Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 16/09

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território negativo, com o Ibov e ISE recuando -0,96% e -1,04%, respectivamente.

• No Brasil, (i) o Banco Central divulgou ontem um conjunto de regras relativas a riscos e oportunidades ambientais e climáticas, trazendo a questão ESG para o centro de regulação bancária; e (ii) a demanda de investidores nas 4 emissões de títulos de dívida com compromissos ESG foi de quase 5x em relação ao volume oferecido pelas companhias (Suzano, Movida, B3 e Rumo) – juntas elas levantaram US$2bn, com o volume de interessados nos papéis atingindo US$9,4bn ou 4,7x o emitido;

• No internacional, a ONU revelou ontem que o ritmo da mudança climática não foi desacelerado pela pandemia global COVID-19, que causou apenas uma queda temporária nas emissões e não foi suficiente para reverter os níveis crescentes de gases de efeito estufa na atmosfera, e o mundo continua para trás na batalha para reduzir as emissões de CO2, existindo uma probabilidade crescente de não cumprimento do Acordo de Paris (limitar o aquecimento global em 1,5°C acima dos níveis pré-industriais).

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Brasil

Empresas

Demanda por papel ESG de Suzano, Movida, B3 e Rumo é 5 vezes o ofertado

“Está cada vez mais claro que o espaço para a oferta de investimentos com compromissos de sustentabilidade é enorme. Em setembro, segunda temporada mais importante no mercado de dívida externa, quatro, das cinco captações feitas por empresas brasileiras, foi por meio de emissão de títulos de dívida (bonds) com compromissos ligados ao ESG (sigla para boas práticas ambientais, sociais e de governança). A demanda de investidores por esses papéis foi de quase cinco vezes em relação ao volume oferecido pelas companhias. Suzano, Movida, B3 e Rumo levantaram juntas US$ 2 bilhões desde o início de setembro, com a promessa de cumprir metas relacionadas à redução de emissão de gás efeito estufa e à diversidade. O volume de interessados nos papéis atingiu US$ 9,4 bilhões ou 4,7 vezes o emitido. Embora a maior parte das metas esteja ligada ao meio ambiente, os compromissos sociais começam a aparecer em duas captações da Suzano, inclusive na feita no início do mês, de US$ 500 milhões, e na da B3, realizada nesta quarta-feira. Nas duas, a proposta é aumentar o número de mulheres em cargos de liderança. A B3 levantou US$ 700 milhões prometendo elevar de 27% para 35% o comando feminino e ainda criar até 2024 um índice de diversidade, referência para investidores que buscam empresas com essa prioridade.”

Fonte: Estadão, 16/09/2021

Varejistas aderem a movimento pela moda socialmente responsável

“Empresas do varejo e da indústria têxtil e de confecção levantam bandeira da moda socialmente responsável no país. Ao aderir ao movimento ModaComVerso nesta quinta-feira (16), o setor quer impulsionar boas práticas trabalhistas e conscientizar o consumidor sobre seu papel. O ModaComVerso é um esforço do universo da moda brasileira, liderado pela Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex), para dar visibilidade às ações empreendidas pelos varejistas signatários. A entidade realiza, desde 2010, o monitoramento da cadeia de fornecimento, impulsionando o que chama de uma moda ética, humana e transparente. Nesse período, mais de 42 mil auditorias foram realizadas em 19 estados brasileiros.”

Fonte: Folha de São Paulo, 15/09/2021

ABBC terá guia de ‘melhores práticas’ para questões ESG

“A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) lançou uma pesquisa para mapear o alinhamento das 109 instituições financeiras e fintechs que congrega a princípios ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês). O levantamento é o ponto de partida para um guia de melhores práticas que deve ser lançado no fim do ano. “Não vamos impor metas, mas mostrar o que é possível fazer. O objetivo agora é identificar onde cada um está”, afirma a presidente da ABBC, Silvia Scorsato. “No futuro, esperamos evoluir para isso, ter esse comprometimento.” Quando assumiu o cargo, em abril, a executiva sinalizou que pretendia dar foco ao ESG em sua gestão. Além da pesquisa, a associação planeja trabalhar com uma consultoria para entender melhor como auxiliar bancos e fintechs na transição para a economia de baixo carbono e em questões sociais. O pilar de governança, diz Scorsato, é o mais simples de ser trabalhado porque o setor financeiro já é bastante regulado – e, portanto, essa acaba sendo uma
dimensão mais cotidiana. Os sociais também estão, de certa forma, presentes em boa parte dos bancos, embora haja muito espaço para melhorias.”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021

Banrisul vai inaugurar amplo data center ‘sustentável’

“Após quase dez anos do projeto original, o Banrisul vai inaugurar nos próximos meses um amplo data center “verde”, com um investimento de R$ 83 milhões. O prédio, que está sendo construído no bairro de Teresópolis, em Porto Alegre (RS), terá três andares e abrigará inicialmente quase 150 colaboradores das áreas de tecnologia. O empreendimento foi concebido seguindo os conceitos de classificação Tier 3 e permite crescimento modular e flexibilidade da infraestrutura. […] Desde que assumiu o cargo, em 2019, o presidente do Banrisul, Cláudio Coutinho, tem dado forte ênfase à agenda de padrões ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês). Segundo ele, para além da robustez financeira, o banco deve ser um exemplo de gestão sustentável. “Temos um compromisso de promover iniciativas que estimulem uma sociedade mais justa, ambientalmente correta e
culturalmente diversa”, diz.”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021

