Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 14/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território positivo, com o Ibov em alta de +1,1% e o ISE +2,0%.

• No cenário nacional, o Brasil é um dos países com maior potencial de venda de créditos de carbono e pode gerar receitas líquidas de US$ 16 bilhões a US$ 72 bilhões até 2030, de acordo com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds).

• No internacional, (i) a BMW da Alemanha estará pronta para qualquer proibição de carros com motor de combustão interna (ICE) a partir de 2030 com uma oferta de veículos elétricos, de acordo com o CEO; e (ii) a Bridgewater, maior hedge fund do mundo, afirmou a importância de se olhar, o quanto antes, para os preços do carbono – segundo a gestora, o carbono “vai se transformar num input importante para a atividade econômica e para entender os drivers de uma economia”.

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Brasil

Empresas

Ganho do país com mercado de carbono pode ir a US$ 72 bilhões

A regulamentação do artigo 6 do Acordo de Paris, que trata dos instrumentos para a criação de um mercado global de carbono, pode gerar um comércio de US$ 167 bilhões ao ano em 2030 e de US$ 347 bilhões ao ano em 2050. O Brasil é um dos países com maior potencial de venda de créditos de carbono e pode gerar receitas líquidas de US$ 16 bilhões a US$ 72 bilhões até 2030. Estas cifras fazem parte de uma nota técnica obtida com exclusividade pelo Valor, iniciativa do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds). Seus principais pontos foram discutidos ontem por representantes de grandes empresas com o ministro das Relações Exteriores Carlos Alberto França. O setor privado defende que o Brasil apoie a regulamentação do mercado global de carbono na CoP 26, a conferência das Nações Unidas sobre mudança climática que vai acontecer em Glasgow, em novembro.

Fonte: Valor Econômico, 14/10/2021

Brasil pode ganhar com demanda chinesa por créditos

O Brasil pode ser um dos principais países para suprir a demanda futura de crédito de carbono da China. Em documento com propostas para a relação bilateral nas áreas de sustentabilidade e tecnologia, o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) propõe iniciativas para regulamentar e impulsionar esse mercado, como técnicas agropecuárias de baixo carbono, instrumentos para negociação de créditos de carbono, e regulamentação deles como ativo que permita investimento de fundos. O documento, elaborado com base em 46 reuniões e consultas com 49 especialistas, será divulgado hoje, em evento com o vice-presidente Hamilton Mourão, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o secretário-geral do Itamaraty, Fernando Simas Magalhães. A ideia é que sirva de subsídio para a VI Reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), que o Brasil sediará no início de 2022, provavelmente em fevereiro.

Fonte: Valor Econômico, 14/10/2021

Editora Globo vai compensar emissões

A iniciativa Um Só Planeta, criada em fevereiro deste ano por marcas da Editora Globo e da Edições Globo Condé Nast, vai compensar a emissão de carbono dos veículos das duas companhias – entre os quais está o Valor – por meio do plantio de 12,9 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica. Como contrapartida, os 14 veículos das empresas que têm plataformas impressas poderão usar um selo específico que atesta a condição de emissão zero no processo produtivo. Essa compensação ambiental engloba as marcas que possuem edição impressa. Mas CBN, “Galileu”, “Quem” e “Techtudo”, que não apresentam versões impressas dos seus conteúdos, se juntam às outras 14 marcas na frente editorial do Um Só Planeta.

Fonte: Valor Econômico, 14/10/2021

Sem soluções milagrosas, arroto de gado vira dor de cabeça para frigoríficos

Para fazer sua parte no combate à emergência climática, o Brasil terá de encarar um problema que pode render boas piadas, mas é muito sério: os arrotos e a flatulência do gado. Quase um quinto das emissões de gases causadores do efeito estufa medidas no Brasil são decorrentes do processo digestivo dos rebanhos. Somente a queima de combustíveis e os processos de alteração do uso de solo superaram os gases literalmente expelidos pelas 215 milhões de cabeças de gado criadas no país, de acordo com dados de 2019 do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases do Efeito Estufa. O desmatamento associado à criação de gado é um dos principais problemas ambientais relacionados à pecuária, mas vem ganhando protagonismo no discurso e nos planos dos frigoríficos para redução de emissões — ainda que sob olhares desconfiados dos mais céticos.

Fonte: Capital Reset, 14/10/2021

Terceiro Setor

Evento de tecnologia e dados para impacto social chega à 10ª edição

“O Festival SGB, maior evento de tecnologia e dados para impacto social do país, será realizado de 26 a 30 de outubro de maneira virtual. A 10ª edição, promovida pela organização Social Good Brasil, será pautada por temas como mobilização de pessoas para a ação na pandemia e educação em dados para todos. Entre os palestrantes confirmados estão Andrew Means (Salesforce Global e Data Analysts for Social Good), Henry Timms (Lincoln Center e #GivingTuesday) e Jake Porway (Data Kind). E também os brasileiros, Lucia Dellagnelo (Centro de Inovação para Educação Brasileira) e o empreendedor social Edgard Gouveia Junior.”

Fonte: Folha de São Paulo, 13/10/2021

Internacional

Empresas

BMW pronta para qualquer proibição de carros movidos a combustíveis fósseis a partir de 2030, diz CEO

A BMW da Alemanha estará pronta para qualquer proibição de carros com motor de combustão interna (ICE) a partir de 2030 com uma oferta de veículos elétricos, disse o CEO Oliver Zipse na terça-feira. A UE propôs uma proibição efetiva de carros movidos a combustíveis fósseis a partir de 2035 como parte de um pacote mais amplo de medidas para combater o aquecimento global. “Estaremos prontos para a proibição do ICE. Se uma região, uma cidade ou um país tiver a ideia de proibir os ICEs, temos uma oferta”, disse Zipse em uma conferência na cidade de Nuertingen, perto de Stuttgart. “A BMW Group não está preocupada com isso. Se é uma boa ideia é outra questão… Mas teremos uma oferta.”

