Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 19/07

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Brasileiro busca mais produtos sustentáveis

“Os consumidores brasileiros estão procurando mais produtos sustentáveis, visando redução de impactos ou geração de benefícios socioambientais. Uma pesquisa do Mercado Livre na América Latina, obtida com exclusividade pelo Valor, mostrou uma alta de 112% no número de compradores desses itens no país. O aumento superou o crescimento registrado na região como um todo, de 104%. O estudo, baseado em dados da plataforma de comércio eletrônico, foi realizado entre abril de 2020 e março de 2021. No Brasil, os produtos mais vendidos nesse segmento foram: painel solar, garrafa reutilizável e composteira. Os itens cujo percentual de venda mais cresceu, na comparação com a pesquisa anterior, foram cápsulas de café reutilizáveis, hortas e composteiras, e garrafas reutilizáveis.”

Fonte: Valor Econômico, 19/07/2021

Empresas vão atrás de aval a ações sustentáveis

“Em meio ao debate sobre o ESG – sigla em inglês para ações ambientais, sociais e de governança de empresas –, nem sempre é fácil diferenciar o que é só discurso e o que virou prática real. Por conta disso, cada vez mais empresas estão buscando certificações externas sobre sua atuação em sustentabilidade. Uma das certificações disponíveis é a do selo do Sistema B, organização que atesta se empresas de mercado, que visam o lucro, têm também reais preocupações socioambientais. “É um desafio de como a gente consegue separar o joio do trigo. Nesse sentido, ter um olhar externo que homologa faz muita diferença”, afirma Francine Lemos, diretora executiva do Sistema B no Brasil.”

Fonte: Estadão, 17/07/2021

Lista global reconhece 39 empresas B com boas práticas no Brasil

“Negócios de impacto da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais estão no ranking global de empresas que possuem boas práticas em comunidade, clientes, meio ambiente, governança e trabalhadores em 2021. O “Best For The World“, representado pelo Sistema B, reconheceu 39 iniciativas brasileiras entre as 750 de todo o planeta. As empresas destacadas estão entre as 5% mais bem pontuadas em cada categoria, que leva em conta o porte de cada uma delas. A ideia é incentivar melhores práticas para que empresas que equilibram lucro e propósito avancem coletivamente. Na categoria meio ambiente, que avalia o impacto ambiental dos negócios, foram reconhecidas Boomera, Fazenda da Toca Orgânicos e Retalhar.”

Fonte: Folha de São Paulo, 16/07/2021

Executivo brasileiro é menos otimista com agenda ESG do que estrangeiros

“A pandemia de covid-19 serviu não só como um despertar para a atuação digital, mas também para mostrar que negócios precisam ter um propósito. Por isso, ao longo dos últimos 18 meses, um conceito representado por três letrinhas – o ESG (sigla em inglês para as atuações nas áreas ambiental, social e de governança) – virou mantra no alto escalão das organizações. Mas será que o discurso se reflete nas práticas do dia a dia das organizações? Nem tanto, na opinião dos próprios executivos brasileiros. Pesquisa da consultoria Russell Reynolds, referência em recrutamento de alto escalão, que testou o humor de 1,3 mil líderes globais no mundo todo – entre CEOs, conselheiros e diretores de grandes empresas – mostra que, quando o assunto é ESG, o brasileiro está mais pessimista do que a média global. Na amostra local, 53% dos executivos disseram ter confiança nas estratégias sociais, ambientais e de diversidade das companhias.”

Fonte: Estadão, 17/07/2021

Empresas criam metas para diversidade, mas como tirá-las do papel?

“Nos últimos tempos, grandes empresas assumiram compromissos públicos com o aumento da diversidade nos seus quadros de colaboradores. De lá para cá, o tema virou parte da estratégia das companhias e, com isso, ganhou metas a serem cumpridas. Mas como trabalhar a diversidade, e principalmente a inclusão, e tirar essas metas do papel? Como as empresas estão correndo atrás do tempo perdido? “Ser um tema estratégico significa que trabalhamos com ele como qualquer tema estratégico da empresa, ou seja, precisa de um objetivo, de métricas, metas, forma de acompanhar esses números e, principalmente, uma ambição compartilhada. Essa meta não pode ser só das áreas de diversidade e de recursos humanos, precisa ser de todos os atores”, explica Carolina Sampaio, líder de diversidade e inclusão da L’Oréal Brasil.”

