Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 18/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE subindo +1,3% e +1,0%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou em alta de +2,2%, enquanto o ISE +2,6%.

• No Brasil, (i) segundo documento da iniciativa “Clima e Desenvolvimento”, o Brasil poderia aumentar seu compromisso climático para algo entre 66% e 82% na redução de suas emissões até 2030 (em relação a 2005), frente à precificação de carbono, controle do desmatamento e implementação de uma economia da restauração florestal; e (ii) o Ministério da Agricultura definiu novas metas que o setor agropecuário brasileiro vai perseguir nesta década, através do Plano ABC+, que será lançado hoje pela ministra Tereza Cristina, com o objetivo de evitar a emissão de 1,1 bilhão de toneladas de CO2 equivalente até 2030.

• No internacional, os ministros do Reino Unido colocarão a energia nuclear no centro da estratégia da Grã-Bretanha para alcançar emissões líquidas zero de carbono até 2050 – Kwasi Kwarteng, secretário de negócios, deve divulgar um documento abrangente sobre “Estratégia Líquida Zero” ainda hoje.

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Brasil

Empresas

Precificação do carbono pode ajudar Brasil a cortar 82% de emissões até 2030, diz estudo

“Com precificação de carbono, controle do desmatamento e implementando uma economia da restauração florestal, o Brasil poderia aumentar seu compromisso climático para algo entre 66% e 82% na redução de suas emissões até 2030, em relação ao ano de 2005. No cenário mais ambicioso, o nível de investimentos em economia de baixo carbono e desenvolvimento social no Brasil seria de R$ 92 bilhões durante a década, até 2030. Estas são algumas das principais mensagens da iniciativa “Clima e Desenvolvimento”, que lançou um documento com visões para o Brasil em 2030 e propostas concretas para o país aumentar sua meta climática no Acordo de Paris, acelerar o ritmo da descarbonização e colocar o clima como peça-chave do desenvolvimento. Os percentuais se referem à modelagem de cenários mais ou menos ambiciosos e que levam em conta dar preço ao carbono, parar com o desmatamento (não só o ilegal e não só na Amazônia) e restaurar floresta.”

Fonte: Valor Econômico, 15/10/2021

Abrasca, Amec e B3 criam fórum para discutir ESG

“A Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), a Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec) e a B3 irão realizar, a partir do fim deste mês, um fórum para a discussão de políticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês). Apesar de o tema já ter sido pauta de diversos eventos, até agora não houve um debate direto entre empresas e investidores, segundo os organizadores. “Notamos que as discussões costumam ocorrer de maneira apartada e dispersa”, diz Rogério Santana, diretor de relacionamento com clientes da B3. “As mesmas dores, as mesmas prioridades eram discutidas apenas entre empresas ou entre investidores. Por que não colocar esses dois mundos para discutir essa agenda em conjunto?” Segundo Fábio Coelho, presidente da Amec, os debates feitos até agora não levaram a um diagnóstico específico sobre como a temática é tratada atualmente e como poderia avançar no país.”

Fonte: Valor Econômico, 18/10/2021

ESG chega ao mercado imobiliário e pode amenizar impactos socioambientais do setor

“Em 2019, as emissões de carbono da construção civil atingiram o nível mais alto da história. O setor responde por 38% das emissões de CO2 relacionadas à energia e, considerando todo o segmento de infraestrutura, consome 50% dos recursos naturais extraídos do planeta. Os dados constam de um relatório divulgado em dezembro de 2020 pelo Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), que alertou sobre a necessidade urgente de descarbonizar o setor. Algumas empresas já estão se mobilizando nesse sentido. Em meio à pressão do mercado por boas práticas ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança corporativa), construtoras têm adotado iniciativas para minimizar seus impactos socioambientais.”

Fonte: Folha de São Paulo, 16/10/2021

Sustentabilidade será cada vez mais cobrada para concessão de financiamentos

“O ESG já está em processo de consolidação nas grandes companhias exportadoras, cientes de que boas práticas ambientais, sociais e de governança se tornaram um diferencial competitivo. […] O Banco Central (BC) já anunciou a criação de critérios para concessão de empréstimos a agricultores e pecuaristas sob operações sustentáveis dos pontos de vista social, ambiental e climático. Ainda, até o fim do ano, o órgão vai incluir critérios de sustentabilidade para seleção de contrapartes na gestão das reservas internacionais e para a seleção de investimentos. O desmatamento ilegal do país impulsiona o setor de bancos privados a redobrar a preocupação ambiental nas análises de risco de crédito. Além disso, agências têm aumentado suas linhas de financiamentos voltadas para pessoas físicas e jurídicas cujos negócios implementem medidas que têm como objetivo promover uma economia mais inclusiva e de baixo carbono.”