Fonte: Reuters, 14/10/2021

Para a Bridgewater, o preço do carbono tem que entrar na planilha

“Quem ainda não está olhando para os preços do carbono, deveria começar agora. Pelo menos, é o que acha a Bridgewater.
O maior hedge fund do mundo está dizendo a seus clientes que o carbono “vai se transformar num input importante para a atividade econômica e para entender os drivers de uma economia.” “Assim como o petróleo, o gás, o carvão e outras commodities são inputs de custo comuns que refletem como o crescimento e a inflação estão evoluindo, esperamos que com o tempo muitas empresas tenham que pagar pelo carbono como parte de sua atividade, tornando-o um input de custo essencial para os investidores monitorarem,” escreveu a gestora em sua carta a investidores. Segundo a Bridgewater, isso já está acontecendo na Europa”

Fonte: Brazil Journal, 13/10/2021

O investimento em energia limpa deve triplicar até 2030 para conter as mudanças climáticas – IEA

“O investimento em energia renovável precisa triplicar até o final da década, se o mundo espera combater com eficácia a mudança climática e manter os mercados de energia voláteis sob controle, disse a Agência Internacional de Energia (AIE) na quarta-feira. “O mundo não está investindo o suficiente para atender às necessidades futuras de energia… Os gastos relacionados à transição estão aumentando gradualmente, mas permanecem muito aquém do que é necessário para atender à crescente demanda por serviços de energia de forma sustentável”, disse a IEA. “Sinais claros e direção dos formuladores de políticas são essenciais. Se o caminho à frente for pavimentado apenas com boas intenções, então será uma jornada acidentada de fato”, acrescentou.”

Fonte: Reuters, 13/10/2021

Chefes de empresas de serviços públicos da UE alertam contra intervenções “míopes”

Os executivos-chefes de empresas de serviços públicos europeus, incluindo Enel, Orsted, Vattenfall e EDP, escreveram aos governos da UE instando-os a evitar intervenções drásticas no mercado, como o imposto sobre lucros inesperados da Espanha, à medida que os países recorrem a medidas de emergência para conter a crise de energia. Em uma carta que será enviada esta semana aos Estados membros da UE e à Comissão Europeia, vista pelo Financial Times, mais de 15 executivos alertam os Estados membros contra a tomada de “medidas políticas míopes” que arriscam minar a confiança do mercado e descarrilar a transição verde. A comissão publicará na quarta-feira uma “caixa de ferramentas” de medidas para os altos preços da energia, recomendando medidas temporárias como corte de impostos, fornecimento de suporte de renda para as famílias mais pobres e aumento da capacidade de energia renovável.

Fonte: Financial Times, 13/10/2021

Por que os gestores de ações têm papel crucial na ação climática

“As empresas listadas são responsáveis por ao menos 40% das emissões de gases de efeito estufa do planeta, segundo estimativa feita pela Generation Asset Management, gestora de impacto que tem como um dos principais sócios o ex-vice-presidente dos Estados Unidos e ativista climático Al Gore. O percentual mostra o papel crucial que os investidores de bolsa têm a desempenhar para pressionar por ação climática, seja via engajamento seja via realocação de capital. “Conforme nos aproximamos da COP26, pressionar por ação nas companhias listadas será crucial para fechar a lacuna de ambições climáticas até 2030”, afirmam Felix Preston e John Ward, que assinam o relatório.”

Fonte: Capital Reset, 13/10/2021

BP financia a primeira usina de aço movida a energia solar do mundo

“Em um movimento raro, uma usina siderúrgica do Colorado está tentando “se tornar verde” ao substituir o carvão, hoje sua principal fonte de energia, por energia solar. Situada em Pueblo e operada pelo fabricante russo Evraz Plc, a usina de reaproveitamento de sucata está instalando 750.000 painéis solares, de acordo com um comunicado quarta-feira. As placas vão entrar em operação em novembro e deverão suprir a maior parte da demanda energética da usina. De acordo com a BP, que está financiando o projeto por meio de uma joint venture, trata-se da primeira usina movida a energia solar do mundo.”

Fonte: Valor Econômico, 13/10/2021

EUA ajudarão no desenvolvimento de 7 parques eólicos offshore no Golfo do México

“O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (13) que ajudará no desenvolvimento de sete parques eólicos offshore no Golfo do México. A medida faz parte de um plano para gerar 30 gigawatts de energia eólica até 2030, o suficiente para abastecer mais de 10 milhões de residências. A secretária do Interior, Deb Haaland, disse em uma conferência sobre energia eólica em Boston que a Casa Branca espera realizar o arrendamento desses projetos até 2025. Se aprovados, eles podem evitar que cerca de 78 milhões de toneladas de dióxido de carbono sejam lançadas na atmosfera. Além dos parques eólicos offshore, Haaland disse que o Departamento do Interior está trabalhando com outras agências do governo americano para aumentar a produção de energia renovável em terras públicas. O objetivo é ter capacidade de gerar 25 gigawatts a partir de usinas eólicas e solares em 2025.”

Fonte: Valor Econômico, 13/10/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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