Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 19/08

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado continuou operando em território negativo nesta quarta-feira, com o Ibovespa recuando -1,09% e o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) -1,04%.

• No Brasil, destaque para (i) o estudo, por parte do governo, de um pacote de medidas para estimular o crescimento verde do país, com a intenção de financiar os compromissos climáticos assumidos e conduzir o Brasil na rota da neutralidade em 2050; e (ii) dados que mostram que, após as doações de pessoas físicas e empresas a projetos sociais somaram mais de R$ 6 bilhões no Brasil em 2020 devido à pandemia, esse valor vem caindo desde o fim do ano passado, frente ao arrefecimento da crise sanitária.

• Além disso, na União Europeia, os gestores de ativos estão adotando uma ampla gama de estratégias para justificar o rótulo sustentável desde que a UE introduziu o Regulamento de Divulgação de Finanças Sustentáveis (SFRD, na sigla em inglês). As regras são uma tentativa de oferecer transparência para investidores focados em questões ESG, mas os gestores afirmam que ela tornou a classificação mais complicada e menos clara, criando confusão.

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Brasil

Empresas

Distribuidora de resinas prevê faturar R$1 bi em 2021

“[…] A caminho de iniciar operações no exterior, via aquisição, a Activas está ampliando portfólio, atenta à crescente demanda por biopolímeros. […] Nessa frente, a estratégia é incorporar mais opções de plástico sustentável à carteira e, ao mesmo tempo, estimular a reciclagem. Distribuidor exclusivo dos biopolímeros da Earth Renewable Technologies (ERT) no mercado brasileiro, a Activas deu entrada no processo de certificação do Sistema B (BCorp), que reconhece empresas com boas práticas de ESG. Do lado comercial, a aposta está na diversificação da oferta de biopolímeros, a partir de acordos com novos produtores, e na resina PET, usada na fabricação de garrafas plásticas e altamente reciclada. Juntos, esses produtos devem representar 35% da distribuição do portfólio nos próximos anos.”

Fonte: Valor Econômico, 19/08/2021

Vida Veg capta R$ 18 milhões com a X8 para escalar oferta de plant-based 1

“A gestora de venture capital de impacto X8 Investimentos acaba de aportar R$ 18 milhões na Vida Veg, uma das principais startups brasileiras a ocupar o crescente mercado de alimentos à base de plantas. Com foco inicial em leite e derivados – como iogurte e leites vegetais, além de queijos e requeijão -, a foodtech tem hoje 30 itens na prateleira e avançou também para o segmento de substitutos para carnes, começando com hambúrgueres. Além do cardápio variado, a companhia, que foi fundada em 2015 em Lavras (MG), se diferencia pela capilaridade: sua rede de distribuição engloba 5 mil pontos de venda, nos 26 Estados do país, incluindo grandes varejistas de alimentos, como o Grupo Pão de Açúcar.”

Fonte: Capital Reset, 18/08/2021

Política

Criticado na área ambiental, governo estuda pacote para crescimento verde

“O governo federal está preparando um pacote de medidas para estimular o crescimento verde do país. A intenção é financiar os compromissos climáticos assumidos para 2025 e 2030 e conduzir o país na rota da neutralidade em 2050. Não está claro se há recursos para isso, se haverá esforços mais ambiciosos e se as iniciativas terão efeito real em frear o desmatamento e descarbonizar a economia. O que é evidente é que o governo tenta enviar outro sinal à comunidade internacional a 78 dias da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a CoP 26, em Glasgow, em novembro. O Ministério da Economia procura saber de todos os órgãos do governo o quanto o país gasta em investimentos sustentáveis, por exemplo, quanto há de recursos em agricultura de baixa emissão de carbono no Plano Safra e qual a parcela de renováveis na matriz energética.”

