Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 04/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,7% e +1,3%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou em leve queda de -0,6%, enquanto o ISE -0,3%.

• No Brasil, (i) o governo estima que o mercado de finanças sustentáveis chegará a R$ 30 bilhões em quatro anos, de acordo com o subsecretário de Política Agrícola da Secretaria de Política Econômica, Rogério Boueri, que afirmou que a iniciativa da Cédula de Produção Rural (CPR) Verde, um título com lastro ambiental, pode ser implementada muito rápido, pois o mercado tem oferta; e (ii) a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) definiu regras para a identificação de fundos de investimentos sustentáveis através de uma proposta, ainda sob avaliação dos associados, que procura atender à crescente demanda de investidores por produtos ESG.

• No internacional, a Associação das Indústrias Aeroespaciais dos EUA, responsável pelos fabricantes aeroespaciais americanos, afirmou que se comprometerá a trabalhar com as companhias aéreas e governos para atingir a meta de emissões líquidas zero até 2050, uma vez que as empresas no segmento sinalizam estarem preparadas para fortalecer essa meta climática.

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Brasil

Empresas

Mercado de finanças sustentáveis chegará a R$ 30bi em 4 anos, projeta subsecretário

“O governo estima que o mercado de finanças sustentáveis chegará a R$ 30 bilhões em quatro anos, disse nesta sexta-feira (1º de outubro) o subsecretário de Política Agrícola da Secretaria de Política Econômica, Rogério Boueri. Na sua visão, a iniciativa da Cédula de Produção Rural (CPR) Verde pode ser implementada muito rápido, pois o mercado tem oferta. O instrumento poderá ser securitizado e acoplado a CRAs verdes, disse. O decreto, anunciado hoje, especifica que a CPR Verde poderá ser emitida em segmentos como redução de emissões, estoque de carbono, redução de desmatamento e conservação de áreas. Não se trata de um instrumento verde tradicional, em que há um crédito financeiro associado a uma boa prática ambiental, disse Boueri. É um título em que o lastro é ambiental. “Se há reflorestamento, o crescimento da floresta capta carbono e podem ser emitidas CPRs contra essa captura.””

Fonte: Valor Econômico, 01/10/2021

Investimentos ESG devem ganhar regras para identificação

“A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) definiu regras para a identificação de fundos de investimentos sustentáveis. A proposta, que está sob avaliação dos associados por meio de audiência pública, procura atender à crescente demanda de investidores por produtos ESG, que consideram aspectos ambientais, sociais e de governança nas análises de investimento. Os fundos que possuem o investimento sustentável como objetivo passarão a utilizar o sufixo IS (Investimento Sustentável) no nome. Os que integram os aspectos ESG em seu processo de gestão, mas não têm o investimento sustentável como objetivo principal, não poderão utilizar a sigla, mas poderão informar a prática em materiais de divulgação.”

Fonte: Folha de São Paulo, 03/10/2021

Em quais ações devo investir para ter exposição ao tema ESG?

“A sigla ESG (do termo em inglês Environmental, Social and Governance) tem centralizado os holofotes nos últimos meses, confirmando, cada vez mais, o que já havia sido percebido: essa sigla veio para ficar e será cada vez mais fator central das discussões. Globalmente, mais de US$ 35,3 trilhões em ativos sob gestão (AuM, na sigla em inglês) são administrados por fundos que definiram estratégias de investimento sustentáveis (36% do AuM total), o que reforça o acima mencionado, destacando a percepção por parte dos investidores de que os critérios ESG são fatores-chave na alocação de recursos. Tendo isso em mente, onde investir para ter exposição ao tema ESG? Primeiro, existe hoje um número crescente de produtos focados nessa temática, envolvendo diferentes classes de ativos, disponíveis aos investidores.”

Fonte: InfoMoney, 01/10/2021

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Empresa sensível à questão ambiental não deve investir em área de risco, diz Suely Araújo, do Observatório do Clima

“Nove empresas estão inscritas na 17ª Rodada de Licitações de blocos para exploração e produção de petróleo e gás natural, marcada para a próxima quintafeira (7), segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP). Dos 92 blocos que serão ofertados, áreas próximas aos paraísos ambientais de Fernando de Noronha e do Atol das Rocas, além da costa de Santa Catarina, são alvo de grande controvérsia. “O ideal seria que não aparecessem interessados”, diz Suely Araújo, especialista-sênior em políticas públicas do Observatório do Clima. “O mercado, na verdade, é o freio mais eficaz”, continua a advogada, ex-presidente do Ibama no governo Temer, referindo-se ao que pode evitar os riscos sociais e ambientais da iniciativa. “O mínimo que deve ser exigido de empresas que dizem que estão assimilando a questão ambiental – e fazem propaganda disso – é que não entrem em negócios que claramente vão colocar em risco áreas com alta sensibilidade ambiental e social”, diz Suely Araújo, referindo-se aos compromissos ESG que são a tendência empresarial atual.”

