Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 17/08

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem o mercado operou em território negativo, com tanto o Ibovespa, quanto o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) recuando -1,7%. No mês de agosto, o Ibov acumula queda de -2,15% vs. -1,49% do ISE.

• Do lado das empresas, destaque para (i) o anúncio, por parte da Natura, de que a empresa se prepara para transportar cosméticos em drones a partir de 2022; e (ii) a avaliação pelo Grupo Ultra de oportunidades em renováveis, indo além das alternativas de investimento que estão sendo estudadas em refino, gás natural e infraestrutura.

• Além disso, está sendo realizada, em Houston, uma conferência de petróleo offshore e, frente à crescente demanda para cortar as emissões de carbono e reduzir o aquecimento global, mais parcerias offshore podem ser realizadas, o que levaria ao aumento da produção de petróleo mais limpo para o Brasil, segundo executivos no evento.

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Brasil

Empresas

Natura vai usar drones para enviar produtos

“A Natura se prepara para transportar cosméticos em drones a partir de 2022. Após serem adotados especialmente por produtores rurais nos últimos anos, principalmente para realizar mapeamento de áreas e obtenção de dados sobre plantações, os drones ganham novas funções também em áreas urbanas, como entrega de produtos, monitoramento de grandes ativos e controle de estoques em centros de distribuição, em projetos que, normalmente, envolvem startups da área. A iniciativa, no caso da Natura, é resultado de uma parceria com a empresa Speedbird Aero, iniciada a partir de programa para identificar startups com potencial para trabalhar junto com a empresa. No momento, as companhias trabalham juntas em testes internos para avaliação dos melhores veículos para o transporte de produtos. Também analisam rotas para solicitar autorização de voo à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).”

Fonte: Folha de São Paulo, 16/08/2021

Ultrapar avalia oportunidades em renováveis, diz diretor financeiro

“Além das alternativas de investimento que estão sendo estudadas em refino, gás natural e infraestrutura, o Grupo Ultra avalia oportunidades em renováveis, disse nesta segunda-feira o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Ultrapar, Rodrigo Pizzinatto, em teleconferência com analistas. O executivo disse que, com a venda da fabricante de commodities e especialidades químicas Oxiteno para a Indorama Ventures, o grupo caminha rumo a um portfólio de negócios “mais complementar e sinérgico”, que possibilita avançar em segmentos em que o Ultra tem maior escala e vantagem competitiva. “A transação reforça a visão de que estamos em um momento único de oportunidades de investimento em energia e óleo e gás”, disse Pizzinatto, acrescentando que o Ultra também está avaliando oportunidades de expansão e competitividade em ativos que seguem no portfólio do grupo – Ultragaz, Ipiranga e Ultracargo.”

Fonte: Valor Econômico, 16/08/2021

Projetos de petróleo com baixo teor de carbono no Brasil podem atrair grandes empresas

“A crescente demanda para cortar as emissões de carbono e reduzir o aquecimento global podem gerar mais parcerias offshore e aumentar a produção de petróleo mais limpo para o Brasil, disse o diretor de produção da estatal Petrobras, em entrevista. Oficiais do petróleo do Brasil estão em Houston em uma conferência de petróleo offshore procurando parceiros para desenvolver campos de petróleo em águas profundas que serão leiloados em dezembro. Os campos empregarão tecnologia de baixo carbono que pode ajudar as grandes petrolíferas a atender à demanda por menores emissões de gases do efeito estufa, disseram as autoridades. As autoridades agendaram reuniões com a Exxon Mobil Corp, TotalEnergies e Ecopetrol, apurou a Reuters. BP PLC e Chevron Corp também foram convidadas para discussões, disseram pessoas próximas às negociações.”

Fonte: Reuters, 16/08/2021

Energia do lixo entra na mira de investidores

“Amplamente adotada em países europeus e asiáticos, a recuperação energética de resíduos sólidos começa a dar seus primeiros passos no Brasil, com empresas nacionais e multinacionais se movimentando para viabilizar projetos em diferentes escalas. O principal impulso ao segmento promete vir do próximo leilão de energia nova “A5” do governo. Marcado para setembro, o certame é o primeiro a ter uma categoria específica para contratar soluções de recuperação energética do lixo urbano. Mas algumas iniciativas, independentes da licitação, já vêm saindo do papel. A ZEG Ambiental, empresa do grupo Capitale Energia, vai inaugurar nos próximos meses unidades de “waste-to-energy” (WTE) em fábricas da Neotech Soluções Ambientais e da Nexa Resources, companhia de metais da Votorantim. Os dois projetos vão testar uma tecnologia proprietária da ZEG que viabiliza usinas de recuperação energética em pequena e média escala. Batizada de “Flashbox”, a solução envolve um reator que transforma resíduos em “gás de síntese”, um combustível renovável que pode ser usado em processos industriais ou para a geração de energia elétrica.”

