Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 30/08

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou a semana passada em território positivo, com o Ibovespa e o ISE em alta de +2,7% e +3,1%, respectivamente. Na sexta-feira, o Ibov fechou subindo +1,64%, e o ISE +1,11%.

• No Brasil, do lado das empresas, destaque para (i) as mudanças no setor de energia, com a ampliação dos princípios ESG – companhias como Cosan, 2W, Focus Energia, Raízen e ISA CTEEP exibem resultados positivos, como a captação de recursos no mercado de capitais e a melhora da qualidade do portfólio de projetos, cada vez mais verdes; e (ii) o compromisso, por parte de diferentes empresas, com a descarbonização por conta própria – Embraer, BRF, JBS e Suzano são alguns dos exemplos, possuindo em comum o mesmo detalhe: foram feitos de forma voluntária.

• No campo político, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, defensor no governo da importância da preservação do meio ambiente para atrair recursos ao país, confirmou sua participação na CoP 26 – conferência sobre clima promovida pela ONU em novembro. “Precisamos consertar a nossa narrativa sobre esse tema. Por que o BC está falando sobre e fazendo isso? Porque isso influencia o fluxo financeiro para o Brasil, o mercado de câmbio, o funding de longo prazo. Esse tema é muito importante para a gente”, disse Campos em evento na sexta-feira.

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Brasil

Empresas

Estratégias ESG impactam resultados e o nível de emissões

“O setor de energia passa por mudanças expressivas nas operações de geração, distribuição e comercialização, com a ampliação dos princípios ESG, sigla em inglês que se refere às boas práticas ambientais, sociais e de governança. Companhias como Cosan, 2W, Focus Energia, Raízen e ISA CTEEP, que adotaram o tripé da agenda ESG, exibem resultados positivos de suas estratégias, como a captação de recursos no mercado de capitais e a melhora da qualidade do portfólio de projetos, cada vez mais verdes. O efeito é a diminuição gradual de emissões de gases de efeito-estufa e a maior transparência. Em alguns anos, espera-se redução de tarifas, democratização e crescimento do mercado livre, no qual consumidores poderão escolher o fornecedor e a fonte de energia a ser contratada.”

Fonte: Valor Econômico, 30/08/2021

Empresas se comprometem com a descarbonização por conta própria

“A Embraer prometeu ser neutra em carbono até 2040, mesmo ano em que a BRF, dona da Sadia e Perdigão, deve conseguir zerar suas emissões líquidas. Já a JBS antecipou para 2025 o objetivo de acabar com o desmatamento ilegal nas fazendas de seus fornecedores indiretos no Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga, enquanto a Suzano pretende tornar suas metas climáticas mais ambiciosas. Esses são exemplos de compromissos assumidos por empresas brasileiras para diminuir a pegada ambiental de seus negócios. Além de anunciados recentemente, todos eles têm em comum o mesmo detalhe: foram feitos de forma voluntária. O Brasil não conta com um instrumento de precificação de carbono, como um imposto ou um mercado regulado, que obrigue setores poluentes a reduzirem suas emissões.”

Fonte: Folha de São Paulo, 28/08/2021

Alcançar a emissão líquida zero de carbono

“A ação climática está ganhando impulso. Desde o Acordo de Paris em 2015, os países intensificaram as medidas climáticas e muitos se comprometeram a zerar as emissões líquidas até 2050, o que significa que qualquer emissão adicional de carbono será integralmente compensada pelas emissões retiradas da atmosfera. Contudo, o orçamento de carbono – o volume máximo de emissões permissível – para limitar o aquecimento global bem abaixo de 2°C está se esgotando rapidamente. Desastres mais frequentes e intensos, declínio na produtividade agrícola e elevação do nível do mar se tornarão cada vez mais comuns se esta meta crucial não for alcançada. Em nossa recente nota informativa para o G-20 sobre política climática, detalhamos as políticas e, mais importante, os investimentos necessários nos próximos 5 a 10 anos para alcançar a meta de emissão líquida zero até 2050 de
forma compatível com o crescimento. A estratégia tem três componentes básicos: precificação do carbono, um plano de investimento verde e medidas para uma transição justa.”

Fonte: Valor Econômico, 28/08/2021

Cresce concorrência na área de certificação

“A pandemia fez acender um alerta emergencial que impulsionou um mercado ainda novo no Brasil – o de certificação de energia limpa. Além de servir como selo de origem de emissão de energia renovável, a área estimulou a competição e a entrada de novo certificador no negócio. O Instituto Totum, representante oficial no país do programa holandês The International REC Standard Foundation, e que vem dobrando o número de certificações de 2019 para cá, ganha como competidor Furnas, subsidiária da Eletrobras e uma das maiores geradoras do país. Em 2020, primeiro ano da pandemia, o número de certificações autorizadas pelo
Totum dobrou e atingiu mais de 4 milhões de selos. “Até o final de agosto superamos os 6 milhões e devemos bater, antes de dezembro, os 10 milhões de certificados que previmos atingir em 2021. Somos o primeiro país a ter um emissor local da certificação I-Rec e o crescimento tem sido exponencial”, afirma Fernando Giachini Lopes, presidente do Instituto Totum.”

