Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 26/08

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado seguiu em território positivo, com o Ibovespa e o ISE em alta de +0,50% e +0,96%, respectivamente no pregão de quarta-feira.

• No Brasil, destaque para notícia comentando que a Suzano tem sido apontada como um dos destaques brasileiros quando o assunto é ESG, principalmente no combate à crise climática. Além disso, George Serafeim, professor de Harvard, disse durante a Expert XP que “ainda nessa década, os impactos sociais e ambientais das empresas serão tão transparentes quanto seus relatórios financeiros, […] mas, para isso, será preciso investir em dados, métricas de desempenho e capacitação de profissionais”.

• Por fim, no cenário internacional, as autoridades norte-americanas estão investigando o DWS Group, braço de gestão de ativos do Deutsche Bank, depois que o ex-chefe de sustentabilidade da empresa disse que exagerou em relação ao quanto usou de critérios de investimento sustentável para administrar seus ativos.

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Brasil

Empresas

Como a Suzano se prepara para tirar lugar de plásticos e tecidos fósseis

“Em meio à corrida global das empresas para colar o adesivo ESG à sua imagem, a fabricante de celulose Suzano tem sido apontada como um dos destaques brasileiros e, invariavelmente, aparece na seleção das chamadas ‘best in class’ de analistas e investidores que adotam esse filtro. Uma das razões é que as florestas plantadas de eucalipto, a base do seu negócio, emergiram como parte da solução para a crise climática. Mas a  captura de gás carbônico pelas árvores é apenas o lado mais óbvio dessa contribuição e, dentro da Suzano, há uma revolução tecnológica para explorar várias outras possibilidades, da substituição dos plásticos descartáveis à criação de tecidos sustentáveis.”

Fonte: Capital Reset, 25/08/2021

Impactos sociais e ambientais serão tão transparentes quanto balanços, diz especialista de Harvard

“Ainda nessa década, os impactos sociais e ambientais das empresas serão tão transparentes quanto seus relatórios financeiros. A afirmação é de George Serafeim, professor da Harvard Business School, escola de negócios da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O estudioso, nascido na Grécia e considerado um dos maiores especialistas do mundo em ESG (práticas ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês), foi um dos convidados dessa terça (24), do evento on-line Expert XP. “Mas, para chegar nesse patamar, será preciso investir em dados, métricas de desempenho e capacitação de profissionais”, diz. Atualmente, os principais estudos do professor Serafeim se concentram em medir, impulsionar e comunicar o desempenho e o impacto social de empresas. Na Harvard Business School, ele co-criou e preside a iniciativa Impact-Weighted Accounts (IWAI ou Contabilidade Ponderada pelo Impacto, numa tradução livre da sigla em inglês).”

Fonte: Valor Investe, 24/08/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório com feedback dessa palestra na Expert XP 2021 | Transparência na divulgação de dados e a agenda ESG

Cresce a participação de executivas em conselhos

“Atuar como conselheira era um desejo antigo da executiva Flávia Verginelli. Mas, até a pandemia, ela pensava em viabilizar esse movimento quando deixasse o mundo corporativo, marcando uma nova fase de carreira. Só que uma viagem pré-covid para a China, onde foi realizar um curso, a colocou em contato com conselheiros da Lojas Marisa. O vínculo criado rendeu um convite e, por sua expertise em marketing, vendas e digital, Verginelli concilia desde fevereiro deste ano seu dia a dia como executiva do Google na América Latina com uma posição de conselheira independente na varejista. “Eles queriam trazer alguém com a cultura digital para o ‘board’, e também queriam uma mulher. Decidi antecipar meus planos diante da oportunidade”, diz. No conselho da Lojas Marisa, agora, 50% dos assentos são ocupados por mulheres. “Vejo que há uma diversidade cognitiva grande. Somos vocais e escutadas, e todos aprendemos muito.””

Fonte: Valor Econômico, 26/08/2021

Cocal investe em etanol e em unidade de biogás

“O Grupo Cocal vai investir US$ 70 milhões para ampliar sua produção de etanol e renovar sua matriz energética. Os recursos serão usados na construção de uma fábrica de biogás, produzido a partir do processamento de subprodutos da moagem da cana-de-açúcar. O insumo será transformado em biometano e energia elétrica para abastecer residências, comércio, indústrias e veículos no interior de São Paulo. Para os aportes, a empresa negociou um financiamento privado com o International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial. Serão US$ 40 milhões de recursos próprios do órgão, com prazo de oito anos, e outros US$ 30 milhões obtidos com os bancos Itaú BBA e Rabobank, com sete anos para pagamento. O empréstimo faz parte de um programa geral de investimentos da empresa, previsto em US$ 92 milhões (cerca de R$ 500 milhões). Ele será utilizado para renovar 27 mil hectares de lavouras de cana e substituir máquinas e equipamentos agrícolas – além da planta de biogás, em Narandiba (SP), que deverá entrar em operação em outubro.”

Fonte: Valor Econômico, 25/08/2021

Política

Caatinga é o bioma mais afetado por incêndios em todo o País

“Embora a média geral das queimadas no País esteja estável desde o ano passado, algumas regiões apresentam elevação preocupante no número de incêndios. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que a Caatinga é o bioma mais afetado, com aumento de 157% nos focos de incêndio na comparação de janeiro a agosto deste ano com igual período de 2020. Também sofrem com o aumento da devastação o Cerrado (33%) e a Mata Atlântica (28%). Considerando-se os Estados, a tendência também é de crescimento. Das 26 unidades da federação mais o Distrito Federal, 19 apresentaram elevação. O Estado de São Paulo, onde um incêndio devastou 80% do Parque Estadual do Juquery no último fim de semana, apresentou aumento de 28% nos focos de incêndio. O número absoluto passou de 2.383 para 3.070 na comparação até 23 de agosto. Neste mês de agosto já foram identificadas 1881 queimadas até o dia 24/8. Este número já é 69% maior que o observado no mês completo de agosto do ano passado. Em todo o País, foram 78.339 queimadas até 23 de agosto – número quase igual ao de mesmo período do ano passado (77.415).”