Fonte: Valor Econômico, 17/08/2021

Se o seu café está mais forte, culpe as mudanças climáticas

“Líder mundial em café, o Brasil está se voltando para grãos da variedade canéfora, mais fortes, amargos e resistentes ao calor do que o delicado arábica, em um sinal de como as mudanças climáticas estão afetando os mercados globais — e moldando nossos sabores preferidos. O Brasil é o maior fornecedor de arábica do mundo, mas sua produção se manteve praticamente estável nos últimos cinco anos. Enquanto isso, a produção de robusta/conilon — mais barato, geralmente cultivado em altitudes mais baixas e visto como inferior em qualidade — aumentou e está atraindo cada vez mais compradores internacionais, de acordo com novos dados. A expansão está desafiando o domínio de longa data do Vietnã no café robusta, ao mesmo tempo em que pressiona ‘players’ menores, cada vez mais concentrando a produção em menos regiões e deixando a variedade mais suscetível a picos de preços em caso de condições climáticas extremas.”

Fonte: Folha de São Paulo, 16/08/2021

‘Maioria das minhas roupas tem mais de 10 anos de uso’, diz Gisele

“Aos 41 anos, a top model Gisele Bündchen faz o estilo “slow fashion”, uma maneira de se opor ao “fast fashion”, a moda rápida que impele ao consumo de novas peças a cada estação do ano. Ativista do meio ambiente, a modelo percebeu que amoda está longe de ser um negócio sustentável. A maioria das roupas é feita de poliéster, um material que demora 200 anos para se decompor e solta micropartículas de plástico quando lavado. “Sempre fui uma pessoa muito básica quando o assunto é moda! Na minha vida pessoal, gosto de ter peças-chave, confortáveis e de qualidade, que durem. Nunca fui uma daquelas pessoas que sente a necessidade de atualizar seu guarda-roupa a cada nova temporada”, disse a modelo internacional à Folha, em entrevista por e-mail.”

Fonte: Folha de São Paulo, 16/08/2021

Política

Quase 20% do Brasil sofreram ao menos um incêndio nos últimos 35 anos

“Quase um quinto (19,6%) do Brasil registrou pelo menos um incêndio nos últimos 35 anos, segundo relatório independente divulgado nesta segunda-feira (16), que alerta para o impacto do fogo em florestas nativas do país, como a Amazônia. Com base em imagens de satélite de 1985 a 2020, a plataforma colaborativa MapBiomas estabeleceu que a cada ano, em média, o fogo danifica 1,8% (150.957 quilômetros quadrados) da área total do Brasil, o que equivale a uma área maior que a da Grécia ou da Nicarágua. “O acumulado do período chega a praticamente um quinto do território nacional: 1.672.142 km², ou 19,6% do Brasil. Quase dois terços (65%) do fogo ocorreram em áreas de vegetação nativa, sendo que os biomas Cerrado e Amazônia concentram 85% de toda a área queimada pelo menos uma vez no país”, afirmou a entidade em nota.”

Fonte: Isto É, 16/08/2021

Militar que atuava como braço direito de Salles no Ibama é exonerado

“O tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, Luis Carlos Hiromi Nagao, que atuou interinamente na chefia do Ibama e ocupou o posto de diretor de planejamento do órgão ambiental, ambos cargos de confiança, foi exonerado nesta segunda-feira, 16. Hiromi era pessoa de confiança do ex-ministro do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles, e esteve à frente de uma série de medidas polêmicas tomadas dentro do órgão, como a contratação emergencial de helicópteros e nomeações de mais militares, entre outras. O cargo de diretor de planejamento passa a ser ocupado por Wagner Rosa da Silva. Sua exoneração ocorre a apenas três dias do fim de prazo dado para o afastamento de toda a cúpula do órgão ambiental.”