Fonte: Estadão, 17/07/2021

Não basta contratar, é preciso reter profissional diverso

“Ao criar um planejamento estratégico e metas para contratar profissionais de grupos as empresas vão além do recrutamento e seleção: é preciso convencer o funcionário a ficar ali. Na hora de se pensar a retenção, considerando aspectos de marca empregadora, dois pontos bastante trabalhados são a criação de um ambiente interno seguro e o desenvolvimento dos talentos – tanto de quem ainda vai chegar, quanto de quem já está na organização. Segundo uma pesquisa realizada pela plataforma de vagas Indeed, em parceria com o Instituto Guetto – instituição sem fins lucrativos que trabalha a equidade racial e de gênero -, 47,8% dos profissionais negros não têm senso de pertencimento nas empresas em que trabalham ou trabalharam. Dos 245 entrevistados, 60% já sentiram discriminação racial no ambiente de trabalho”

Fonte: Estadão, 17/07/2021

Política

Na gestão Bolsonaro, nº de multas pagas por crimes ambientais na Amazônia cai 93%

“Os entraves à fiscalização ambiental da Amazônia na gestão Jair Bolsonaro alcançam não só quem monitora infrações no campo, como aqueles que estão nos gabinetes de órgãos federais, julgando esses processos. Em 2019 e 2020, a média de processos com multas pagas por crimes que envolvem a vegetação nos Estados da Amazônia Legal despencou 93% na comparação com a média dos quatro anos anteriores. A centralização de decisões e a burocratização de processos ajudam a explicar o mau desempenho. O dado faz parte de levantamento do Centro de Sensoriamento Remoto e do Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Os pesquisadores mostram que mudanças em regras internas do Ministério do Meio Ambiente e na legislação entre 2019 e 2020 dificultaram o trabalho de campo dos fiscais e o andamento interno de processos ligados à apuração de infrações ambientais, como desmate e extração de madeira irregulares.”

Fonte: Estadão, 19/07/2021

Ministro do Meio Ambiente nomeia presidente substituto do Ibama

“O ministro do Meio Ambiente (MMA), Joaquim Álvaro Pereira Leite, nomeou nesta sexta-feira, 16, um presidente substituto para o Ibama, órgão que é vinculado à pasta. O comando do órgão passa a ser ocupado por Jonatas Souza da Trindade. Servidor de carreira pelo Ministério da Economia como analista de infraestrutura, Trindade está lotado no Ibama desde 2009, onde atua, principalmente, em temas ligados ao licenciamento ambiental. Com a sua nomeação, deixa a presidência do Ibama o tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, Luis Carlos Hiromi Nagao, que era pessoa de confiança do ex-ministro do MMA, Ricardo Salles. Hiromi, que estava interinamente na chefia do órgão ambiental, volta a ocupar o posto de diretor de planejamento.”

Fonte: Estadão, 16/07/2021

ESG e o Poder Judiciário

“A sociedade contemporânea vivencia um momento histórico único, o qual enaltece a força intensa e inexorável de movimentos de mudança. Em referido encaminhamento, expressões como empresas e direitos humanos, desenvolvimento sustentável, responsabilidade social empresarial, incentivo ao consumo consciente, impacto social, governança corporativa tornam-se exigências inafastáveis impostas por todos os atores sociais para a performance das empresas. Não é aceitável que as atividades empresariais sejam exercidas distanciadas dos valores éticos essenciais à humanidade. Neste sentido, a sigla ESG (Environmental, Social and Governance) – ou ASG (Ambiental, Social e Governança) – tem sido disseminada com notável intensidade. Trata-se de uma nova visão que tem avançado em todo o mundo para a estratégia de ação das empresas que passam a incorporar fatores ambientais, sociais e de governança em decisões corporativas, com a intenção de gerar resultados positivos para o desenvolvimento integral da sociedade, promovendo valores sustentáveis que transcendem o lucro isoladamente considerado.”

Fonte: Valor Econômico, 19/07/2021

Amazônia 4.0: As biofábricas de Carlos Nobre começam a sair do papel

“Está começando a sair do papel o projeto liderado pelo climatologista Carlos Nobre, batizado de Amazônia 4.0, que quer instalar minifábricas no coração da floresta para transformar os bioinsumos em produtos de maior valor agregado. É a grande aposta de Nobre para criar uma bioeconomia, com lógica de mercado, capaz de manter a floresta em pé. O climatologista se tornou uma espécie de consciência nacional a respeito do risco de que a Amazônia atinja um ponto de não retorno, caminhando para a completa savanização, se o avanço do desmatamento não for detido a tempo. E o Amazônia 4.0, que começou a ser gestado em 2017, é a sua resposta ‘mão na massa’ para o problema.”

Fonte: Capital Reset, 16/07/2021

Terceiro Setor

Fundação Dom Cabral e Yunus Negócios Sociais capacitam intraempreendedores sociais

“A Fundação Dom Cabral (FDC) e a Yunus Negócios Sociais realizam pela primeira vez um programa conjunto de capacitação de intraempreendedores sociais. O “Unusual Pioneers”, que deve ter sua etapa final no Fórum Econômico Mundial, em 2022, é voltado à criação de negócios com impacto positivo. Após processo de seleção que avaliou a capacidade intraempreendedora dos candidatos e os projetos pretendidos, os participantes iniciam as aulas em agosto, em modelo presencial e virtual. A capacitação será semelhante ao processo de aceleração de uma startup, com aulas, mentoria, prática de pitches, trocas entre pares e conexões com financiadores.”

