Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 25/08

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado reverteu a queda do primeiro dia da semana, e fechou o pregão ontem em território positivo, com o Ibovespa e o ISE em alta de +2,33% e +2,19%, respectivamente.

• No Brasil, destaque para notícia comentando que o atual cenário de crise hídrica e consequente aumento nos preços de energia adiante podem levar a um crescimento no interesse por fusões e aquisições de projetos de energia solar e eólica no país. Na esfera política, o ministro Joaquim Pereira Leite, do Meio Ambiente, em audiência ontem na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara, afirmou que “o desafio na Amazônia começa com ambiente de negócios”, elencando este como um dos cinco eixos do “novo plano de combate ao desmatamento ilegal do governo”.

• Além disso, Larry Fink, CEO da BlackRock, disse ontem durante a Expert XP, que “precisamos reimaginar o Fundo Monetário Internacional [FMI]”, no sentido de que “precisamos ter uma organização multilateral como o FMI que tenha um papel ainda maior” para financiar a transição dos emergentes ao mundo de carbono neutro.

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Brasil

Empresas

Energias eólica e solar podem ter mais fusões e aquisições

“O atual cenário de crise hídrica e o consequente aumento nos preços de energia nos próximos anos podem levar a um crescimento no interesse por fusões e aquisições de projetos de energia solar e eólica no país. De acordo com a presidente da consultoria Mangifera Analytics, Rachel Andalaft, a tendência é que investidores fiquem mais atentos às oportunidades nesses segmentos no Brasil nos próximos meses. “Existe um spread [diferença entre os preços atuais e o custo de fato da geração] nesse momento no preço de energia no Brasil que beneficia a geração de solar e eólica. O mercado brasileiro tem tudo para ter uma captação maior de capital estrangeiro. A modernização do setor elétrico, a abertura do mercado, a integração dos certificados de carbono nos projetos, isso tudo cria um ambiente muito atraente”, prevê.”

Fonte: Valor Econômico, 25/08/2021

O Brasil já faz investimento de impacto, mas precisa ser protagonista

“A indústria do investimento de impacto cresce em ritmo veloz, mas também traz consigo algumas contradições. De um lado, há US$ 715 bilhões alocados em impacto social no mercado global. De outro, apenas 4% dos investidores que controlam essa quantia têm sede na América Latina, Caribe e México. Os dados publicados no relatório de 2020 do GIIN (Global Impact Investing Network) mostram que a região, com desigualdades sociais importantes, ainda representa uma pequena parte do mercado. Há uma contradição aí porque, na lógica do investimento de impacto, é a redução da desigualdade e a geração de impacto positivo que indica o potencial de retorno. Dada a realidade brasileira, fica claro que o Brasil pode ser o grande exemplo de como impacto positivo e retorno financeiro se retroalimentam.”

Fonte: Capital Reset, 24/08/2021

Como levar a inclusão de mulheres nas empresas para além dos números

“Diversas empresas vêm assumindo compromissos de aumentar o percentual de mulheres, seja no quadro geral de funcionários, seja nos cargos de liderança. Mas as barreiras que as mulheres ainda enfrentam no mercado de trabalho — sejam elas escancaradas ou, como na maioria das vezes, sutis — mostram que nem só de recrutamento e metas quantitativas são feitas as políticas de diversidade. É preciso pensar em ambientes capazes de reter e desenvolver essas colaboradoras. Garantir representatividade para que as mulheres possam ser ouvidas, estabelecer políticas objetivas de promoção para reduzir os vieses inconscientes e criar políticas para que a licença-maternidade não seja mais vista como um problema estão entre as principais transformações a serem encaradas, apontam especialistas.”

