Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 03/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na segunda-feira, o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +2,0% e +1,7%, respectivamente. Ontem, o mercado estava fechado devido ao feriado.

• No Brasil, segundo um estudo do ICC Brasil, braço da International Chamber of Commerce no Brasil, o mercado de carbono pode trazer receitas de até US$ 100 bilhões ao país, mas, para que isso aconteça, as empresas públicas e privadas precisam se unir e adequar suas tecnologias para entrar neste mercado.

• No internacional, destaque para a COP26, em que (i) mais de 100 países, entre eles o Brasil, anunciaram ontem durante a conferência que farão parte de uma iniciativa lançada pelos Estados Unidos e União Europeia para reduzir as emissões de metano em 30% até o final da década; e (ii) o Brasil juntou-se a mais de 100 outros países num compromisso de acabar com o desmatamento até 2030 – batizado de Declaração dos Líderes sobre Florestas e Uso da Terra, o documento não é vinculante, mas representa um comprometimento importante por parte dos países.

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Brasil

Empresas

Mercado de carbono pode render US$ 100 bilhões ao Brasil, diz entidade empresarial

“O mercado de carbono pode trazer receitas de até US$ 100 bilhões ao Brasil, segundo um estudo do ICC Brasil, braço da International Chamber of Commerce no país. Mas para que isso aconteça, as empresas públicas e privadas precisam se unir e adequar suas tecnologias para entrar neste mercado, segundo Gabriella Dorlhiac, diretora executiva da ICC Brasil à CNN Brasil. O dado vem de um estudo recente feito pelo ICC Brasil, que fez uma projeção sobre o mercado de carbono no Brasil. Para Dorlhiac, para que o Brasil atinja este resultado que ela julga “muito positivo” é importante apostar em um mercado nacional, seguindo normas internacionais.”

Fonte: CNN Brasil, 02/11/2021

Vale obtém certificação para emissões de carbono no níquel do Canadá

“A Vale divulgou nota informando que a empresa Intertek, líder em garantia, teste, inspeção e certificação de produtos, com sede em Londres, na Inglaterra, concedeu verificação independente para a pegada de carbono referente ao níquel produzido na refinaria de Long Harbour, em Newfoundland, Canadá. Dessa forma, o níquel de baixo carbono produzido pela Vale no Canadá está preparado para potencializar a próxima geração de veículos elétricos a bateria na América do Norte e Europa, disse a empresa na nota. O níquel de Long Harbour apresentou uma pegada de carbono de 4,4 toneladas de CO2 equivalente por tonelada de níquel em 2020, último ano completo para o qual há dados disponíveis. Tal resultado se compara à média do Nickel Institute para o níquel da Classe 1, de 13 toneladas de CO2 equivalente, e 45 toneladas para a Classe 2.”

Fonte: Valor Econômico, 01/11/2021

Desmatamento está tornando Amazônia uma emissora de carbono, diz ex-Inpe

“Em entrevista à CNN, o ex-diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Ricardo Galvão afirmou que a Amazônia está se tornando uma emissora de carbono. De acordo com o especialista, isso se deve ao desmatamento. “Estamos chegando a um ponto praticamente de equilíbrio: nem absorvemos mais, nem emitimos mais [gás carbônico]”, disse Galvão. “Se continuarmos a desmatar, vamos emitir muito mais gás carbônico do que absorvemos com a floresta.” O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, apresentou, na manhã desta segunda-feira (1º), as metas do Brasil na COP26, mais ousadas do que as cogitadas inicialmente. Segundo o ministro, o Brasil deve reduzir 50% das emissões de gases de efeito estufa até 2030 e neutralizar as emissões de carbono até 2050.”

