Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 30/09

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território positivo, com o Ibov e ISE em leve alta de +0,9% e +0,5%, respectivamente.

• No Brasil, em meio a um processo de transição energética e de demanda crescente por investimentos em energia limpa, Brasil, Peru e Colômbia concentram 80% das oportunidades de emissões de créditos de carbono na América Latina, segundo a consultoria S&P Global Platts.

• No internacional, (i) segundo a Agência Internacional de Energia, o plano da China de atingir emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2060 pode ser realizado em uma data anterior se Pequim intensificar a adoção de energia renovável e cortar o uso de carvão; e (ii) no Reino Unido, os ministros devem traçar planos para transferir sobretaxas verdes das contas de eletricidade das residências para as contas de gás, na tentativa de empurrar os consumidores para alternativas de baixo carbono, demonstrando um sinal do desejo do governo de não permitir que a crise dos preços crescentes do gás atrapalhe sua meta de longo prazo de zerar as emissões líquidas de carbono até 2050.

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Brasil

Empresas

Brasil, Peru e Colômbia despontam em crédito de carbono na América Latina

“Em meio a um processo de transição energética e de demanda crescente por investimentos em energia limpa, Brasil, Peru e Colômbia concentram 80% das oportunidades de emissões de créditos de carbono na América Latina, segundo estimativas da consultoria S&P Global Platts. Em um evento on-line promovido pela consultoria ontem, o analista de precificação de baixo carbono da Platts Arsalan Syed mostrou que 34% das oportunidades de emissões de créditos para compensar emissões de carbono da região estão no Brasil. “Estamos vendo o mercado voluntário de carbono crescer a um ritmo acelerado e é claro que, à medida que o mundo adota metas para zerar emissões até 2050, os investimentos em estocagem e captura de carbono vão crescer.” O analista apontou que projetos baseados em soluções naturais, como reflorestamento e adoção de energias renováveis, têm maior potencial na América Latina do que soluções baseadas em tecnologias.”

Fonte: Valor Econômico, 30/09/2021

Na gestão ambiental, controle cada vez maior dos processos

“Assim como o desenvolvimento de novos produtos, para atender à crescente demanda dos consumidores, o cuidado para evitar ou ao menos minimizar os impactos ambientais em seus processos de produção passou a ser crucial para a indústria química nas últimas décadas. “A gestão ambiental é um valor tão importante em nosso setor que não basta adotarmos medidas de sustentabilidade. Também temos de investir na transparência para que o público tome conhecimento do que estamos fazendo direito. A reputação da empresa depende disso”, diz Maurício Russomanno, CEO da Unipar. O fato é que o consumidor, além de cada vez mais interessado nas boas práticas de produção do que vai comprar, hoje tem muito mais acesso a essas informações e toma decisões que influem diretamente no crescimento ou na derrocada de uma empresa. Uma pesquisa recente da consultoria KPMG, realizada em conjunto com o escritório de advocacia global Eversheds, mostrou que a preocupação de altos executivos com as mudanças climáticas nunca esteve tão alta. E o setor químico, que abastece uma vasta gama de indústrias com produtos essenciais, é instado não só pelos consumidores, como pelos parceiros de negócio a ser e parecer sustentável.”

Fonte: Valor Econômico, 29/09/2021

Valor 1000: AES Brasil avança em projetos de fontes renováveis

“A firme aposta no mercado de energias renováveis e uma ampla reestruturação societária e financeira garantiram à AES Brasil um desempenho de destaque no setor elétrico ao longo de 2020, o que levou a companhia a conquistar a liderança do setor no ranking de Valor 1000 pela segunda vez. “Foi um ano de muitas transformações para o nosso negócio. Fizemos duas aquisições, crescemos a capacidade instalada em quase 350 megawatts (MW), anunciamos uma reestruturação e uma nova holding, migramos para o Novo Mercado da B3 e ainda trocamos o nome da companhia. Tudo isso visando crescimento”, resume a presidente da geradora, Clarissa Sadock.”

Fonte: Valor Econômico, 29/09/2021

Política

Gasto militar na Amazônia cresce 178%, mas desmatamento se mantém em alta

“O retrato dos últimos anos na Amazônia revela uma realidade contraditória. Enquanto o orçamento do Ministério do Meio Ambiente (MMA) para ações de combate ao desmatamento caiu gradativamente, os gastos com as Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLOs) na Amazônia, ações das Forças Armadas autorizadas pelo presidente, cresceram 178%. Desde que as Forças Armadas passaram a fazer o combate direto à derrubada da floresta, em 2019, a área desmatada se manteve acima dos 10 mil km² – o que não acontecia desde 2008. Em junho, o governo federal renovou a ação militar até o fim de agosto. Relatório realizado pelo gabinete compartilhado – formado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e pelos deputados Tabata Amaral (PSB-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES) – aponta que o orçamento para ações tradicionalmente associadas à preservação do MMA vem caindo, saindo de R$ 1,07 bilhão em 2014 para R$ 647 milhões em 2020, em valores corrigidos.”

