Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 20/09

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira o mercado seguiu em território negativo, com o Ibov e o ISE encerrando o pregão em queda de -2,1% e -1,8%, respectivamente. Na semana, o Ibov recuou -4,3%, enquanto o ISE segurou parte das perdas, caindo -3,7%.

• No Brasil, o tema “inflação verde” começa a ganhar visibilidade nas discussões do Banco Central, uma vez que o agravamento da crise do clima nos últimos anos e a transição para uma economia sustentável são temas cada vez mais demandados pela sociedade e por investidores de todo o mundo. O processo, no entanto, gera custos, distorce preços de matérias-primas e provoca a chamada “inflação verde”.

• No internacional, (i) dados do Ecosystem Marketplace mostram que no acumulado de 2021, o valor transacionado nos mercados de carbono voluntário já cresceu 60% em relação a todo o ano de 2020 e deve superar a barreira de US$1bn em 2021, marcando um recorde em meio à crescente demanda corporativa para cumprir metas de descarbonização; e (ii) um estudo do Fórum Econômico Mundial mostrou que as pessoas físicas estão interessadas em sustentabilidade, ou ESG, mas poucas investem o seu dinheiro com isso em mente, tendo como principais barreiras de entrada a falta de simplicidade e de padronização da indústria.

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Brasil

Empresas

Ação social das concessões avança com Instituto CCR

“Contribuir com o desenvolvimento socioeconômico e ambiental das áreas do entorno das concessões do Grupo CCR. Esse é o propósito do Instituto CCR, instituição sem fins lucrativos criada pela companhia há cinco anos para qualificar e estruturar a gestão dos projetos apoiados desde 2002, pela CCR, além de ampliar a transparência no uso dos recursos aplicados e fomentar e democratizar o acesso à cultura. São quatro pilares de atuação: saúde e qualidade de vida, educação e cidadania, cultura e esporte, meio ambiente e segurança viária. Para cada um deles, há uma estratégia de atuação diferente. “No caso da cultura e do esporte, temos uma programação anual, com projetos ligados à atuação do negócio da CCR e que tenha cunho local. Lançamos editais já há 3 anos, porque o edital democratiza as oportunidades e dá transparência ao processo”, informa Marina Mattaraia, diretora do Instituto CCR. Já foram lançados quatro editais desde 2016, que apoiam com até R$ 300 mil cada projeto selecionado. O quinto edital será lançado em breve.”

Fonte: Valor Econômico, 18/09/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto

Google e RME lançam nova edição de programa para mulheres que buscam recolocação no mercado

“O Google Brasil lançou no último dia 14 de setembro a nova edição do programa ‘Cresça com o Google para Mulheres’, feito em parceria com a Rede Mulher Empreendedora. A nova edição do programa tem foco em mulheres que buscam oportunidades de recolocação no mercado, com a inclusão de palestras também focadas no público acima de 60 anos e em mulheres que interromperam a carreira para se dedicarem à maternidade. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do Cresça com o Google para Mulheres. O conteúdo é acessível, em libras e legendas, e ficará disponível no site Cresça com o Google. Segundo dados mais recentes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a participação das mulheres no mercado de trabalho diminuiu consideravelmente desde o início da pandemia de covid-19, ficando em 45,8%, nível mais baixo em 30 anos, quando a taxa era de 44,2%.”

Fonte: Valor Investe, 19/09/2021

Estudo revela interferência das queimadas na formação de nuvens de chuva na Amazônia

“Estudo brasileiro divulgado na revista Communications Earth & Environment revela como as queimadas interferem na formação de nuvens de chuva na Amazônia. Segundo os autores, as pequenas partículas sólidas ou líquidas liberadas na atmosfera pelas chamas – também conhecidas como aerossóis – dificultam o congelamento de gotas de nuvens quando a atmosfera encontra-se umidificada, mas podem também favorecer o congelamento quando a atmosfera está mais seca. Isso altera o funcionamento natural das nuvens e sua altitude típica, possivelmente também afetando sua capacidade de produzir chuvas e a incidência de raios solares no solo. Para chegar a essa conclusão, os cientistas fizeram uma combinação de uma grande base de dados coletada em um intervalo de 15 anos, de 2000 a 2014. Foram usadas imagens de satélites da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), dos Estados Unidos, medidas da quantidade de aerossóis atmosféricos provenientes das queimadas efetuadas pela rede Aerosol Robotic Network (Aeronet), da National Aeronautics and Space Administration (Nasa), e dados que caracterizam propriedades da atmosfera, os chamados dados de reanálise, produzidos pela European Centre for Medium-Range Weather Forecasts (ECMWF). As imagens de satélite e os dados de reanálise cobriram toda a região amazônica e as informações sobre os aerossóis foram examinadas para cinco localidades no sul da Amazônia: Alta Floresta e Cuiabá (MT), Rio Branco (AC), Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste (RO).”