Fonte: Valor Econômico, 19/08/2021

Terceiro Setor

Doações devem ter regularidade e ir além de catástrofes

“Doações de pessoas físicas e empresas a projetos sociais somaram mais de R$ 6 bilhões no Brasil em 2020 devido à pandemia. Mas com o arrefecimento da crise sanitária a ajuda vem caindo desde o fim do ano passado. Executivos responsáveis por plataformas que viabilizam doações disseram, na “Live do Valor” de ontem, que um movimento mais constante requer educar os brasileiros em nome de uma cultura de solidariedade mais perene, para além de catástrofes. Também é importante persuadir as faixas de renda médias, que doam menos que os mais pobres e os mais ricos. Supervisor executivo de Valor Social da Globo, área de responsabilidade social da empresa, Rafael Marques define o doador brasileiro como “muito solidário em crises”, como enchentes ou a própria pandemia. Esse perfil, no entanto, não tem as doações como hábito regular. “Nem sempre precisamos de uma catástrofe para movimentar esse ambiente de doação. Tem lugares do país com IDH muito baixo, onde a gente precisa gerar oportunidade, reduzir desigualdade”.”

Fonte: Valor Econômico, 19/08/2021

Opinião

Quem disse que é Economia Verde?

“O Relatório do IPCC publicado essa semana deixou claro que não há mais espaço para negacionismo climático e para adiamentos de decisão rumo a uma economia de baixas emissões de CO2. A tão propagada meta ou teto global de emissões (Acordo de Paris) de manter o aquecimento do planeta até o final deste século abaixo de 1,5º C em relação à média do século passado já se tornou praticamente impossível. O planeta já aqueceu 1,2º C e a curva é ascendente. Mas ainda é possível, com muito esforço, e urgente, evitar que ultrapassemos os 2º C. Todavia isso implica numa reversão radical dos investimentos rumo a um modelo de desenvolvimento econômico carbono neutro no mais curto espaço de tempo possível. E o que estamos fazendo efetivamente para isso? O Pacto Ecológico (ou Green Deal) Europeu está avançando a todo vapor. Com o ambicioso plano para enfrentar desafios ambientais e climáticos, a União Europeia assumiu o compromisso de zerar as emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050. O orçamento previsto para o Pacto equivale a mais de 4 trilhões de reais – um terço dos 2 trilhões de euros de investimentos do Plano de Recuperação do NextGenerationEU e pelo orçamento da UE para sete anos.”

Fonte: Estadão, 18/08/2021

Desprovida de verdade, a sustentabilidade vira fé ou publicidade

“O arquipélago reconhecido recentemente como o destino turístico mais sustentável do mundo fica no meio do Oceano Atlântico, algures entre Portugal e o Canadá. E é exatamente daqui, dos Açores, que escrevo, em tarde azul-clara úmida e com vista para um oceano azul-escuro, por onde passam ritmicamente jamantas e tubarões-baleia. Aqui o termo sustentável é tão onipresente quanto os milhares de vacas malhadas pastando pelas ilhas. No aeroporto também contei pelo menos 3 billboards de empresas de bebidas, imobiliário e hotelaria aludindo aos seus produtos sustentáveis. No jornal Público, o principal diário português, mais dois anúncios de multinacionais com metas de transição carbônica. Nos Açores, no Brasil e um pouco por todo o mundo ocidental, a sustentabilidade banalizou-se. Empresas e governos fazem fila para anunciar, de forma cada vez mais esverdejante, novos produtos e iniciativas – os sapatos veganos, o suco ético, o carro elétrico, a casa ecológica, o bairro sustentável, a energia solar, a economia circular.”

Fonte: Folha de São Paulo, 18/08/2021

Internacional

Empresas

Cinquenta tons de verde: Regras para fundos sustentáveis da UE tornam classificação mais complicada e pouco clara

“Se você quiser investir em um fundo com a marca sustentável de acordo com as novas regras da União Europeia, terá muitas opções. Mas você pode acabar possuindo ações em empresas de petróleo, conglomerados de mineração ou empresas de tabaco. Uma análise da Reuters de fundos comercializados para investidores de varejo cada vez mais ávidos por qualquer coisa verde mostra que os gestores de ativos estão adotando uma ampla gama de estratégias para justificar o rótulo sustentável desde que a UE introduziu as regras de divulgação em março. O Regulamento de Divulgação de Finanças Sustentáveis (SFRD, na sigla em inglês) da UE é uma tentativa de oferecer transparência para investidores focados em questões ambientais, sociais e de governança (ESG), mas os gestores de fundos dizem que a definição de sustentabilidade é muito vaga e criou confusão sobre o que faz o corte.”

