Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 18/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem, o mercado encerrou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,4%.

• No Brasil, (i) Plínio Ribeiro, CEO e fundador da Biofílica Ambipar estimou que, num cenário conservador, pós-COP26, o chamado mercado voluntário global poderá atingir um volume transacionado de US$ 30 bilhões por ano a partir de 2030 e o Brasil é capaz de ter pelo menos 20% desse mercado; e (ii) com o intuito de avaliar possíveis melhorias na transparência de informações ESG ao público investidor do mercado de valores mobiliários, a CVM lançou uma pesquisa para obter o nível de compreensão desse público a respeito do tema e como ele influencia, ou não, em suas escolhas de investimentos.

• No internacional, a União Europeia apresentou ontem uma proposta para proibir a importação de produtos agrícolas associados ao desmatamento, o que já era esperado e, agora, se torna oficial e aumenta a pressão sobre o agro brasileiro.

XP na Expo Dubai

A World Expo é um evento que acontece a cada 5 anos desde 1851, com o objetivo de exibir globalmente as grandes inovações. Este ano a feira acontece em Dubai e estamos aqui, com apoio da nossa parceira Fanato Incentive, para acompanhar e compartilhar os highlights daquilo que irá moldar o futuro.

Ontem foi comemorado o Dia Internacional da Criatividade aqui na Expo Dubai, e aproveitamos a oportunidade para explorar o distrito da Mobilidade. Dentre os vários tópicos abordados, destacamos: (i) interdependência e cooperação entre países; (ii) veículos elétricos e autônomos; (iii) mobility as a service (MaaS).

Clique aqui para ler o relatório com o feedback do dia de ontem.

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Brasil

Empresas

Pós-COP: Brasil pode ter mercado voluntário de carbono de R$ 30 bi, diz CEO da Biofílica Ambipar

“A regulamentação do chamado Artigo 6 do Acordo de Paris, criando regras para trocas internacionais de créditos de carbono, removeu uma enorme incerteza que pairava sobre o mercado voluntário de CO2. O resultado deve ser o destravamento de investimentos em projetos para evitar ou remover emissões de gases de efeito-estufa no mundo todo, Brasil inclusive. A avaliação é de Plínio Ribeiro, CEO e fundador da Biofílica Ambipar.[…] A leitura de Ribeiro é que, a partir de Glasgow, ficou claro que os chamados mercados voluntários não terão que passar pelos mecanismos criados pela Organização das Nações Unidas (ONU) e estão livres de amarras para serem negociados. […] O executivo estima que, num cenário conservador, o chamado mercado voluntário global poderá atingir um volume transacionado de US$ 30 bilhões por ano a partir de 2030. “E o Brasil tem todas as condições de ter pelo menos 20% desse mercado”, disse ele, logo depois de chegar de Glasgow, onde participou da sua 11ª COP.”

Fonte: Capital Reset, 17/11/2021

Braskem e Cosan juntas por biorrenováveis e ESG

“Duas das maiores empresas brasileiras e com faturamento anual combinado da ordem de centenas de bilhões de reais, Braskem e Cosan uniram forças para explorar oportunidades em produtos químicos de origem renovável, ou em um segmento mais amplo que começa a ser conhecido como de biorrenováveis, e em sustentabilidade, numa demonstração de que o ESG (do inglês environmental, social and corporate finance) pode ser encarado seriamente no país. A ambição é extrair sinergias a partir de portfólios de negócio e expertises complementares, com iniciativas que vão além do foco comercial e passam pelo fomento à criação de um mercado regulado de carbono no país. Não há constituição de empresa ou joint venture neste momento – e ao que tudo indica, nem no futuro. O foco é unir forças e competências, e viabilizar o potencial do Brasil num mundo e em mercados que exigem posturas responsáveis em relação à sigla ESG, especialmente do setor privado, conforme demonstrado na Conferência das
Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP26, dizem os presidentes de Braskem, Roberto Simões, e da Cosan, Luis Henrique Guimarães.”