Fonte: Estadão, 17/09/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo

Política

Reduzir emissões é mais fácil no Brasil que em outros países, diz Levy

“O ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy é otimista com relação à descarbonização brasileira a médio prazo. Atual diretor de estratégia econômica e relações com mercados do Banco Safra, ele participou da Live do Valor de sexta-feira e disse que, pelo perfil das emissões de gases do efeito-estufa do país e sua geografia, a tarefa de reduzi-las é mais simples que a de outros países. O caminho – redução do desmatamento; aumento da produtividade da agropecuária; e eletrificação de transportes e indústria – tem retorno que justifica do ponto de vista financeiro, diz Levy. Para o engenheiro naval que começou a se dedicar ao meio ambiente bem antes de as políticas ESG (sigla em inglês para padrões ambientais, sociais e de governança) ganharem espaço, as condições estão dadas. Só faltam planejamento e regulação adequadas para iniciativas verdes por parte do governo.”

Fonte: Valor Econômico, 20/09/2021

Governo federal erra e Brasil deve se reposicionar no debate ambiental, diz Roberto Waack

“A falta de enfrentamento do governo federal frente às situações de desmatamento, queimadas, grilagem, garimpo ilegal e do crescimento exarcebado do narcotráfico na Amazônia tem colocado o Brasil na berlinda no cenário internacional. Por isso, na avaliação de Roberto Waack, biólogo e presidente do conselho do Instituto Arapyaú, o País perde a oportunidade de se colocar à frente das principais discussões ambientais e de guiar o planeta para soluções sustentáveis. Waack também é um dos idealizadores do grupo Uma Concertação pela Amazônia, coalizão que reúne mais de 400 empresários, economistas, pesquisadores, políticos e sociedade. Ele defende ainda uma mudança de rumo e reposicionamento brasileiro no debate sobre a pauta ambiental. “Essa discussão, que deveria ser muito mais densa e traz muito mais oportunidades do que problemas para o Brasil. A gente não está conseguindo fazer”, lamenta o biólogo, ex-presidente da Fundação Renova, instituída em 2016 para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem em Mariana (MG).”

Fonte: Estadão, 17/09/2021

Regulação

‘Inflação verde’ pode ser desafio brasileiro rumo à economia sustentável e mobiliza BC

“Dado o agravamento da crise do clima nos últimos anos, a transição para uma economia sustentável é cada vez mais demandada pela sociedade e por investidores de todo o mundo. O processo, no entanto, gera custos, distorce preços de matérias-primas e provoca a chamada “inflação verde”. Entre especialistas, prevalece a avaliação de que a adoção de iniciativas sustentáveis é um caminho sem volta que traz efeitos positivos, inclusive econômicos no futuro, apesar das potenciais dificuldades. O tema entrou na pauta de discussões do Banco Central. O presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, tem reforçado que o debate deve ganhar visibilidade e pode ser um desafio no controle de preços, não só no Brasil mas em diversos países.”

Fonte: Folha de São Paulo, 19/09/2021

Internacional

Empresas

Mercado voluntário de carbono bate recorde e deve superar US$ 1 bilhão no ano

“Com a enxurrada de empresas se comprometendo a se tornar ‘net zero’, era natural de se supor uma explosão na demanda por créditos de carbono. Uma pesquisa divulgada nesta semana transformou o cenário em números. Nos oito primeiros meses deste ano, o valor transacionado nos mercados de carbono voluntário já cresceu 60% em relação a 2020 como um todo e deve superar a barreira de US$ 1 bilhão em 2021, marcando um recorde em meio à crescente demanda corporativa para cumprir metas de descarbonização. Os dados são do Ecosystem Marketplace, uma iniciativa da Forest Trends, que compila informações reportadas pelos principais desenvolvedores e vendedores de projetos de carbono em todo o mundo — e é considerada a fonte mais confiável para acompanhar tendências de preços e volumes num mercado em que as transações têm pouca transparência.”

Fonte: Capital Reset, 17/09/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema

American Airlines e Microsoft aderem ao programa apoiado por Bill Gates para impulsionar a energia limpa

“Várias empresas americanas, incluindo American Airlines Group Inc, General Motors e Microsoft Corp, construíram na segunda-feira seu compromisso com a energia limpa ao se juntar ao programa Breakthrough Energy do bilionário e co-fundador da Microsoft, Bill Gates. A iniciativa visa impulsionar o desenvolvimento de tecnologias para atingir a meta de emissões líquidas de carbono zero até 2050. Seu programa catalisador visa arrecadar dinheiro de governos, filantropos e empresas para fazer investimentos de capital para reduzir o custo da tecnologia limpa. O Bank of America Corp, a siderúrgica ArcelorMittal SA, o Boston Consulting Group e o braço filantrópico da gestora de ativos BlackRock Inc também aderiram ao programa, disse a Breakthrough Energy na segunda-feira.”