Fonte: Capital Reset, 25/08/2021

SIG vê crescimento acelerado no Brasil

“A suíça SIG Combibloc está olhando além das caixinhas longa vida para manter o ritmo de crescimento acelerado que experimenta no Brasil desde a inauguração da fábrica de Campo Largo (PR), há dez anos. A unidade fabril quintuplicou de tamanho nesse período – a mais recente expansão foi concluída no ano passado, quando a pandemia de covid-19 já avançava globalmente – e, para abocanhar fatias adicionais de mercado, o grupo reforçou a aposta em tecnologias de envase e embalagem flexíveis e rastreabilidade completa das embalagens. A SIG pode produzir entre 4,5 bilhões e 5 bilhões de caixinhas por ano em Campo Largo, fornecidas a clientes no Brasil e exportadas a outros países da América do Sul e Central. O país representa 74% do mercado de embalagens cartonadas assépticas da América Latina e o leite longa vida, especificamente no Brasil, responde por 70% do consumo de caixinhas. Para 2021, a previsão do grupo é de nova rodada de crescimento de dois dígitos no país. “Embora o leite ainda seja o grande mercado, há novas categorias de produto, como nutracêuticos e ‘plant-based’, que estão crescendo muito”, diz o presidente e gerente-geral da SIG da região Américas, Ricardo Rodriguez.”

Fonte: Valor Econômico, 25/08/2021

Cocal investe em etanol e em unidade de biogás

“O Grupo Cocal vai investir US$ 70 milhões para ampliar sua produção de etanol e renovar sua matriz energética. Os recursos serão usados na construção de uma fábrica de biogás, produzido a partir do processamento de subprodutos da moagem da cana-de-açúcar. O insumo será transformado em biometano e energia elétrica para abastecer residências, comércio, indústrias e veículos no interior de São Paulo. Para os aportes, a empresa negociou um financiamento privado com o International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial. Serão US$ 40 milhões de recursos próprios do órgão, com prazo de oito anos, e outros US$ 30 milhões obtidos com os bancos Itaú BBA e Rabobank, com sete anos para pagamento.”

Fonte: Valor Econômico, 25/08/2021

Política

Desafio na Amazônia começa com ambiente de negócios, afirma sucessor de Salles

““O desafio na Amazônia começa com ambiente de negócios”, disse o ministro Joaquim Pereira Leite, do Meio Ambiente, em audiência ontem na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara. Este é um dos cinco eixos do que ele chamou de “o novo plano de combate ao desmatamento ilegal do governo”. Outro eixo, listou o ministro que sucedeu Ricardo Salles na pasta ambiental, disse, é inovação. “Às vezes é inovação básica, não só de ponta. Para quem anda de barco a remo, motor de popa é inovação.” O terceiro tópico do plano de combate ao desmatamento ilegal, listou Leite em sua primeira fala pública no Congresso, tem relação com financiamento de impacto. “O mundo tem muito recurso de impacto. São recursos de quem quer mudar o território e não olha apenas a taxa de retorno.””

Fonte: Valor Econômico, 25/08/2021

Lira quer votar mercado de créditos de carbono até a COP26

“O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta terça (24) que pretende votar em plenário, até a realização da Conferência do Clima da ONU (CPO26) marcada para novembro, o PL 528/2021, que tenta criar no Brasil um mercado regulado de carbono. Na visão de especialistas, o projeto encontra um cenário favorável para aprovação. “Depois das pautas estruturantes, queremos votar o crédito de carbono da floresta em pé, que dará uma resposta ao mundo de que 62% do nosso território é floresta e que meio dúzia de desmatadores não podem jogar a imagem do Brasil no lixo”, disse Lira, em evento promovido pela XP Investimentos.”

Fonte: EPBR, 24/08/2021

Opinião

Por que investir em diversidade?

“Quem viveu atentamente o infelizmente inesquecível ano de 2020, onde fomos assolados por uma pandemia que parecia possível apenas em filmes de ficção, sabe: os assuntos relacionados a diversidade ganharam corpo, voz e ruas. As discussões sobre inclusão de grupos minorizados (segmentos sociais que, independentemente da quantidade, têm pouca representação social, econômica e/ou política) já vinham acontecendo, mas a emergência social, as pressões por posicionamento e a dura realidade trouxeram essa agenda para a linha de frente das organizações. O ano de 2020 foi marcado por muitos compromissos públicos. Já 2021 está cobrando ação. O estudo “12 Tendências para 2021”, da Exame Academy, por exemplo, indica de forma inequívoca essa direção: “Diferenças na mesa: a pauta da diversidade seguirá na mesa das empresas, que serão cada vez mais cobradas pela sociedade”.”