Fonte: Valor Econômico, 30/08/2021

A lição de casa para evitar corrupção na empresa

“Nenhuma organização está imune ao crime corporativo. Feita por e para pessoas, as empresas ficam à mercê da conduta dos indivíduos e, infelizmente, há desonestos em toda parte. Trabalhar a cultura organizacional, criar mecanismos de ética e compliance são precauções primordiais. Para além disso, algumas medidas relativamente simples concorrem para atenuar a possibilidade de alguma ocorrência indevida. Com a experiência de ter atuado na investigação de centenas de casos, posso assegurar que muitos seriam evitáveis. Refiro-me a tentativas de fraude e corrupção em grandes players do mercado, de diversos segmentos – do financeiro ao agronegócio. Infelizmente, a maledicência criminosa se infiltra mesmo em organizações com bom ferramental de compliance. Estou certo de que 40% dos casos de crime corporativo não teriam ocorrido caso fossem observadas algumas regras de ouro. São ações e condutas capazes de minimizar os riscos de clusters de corrupção e fraudes no ambiente empresarial.”

Fonte: Valor Econômico, 27/08/2021

Política

Em busca de ‘consertar narrativa’, Campos vai à CoP 26

“Defensor no governo, desde o primeiro ano, da importância da preservação do meio ambiente para atrair recursos ao país, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, participará da CoP 26. O convite para viajar à conferência sobre mudanças climáticas promovida pela ONU foi feito pelo ministro Joaquim Pereira Leite (Meio Ambiente). O evento será em novembro, na Escócia. “Precisamos consertar a nossa narrativa sobre esse tema”, disse Campos em evento na sexta-feira. “Por que o BC está falando sobre e fazendo isso? Porque isso influencia o fluxo financeiro para o Brasil, o mercado de câmbio, o funding de longo prazo. Esse tema é muito importante para a gente”.”

Fonte: Valor Econômico, 30/08/2021

Opinião

Empresas expandem frota de veículo sustentável com bicicleta e placa solar em van

“A Swift, marca da JBS, acaba de instalar placas solares nas 40 vans da empresa que funcionam como lojas móveis em São Paulo. A nova estrutura deve captar energia suficiente para manter a iluminação e os sistemas operacionais dos veículos, como computador e caixa de pagamento, funcionando ao longo do dia, segundo a empresa. Antes, a energia utilizada era gerada pelo motor a diesel das vans, que permanecia ligado durante todo o período de atendimento. A expectativa, segundo a empresa, é evitar a emissão de 79 mil quilos de gás carbônico por ano. Já a locadora de veículos Unidas anuncia que dobrou sua frota de carros elétricos desde o início do ano. Agora, são 400 disponíveis para clientes no país. A ação faz parte da estratégia de ESG da companhia, que inclui o lançamento de um programa para neutralizar as emissões poluentes até 2028.”

Fonte: Folha de São Paulo, 29/08/2021

Estamos aumentando a fila do banheiro feminino. Que bom!

“Neste dia Dia Internacional da Igualdade Feminina, quero trazer boas notícias: em dois anos, muita coisa vem mudando e estamos vendo muitas mulheres se interessando mais por finanças, investimentos, equidade salarial e direito. Uma revolução está em curso – finalmente a vemos!! E a jogadora de futebol Marta Silva, a surfista Maya Gabeira e a empresária Rachel Maia são símbolos evidentes dela. Há pouco mais de dois anos, logo no início deste blog, eu escrevi um artigo intitulado “Vamos aumentar a fila do banheiro feminino?”, uma provocação feita a partir de algo que me incomodou muito: o tamanho da fila do banheiro dos homens era três vezes maior do que o das mulheres em um megaevento que a XP Investimentos promoveu em julho de 2019, o Expert XP, ainda presencialmente.”

Fonte: Valor Investe, 27/08/2021

Carbono nas finanças

“Os bancos centrais estariam lentos demais na adoção de medidas preventivas à crise de aquecimento global? Com certeza, sim, se a referência for o primeiro quarto de século da Convenção do Clima, período em que se fizeram de rogados, até dando de ombros às propostas feitas por Sir Nicholas Stern, em 2005-2006. Porém, houve uma nítida virada, em 2015-2017, como ressaltou Winston Fritsch, ontem, na página ao lado. Foi quando emergiu o ‘Network for Greening the Financial System’ (NGFS), com seus inúmeros cenários, modelos de risco e aprimoramento dos testes de estresse. O problema é que, por enquanto, nada disso garante, aos investidores, fontes fidedignas a serem consultadas se precisarem saber qual é a atitude de determinada empresa frente ao drama climático. Ou, melhor, qual é seu grau de compromisso com o esforço descarbonizador.”

