Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 23/09

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território positivo, com o Ibov e ISE em alta de +1,8% e +1,4%, respectivamente;

• No Brasil, (i) a Vale anunciou que Luciano Siani, que até então estava à frente da área financeira da companhia (CFO), passará para o cargo de vice-presidente executivo de Estratégia e Transformação de Negócios, que também inclui a liderança de estratégia de reposicionamento ESG global; e (ii) o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está buscando uma parceria com a Eletrobras para fazer estudos que permitam substituir o óleo diesel por fontes renováveis, como eólica e solar, na geração de energia elétrica na Amazônia;

• No internacional, o Banco Central Europeu (BCE) chegou a conclusão de que as inundações e incêndios florestais de verão na Europa são apenas o último sinal de que os custos de transição para uma economia de baixo carbono são muito menores do que o impacto “particularmente desafiador” das mudanças climáticas nas empresas, bancos e economia da região.

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Brasil

Empresas

Vale faz mudanças na diretoria com foco em ESG; Analistas veem impacto neutro para ação

“A sessão é movimentada para a Vale, em um dia de recuperação para o papel da companhia com a alta do minério de ferro após fortes quedas e um pequeno alívio na crise da Evergrande. Por outro lado, o ceticismo com o minério continua para algumas casas de análise.  Desta vez, o Bank of America reduziu a recomendação para os ADRs (na prática, os ativos da companhia negociados na Bolsa dos EUA) da mineradora de compra para neutra. Mas, para além do cenário macroeconômico, a Vale fez um anúncio importante na noite da véspera. Gustavo Pimenta assumirá a vice-presidência executiva de Finanças e Relações com Investidores da mineradora, com a mudança de Luciano Siani para o cargo de vice-presidente executivo de Estratégia e Transformação de Negócios, conforme comunicado divulgado na terça-feira.”

Fonte: InfoMoney, 22/09/2021

BNDES e Eletrobras querem energia limpa na Amazônia

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está costurando parceria com a Eletrobras para fazer estudos que permitam substituir o óleo diesel por fontes renováveis, como eólica e solar, na geração de energia elétrica na Amazônia. O acordo de cooperação entre as duas instituições ainda vai ser assinado e faz parte dos “Pactos de Energia”, um compromisso público assumido por empresas na ONU. O diagnóstico a ser feito deve levar três anos e propor, ao fim, um plano de implementação. No total, se prevê que a Eletrobras invista R$ 3 bilhões em dez anos R$ 295 milhões por ano – em projetos na Amazônia Legal, sendo boa parte desses recursos para substituir o óleo combustível por fontes renováveis de energia na região, conforme previsto na lei de capitalização da empresa. O “Pactos de Energia” acertado entre o BNDES e a Eletrobras será divulgado hoje.”

Fonte: Valor Econômico, 23/09/2021

Papel do RH no ESG vai além da contratação de diversidade

“A área de recursos humanos tem um papel fundamental para alavancar a agenda ESG que ultrapassa estimular a diversidade da contratação, defende Caroline Carpenedo, diretora global de pessoas e responsabilidade social da Gerdau. Na empresa, essa atuação do RH envolveu mudar processos internos para empreender uma transformação cultural ao longo dos últimos anos, comunicar mensagens que transmitissem novos valores e comportamentos esperados dos líderes e, desde 2019, alterar as metas que estimulam a remuneração de longo prazo dos executivos. “Tudo são símbolos, comportamentos e sistemas. Ter, por exemplo, um sistema de remuneração que recompensa e reforça comportamentos que queremos da liderança é importante”, afirmou.”

Fonte: Valor Econômico, 23/09/2021

Internacional

Empresas

Cofco volta ao mercado de finanças ‘verdes’

“A Cofco International, braço de commodities agrícolas da estatal chinesa Cofco, voltou ao mercado de finanças “verdes”. A companhia acertou um empréstimo de US$ 700 milhões com um grupo de bancos com taxas de juros vinculadas ao atendimento de metas de sustentabilidade, com prazo de três anos. As metas estão relacionadas à soja originada no Brasil, onde a trading, que faturou US$ 33 bilhões no ano passado, é uma das maiores exportadoras do grão, e ao desempenho geral da companhia no rating Sustainalytics. Hoje, a nota da Cofco International no sistema é 22,7, o que representa um “risco” ESG “médio”. O empréstimo foi baseado nos princípios de empréstimos atrelados à sustentabilidade desenvolvidos pela Loan Market Association (LMA) e pela Loan Syndications and Trading Association (LSTA). Em nota, a trading disse que todos os recursos poupados com as taxas reduzidas serão usadas para financiar suas iniciativas de sustentabilidade.”