Fonte: Valor Econômico, 03/10/2021

Petrobras quer parceria privada para programa social de gás

“A Petrobras tem interesse de envolver outras empresas, inclusive da área de distribuição, no programa social que vai fornecer gás liquefeito de petróleo (GLP), o botijão de cozinha, para famílias em situação de vulnerabilidade econômica. A estatal anunciou, na quarta à noite, a intenção de destinar R$ 300 milhões, em 15 meses, para esse programa, que terá foco no GLP e beneficiaria cerca de 400 mil famílias. A Copa Energia, que reúne as marcas Copagaz e Liquigás, confirmou que teve conversa inicial sobre o tema com a área de ESG da Petrobras, que cuida de temas ambientais, sociais e de governança. A Ultragaz afirmou, por sua vez, que aguarda mais detalhes operacionais do projeto, enquanto o Grupo Edson Queiroz, que controla a Nacional Gás, disse que programas como o da Petrobras, são de “extrema importância” para a sociedade.”

Fonte: Valor Investe, 01/10/2021

Regulação

Polêmica sobre 17ª Rodada da ANP coloca licenciamento ambiental no centro da discussão

“A inclusão de blocos das bacias Potiguar (RN e CE) e Pelotas (RS e SC) na 17º Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), marcada para quinta-feira, coloca em discussão, mais uma vez, o licenciamento ambiental de áreas consideradas ambientalmente sensíveis para atividades petrolíferas no país. O receio é que, ao permitir a exploração nessas áreas, haja vazamentos que comprometam o ambiente marinho em regiões próximas. A discussão ganhou força na semana passada depois do alerta de especialistas sobre os riscos que a atividade petrolífera na Bacia Potiguar, no litoral dos Estados do Rio Grande do Norte e do Ceará, poderia representar para o Atol das Rocas e para o arquipélago de Fernando de Noronha, que ficam, respectivamente, a uma distância de 260 quilômetros e 370 quilômetros dos pontos onde podem ser instaladas plataformas de exploração e produção de petróleo no futuro. Embora as distâncias sejam longas, especialistas dizem que há bancos submarinos (montanhas submersas) que formam um único ecossistema interligado.”

Fonte: Valor Econômico, 03/10/2021

Opinião

Nada menos que ambição e protagonismo na CoP-26

“Às vésperas da CoP-26, que ocorre em Glasgow (Escócia) no início de novembro, cresce a pressão empresarial por um papel de protagonismo e de liderança do Brasil na conferência da ONU sobre mudanças climáticas. Mais de 100 presidentes de grandes companhias e de associações setoriais assinaram carta pedindo ao governo Jair Bolsonaro uma postura ambiciosa nas negociações. Como ponto de partida, é estarrecedor que seja necessário um apelo de tal magnitude para dizer o óbvio às autoridades de um país cuja influência no tema vinha sendo amplamente reconhecida pela comunidade internacional ao longo das últimas três décadas – graças à atuação em cúpulas como a Rio-92, a Rio+20 e na costura do histórico Acordo de Paris.”

Fonte: Valor Econômico, 04/10/2021

Como o fogo na Amazônia ameaça a biodiversidade

“Que o fogo mata muitos animais e vegetais ninguém duvida. Basta ver as fotos das áreas queimadas com macacos, répteis e árvores carbonizadas. A questão é saber se a extensão das áreas queimadas na Amazônia é suficiente para colocar em risco a existência de muitas espécies, levar à extinção espécies ameaçadas e provocar o colapso do ecossistema. Algumas pessoas argumentam que as áreas queimadas são pequenas em relação à Amazônia e, portanto, dificilmente afetariam a sua biodiversidade. Outros discordam. Como medir diretamente a influência do fogo e do desmatamento é muito difícil, ambos os lados da discussão baseavam seus argumentos em levantamentos parciais ou exemplos de espécies extintas. Mas agora a ciência deu um grande passo e quantificou a fração das espécies que podem ser extintas com as queimadas que já ocorreram na Amazônia.”

Fonte: Estadão, 02/10/2021

Terceiro Setor

Subam a régua, doem mais e melhor

“Um ano e meio após a chegada da Covid-19 ao Brasil, sabemos que ela transformou para sempre nossa realidade e trouxe muito sofrimento, mas também provocou uma onda inédita de solidariedade. O Monitor das Doações, desenvolvido pela ABCR (Associação Brasileira dos Captadores de Recursos), registra R$ 7,2 bilhões em doações para o combate à pandemia, sendo que 85% desse montante foi aportado por empresas. Contudo, os recursos não vieram de forma uniforme ao longo do tempo. No final de 2020, o totalizador já indicava R$ 6,5 bilhões. […] A cultura de doação praticada em 2020 não pode ser passageira. Por isso, trago cinco razões para que as empresas continuem doando como naquele ano, agora e nos próximos anos.”