Fonte: CNN Brasil, 01/11/2021

Política

Brasil e mais de cem países prometem desmatamento zero até 2030 (mas não dizem como)

“O Brasil juntou-se a mais de cem outros países num compromisso de acabar com o desmatamento até 2030, anunciado hoje na COP26. A assinatura brasileira representa uma guinada importante na posição do país, que, em 2014, se recusou a endossar uma declaração com o mesmo objetivo. Até a semana passada, a presença do Brasil entre os signatários não era certa. Como outros no passado, por ora trata-se apenas de um gesto diplomático, uma aspiração. Batizado de Declaração dos Líderes sobre Florestas e Uso da Terra, o documento não é vinculante, ou seja, os signatários não são obrigados a cumpri-lo. “É positivo, mas não há metas de curto prazo nem meios de implementação”, diz Gustavo Pinheiro, coordenador do portfólio de economia de baixo carbono do Instituto Clima e Sociedade.”

Fonte: Capital Reset, 02/11/2021

No G-20, Brasil defende coerência entre políticas comercial e ambiental

“O Brasil defendeu e conseguiu o posicionamento dos líderes das maiores economias do mundo de que as políticas comerciais e ambientais devem se apoiar mutuamente, ser coerentes com a Organização Mundial do Comércio (OMC) e contribuir para o uso otimizado dos recursos mundiais em conformidade com objetivos do desenvolvimento sustentável, segundo participantes. “Defendemos buscar disseminar eficiência econômica e eficiência ambiental via ganhos de comércio, especialmente livre comércio e sem distorções’’, afirmou o “sherpa” do Brasil no G-20 (representante pessoal do presidente nas negociações) e secretário de Comércio Exterior e de Assuntos Econômicos do Itamaraty, embaixador Sarquis J. B. Sarquis. Ele considerou que o Brasil teve papel importante como facilitador e conciliador em várias frentes, incluindo clima, saúde, revitalização da OMC e redução de distorções e subsídios.”

Fonte: Valor Investe, 01/11/2021

Análise: Meta climática brasileira avança, mas deixa muitas dúvidas

“A meta climática de 50% de corte de gases-estufa em 2030, com base em 2005, causou surpresa em Glasgow, assim como o cronograma de combate ao desmatamento. O assombro tem dois motivos. De um lado, esperava-se que a meta brasileira subisse de 43% para 45%, como ventilado pelo governo nos últimos dias. De outro, governadores, ambientalistas, pesquisadores, empresários e até diplomatas desconheciam o conteúdo do que seria anunciado. Neste sentido, a NDC brasileira foi algo, literalmente, para inglês ver. NDC é a sigla em inglês para Contribuições Nacionalmente Determinadas. Como são metas nacionais, não só é democrático como mais eficiente fazer consultas e acertar a estratégia com a sociedade. O que se viu, em Glasgow, é que o Ministério do Meio Ambiente (MMA), se conversou com entidades como diz, deixou muitas outras no limbo.”

Fonte: Valor Econômico, 01/11/2021

Opinião

ESG não é moda. Mas está na moda

“É sempre uma rica oportunidade de aprendizado falar sobre ESG em ambientes com os quais não interajo naturalmente. Foi o que aconteceu recentemente, quando fui convidada para participar do painel “Liderança sustentável na moda e na beleza” evento da “Vogue Negócios”. […] A moda é responsável por cerca de 8% a 10% das emissões mundiais de gases de efeito estufa, sendo a segunda indústria que mais consome água (cerca de 215 trilhões de litros por ano), usada nas lavagens dos jeans e das químicas de tingimento e curtição dos couros, por exemplo. Há ainda os desafios na geração de resíduos e embalagens. Mas a face mais visível, e dolorida, são as condições de empregabilidade, com não raros casos de trabalho análogo à escravidão e infantil na cadeias das marcas, sejam pequenas, médias ou grandes.”