Fonte: Valor Econômico, 23/09/2021

Política

Alta do gás pode abalar transição verde na UE

“O aumento sem precedentes nos preços do gás natural e da energia está forçando seu caminho até a agenda política da União Europeia (UE), após dominar uma reunião dos Estados-membros sobre a ambiciosa transição do bloco para a economia verde. Ministros da maioria das 27 nações da região, da Suécia à Grécia, demonstraram preocupação ontem, numa reunião na Eslovênia, com os preços da energia, que têm atingido altas históricas. Eles disparam no momento em que as economias do bloco se recuperam da pandemia da covid-19, o que pode desacelerar as discussões políticas sobre a estratégia da UE para transformar a neutralidade climática em realidade. A crise energética deverá der adicionada à agenda quando os líderes da UE se reunirem para uma cúpula em 21 e 22 de outubro, depois que vários países, liderados pela Espanha, pressionaram por ela, segundo disse uma autoridade da UE a par do assunto. Romênia, Itália, Polônia e Hungria também solicitaram a discussão do tema na ocasião, segundo uma autoridade da Comissão Europeia.”

Fonte: Valor Econômico, 23/09/2021

África do Sul adota meta de emissões mais ambiciosa antes da cúpula do clima

“O gabinete da África do Sul adotou uma meta mais ambiciosa de redução de emissões antes da conferência climática das Nações Unidas em novembro, disse o departamento de meio ambiente do país na quarta-feira. O maior emissor de gases de efeito estufa da África agora visa manter as emissões em uma faixa de 350-420 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (Mt CO2e) até 2030. Isso se compara a uma meta anterior de 398-440 Mt CO2e anunciada pelo departamento de meio ambiente em Março, que uma comissão do clima estabelecida pelo presidente Cyril Ramaphosa recomendou deve ser melhorado.”

Fonte: Reuters, 22/09/2021

Regulação

Custos da mudança climática são muito maiores do que os da transição verde, diz o BCE

“As inundações e incêndios florestais de verão na Europa são apenas o último sinal de que os custos de transição para uma economia de baixo carbono são muito menores do que o impacto “particularmente desafiador” das mudanças climáticas nas empresas, bancos e economia da região, de acordo com o Banco Central Europeu. O BCE chegou à sua conclusão após calcular o impacto potencial das alterações climáticas em 4 milhões de empresas e 1.600 bancos na Europa nos próximos 30 anos, cujos resultados publicou na quarta-feira. Suas descobertas aparecem no momento em que a alta dos preços da energia na Europa intensifica uma reação política contra os planos de Bruxelas de estender os impostos sobre o carbono, uma política central do esforço da UE para atingir as emissões líquidas zero até 2050. Mas o BCE disse que seu pior cenário – em que nenhuma ação é levado a deter o aquecimento global – pode derrubar 10 por cento do produto interno bruto europeu e causar um aumento de 30 por cento na inadimplência em empréstimos corporativos às empresas mais expostas.”

Fonte: Financial Times, 22/09/2021

OMS lança diretrizes para limitar emissão de poluentes atmosféricos mais perigosos

“A Organização Mundial de Saúde (OMS) lança nesta quarta-feira (22) novas diretrizes globais de qualidade de ar. São recomendações para limitar o nível de seis poluentes atmosféricos que mais causam danos à saúde, muitos produzidos na queima de combustíveis. As estimativas da entidade mostram que, ao ano, a poluição do ar causa cerca de sete milhões de mortes prematuras no mundo, muitas provocadas por poluentes em ambientes domésticos. Os que mais sofrem são os moradores de países de baixa e média renda. A última iniciativa da OMS neste sentido foi em 2005 e o Brasil está atrasado nestes parâmetros. As grandes fontes de poluição do ar causada pela atividade humana variam geograficamente e incluem o setor de energia, transportes, cozinhas domésticas e sistemas de aquecimento, além de depósitos de lixo, atividades industriais e agricultura.”

Fonte: Valor Econômico, 22/09/2021

Opinião

Ajuste de fronteira da UE e o Mercosul

“O Carbon Border Adjustment Mechanism (CBAM, na sigla em inglês) é a mais nova política da União Europeia (UE) para reduzir a emissão de gases que provocam efeito estufa, combatendo assim os nefastos efeitos das mudanças climáticas. Diferentemente do Emissions Trading System (ETS), em operação desde 2005 e aplicável a determinadas atividades econômicas realizadas em todos os países do bloco regional, além da Islândia, Liechtenstein e Noruega, o CBAM não só abarcará novas atividades como também operações de importação, envolvendo a participação de exportadores de várias partes do globo à Europa. Mecanismo inclui bens com elevado fator de emissão, como ferro, aço, cimento e produção de eletricidade.”

Fonte: Valor Econômico, 23/09/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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