Fonte: Canal Rural, 15/10/2021

Política

Governo define novas metas ambientais da agropecuária

“O Ministério da Agricultura definiu as novas metas que o setor agropecuário brasileiro vai perseguir nesta década para colaborar com a mitigação e a adaptação às mudanças climáticas do planeta. O objetivo do Plano ABC+, que será lançado hoje pela ministra Tereza Cristina, é evitar a emissão de 1,1 bilhão de toneladas de CO2 equivalente até 2030. O governo incentivará práticas e tecnologias sustentáveis em 72,68 milhões de hectares adicionais, a ampliação do tratamento de 208,4 milhões de metros cúbicos de resíduos animais e o abate de 5 milhões de cabeças de gado em terminação intensiva. Atualizado, o plano será um dos principais elementos da apresentação que o governo brasileiro fará à Conferência das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (COP 26), em novembro.”

Fonte: Valor Econômico, 18/10/2021

Opinião

O melhor e o pior dos sinais do Brasil à COP26 – e porque os mercados deveriam se importar com eles

“Qual é o pior sinal do governo brasileiro rumo à COP26? Do meu ponto de vista, é não ter corrigido sua NDC, enviada à ONU em dezembro de 2020. Com ela, o Brasil poderá, em tese, aumentar suas emissões nesta década. Essa meta cria um espaço de aumento de emissões de 500 milhões de toneladas em 2025 e 400 milhões em 2030. Equivaleria a oito anos de emissões do setor elétrico brasileiro. Ou três vezes o potencial de mitigação contido no Plano de Agricultura de Baixo Carbono, o Plano ABC. […] Já o melhor sinal que o governo brasileiro deu ao longo de 2021 foram os anúncios feitos em abril, na Cúpula da Terra: Bolsonaro afirmou compromisso com a neutralidade de emissões até 2050 e com desmatamento ilegal zero até 2030. Por que esses sinais ainda não foram validados como “decisivos” pela comunidade internacional? Por que é preciso ter cautela ao tomá-los como certos? Nenhum elemento desse anúncio — nem desmate ilegal zero nem neutralidade climática — ganhou forma de decreto, portaria ou submissão à ONU.”

Fonte: Capital Reset, 18/10/2021

Popularidade de investimentos ESG deixa nítida a busca de um ambiente melhor para todos

“As pessoas realmente estão mais preocupadas com os problemas gerados pela falta de atenção com o clima, com o ambiente social, com a transparência das decisões empresariais e temas correlatos. Assim, investir em empresas que tenham compromisso firme com os princípios ESG (sigla para meio ambiente, social e governança, em inglês) virou moda. Isso já não é uma novidade, mas é importante entender quais fatores motivam os investidores a se decidir por esse investimento. Recente pesquisa conduzida pela Kiplinger e pela Domini Impact Investments apresenta um raio X de como o investidor do mercado norte-americano considera esse investimento. Aqui serão abordados somente os principais resultados. No geral, mais de 70% dos entrevistados afirmam que as práticas ESG são muito ou de alguma forma importantes na escolha de investimentos.”

Fonte: Estadão, 18/10/2021

Sustentabilidade: uma bússola para a agricultura

“À medida que cresce na sociedade global a consciência de que o nosso planeta tem recursos finitos, que necessitam ser usados racionalmente e com inteligência, aumenta também, de maneira proporcional, a preocupação com a sustentabilidade. Dentre inúmeras interpretações e definições possíveis, sustentabilidade pode ser considerada como um processo de reconciliação entre os sistemas humanos e a natureza – em especial a atmosfera, os recursos hídricos, os biomas e a diversidade de seres vivos que os povoam. Se, em 2008, o Relatório de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial apontava que os principais fatores de risco identificados por executivos em todo o mundo eram econômicos, em 2021 a situação é diferente. Um dos maiores fundos de investimento do mundo, por exemplo, adotou uma série de iniciativas para posicionar a sustentabilidade no coração da sua estratégia.”

Fonte: Estadão, 18/10/2021

ESG: um investimento fundamental para o turismo

“ESG é um dos grandes assuntos do momento e não é à toa. Investir em iniciativas socioambientais e criar uma governança ética e sustentável é essencial no mundo contemporâneo. No Turismo não é diferente. O prazer de viajar está diretamente relacionado a conhecer atrações naturais e a cultura dos destinos. Os investimentos em ESG, especialmente nas pautas ambientais e sociais, são indispensáveis ao setor. […] Segundo o relatório de sustentabilidade da consultoria Skift Research, divulgado em 2019, o turismo foi responsável por 11% da emissão de gases do efeito estufa. O impacto é negativo não só para o setor, como também para o futuro da humanidade. Por isso, esse não é mais um assunto de market share ou concorrência, e muito menos uma competição para decidir quem é mais sustentável.”

Fonte: Estadão, 17/10/2021

Internacional

Empresas

Onde está o bife? Proibição de carne na China deixa autoridades brasileiras perplexas

“As autoridades brasileiras estão cada vez mais preocupadas com a proibição chinesa da carne bovina brasileira, que já dura mais de um mês e ameaça dizimar exportações no valor de cerca de US$ 4 bilhões por ano. Brasília suspendeu voluntariamente os embarques da proteína para a China – seu maior mercado – no início de setembro, após a confirmação de dois casos de doença “atípica” da vaca louca em diferentes frigoríficos em todo o país. Muitos esperavam que Pequim retomasse rapidamente as importações depois que nenhum outro sinal da doença fosse detectado no Brasil. A suspensão, no entanto, se arrastou por quase seis semanas, alimentando uma crescente consternação entre as autoridades brasileiras e seus grandes frigoríficos.”