Regulação

Com novas resoluções, BC traz ESG para a regulação bancária; Entenda

“No passo mais concreto até agora na sua agenda de sustentabilidade, o Banco Central divulgou hoje um conjunto de regras relativas a riscos e oportunidades ambientais e climáticas, trazendo a questão ESG para o centro de regulação bancária. Foram divulgadas quatro resoluções que tratam do gerenciamento de riscos sociais, climáticos e ambientais por parte dos bancos e que estabelecem regras para um reporte dessas questões que passará a ser obrigatório para as instituições financeiras a partir de 2023. Outra normativa traz uma série de impedimentos de ordem socioambiental para a concessão de crédito rural, num primeiro passo para a construção do que o BC vem chamando de ‘birô verde’, uma ferramenta para dar mais transparência à concessão de crédito para o agronegócio e estimular práticas sustentáveis.”

Fonte: Capital Reset, 15/09/2021

Próximo Plano Safra já contará com birô de crédito rural ‘verde’

“O birô de crédito rural “verde” e incentivos a operações com características sustentáveis estarão presentes no Plano Safra 2022/2023. Ao lado de medidas mais tímidas direcionadas a todo o Sistema Financeiro Nacional (SFN), as regras do birô foram apresentadas ontem pelo Banco Central (BC) como parte do pilar de sustentabilidade da Agenda BC#. “É uma agenda [de incentivos] que a gente está discutindo com o Ministério da Agricultura e o Ministério da Economia. Para o próximo Plano Safra, ela já estará implantada, assim como toda essa agenda do birô verde”, afirmou o diretor de regulação do BC, Otávio Damaso, em apresentação. Embora o desenho exato ainda esteja em debate, os incentivos poderão “ser algum tipo de taxa, carência e até mesmo de prazo”, de acordo com o chefe do departamento de regulação, supervisão e controle das operações do crédito rural e do Proagro do BC, Claudio Filgueiras. Ele destacou que a edição atual do Plano Safra já contou com um montante recorde de recursos do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC). Mas também observou que muitos dos incentivos exigem recursos do Tesouro Nacional.”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021

Internacional

Empresas

Grupos do clima mundial prevêem um ano de aquecimento global de 1,5°C antes de 2025

“O mundo provavelmente excederá temporariamente 1,5°C de aquecimento desde os tempos pré-industriais nos próximos cinco anos, de acordo com um importante relatório de organizações meteorológicas e cientistas que apoiam conclusões alarmantes tiradas pelo recente estudo da ONU. As descobertas publicadas na quinta-feira seguem o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima da ONU no mês passado, que detalhou a ciência por trás da necessidade urgente de limitar o aquecimento global. O limite de 1,5°C se tornou um ponto de encontro para os formuladores de políticas. Em maio, o grupo de nações do G7 se comprometeu a atingir um aumento máximo de 1,5°C, em uma mudança em relação à meta principal do acordo de Paris de 2015 de manter as temperaturas “bem abaixo de 2°C”. Em seu relatório de agosto, o IPCC disse que mesmo no melhor cenário de cortes profundos nas emissões de gases de efeito estufa, as temperaturas médias de longo prazo – em vez de aquecimento em qualquer ano – provavelmente atingirão 1,5°C em 20 anos.”

Fonte: Financial Times, 16/09/2021

Fitch entra na corrida pelos ratings ESG

“Depois de perder para as concorrentes as oportunidades de aquisição de provedores independentes de ratings ESG disponíveis no mercado, a Fitch acaba de lançar o seu próprio negócio na área, batizado de Sustainable Fitch. A ideia da agência, que domina o mercado global de classificação de risco de crédito ao lado de Moody’s e S&P, é fazer o rating ESG de instituições e também de todas as classes de ativos, globalmente. As avaliações começam por produtos rotulados, ou seja, com algum tipo de selo do universo ESG, mas, no futuro, deve se estender para todos os produtos de renda fixa, independentemente de serem rotulados. Suas concorrentes já haviam se movimentando para ocupar esse espaço antes.”