Fonte: Estadão, 16/08/2021

Terceiro Setor

Ações sociais permanecem como alívio para a fome

“Quase um ano e meio depois do início da pandemia, muitos dos trabalhos de distribuição de quentinhas criados como ações emergenciais se mantêm para um público que vai muito além da população em situação de rua. O grupo nas filas por comida inclui desde aqueles que vivem há anos nas ruas e os recém-chegados, até a desempregados, aposentados e pessoas cuja renda não é suficiente para bancar totalmente seu custo de vida. Em São Paulo, o Movimento Estadual da População em Situação de Rua trabalhava até março do ano passado com apoio para emissão de documentos e cursos de qualificação profissional. Logo no início da pandemia, no entanto, se mobilizou para distribuir quentinhas. Ainda hoje mantém o serviço, que oferece entre 750 e 800 refeições por dia em sua sede na Sé, sendo metade fornecida pela Prefeitura de SP. O restante é produzido por uma equipe de três pessoas, liderada por Robson Cesar Correa de Mendonça, a partir de doações de alimentos recebidas de diferentes grupos.”

Fonte: Valor Econômico, 17/08/2021

Pandemia expande cultura de doação e reforça confiança em ONGs

“A pandemia da covid-19 acentuou as desigualdades e mobilizou o setor privado brasileiro a doar montantes inéditos por uma causa. Até junho, haviam sido doados R$ 7 bilhões para mitigar as consequências da pandemia, segundo Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR). Esse patamar de doações não deve se manter no médio prazo, mas a expansão da cultura de doação pode ter vindo para ficar, segundo Paula Fabiani, CEO do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis) e Joana Mortari, diretora da Associação Acorde. Na Live do Valor ontem sobre causa e trabalho social, Paula disse que a pandemia foi um marco na prática de doação no Brasil e deve ampliar de forma permanente depois do choque da covid-19. “Certamente a pandemia chacoalhou cultura de doação no Brasil. Tivemos um movimento das empresas sem precedentes. Esperamos que parte disso continue”, afirmou. “A pandemia deixou claro que todos precisamos agir e que todos somos parte da solução.”

Fonte: Valor Econômico, 17/08/2021

Internacional

Empresas

Como as condições meteorológicas extremas estão afetando as companhias aéreas

“Algumas companhias aéreas e aeroportos começaram a fazer planos para um futuro em que o clima severo abala os horários dos voos com mais frequência, à medida que as mudanças climáticas aumentam a probabilidade de calor extremo e grandes tempestades. Este mês, as tempestades forçaram o cancelamento de mais de 300 voos no aeroporto O’Hare de Chicago e no aeroporto de Dallas/Fort Worth, no Texas. Em julho, oito voos em Denver foram cancelados e outros 300 atrasados devido à fumaça de incêndios florestais no noroeste do Pacífico dos Estados Unidos. O calor extremo impediu decolagens em Las Vegas e Colorado no início deste verão. As interrupções estão de acordo com uma tendência: cancelamentos e atrasos de voos relacionados ao clima aumentaram nas últimas duas décadas nos Estados Unidos e na Europa, conforme mostram os dados regulatórios. Embora seja difícil vincular qualquer tempestade ou onda de calor individual às mudanças climáticas, estudos científicos descobriram que elas se tornarão mais frequentes ou intensas à medida que a Terra ficar mais quente.”

Fonte: Financial Times, 17/08/2021

Regulação

SEC dos EUA se prepara para enfrentar corporações em relação à divulgações da força de trabalho

“A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) está se encaminhando para uma briga com a América corporativa sobre a quantidade de informações que as empresas públicas devem divulgar sobre seu ativo mais importante: os funcionários. Instado por democratas progressistas, sindicatos e investidores, o regulador está trabalhando em uma regra que exigirá que as empresas públicas divulguem mais informações sobre sua força de trabalho, como dados sobre diversidade, remuneração de pessoal e rotatividade de funcionários. Como as empresas dependem menos de ativos físicos e mais de funcionários, incluindo trabalhadores e contratados, esses dados de “capital humano” fornecem uma visão crucial sobre a estratégia corporativa e questões de governança, dizem investidores e defensores dos funcionários.”

Fonte: Reuters, 16/08/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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