileiros não mudaram seu comportamento em relação aos cuidados com o meio ambiente nos últimos cinco anos; 35% identificam uma melhora e 17% avaliam que houve piora. Grande parte dos entrevistados declara adotar boas práticas ambientais e de consumo no cotidiano.”

Fonte: Valor Econômico, 30/09/2021

Rock in Rio tem a meta de ser “lixo zero” até 2030

“O Rock in Rio, o maior festival de música do país e um dos maiores do mundo, tem novas metas para aprimorar práticas ambientais, sociais e de governança, conhecidas em inglês pela sigla ESG. Objetivo é de, até 2030, ser “lixo zero” em todas as edições do evento, eliminar desperdício alimentar e capacitar 100 mil pessoas, para trabalhar como produtores de shows, auxiliares de artistas e monitores de público, entre outras funções. A informação é de Roberta Medina, vice-presidente executiva do evento, e filha do fundador do Rock In Rio, Roberto Medina. A marca Rock in Rio pertence à Rock World, empresa da qual a produtora americana Live Nation tem 60% e Roberto Medina, 40%. As próximas edições do festival estão marcadas para 2022 em Lisboa e no Rio. A pandemia impediu a realização das edições em 2020 em Portugal, e neste ano no Brasil. O plano, de acordo com a vice-presidente do evento, é aprofundar o conceito de sustentabilidade nos próximos festivais.”

Fonte: Valor Econômico, 30/09/2021

Com resgate de funcionários, Vale agora foca em credenciais ESG

“A Vale conseguiu resgatar todos os 39 funcionários presos em uma mina subterrânea esta semana. Agora, começa o trabalho de convencer investidores de que o incidente foi um caso isolado. O acidente de domingo na mina de Sudbury, Ontário, Canadá, chama a atenção de uma empresa que ainda tenta restaurar sua imagem em responsabilidade corporativa depois de dois desastres em barragens de rejeitos. Provar suas credenciais ambientais, sociais e de governança, ou ESG na sigla em inglês, é fundamental para que a Vale reduza o desconto dado às suas ações em relação aos papéis de suas principais rivais.”

Fonte: InfoMoney, 30/09/2021

Política

Biodiesel gera empregos ‘verdes’ no Brasil, diz ministro do Meio Ambiente

“O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, afirmou que o Brasil gera “empregos verdes” na indústria do biodiesel. Ele visitou a BSBIOS, em Passo Fundo (RS), empresa líder na produção do biocombustível no país, nesta quinta-feira, e relatou que irá levar o case para a Cop-26. “Conhecer uma produção de biodiesel demonstrou que hoje já temos no Brasil uma efetiva prática do ‘emprego verde’, uma realidade proporcionada por esta potência global que é o nosso biocombustível”, disse o ministro, em nota divulgada pela assessoria da BSBIOS. A visita faz parte de estratégia do MMA de ir a campo para conhecer as experiências brasileiras para subsidiar a elaboração do Programa de Crescimento Verde, que será apresentado em breve pelo governo brasileiro e também terá destaque na Conferência do Clima. A proposta deve mirar na criação dos chamados “empregos verdes”, no alcance da neutralidade de carbono até 2050 no país, na conservação de florestas nativas, no fim do desmatamento ilegal até 2030, entre outros ponto.”

Fonte: Valor Econômico, 30/09/2021

Brasil diz na OMC que não aceitará “novas regras disfarçadas de proteção ambiental”

“O Brasil avisou nesta quinta-feira aos outros 163 membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) que tentativas de reverter as atuais regras do comércio agrícola internacional, “para criar novas barreiras disfarçadas de proteção ambiental, ou para legitimar subsídios que distorcem as trocas”, não serão aceitáveis em qualquer hipótese. A mensagem foi dada em discussões sobre o que pode ocorrer na conferência ministerial no fim de novembro em Genebra. A menos de dois meses do encontro, o Brasil sinalizou que é hora de considerar muito cuidadosamente o conteúdo do pacote de “deliverables” (resultados). A questão da reforma agrícola está sempre no centro da agenda brasileira e de outros exportadores. Ao mesmo tempo, a pressão cresce em diferentes países pelo reforço de medidas de sustentabilidade no comércio internacional, como na parte agrícola. E o Brasil, até por causa do desmatamento na Amazônia, que alimenta a percepção do país como vilão ambiental, é um óbvio alvo de parceiros.”

Fonte: Valor Econômico, 30/09/2021

Opinião

Como melhorar o mercado de carbono voluntário

“Há algumas incertezas sobre como vai ser o futuro dos mercados de carbono, mas não há dúvida de que a demanda pela descarbonização é real e que, para evitar um aumento de temperatura global irreversível, governos e entidades privadas cada vez mais precisarão assumir compromissos de reduzir seu impacto de carbono para a atmosfera. No caso dos mercados de carbono obrigatórios estabelecidos pelos governos — para regular as emissões de determinados setores da indústria —, sistemas legais centralizados precisam ser criados para controlar e viabilizar o fluxo de transferência de permissões de carbono entre os agentes regulados. Mas quando o mercado acontece por uma demanda voluntária — de empresas que sem nenhuma obrigação legal optam por comprar créditos de carbono —, não existe um sistema unificado e um conjunto de regras harmônicas aplicáveis para a oferta e demanda.”