Fonte: Capital Reset, 15/09/2021

Na UE, faltam profissionais que entendam regras ESG

“Uma das maiores associações de fundos da Europa diz que seus membros sentem falta de profissionais com habilidades científicas necessárias para trabalhar com as novas regulamentações de finanças sustentáveis. Marc-Andre Bechet, vice-diretor-geral da Associação da Indústria de Fundos de Luxemburgo, diz que as regras europeias destinadas a evitar metas infundadas, o chamado “greenwashing”, e canalizar recursos para empresas que não poluem obrigam profissionais de investimento a se aprofundarem em assuntos altamente complexos, além de sua especialização atual. O Regulamento para Divulgação de Finanças Sustentáveis da União Europeia, que entrou em vigor em março, representa o conjunto de regras mais ambicioso já criado para garantir que profissionais de investimento documentem informações divulgadas sobre estratégias ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês).”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2021

COP e ESG: Tudo a ver

“Se os olhos do mercado sempre se voltaram de alguma forma a Davos, onde acontece anualmente o Fórum Econômico Mundial, as Conferências do Clima quase nunca ganharam muita atenção. Mas, com os esforços de descarbonização ditando a tônica das economias, as COPs viraram uma sigla que precisa ser acompanhada cada vez mais por atores além do mundo da sustentabilidade e da diplomacia. Seja porque criam instrumentos econômicos arrojados e mecanismos de financiamento verde, seja porque enviam sinais que impulsionam os atores de mercado a criar esses instrumentos na descarbonização da economia, elas têm sido uma das maiores forças motrizes do desenvolvimento sustentável. A COP 26, que está prevista para acontecer de 31 de outubro a 12 de novembro de 2021, em Glasgow, na Escócia, vai tomar decisões importantes sobre a implementação do Acordo de Paris.”

Fonte: Capital Reset, 15/09/2021

Essa startup criou uma tecnologia para capturar o CO2 da indústria de cimento – e diz estar pronta para escalar

“Responsável por cerca de 8% das emissões globais de gases de efeito-estufa, a indústria do cimento tem ficado para trás na corrida rumo ao baixo carbono devido às limitações tecnológicas para tornar sua fabricação limpa. O principal entrave é que, mesmo que os combustíveis fósseis sejam substituídos no processo, a produção de cimento em si envolve o aquecimento do calcário, com consequente liberação de CO2, o que responde por dois terços das emissões do processo. As tentativas de neutralizar as emissões da indústria até agora envolveram separar o CO2 de uma mistura de gases para capturá-lo e enterrá-lo no subsolo, o que custa caro. Mas uma empresa australiana de tecnologias de descarbonização diz estar pronta para escalar uma solução de custo mais baixo para resolver esse desafio.”

Fonte: Capital Reset, 15/09/2021

MSC compromete-se com a rede zero até 2050

“A Mediterranean Shipping Company, o segundo maior grupo de transporte de contêineres do mundo, anunciou publicamente seu compromisso de atingir as emissões líquidas de carbono zero até 2050 pela primeira vez. O presidente-executivo Soren Toft disse que o conglomerado ítalo-suíço de propriedade privada visa alcançar a neutralidade de carbono dentro de 30 anos após promessas de pares como a Maersk da Dinamarca e a CMA CGM da França. “Também estamos nos comprometendo com um futuro líquido zero de carbono com companhias marítimas como a nossa buscando atingir a descarbonização líquida até 2050”, disse ele, falando na London International Shipping Week na quarta-feira. O transporte marítimo contribui com quase 3% das emissões globais de CO2, mas o setor é difícil de descarbonizar porque combustíveis alternativos como hidrogênio, amônia e metanol ainda não podem ser produzidos em escala sem gerar emissões.”

Fonte: Financial Times, 15/09/2021

Política

ONU diz que o mundo provavelmente perderá as metas climáticas, apesar da pausa de COVID nas emissões

“O ritmo da mudança climática não foi desacelerado pela pandemia global COVID-19 e o mundo continua para trás em sua batalha para reduzir as emissões de carbono, disse a Organização das Nações Unidas na quinta-feira. A crise econômica relacionada ao vírus causou apenas uma queda temporária nas emissões de CO2 no ano passado e não foi suficiente para reverter os níveis crescentes de gases de efeito estufa na atmosfera, disse a Organização Meteorológica Mundial (OMM). As metas de redução não estão sendo cumpridas e há uma probabilidade crescente de que o mundo não cumpra a meta do Acordo de Paris de reduzir o aquecimento global para 1,5° Celsius acima dos níveis pré-industriais, disse a OMM em seu Relatório United in Science 2021. “Este é um ano crítico para a ação climática”, disse o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, dizendo que os resultados foram uma “avaliação alarmante de quão longe estamos do curso”.”

Fonte: Reuters, 16/09/2021

EUA e UE planejam acordo para reduzir a poluição por metano

“Os EUA e a UE planejam o compromisso de reduzir a poluição do metano em 30% na próxima década e estão fazendo lobby com outros grandes emissores do potente gás de efeito estufa para se juntarem ao esforço. O pacto visa trazer o metano na agenda antes da cúpula do clima da ONU em Glasgow em novembro, disseram pessoas informadas sobre o plano, e entrará em vigor em outubro. O Reino Unido também seria incluído, eles disseram. Na sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, convocará outra reunião do Fórum das Grandes Economias sobre Energia e Clima, onde pressionará outros países a assinarem o compromisso. Um alto funcionário do governo disse que a reunião permitiria uma “conversa franca entre os líderes mundiais para falar sobre o que mais precisa acontecer antes de Glasgow e depois”.”

Fonte: Financial Times, 15/09/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
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  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
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  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
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  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
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  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
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  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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