Fonte: Folha de São Paulo 01/10/2021

Internacional

Empresas

Empresas aeroespaciais dos EUA se comprometem com emissões líquidas zero até 2050

“Os fabricantes aeroespaciais dos EUA estão preparados para fortalecer uma meta climática prometendo atingir emissões líquidas zero até 2050, ecoando um compromisso a ser discutido pelas companhias aéreas globais na segunda-feira, de acordo com fontes da indústria e um documento visto pela Reuters. A Associação das Indústrias Aeroespaciais dos EUA se comprometerá na segunda-feira a trabalhar com companhias aéreas e governos para atingir a meta, juntando-se a um consenso crescente da indústria de aviação que também inclui aeroportos, de acordo com as fontes. AIA não estava imediatamente disponível para comentar. As companhias aéreas globais devem votar uma proposta semelhante na reunião anual da International Air Transport Association, em Boston, na segunda-feira. Um lobby mais amplo da indústria de aviação, o Grupo de Ação de Transporte Aéreo, também deve se inscrever no final desta semana.”

Fonte: Reuters, 03/10/2021

Aumento de preços acende debate sobre custo da transição energética

“Os sinais de uma nova crise energética global, no começo da semana passada, trouxeram imediatamente à tona um debate polêmico que promete se acirrar à medida que os preços das commodities continuarem a subir. Basicamente, a pergunta é: chegou a hora de começar a pagar a conta da transição global para a energia “limpa”? Essa tese começou a pipocar desde as primeiras horas da terça-feira quando os preços do petróleo, do gás e do carvão disparavam nos gráficos dos operadores, no que parecia ser um contra-ataque dos combustíveis fósseis na guerra que está sendo travada por governos, organismos internacionais e ativistas contra o modelo energético que move a economia mundial desde a Revolução Industrial.”

Fonte: Valor Econômico, 04/10/2021

Veículos elétricos: a revolução finalmente chegou

“No início do ano, os executivos da fabricante de carros elétricos Polestar traçaram planos de vendas ambiciosos para o Reino Unido. Dentro de semanas, eles tiveram que rasgá-los. A demanda estava crescendo tão rapidamente que as novas metas eram um terço mais altas. Hoje, a empresa apoiada pela Volvo executa cerca de 1.000 unidades de teste por mês somente no Reino Unido. […] Até quatro anos atrás, a Polestar se especializou em ajustar motores de combustão de alto desempenho: agora ela se transformou em uma das empresas que tentam atender à crescente demanda por carros a bateria. “Este não é o nicho de mercado que era há dois ou três anos”, disse Jonathan Goodman, chefe da Polestar no Reino Unido. Este extraordinário aumento na demanda está sendo sentido em todo o mundo, de Xangai a Stuttgart, de Tóquio a Toronto, e de novas marcas aos gigantes estabelecidos da indústria.”

Fonte: Financial Times, 04/10/2021

Política

O G20 é incentivado a promover melhores práticas de investimento social e ambiental

“As maiores economias do mundo precisam fazer mais para garantir que as classificações e investimentos ambientais, sociais e de governança sejam eficazes na transição para uma economia de baixo carbono, disse um relatório da OCDE na segunda-feira. Lançado antes de uma reunião de outubro do G20, o relatório disse que, embora o impulso para investir usando critérios ESG possa ajudar os objetivos climáticos internacionais, “desafios consideráveis” precisam ser superados. Especificamente, o relatório destacou a ampla variedade de abordagens para avaliar questões ESG, dados inconsistentes e falta de comparabilidade entre as metodologias de classificação ESG. “Essas dinâmicas e desafios concorrentes associados à classificação e investimento ESG podem comprometer a integridade do mercado, minar a confiança do investidor e mascarar a extensão dos impactos ambientais e climáticos das decisões de investimento”, disse o relatório.”

Fonte: Reuters, 04/10/2021

Os delegados da COP26 concordam com a necessidade de cumprir uma promessa de financiamento climático de US$ 100 bilhões

“Os delegados que vão para a cúpula do clima da ONU COP26 em Glasgow concordaram que devem cumprir a promessa de US$ 100 bilhões por ano para ajudar as nações mais vulneráveis a enfrentar as mudanças climáticas, disse o presidente da COP26, Alok Sharma, no sábado. Falando após dias de reuniões no evento climático pré-COP26 na Itália, Sharma disse que havia um consenso de fazer mais para manter a meta de 1,5ºC ao alcance, acrescentando que mais coisas precisam ser feitas coletivamente em termos de planos climáticos nacionais. A conferência COP26 em Glasgow visa garantir uma ação climática mais ambiciosa dos quase 200 países que assinaram o Acordo de Paris de 2015 para limitar o aquecimento global a bem abaixo de 2,0ºC – e a 1,5ºC de preferência – acima dos níveis pré-industriais.”

Fonte: Reuters, 02/10/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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