Fonte: Valor Econômico, 27/08/2021

Terceiro Setor

Voluntariado da Ambev tem aumento de 60% de profissionais engajados na pandemia

“O programa de voluntariado VOA, da Ambev, registrou aumento de 61% nos mentores inscritos durante a pandemia. Os funcionários dispostos a contribuir com o desenvolvimento de organizações sociais puderam atuar de maneira remota no apoio à gestão de recursos e processos. Com a adaptação para o modelo totalmente virtual, o número de mentores – profissionais com cargo de gerência ou superior – subiu de de 247, em 2019, para 398 em 2020. No mesmo período, a Ambev registrou aumento de 44% nas demais atividades do voluntariado corporativo, passando de 489 para 706 profissionais engajados.”

Fonte: Folha de São Paulo, 37/08/2021

Programas beneficiam comunidades de alta vulnerabilidade socioeconômica

“Apesar de suas características menos poluentes quando comparadas às de fontes de origem fóssil, as usinas hidrelétricas, predominantes na matriz energética nacional, podem causar impactos sociais e ambientais expressivos, principalmente durante a construção. Um dos grandes problemas é a deterioração social causada pela chegada de grande contingente de trabalhadores de outras regiões, que se veem desempregados no final das obras, passando a residir no entorno do projeto e, muitas vezes, aumentando índices de violência e criminalidade. Para evitar tal impacto no entorno de suas obras na Bahia, a Focus Energia exigiu que 80% da mão de obra, de 1.500 pessoas, fosse escolhida entre moradores da região, que receberão treinamento e qualificação, estando aptos a trabalhar na construção de outros parques solares.”

Fonte: Valor Econômico, 30/08/2021

Internacional

Empresas

Fundos climáticos muitas vezes ficam aquém das metas de Paris, diz o relatório

“Os fundos comercializados como “climáticos” geralmente detêm ações de grandes poluidores, incluindo grandes empresas de petróleo, e muitos são inconsistentes com os objetivos do acordo de Paris, apesar de alegarem estar “alinhados” com ele, de acordo com a análise do instituto de estudos InfluenceMap. Cerca de 72 dos 130 fundos com foco no clima examinados – que coletivamente detêm mais de US$ 67 bilhões em ativos e são administrados por casas de investimento líderes, incluindo BlackRock e State Street Global Advisors – foram considerados desalinhados com a meta do acordo de Paris de limitar o aquecimento global a bem abaixo de 2ºC. Coletivamente, os 130 fundos detinham US$ 153 milhões em empresas da cadeia de produção de combustíveis fósseis, de acordo com o relatório publicado na sexta-feira. Tanto um fundo de “reservas de combustível fóssil grátis” da State Street e um fundo de “combustível fóssil filtrado” da BlackRock detinham ações da Marathon Petroleum e da Phillips 66. Os fundos que acompanham mais de perto os parâmetros de referência do mercado de ações normalmente deteriam maiores participações de seus portfólios nessas empresas.”

Fonte: Financial Times, 27/08/2021

Bancos europeus estão atrasados em relação à sustentabilidade, segundo estudo da BlackRock

“Os bancos europeus estão se mostrando lentos para agir com relação à sustentabilidade e têm apenas uma compreensão limitada de sua exposição a riscos ambientais, sociais e de governança, mostrou um relatório para a Comissão Europeia do gestor de ativos BlackRock. O relatório, que será usado para ajudar a integrar a sustentabilidade às regras prudenciais bancárias, se mostrou controverso devido ao papel da empresa norte-americana como investidora em muitos dos bancos. O executivo do bloco foi punido pela Ouvidoria Europeia Emily O’Reilly em novembro por não considerar adequadamente os conflitos de interesse na concessão do contrato para a unidade de Consultoria de Mercados Financeiros da BlackRock.”

Fonte: Reuters, 27/08/2021

Fabricante do Marlboro, Philip Morris quer vender menos cigarro e atrair investidor ESG

“Uma gigante do tabaco – praticamente a definição de empresa evitada por investidores socialmente conscientes – quer aproveitar a expansão das finanças sustentáveis. A Philip Morris International apresentou nesta sexta-feira (27) o plano para emissão de títulos de dívida, com uma promessa de ficar menos dependente das vendas de cigarros. Quando emitem títulos ou tomam empréstimos vinculados a critérios ambientais, sociais e de governança (reunidos sob a sigla em inglês ESG), as organizações definem metas que geralmente estão alinhadas aos objetivos do desenvolvimento sustentável. O emissor se compromete a pagar multa aos credores se ficar aquém do prometido. Para a Philip Morris, o objetivo é reduzir seu negócio de cigarros. A entrada da Philip Morris nesse jogo chama a atenção porque muitos investidores voltados para ESG evitam a empresa por princípio. Por outro lado, a tentativa da fabricante do Marlboro de atrair esses investidores faz sentido, diante da abundância de recursos. Em todo o mundo, empresas e governos emitiram uma quantia recorde de US$ 652 bilhões este ano em títulos verdes ou sociais ou dívida vinculada a metas de sustentabilidade.”

Fonte: Valor Econômico, 27/08/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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