Fonte: Valor Econômico, 18/11/2021

Glasgow abre oportunidade fantástica para investimentos no Brasil, diz CEO da Suzano

“Como nunca antes numa cúpula do clima, o setor privado brasileiro se organizou para interagir com o governo brasileiro na preparação para a convenção e marcar posição sobre os interesses ambientais e econômicos do país que estavam em jogo. Um dos mais ativos nesse movimento, Walter Schalka, o CEO da fabricante de celulose Suzano, esteve em Glasgow durante a segunda semana da COP26. Quis acompanhar de perto o desempenho do Brasil à mesa de negociação da política climática global. Terminado o encontro, Schalka diz que deixou Glasgow satisfeito com uma série de avanços, como a definição das regras em torno das trocas globais de créditos de carbono. […] “Houve uma evolução, mas não estamos na linha de chegada. Glasgow é mais um passo, assim como foi Paris, e outros passos precisam ser dados na direção correta, porque temos o risco de um precipício ambiental. Hoje temos instrumentos tecnológicos e financeiros para fazer acontecer. Agora, vamos colocar a mão na massa.””

Fonte: Capital Reset, 16/11/2021

Ambipar e Bradesco fazem parceria para neutralização de emissões de carbono dos clientes do banco

“A Ambipar anunciou nesta quarta-feira que fez uma parceria com o Bradesco para criar uma nova funcionalidade no aplicativo da instituição em que clientes do banco possam calcular e neutralizar suas emissões de carbono. De acordo com a empresa, o cálculo é realizado considerando padrões de consumo de energia, meios de deslocamento e transporte, gás e internet ao longo de um mês, usando o GHG Protocol como metodologia para a conta. Ao fim da estimativa, o cliente vai visualizar sua “pegada de carbono” e, se desejar, o simulador vai gerar o valor equivalente à cota correspondente ao crédito de carbono para neutralizar a emissão.”

Fonte: Valor Econômico, 17/11/2021

Regulação

ESG é tema de nova pesquisa lançada pela CVM

“Questões relacionadas aos aspectos ASG (fatores ambientais, sociais e de governança – ESG em inglês – aplicados no processo de avaliação de riscos e/ou oportunidades para os negócios) vêm ganhando cada vez mais destaque no mercado de capitais. A CVM, por meio da Instrução CVM 480, exige que sejam reportadas informações materiais dos aspectos socioambientais das companhias sob sua supervisão em seus formulários de referência. Com o intuito de avaliar possíveis melhorias na transparência de tais informações ao público investidor do mercado de valores mobiliários, a Assessoria de Análise Econômica e Gestão de Riscos (ASA/CVM) lança pesquisa para obter nível de compreensão desse público a respeito do tema e como ele influencia, ou não, em suas escolhas de investimentos. O resultado da pesquisa servirá de subsídio para o estudo que está sendo desenvolvido pela área.”

Fonte: gov.br, 16/11/2021

Clique aqui para acessar a nota | “CVM anuncia nova pesquisa ESG; Reguladores do mercado financeiro seguem em evolução na pauta”

Internacional

Empresas

Bayer e Microsoft vão desenvolver ferramentas digitais para o agro

“A alemã Bayer anunciou hoje (17/11) uma parceria com a Microsoft para desenvolver novas ferramentas digitais e soluções em nuvem para o agronegócio. A ideia é que essas inovações ajudem a ampliar a sustentabilidade na cadeia. Segundo a Bayer, as ferramentas serão voltadas tanto a produtores rurais quanto a empresas de diferentes tamanhos, de startups a companhias globais. Entre os planos está o de oferecer inovações que permitam rastrear a origem de produtos e quais práticas ambientais se adotou na produção, por exemplo. A Bayer já tem soluções digitais em seu portfólio, como a plataforma Climate FieldView. Utilizada em cerca de 20 países, ela gera relatórios de monitoramento das lavouras em tempo real que melhoram a tomada de decisões no campo. “Mas há muito trabalho a ser feito para a otimização de toda a cadeia de valor de alimentos, rações, combustíveis e fibras, especialmente, em relação à utilização dos recursos naturais e aos esforços para combater as mudanças climáticas”, diz a Bayer, em nota.”

Fonte: Valor Econômico, 17/11/2021

Com opções de veículos elétricos limitadas, Uber adota compensações de carbono na América Latina

“O Uber se propôs a ser neutro em carbono até 2040, mas a empresa de busca de carona escolheu uma rota em partes da América Latina que é repleta de desafios. Desde fevereiro, o grupo norte-americano oferece aos clientes do México a opção “Uber Planet”. Por um adicional de 0,37 pesos mexicanos por quilômetro, eles podem contribuir para a compra de créditos de carbono para projetos de reflorestamento e um parque eólico em Oaxaca para compensar as emissões causadas por seus passeios. As compensações de carbono são controversas. Quando os países e empresas acham difícil ou caro cortar as emissões de gases de efeito estufa, às vezes eles usam compensações para cumprir as metas climáticas. Isso permite que os compradores continuem poluindo enquanto pagam outra pessoa para tomar medidas favoráveis ao clima.”