Fonte: Reuters, 19/08/2021

Transição energética traz risco econômico

“A transição global para uma economia neutra em carbono causará uma ruptura econômica parecida com a crise de energia da década de 70, alerta um estudo do Peterson Institute for International Economics, de Washington. Mesmo se os esforços para cortar drasticamente as emissões forem amortecidos no longo prazo, o impacto imediato dos difíceis ajustes necessários poderá ser similar em alcance ao período de baixo crescimento e inflação elevada decorrente do choque dos preços do petróleo, afirma Jean Pisani-Ferry, economista do instituto. “O otimismo lógico com os efeitos de longo prazo da transição para uma economia neutra em carbono não é motivo para subestimar os custos da transição”, disse ele no estudo divulgado ontem. “Esses custos, embora toleráveis, deverão ser significativos. Em vez de fingir que eles são triviais, as autoridades deveriam enfrentar a realidade e elaborar estratégias de transição apropriadas”.”

Fonte: Valor Econômico, 19/08/2021

Maersk assina primeiro acordo de metanol verde em passo para descartar combustíveis fósseis

“A AP Moller-Maersk disse na quarta-feira que assinou um contrato garantindo metanol verde enquanto a maior empresa de navegação do mundo se prepara para operar seu primeiro navio neutro em carbono em 2023. Com cerca de 90% do comércio mundial transportado por mar, o transporte marítimo global é responsável por quase 3% das emissões mundiais de CO2. A Maersk precisa ter uma frota neutra em carbono até 2030 para cumprir sua meta de emissões líquidas zero até 2050. “Sim, é uma embarcação, mas é um protótipo para uma solução neutra em carbono escalonável para transporte marítimo”, Morten Bo Christiansen, da Maersk chefe da descarbonização, disse à Reuters.”

Fonte: Reuters, 18/08/2021

Proteção da camada de ozônio evitou aquecimento maior do planeta, diz estudo

“O Protocolo de Montreal, que permitiu lutar contra o buraco na camada de ozônio, também evitou um aquecimento adicional do planeta de 2,5ºC aproximadamente até 2100 ao proibir determinados aerossóis, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (18) na revista Nature. O aquecimento global provocado pelos gases de efeito estufa, atualmente situado em 1,1ºC em relação à era pré-industrial, já provoca catástrofes como ondas de calor, inundações, incêndios, furacões, etc. O Protocolo de Montreal foi assinado em 1987 para suprimir progressivamente os gases CFC (usados na refrigeração e nos aerossóis), responsáveis pelo “buraco” nesta camada gasosa que protege a Terra dos raios que causam câncer de pele, danos oculares e imunológicos. Sem este acordo, o aquecimento global atingiria os 4ºC, mesmo se os países conseguirem limitar a alta nos termômetros causada por outros gases abaixo de 1,5ºC, um dos objetivos do Acordo de Paris, segundo este estudo.”

Fonte: Isto É, 18/08/2021

Clique aqui para ler o nosso último relatório | “Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima

Política

Após atrasos, acordo de biodiversidade da ONU previsto para o próximo ano

“A cúpula da ONU sobre biodiversidade será realizada em duas partes, disseram autoridades na noite de quarta-feira, confirmando outro atraso em um acordo global muito necessário para proteger a natureza do planeta. Uma sessão de abertura virtual será realizada de 11 a 15 de outubro e negociações presenciais acontecerão de 28 de abril a 8 de maio de 2022 em Kunming, China, para finalizar um acordo, disse o órgão de biodiversidade da ONU em um comunicado. A COP15, como a cúpula é conhecida, já foi adiada duas vezes devido à pandemia do coronavírus e um terceiro atraso era quase certo por causa dos desafios impostos pela falta de encontros face a face, informou a Reuters no mês passado.”

Fonte: Reuters, 19/08/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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