Fonte: Reuters, 20/09/2021

Investidores pedem que governos tenham postura mais rígida em relação à conta climática

“Os investidores que administram mais de US$ 2,5 trilhões pediram aos governos que obriguem as empresas e auditores a apresentarem contas financeiras alinhadas com a meta mundial de zero emissões líquidas. Escrevendo ao czar do clima do Reino Unido, Alok Sharma, antes da próxima rodada de negociações climáticas globais em Glasgow, em novembro, o grupo disse que fazer isso é crucial para esclarecer o impacto financeiro da mudança climática e dar um incentivo para investir em conformidade. Os governos devem exigir que as empresas deixem claras as consequências financeiras de um caminho líquido-zero e que os auditores denunciem onde as empresas não o fizeram, disse o grupo de investidores na carta de 14 de setembro. Isso segue um estudo recente da Carbon Tracker e do Climate Accounting Project, que descobriu que mais de 70% das empresas de maior emissão do mundo não divulgaram todos os riscos em suas divulgações de 2020, com 80% das auditorias mostrando nenhuma evidência de que o risco foi avaliado.”

Fonte: Reuters, 20/09/2021

Política

Pessoas se interessam por sustentabilidade, mas poucas investem com isso em mente

“As pessoas físicas andam interessadas em sustentabilidade, ou ESG (sigla em inglês para a agenda ambiental, social e de governança), mas poucas investem o seu dinheiro com isso na cabeça. É o que aponta um artigo publicado pelo Fórum Econômico Mundial recentemente. As principais barreiras de entrada aos pequenos investidores nessa agenda são a falta de simplicidade e de padronização da indústria, de acordo com os autores. “Não há nada de simples em investimentos sustentáveis ​​hoje, com o setor marcado pela complexidade, confusão de terminologia e falta de padronização em termos de práticas”, escrevem Simon Smiles e Rodrigo Tavares. Na avaliação deles, se os investimentos fossem mais simples e padronizados, atendendo aos interesses dos investidores de varejo, mais dinheiro entraria no mercado e as companhias seriam ainda mais incentivadas a melhorar.”

Fonte: Valor Investe, 20/09/2021

Boris Johnson usará visita da ONU para pressionar por compromissos climáticos globais

“Boris Johnson avaliou suas chances de garantir compromissos em US$ 100 bilhões em ajuda climática anual antes de uma cúpula ambiental importante em “seis em 10”, quando ele chegou a Nova York para galvanizar as economias mais ricas para “assumir o controle”. Os países ricos perderam a meta de arrecadar US$ 100 bilhões até 2020. A atual escassez de financiamento cria o cenário para difíceis discussões em novembro na COP26 da ONU em Glasgow, quando se trata de acordar novas metas para o financiamento do clima. Johnson disse que aumentar toda a meta nesta semana “será um exagero”, admitindo que seria “difícil” garantir os fundos antes da reunião na Escócia no final deste ano. O primeiro-ministro do Reino Unido usará sua presença na assembleia geral da ONU para garantir promessas financeiras para ajudar os países em desenvolvimento a “crescer de forma limpa e verde”. O agravamento da crise do clima nos últimos anos, a transição para uma economia sustentável é cada vez mais demandada pela sociedade e por investidores de todo o mundo.”

Fonte: Financial Times, 19/09/2021

Níveis de gases de efeito estufa estão indo “na direção errada”, mostra o boletim da ONU

“As promessas climáticas mundiais estão longe de cumprir as metas do acordo climático de Paris, de acordo com um novo boletim da ONU que registra as metas climáticas nacionais, à medida que as emissões globais seguem na “direção errada”. As emissões mundiais de gases de efeito estufa devem aumentar 16% até 2030 em comparação com 2010, com base em todas as promessas climáticas existentes que foram formalmente apresentadas pelas 191 partes do acordo de Paris. Isso é o oposto dos cortes necessários para cumprir o pacto climático de Paris de 2015, que visa limitar o aquecimento global bem abaixo de 2ºC, idealmente 1,5ºC. Patricia Espinosa, chefe do clima da ONU, chamou as descobertas de “preocupantes” e “preocupantes”, e instou os países a apresentarem metas climáticas mais fortes antes da cúpula do clima COP26 em Glasgow, em novembro.”

Fonte: Financial Times, 17/09/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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