Fonte: Valor Investe, 30/09/2021

Equidade racial se destaca no debate de ESG

“Uma mirada no noticiário sobre o mundo corporativo nos últimos meses coloca em evidência o crescente debate sobre os valores envolvidos na sigla ESG (em português, Ambiental, Social e Governança), um conjunto de critérios de responsabilidade social corporativa que envolve desde a preservação do meio ambiente até o combate aos efeitos do racismo, sexismo, machismo e discriminação contra LGBTQI+ e pessoas com deficiência. Pode ser uma resposta à crescente pressão social sobre como devem se comportar as empresas no contexto de políticas de governança responsáveis, éticas e de respeito à pluralidade que marca a sociedade em que estão inseridas. Merece destaque nesse processo a busca de equidade racial no mundo de trabalho, pois como dizia Florestan Fernandes, “o trabalho lança raízes no Brasil através do trabalho escravo”, ou seja, a população negra no Brasil, durante quase 4 dos nossos 5 séculos, foi a principal, senão a única, população trabalhadora. Alterar a atual condição de exclusão e sub-representação desta população no mundo do trabalho, especialmente em posições de liderança, é um desafio a ser enfrentado.”

Fonte: Folha de São Paulo, 29/09/2021

Internacional

Empresas

Phillips 66 cortará 30% das emissões de gases de efeito estufa até 2030

“A U.S Refiner Phillips 66 disse na quinta-feira que cortaria as emissões de gases de efeito estufa em 30% de suas operações até 2030, em meio à crescente pressão sobre a indústria para se juntar à luta contra as mudanças climáticas e reduzir as emissões de carbono até meados do século. Desde que o acordo climático de Paris de 2015 estabeleceu uma meta de manter o aquecimento global bem abaixo de 2 graus Celsius (3,6 F), tem havido pressão sobre as refinarias para anunciar metas ambiciosas e operar de forma mais limpa. “Apoiamos as ambições do Acordo de Paris, e a Phillips 66 fará sua parte melhorando a eficiência energética e desenvolvendo tecnologias de baixo carbono”, disse o presidente-executivo Greg Garland em um comunicado. O refinador espera atingir a meta por meio de investimentos em plataformas de negócios de baixo carbono, incluindo combustíveis renováveis, baterias de íon-lítio, captura de carbono e hidrogênio.”

Fonte: Financial Times, 30/09/2021

GM antecipa meta de usar apenas energia renovável nos EUA

“A General Motors anunciou nesta quinta-feira que planeja abastecer todas as suas instalações nos Estados Unidos apenas com fontes de energia renovável até 2025, encurtando em cinco anos o prazo estabelecido anteriormente pela montadora. Segundo a empresa, com a antecipação, a GM vai evitar a emissão de 1 milhão de toneladas carbono que seriam produzidas entre 2025 e 2030. No início deste ano, a companhia também se comprometeu a investir US$ 35 bilhões em veículos elétricos e autônomos, com o plano de lançar mais de 30 modelos no mundo inteiro até 2025.”

Fonte: Valor Econômico, 30/09/2021

Amazônia colombiana sofre ‘preocupante degradação ambiental’

“Cultivos ilícitos, agricultura intensiva, mineração ilegal e narcotráfico produzem uma “preocupante degradação ambiental” na Amazônia colombiana, cada vez mais afetada pelo desmatamento e por ataques contra ambientalistas, denunciaram várias ONGs nesta quinta-feira (30). A região “enfrenta uma crise ambiental e de segurança sem precedentes, que tem um grave risco para os defensores do meio ambiente”, alertaram nove organizações colombianas e internacionais na apresentação de um relatório sobre o tema. A apropriação de terras para a agricultura e a pecuária e as economias ilegais como o garimpo e os narcocultivos não só afetam o meio ambiente, como também aumentaram a violência, segundo o documento intitulado “Un clima peligroso: Deforestación, cambio climático y violencia contra los defensores ambientales en la Amazonía colombiana” (Um clima perigoso: desmatamento, mudanças climáticas e violência contra os defensores ambientais na Amazônia colombiana, em tradução livre).”

Fonte: Isto É, 30/09/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo”

Política

Biden recua de suas ambições quanto ao clima

“Todo mundo fala sobre clima, diz a piada, mas ninguém faz nada a respeito. O presidente dos EUA, Joe Biden, se anunciou como o tão esperado afastamento da tendência democrata de falar muito sobre o aquecimento global, mas nunca fazer nada de concreto. Biden finalmente tomaria medidas sérias. Na prática, ele tem transmitido sinais radicalmente contraditórios. Na terça-feira, Jen Psaki, a porta-voz da Casa Branca, disse que Biden “analisava todos os meios que o país dispõe para reduzir os preços da gasolina”, entre eles pressionar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) a aumentar sua produção. Duas semanas antes, o presidente dos EUA descrevera o aquecimento global como um “alerta vermelho — a nação e o mundo estão em perigo”. Essas declarações são mutuamente excludentes. Em qual delas Biden realmente acredita é a pergunta de US$ 64 trilhões. A resposta — que ele concorda com as duas — é ambivalente ao ponto da exasperação. Sua ansiedade com o preço do petróleo é simples. A mais de US$ 80 o barril, o petróleo está em sua maior alta em vários anos.”

Fonte: Valor Econômico, 30/09/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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