Fonte: Folha de São Paulo, 16/07/2021

Opinião

O papel das cidades na retomada verde

“Sob a influência dos impactos causados pela pandemia do novo coronavírus, o processo de descarbonização das economias ao redor do planeta ganhou maior velocidade. Em um grupo cada vez maior de países, consolida-se a visão de que será verde a retomada das economias no pós-pandemia, privilegiando-se iniciativas que gerem empregos e se adequem a metas de redução de emissões. Há, nesse movimento, não somente a preocupação com o meio ambiente. De igual importância é a percepção de que o processo poderá influir para a obtenção de resultados econômicos e sociais bastante positivos. Não há mais dúvida em relação à necessidade de se realizar uma transição energética global, com a substituição de fontes de energia poluentes por alternativas limpas e renováveis. Cabe nos perguntarmos “quando” e “onde”. A premência da adoção de medidas contra o aquecimento global torna fácil a resposta ao primeiro questionamento: o momento é agora.”

Fonte: Valor Econômico, 19/07/2021

Internacional

Empresas

Investimentos sustentáveis respondem por mais de um terço dos ativos globais

“Os investimentos sustentáveis totalizam US$ 35,3 trilhões, ou mais de um terço de todos os ativos em cinco dos maiores mercados do mundo, mostrou um relatório da Global Sustainable Investment Alliance na segunda-feira. Os investidores são cada vez mais motivados por fatores ambientais, sociais e de governança (ESG) que tradicionalmente não são capturados no balanço patrimonial da empresa, mas que podem influenciar os retornos futuros. A GSIA, cujos órgãos membros acompanham o crescimento em sua região, disse que os ativos administrados profissionalmente, usando uma ampla escala do que significa investir de forma sustentável, representam 36% do total de ativos sob gestão.”

Fonte: Reuters, 19/07/2021

Hidrogênio tenta se firmar como alternativa de energia “limpa”

“O hidrogênio tem sido anunciado como o combustível do futuro, e é saudado por empresas de petróleo e gás, além de governos, como uma solução para descarbonizar partes da economia que não são facilmente eletrificáveis. Mas o combustível já alimentou falsas ilusões no passado. Agora, especialistas em energia que defendem o hidrogênio, intensificam seus esforços para explicar que papel vislumbram para ele, e que setores esse combustível poderia transformar. A Equinor, empresa norueguesa respaldada pelo governo, até 2018 conhecida pela marca Statoil, está atualmente delineando uma visão para os investidores que, segundo crê, demonstra a ampla gama de potenciais usos do combustível. Eles vão desde descarbonizar o setor siderúrgico até movimentar os navios que são a base do comércio mundial, diz o grupo.”

Fonte: Valor Econômico, 17/07/2021

Regulação

Banco do Japão oferece empréstimos sem juros a bancos que investem na redução de emissões

“O Banco do Japão oferecerá empréstimos a juros zero para credores que financiam projetos de mudança climática ao se tornar o mais recente banco central a agir sobre as emissões de carbono. Sob o novo esquema, com lançamento previsto para antes do final do ano, os bancos também poderão reduzir o montante de depósitos no Banco que estão sujeitos a uma taxa de juros negativa. O acordo efetivamente cria um subsídio para bancos comerciais que investem na redução de emissões em relação a outros projetos e pode estimular a demanda por títulos verdes. Separadamente, o Banco do Japão não fez alterações na política monetária, mantendo as taxas de juros overnight em menos 0,1%, e prometeu comprar títulos conforme necessário para manter os rendimentos dos títulos do governo de 10 anos em torno de 0%.”

Fonte: Financial Times, 16/07/2021

Política

Plano da UE para o primeiro imposto de carbono do mundo provoca parceiros comerciais

“A proposta da UE de um imposto de carbono para combater as mudanças climáticas desencadeou uma resposta contundente de parceiros comerciais liderados pela Rússia, enquanto outros estão considerando adaptar suas políticas climáticas em resposta. O plano para a introdução da primeira grande tarifa de importação de clima do mundo até 2026 teria um custo sobre as emissões de carbono por meio do chamado mecanismo de ajuste de fronteira de carbono (CBAM). Imporia um imposto vinculado aos preços do carbono sobre uma série de produtos, como aço, alumínio, fertilizantes e cimento importados. Os economistas consideram a medida da UE, revelada na quarta-feira, como um caso de teste crítico e estão observando de perto para ver se ela consegue incentivar a redução das emissões e leva outros países a seguirem o exemplo de Bruxelas.”

Fonte: Financial Times, 16/07/2021

Decisão de taxar o carbono é defensável, mas traz riscos

“Precificar o carbono é a maneira mais econômica de combater as mudanças climáticas. Mas, para que funcione adequadamente, as emissões devem ser precificadas em todos os lugares. Em 14 de julho, a Comissão Europeia revelou seu plano para cobrar o que seria, de fato, uma tarifa sobre algumas importações intensivas em carbono que, por terem sido produzidas fora da União Europeia, não estão sujeitas ao seu esquema de precificação. A ideia é impedir que as empresas europeias reajam ao preço do carbono transferindo a produção para partes do mundo onde possam poluir sem penalidades, mas também protegê-las de serem prejudicadas por concorrentes de tais lugares e encorajar as empresas estrangeiras que querem vender para a Europa a ficarem mais verdes.”

Fonte: Estadão, 17/07/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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