Fonte: Estadão, 30/09/2021

Produtos

Esse fundo levantou R$ 51 milhões para comprar créditos de carbono no Brasil

“Em meio à onda crescente de empresas querendo neutralizar suas emissões de gases de efeito-estufa, o mercado de créditos voluntários de carbono vem ganhando cada vez mais corpo. Na esteira desse movimento, o primeiro fundo de investimento voltado para a compra desses offsets no Brasil acaba de fechar uma captação de R$ 51 milhões. Batizado de FIP Carbono, o veículo é uma parceria entre a gestora Vitreo, a consultoria em mudanças climáticas WayCarbon e a ForFuturing, que presta assessoria empresarial em sustentabilidade e ESG. A ideia básica é comprar créditos gerados por projetos variados, de florestais a energias renováveis e de aterros sanitários, e ter um estoque na prateleira para atender à demanda de grandes empresas que buscam neutralizar suas emissões.”

Fonte: Capital Reset, 30/09/2021

Conheça os fundos que querem destravar recursos para biogás e cadeias sustentáveis na Amazônia

“Estão saindo do forno dois fundos de investimento inovadores para destravar capital privado para segmentos-chave na agenda de desenvolvimento sustentável brasileira e que sofrem com a escassez de recursos: a geração de biogás e a cadeia de fornecimento de bioinsumos da Amazônia. Os dois fundos desenhados no Brasil estão entre os seis instrumentos financeiros acelerados neste ano pelo Global Innovation Lab for Climate Finance, da ONG Climate Policy Initiative (CPI). A aceleradora foi criada em 2014, numa cooperação entre governos, organismos multilaterais e setor privado, para desenvolver instrumentos financeiros voltados para soluções climáticas em países em desenvolvimento. No Brasil já foram dez projetos acelerados, incluindo um modelo de FIDC verde desenvolvido pela Albion Capital e que foi usado pela Órigo, de energia solar distribuída, e outro FIDC voltado a financiar a técnica de integração lavoura-pecuária-floresta no campo, gerido pela JGP.  Fazem parte do Lab instituições como o  BNDES, o IFC e o alemão GIZ.”

Fonte: Capital Reset, 30/09/2021

Internacional

Empresas

China tem meios para antecipar meta de emissão zero, diz Agência Internacional de Energia

“O plano da China de atingir emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2060 pode ser realizado em uma data anterior se Pequim intensificar a adoção de energia renovável e cortar o uso de carvão, disse a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) em relatório divulgado na quarta-feira. “A China tem os meios e capacidades para realizar uma transição ainda mais rápida para a energia limpa”, disse o diretor executivo da IEA, Fatih Birol, em um comunicado à imprensa. A China é o maior emissor mundial de dióxido de carbono, respondendo por um terço de todas as emissões de gases de efeito estufa, de acordo com a IEA. O presidente Xi Jinping declarou no ano passado que a emissão de carbono da China alcançaria seu pico no fim desta década, permitindo ao país atingir emissões líquidas zero até 2060. Para a China atingir essas metas, segundo o relatório da IEA, o país precisaria melhorar sua eficiência energética, expandir muito o uso de energias renováveis e reduzir sua dependência do carvão.”

Fonte: Valor Econômico, 30/09/2021

Sobretaxa de energia verde do Reino Unido mudará de contas de eletricidade para gás

“Os ministros devem traçar planos para transferir sobretaxas verdes das contas de eletricidade das residências para as contas de gás, na tentativa de empurrar os consumidores para alternativas de baixo carbono. Os planos – a serem anunciados no mês que vem – são um sinal do desejo do governo de não permitir que a crise dos preços crescentes do gás atrapalhe sua meta de longo prazo de eliminar todas as emissões líquidas de carbono até 2050. Cidadãos que aquecem suas casas com eletricidade ou dirigem eletricidade os carros pagariam menos, enquanto aqueles que continuassem a usar caldeiras a gás pagariam mais, de acordo com as propostas que serão consideradas na próxima revisão. Quase um quinto da pegada de carbono do Reino Unido vem do aquecimento de casas e locais de trabalho, que dependem fortemente do uso de gás. O gás, um poluente, é tributado a uma taxa menor do que a eletricidade, que pode ser gerada por energia limpa renovável. As famílias pagam uma sobretaxa verde média de £ 159 em suas contas de eletricidade.”

Fonte: Financial Times, 29/09/2021

Mineração e agropecuária fazem área de cobertura vegetal do tamanho do Chile sumir da Amazônia

“Uma área equivalente ao Chile, ou 74,6 milhões de hectares, em cobertura vegetal natural deixou de existir nos países que abrangem a chamada região pan-amazônica, entre 1985 e 2020. Nesse período, em sentindo contrário, a mineração cresceu 656%, a agricultura/pecuária aumentou 151%, e a infraestrutura urbana deu um salto de 130%. Esses resultados fazem parte do mais recente levantamento do MapBiomas. Os dados são referentes a todo o bioma, desde os Andes, passando pela planície amazônica até as áreas de transições com o Cerrado e o Pantanal. Além do Brasil, fazem parte da região Colômbia, Peru, Venezuela, Equador, Bolívia, as Guianas e o Suriname. Há 36 anos, pastagens, agricultura, mineração e áreas urbanas ocupavam o equivalente a 6% de toda a região. Em 2020, chegou a 15%. Esse processo não ocorreu de forma homogênea. Em uma ponta, o Suriname, a Guiana e a Guiana Francesa têm a ocupação da floresta por essas atividades de apenas cerca de 1%. Na outra ponta, o Brasil: 19%.”

Fonte: Estadão, 30/09/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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