Fonte: Financial Times, 16/10/2021

Mulheres ganham espaço no comando das gigantes mundiais do setor de petróleo e gás

“As maiores empresas de petróleo e gás da Europa ainda não viram uma mulher assumir o comando, mas sua representação na mesa principal melhora gradualmente. Nesta sexta-feira (15), a Royal Dutch Shell nomeou Zoe Yujnovich, veterana do setor de energia, para liderar a divisão de produção e exploração, a partir de 25 de outubro. Ela também fará parte do comitê executivo da empresa ao lado da diretora financeira, Jessica Uhl, atualmente a única mulher no time. O equilíbrio de gênero no comando da Shell vai espelhar a liderança da francesa TotalEnergies, com duas mulheres e seis homens no comitê principal. A BP é a petroleira mais próxima da paridade depois de nomear Anja-Isabel Dotzenrath para liderar a unidade de baixo carbono a partir de março de 2022.”

Fonte: Valor Econômico, 15/10/2021

Investidor veterano defende medidas mais rígidas para ESG

“Existe um veterano em investimentos ESG que mal pode esperar por regulamentações mais rígidas para dar fim às falsas alegações de gestores de investimentos no setor de US$ 35 milhões que ele ajudou a promover. Matt Patsky, que dirige a Trillium Asset Management, começou a procurar por investimentos com foco em melhores práticas ambientais, sociais e de governança corporativa na década de 1990, muito antes de a maioria dos gestores de investimentos sequer pensar em ESG. Atualmente, ele estima que apenas uma fração dos ativos ESG de hoje são investimentos sustentáveis de verdade. Os esforços dos reguladores para controlar as alegações dos gestores de fundos de ESG são “a melhor coisa que já aconteceu ao setor em anos”, disse Patsky, cuja empresa com sede em Boston administra US$ 4,8 bilhões, em uma entrevista. “Isso traz a fiscalização para uma área que se tornou o Velho Oeste, onde os gestores de investimentos têm liberdade para colocar a etiqueta de ESG em qualquer coisa.””

Fonte: E-Investidor, 15/10/2021

Política

Reino Unido colocará a energia nuclear no centro da estratégia de emissões líquidas zero

“Os ministros do Reino Unido colocarão a energia nuclear no centro da estratégia da Grã-Bretanha para alcançar as emissões líquidas de carbono zero até 2050 em documentos do governo esperados já na próxima semana, junto com novos detalhes de seu modelo de financiamento. Kwasi Kwarteng, secretário de negócios, deve divulgar um documento abrangente sobre “Estratégia Líquida Zero” já na segunda-feira, junto com uma “Estratégia de Calor e Construção” e uma avaliação do Tesouro com relação ao custo para atingir a meta de 2050. A estratégia principal terá um grande foco no programa de energia nuclear longamente aguardado da Grã-Bretanha. Os reatores existentes no país devem ser aposentados até 2035, com a construção de apenas uma grande usina, Hinkley Point C, já em andamento.”

Fonte: Financial Times, 17/10/2021

Agenda verde de Biden está em risco por conta de um democrata do estado carvoeiro

“A ousada agenda climática de Joe Biden está em risco após as objeções de um senador democrata de um estado carvoeiro, minando a pressão dos EUA por uma ação global na cúpula do clima do próximo mês em Glasgow. Joe Manchin, o senador da Virgínia Ocidental, deixou claro à Casa Branca que não apoiaria o Programa de Desempenho de Eletricidade Limpa, uma medida de US$ 150 bilhões incluída na conta de gastos de US$ 3,5 trilhões do presidente que oferece incentivos para que as empresas de energia abandonem o uso de combustíveis fósseis. A cláusula é uma das principais maneiras pelas quais o governo Biden e muitos democratas esperam que os EUA cumpram sua meta de cortar as emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 50% até 2030, em relação aos níveis de 2005. Mas corre o risco de ser destruído na reta final das negociações sobre a agenda econômica de Biden por causa da oposição de Manchin, alarmando muitos democratas e especialistas em clima.”

Fonte: Financial Times, 17/10/2021

Envelhecimento de florestas deve atrasar redução de emissões no Japão

“O nítido envelhecimento de florestas que foram plantadas no Japão há 50 anos ou mais tornam o país mais vulnerável a tufões e outros desastres naturais, além de também enfraquecer seus esforços para reduzir as emissões de carbono. Em 2019, a Província de Chiba sofreu blecautes generalizados provocados pelo tufão Faxai, que derrubou árvores em florestas mal cuidadas e, junto com elas, cabos e postes de energia. Quando a poda de plantios florestais é negligenciada, as árvores não recebem a luz solar necessária para crescer com pleno vigor e a vegetação rasteira, cujas raízes deixam o solo mais firme, também se vê prejudicada.”

Fonte: Valor Econômico, 16/10/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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