Fonte: Valor Investe, 24/08/2021

Conta de energia e risco de apagão mostram que danos ambientais batem à porta do consumidor

“É muito difícil dar boas notícias ao consumidor, mesmo em um artigo semanal. Há exceções, claro, como os casos das leis Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e do Superendividamento. E do Procon-SP Ambiental, lançado no último dia 11 de agosto para aumentar a fiscalização sobre operações de compra e venda ilegal de madeira nativa no território paulista. Sim, meio ambiente e defesa do consumidor têm tudo a ver. Se madeireiros atuam ilegalmente, ajudando a devastar a Amazônia, para a felicidade insana de quem governa contra a floresta e os indígenas, cabe também aos consumidores se rebelar contra este crime lesa-planeta. As contas de energia elétrica e o risco de apagão comprovam que os danos ambientais um dia batem à nossa porta, e ajudam a esvaziar ainda mais o nosso bolso. Ou alguém acha que a maior seca no país em quase um século não se relaciona às queimadas multiplicadas nos últimos anos?”

Fonte: Folha de São Paulo, 24/08/2021

Internacional

Empresas

Ex-executivo de investimentos sustentáveis da Blackrock agora pensa que ESG é um “placebo perigoso”

“Um ex-executivo da BlackRock descreveu por que agora pensa que o investimento sustentável é um “placebo perigoso que prejudica o interesse público”, depois de evangelizar anteriormente a tendência para a maior empresa de gestão de ativos do mundo. Os investimentos ambientais, sociais e de governança – ou ESG – têm se tornado cada vez mais populares nos últimos anos, principalmente após a pandemia do coronavírus. Um relatório publicado em julho, analisando cinco dos principais mercados do mundo, disse que esse tipo de investimento tinha US$ 35,3 trilhões em ativos sob gestão durante 2020, representando mais de um terço de todos os ativos nesses grandes mercados. E a tendência não dá sinais de desaceleração. Mas Tariq Fancy, que foi o primeiro diretor de investimentos global da BlackRock para investimentos sustentáveis entre 2018 e 2019, alertou que havia algumas falácias associadas a essa área.”

Fonte: CNBC, 24/08/2021

Política

‘FMI poderia ter um papel maior do que tem’, diz Fink

““Precisamos reimaginar o Fundo Monetário Internacional [FMI]”, disse o CEO da BlackRock, Larry Fink, ontem durante a XP Expert. “Precisamos ter uma organização multilateral como o FMI que tenha um papel ainda maior” para financiar a transição dos emergentes ao mundo de carbono neutro. “Os modelos comerciais do fundo monetário não mudaram desde que foram criados há 81 anos”, disse Fink. “E se nós formos trazer o capital privado para ajudar o mundo emergente a investir em novas tecnologias, como energia solar e eólica a gente vai precisar repensar o financiamento disso”, acrescentou. Na visão do chefe da maior gestora em ativos do mundo, o FMI poderia atuar como uma espécie de financiador de primeira instância “talvez até prevendo os primeiros prejuízos antes do capital privado entrar”. Segundo Fink, “o capital privado não consegue investir na maior parte do mundo emergente”.”

Fonte: Valor Econômico, 25/08/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | Expert XP 2021: diversificação global com Larry Fink

Espanha contabiliza custo do agronegócio na desertificação crescente

“As ondas de calor e os incêndios florestais que varreram o Mediterrâneo neste verão deram aos europeus uma lição sombria sobre os perigos da mudança climática. Mas muitos especialistas também estão preocupados com uma aflição de longo prazo: a desertificação. Um processo muitas vezes irreversível, a desertificação é um problema crescente na Europa – especialmente na Espanha, onde cerca de um quinto do país já está afetado. “A desertificação é uma das quatro grandes áreas de preocupação ambiental do mundo, junto com as mudanças climáticas, a perda de biodiversidade e a poluição”, disse Elias Symeonakis, especialista no assunto da Manchester Metropolitan University. “Dependemos dessas áreas que estão degradando… para nossa alimentação e nossa população. Uma vez degradados, não há muito que você possa fazer”.”

Fonte: Financial Times, 24/08/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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