Fonte: Valor Investe, 02/11/2021

Terceiro Setor

Instituto XP vai premiar com R$ 420 mil pessoas e projetos que contribuem para educação financeira

“O Instituto XP acaba de lançar o Prêmio Educação Financeira Transforma, iniciativa que visa homenagear e valorizar pessoas e projetos que atuam na educação financeira dos brasileiros e engajem as pessoas a aprender a lidar melhor com seu dinheiro. Nesta primeira edição, os candidatos podem concorrer em sete categorias: Professor/Professora, Pesquisador/Pesquisadora, ONG, Solução Digital, Nano Influenciador/Influenciadora, Micro Influenciador/Influenciadora e Macro Influenciador/Influenciadora. O vencedor de cada categoria vai levar R$ 40 mil e os finalistas, R$ 10 mil, totalizando R$ 420 mil em prêmios.”

Fonte: Valor Investe, 02/11/2021

Internacional

Empresas

CFA Institute cria padrão global para investimentos ESG

“Em meio à profusão de produtos de investimento ESG mundo afora — e boa dose de greenwashing –, o mercado finalmente tem o primeiro padrão independente global para que gestores de fundos informem ‘o que tem dentro’ dos produtos vendidos como investimentos sustentáveis. O respeitado CFA Institute divulgou ontem o seu ‘Global ESG Disclosure Standards for Investment Products’, que estabelece parâmetros de transparência e comparabilidade entre produtos que os gestores poderão seguir, ajudando a separar maçãs de laranjas. O padrão nasce depois de um processo de consultas públicas em agosto do ano passado e de uma primeira minuta divulgada no primeiro semestre. As regras são de adoção voluntária, mas, dado o peso do CFA no mundo todo quando se trata de certificar profissionais de investimento, a expectativa é que sejam amplamente aceitas e sirvam de base para outros padrões e regulações nacionais. Segundo o CFA, a ideia não é se sobrepor a normas dos países, mas complementá-las.”

Fonte: Capital Reset, 02/11/2021

Produtos

Fundo da BlackRock para energia renovável capta US$ 673 milhões

“A BlackRock levantou US$ 673 milhões para o fundo “Climate Finance Partnership” (CFP). A iniciativa público-privada, criada para financiar a infraestrutura climática em países emergentes, tem como objetivo acelerar a transição global para uma economia zero em carbono, sem deixar países em desenvolvimento pelo caminho. O consórcio mundial reuniu 22 investidores, entre governos, entidades filantrópicas e institucionais. A demanda superou a meta de captar inicialmente US$ 500 milhões. Segundo estimativas do BlackRock Investment Institute, o planeta precisa de US$ 1 trilhão por ano em projetos de baixo carbono para que atinja a meta global de emissão zero que se se pretende.”

Fonte: Valor Investe, 02/11/2021

Política

COP26: Países anunciam acordo para reduzir emissões de metano em 30% até 2030

“Mais de 100 países, entre eles o Brasil, anunciaram nesta terça-feira, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), que farão parte de uma iniciativa lançada por Estados Unidos e União Europeia (UE) para reduzir as emissões de metano em 30% até o final da década, na comparação com os níveis de 2020. O anúncio foi feito pelo presidente dos EUA, Joe Biden, e pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que lançaram a iniciativa pela redução das emissões de metano em setembro. A lista de países, porém, não inclui China, Rússia e Índia, três dos principais emissores do gás responsável por grande parte do aquecimento global.”

Fonte: Valor Investe, 02/11/2021

Acordo global de metano assinado por 105 países, mas sem grandes emissores

“Mais de 100 países assinaram uma iniciativa global para reprimir a poluição do metano na próxima década, mas uma série de grandes emissores permanece fora do acordo selado na cúpula do clima da ONU. Grandes contribuintes para as emissões globais, incluindo China, Rússia e Índia, não são signatários da “promessa global de metano”, encabeçada pela UE e pelos EUA. No entanto, o número de países que apoiam a iniciativa cresceu de apenas seis membros quando foi inicialmente anunciada em setembro, para 105 em seu lançamento oficial nas conversações de líderes mundiais em Glasgow. A promessa compromete os países a reduzir suas emissões de metano – um potente gás de efeito estufa emitido pelos setores de energia, agricultura e resíduos – em 30% até o final da década a partir dos níveis de 2020.”

Fonte: Financial Times, 02/11/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
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  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
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  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
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