Fonte: Reuters, 17/11/2021

‘Sustentabilidade agora é parte central dos negócios’, diz líder global da McKinsey

“A estratégia de sustentabilidade não pode ser uma atividade “lateral” de uma empresa. Em um mundo em que os clientes cada vez mais cobram um posicionamento ambiental de grandes corporações, o meio ambiente precisa estar no centro da estratégia, de acordo com Bob Sternfels, managing partner global da McKinsey & Co. “Uma ‘estratégia de sustentabilidade’ separada de uma estratégia central é algo que está cada vez mais deixando de existir; elas agora são uma coisa só”, disse o executivo, em entrevista por e-mail ao Estadão. Ele ainda falou sobre a busca pelo modelo de trabalho ideal no pós-pandemia e a forte tendência de empresas de grande porte buscarem modelos disruptivos de negócio.”

Fonte: Estadão, 18/11/2021

Política

Brasil na berlinda: União Europeia avança para banir compra de carne e soja de áreas desmatadas

“A União Europeia apresentou hoje uma proposta para proibir a importação de produtos agrícolas associados ao desmatamento. Algo que já era esperado, mas que agora se torna oficial e aumenta a´ pressão sobre o agro brasileiro. A maior parte dos produtos que entram na mira da UE logo de cara afeta diretamente a pauta exportadora do país para o bloco: carne bovina, soja, madeira, café, cacau e óleo de palma – e também seus derivados, como chocolates, couro e móveis. Outros podem ser incluídos na lista no futuro. A legislação ainda precisa ser aprovada pelos governos do bloco e também pelo Parlamento Europeu para valer. Mas pouca gente duvida que a proposta vingará. É uma questão de tempo e o agro brasileiro precisa se preparar se não quiser ser deslocado como fornecedor.”

Fonte: Capital Reset, 17/11/2021

A dívida da pandemia aumenta o desafio de financiar as metas climáticas mundiais

“Enormes gastos dos governos mantiveram a economia mundial à tona durante a pandemia, enquanto as autoridades mobilizavam uma resposta fiscal não vista desde a Segunda Guerra Mundial para aumentar a renda familiar e dar às empresas uma chance de sobreviver à crise de saúde. Mas a pilha resultante de quase US$ 300 trilhões de dívidas de governos, empresas e famílias deixará muitos países com finanças vulneráveis ​​e pesará sobre os esforços para enfrentar os desafios urgentes, como as mudanças climáticas e o envelhecimento da população. Mesmo enquanto governos ricos e pobres avaliam suas finanças em frangalhos, a inflação está empurrando os bancos centrais para taxas de juros mais altas e um aperto da política monetária que, para os endividados, só pode tornar a matemática menos favorável. “Isso significa custos de empréstimos mais altos, encargos de juros mais altos para o governo e para os setores reais”, disse Emre Tiftik, diretora de pesquisa de sustentabilidade do Instituto de Finanças Internacionais (IIF), a associação global da indústria financeira.”

Fonte: Reuters, 18/11/2021

Opinião

John Kerry: As empresas que adotarem rapidamente a tecnologia verde se tornarão ‘limpas’

“À medida que emergimos da COP26 e fazemos um balanço de nosso progresso para evitar o caos climático, os governos mundiais se comprometeram a continuar aumentando dramaticamente sua ambição. Mas, para cumprir nossos objetivos, a liderança ousada do setor privado é igualmente crítica, em particular para descarbonizar as indústrias onde a transição para emissões líquidas zero mal começou. A energia solar e eólica por si só não pode transformar a economia global. O rápido progresso nos setores chamados de “difíceis de abater”, incluindo a indústria pesada e o transporte de longa distância, também é necessário. Isso representa um terço das emissões globais de carbono e, em 2050, pode produzir a maioria. Uma coalizão de empresas pioneiras poderia aproveitar suas cadeias de suprimento para expandir avanços inovadores, por sua vez reduzindo o custo de tecnologias limpas em setores onde ainda não há alternativas comerciais aos combustíveis fósseis constantes.”

Fonte: Financial Times, 17/11/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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