Fonte: Estadão, 25/08/2021

Regulação

Tribunais condenam empresas por atos de discriminação contra trabalhadores

“A Justiça do Trabalho tem condenado empresas a indenizar trabalhadores que sofreram atos de discriminação por superiores ou colegas. Em recentes decisões, desembargadores de pelo menos seis Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) criticaram a omissão de empregadores e ações pouco eficientes para livrar o ambiente de trabalho de preconceitos de gênero, raça, orientação sexual e religião, o que chegou a ser classificado como “políticas de papel”. O comportamento da empresa perante casos de discriminação, segundo advogados, é levado em consideração pelos desembargadores na hora de estabelecer o valor das indenizações por danos morais. “A empresa que não faz nada diante dessas situações assina embaixo da conduta discriminatória. É como se ela dissesse ‘aqui nós aceitamos isso’”, afirma a advogada Bruna Gärner, do escritório PGLaw e gerente de compliance na Ong TODXS – que promove a inclusão de pessoas da comunidade LGBTQIA+.”

Fonte: Valor Econômico, 26/08/2021

Internacional

Empresas

Empresas de oleodutos tentam invenções com impulso de captura de carbono

“A indústria de oleodutos e gasodutos dos EUA está em busca de novas oportunidades para colocar aço no solo com tubos que transportam o dióxido de carbono produzido quando os combustíveis fósseis são queimados. O setor de energia midstream entrou em conflito com ativistas do clima que se opõem a projetos de gasodutos como infraestrutura que bloqueia as emissões de gases de efeito estufa. Wall Street está pressionando o setor para mostrar como se adaptará às demandas de um mundo com baixo teor de carbono. Em resposta, os operadores de dutos estão apontando seu potencial como um elo nos sistemas de captura e armazenamento de carbono (CCS), nos quais as emissões de CO2 são aprisionadas em reservatórios subterrâneos, onde podem ser mantidas fora da atmosfera. Os dutos moveriam o CO2 das condutas industriais para os reservatórios. “É difícil ver como os objetivos climáticos são alcançados sem uma captura e sequestro de carbono bastante difundidos”, disse recentemente a analistas Steven Kean, presidente-executivo da Kinder Morgan, uma das maiores empresas de oleodutos dos Estados Unidos. “Achamos que temos a experiência do lado do pipeline.””

Fonte: Financial Times, 26/08/2021

Poeira nas minas de minério de ferro da BHP representa risco à saúde

“Altos níveis de poeira em duas das minas de minério de ferro do Grupo BHP na Austrália Ocidental estão prejudicando a saúde dos trabalhadores e residentes próximos, disse um sindicato esta semana, enquanto a BHP disse que havia tomado uma série de medidas para limitar a poeira na região árida. O regulador ambiental do estado começou neste mês uma revisão dos níveis elevados de poeira transportada pelo ar nas minas Whaleback e Newman da BHP em Pilbara, como parte de uma revisão das condições de licença da BHP e submissões públicas encerradas esta semana. A revisão será realizada ao longo do segundo semestre deste ano e pode resultar em alterações nas condições de licenciamento da BHP. As minas estão a cerca de 1.065 quilômetros (662 milhas) a nordeste de Perth.”

Fonte: Reuters, 26/08/2021

Política

Dinamarca e Costa Rica buscam aliança para acelerar o fim do petróleo e gás

“Dinamarca e Costa Rica estão tentando formar uma aliança de países dispostos a fixar uma data para interromper a produção de petróleo e gás e parar de conceder licenças para novas explorações, disseram ministros do governo e mostraram documentos. A queima de combustíveis fósseis é a principal fonte das emissões de gases de efeito estufa que aquecem o planeta, mas até agora não houve nenhuma ação coletiva do governo para acabar com a produção de petróleo e gás. “Restringir a produção nacional de petróleo e gás de acordo com o que é necessário para cumprir as metas do Acordo de Paris será o foco central do BOGA”, disse um rascunho das regras da aliança, referindo-se ao nome do grupo – Beyond Oil e Gas Alliance (BOGA).”

Fonte: Reuters, 25/08/2021

Regulação

EUA investiga DWS do Deutsche Bank sobre alegações de sustentabilidade

“As autoridades norte-americanas estão investigando o braço de gestão de ativos do Deutsche Bank, o DWS Group, depois que o ex-chefe de sustentabilidade da empresa disse que exagerou o quanto usou critérios de investimento sustentável para administrar seus ativos, informou o Wall Street Journal na quarta-feira. As investigações, da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) e promotores federais em Brooklyn, Nova York, estão nos estágios iniciais, disse o jornal, citando fontes. Um porta-voz da DWS disse à Reuters que a empresa não comenta sobre litígios ou questões regulatórias. O Deutsche Bank e um porta-voz do Departamento de Justiça dos EUA se recusaram a comentar o relatório do WSJ, enquanto um porta-voz da SEC disse: “A SEC não comenta sobre a existência ou inexistência de uma possível investigação.””

Fonte: Reuters, 25/08/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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