Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 13/08

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Apostas em crédito de carbono animam o mercado

“Os fundos de investimento que aplicam em créditos de carbono surgiram na esteira do crescimento das estratégias ligadas aspectos ambientais, sociais e governança (ESG) no Brasil. Recentemente lançados no mercado local, eles visam ganhar com a tendência de alta da cotação de créditos de carbono. O preço da tonelada do carbono no mercado regulado europeu (EU UTS), o principal do mundo, vem subindo por conta da expectativa de endurecimento dos limites para emissão de gás carbônico (CO2) e outros gases do efeito estufa (GEE) por parte de países europeus. Em julho, a tonelada de CO2 estava sendo negociada por cerca de € 50, o dobro de um ano atrás. Em termos de volume negociado, o crescimento do mercado em 2020 foi de 68% em relação a 2019 (com transações de US$ 252 bilhões). A China recentemente anunciou a criação do próprio mercado, o que deve dar novo impulso às transações com créditos de carbono.”

Fonte: Valor Econômico, 12/08/2021 

Corretoras ampliam oferta de produtos com critérios ESG

“Os fundos que utilizam critérios ESG, que atentam às boas práticas socioambientais, estão se consolidando como opção de investimento no Brasil. Grandes bancos e boa parte de gestoras de investimentos já exibem pelo menos um produto com o selo sustentável para oferecer aos clientes e tudo indica que o processo ganhará corpo nos próximos anos. Há fortes motivos para tal aposta. Na Europa, o segmento deverá atingir até 57% do mercado de fundos mútuos em 2025, ou US$ 8,9 trilhões, conforme pesquisa da PwC, ano em que a pegada ESG deve prevalecer em cerca de 60% dos fundos no continente. No Brasil, os valores captados ainda são tímidos, inferiores a R$ 3 bilhões em 2020, mas metade dos recursos veio de fundos criados, apenas, em 2020.”

Fonte: Valor Econômico, 12/08/2021 

Ações índice selecionam ativos com base em big data e critérios ESG

“Com o objetivo de gerar excesso de retorno, em médio e longo prazo, contra os índices brasileiros de bolsa, como Ibovespa e IBX-100, os fundos ações índice têm despertado interesse de perfis diversificados de investidores. Para manter a rentabilidade atraente, gestoras dos fundos de ações índice que foram destaque no “Guia Valor de Fundos de Investimento” mesclam estratégias como análise fundamentalista, uso de big data e parâmetros de ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) e algumas doses cautela.”

Fonte: Valor Econômico, 12/08/2021 

Avaliação de candidatas a IPO deve ser detalhada

“As ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) representam a essência do mercado de capitais, com empresas buscando numa fonte adequada – o bolso de investidores – recursos para crescer. No Brasil, este ano tem sido especialmente movimentado, com cerca de 40 operações concluídas até o início de agosto, segundo dados da B3. Se o movimento é uma oportunidade para aportes em setores antes não representados na bolsa e amplia a quantidade de papéis disponíveis, a atual onda também significa um desafio adicional para gestoras de fundos ativos de ações. Considerando um perfil mais fundamentalista de análise, a avaliação das empresas candidatas à listagem e das estreantes não é muito diferente daquela feita para companhias já negociadas na B3. […] Ainda em relação à validação das informações apresentadas nas apresentações pré IPO, as gestoras sublinham o cuidado necessário com as questões ESG (práticas ambientais, sociais e de governança). O perigo é o mercado “comprar” uma ideia que não passe de modismo. Esse ponto é bastante relevante quando se trata de ESG, pois ainda não há métricas padronizadas (nem para as companhias já listadas) para implementação ou geração de valor vinculada a esse tema. “O recorte ESG é cada vez mais abordado, como reflexo do empoderamento do investidor. Até por isso exige, nos IPOs, uma avaliação bastante criteriosa”, observa Cristiano Pinelli, sócio da Rio Gestão, cuja filosofia de investimento para novas listagens se baseia na identificação de setores relevantes em que faltem boas ideias de negócios para médio e longo prazos.”

Fonte: Valor Econômico, 13/08/2021 

Com Ambev de anjo, GrowPack vai escalar embalagem de palha de milho

“A Ambev acaba de injetar capital semente na startup GrowPack, que desenvolveu uma tecnologia para embalagens biodegradáveis feitas a partir de resíduos agrícolas. Mas, mais do que dinheiro, a cervejeira entrou também como ‘cliente-anjo’ da startup, se comprometendo a comprar um dos seus produtos em grande quantidade e trazendo tração comercial ao negócio. Fundada em 2018 na Argentina, a empresa ficou em segundo lugar no último programa de aceleração da Ambev, concluído em março deste ano. “Conseguimos achar esses empreendedores de alto impacto, com um produto que tem todas as características de resistência necessárias. E o protótipo se viabilizou também economicamente”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de sustentabilidade e suprimentos da Ambev para América Latina.”

Fonte: Capital Reset, 12/08/2021

Neon abre inscrições para curso gratuito de tecnologia para refugiados ou em vulnerabilidade social

“A fintech Neon abriu na terça-feira (10) as inscrições para um curso gratuito em tecnologia realizado em parceria com as escolas Toti Diversidade e Resília, voltadas respectivamente para pessoas refugiadas e em condição de vulnerabilidade social, com renda familiar de até quatro salários-mínimos. Com início em setembro e duração de quatro meses, o curso ensinará a 50 pessoas conceitos básicos de tecnologia, que permitam que os participantes desenvolvam habilidades generalistas e sigam para qualquer carreira dentro da área. No final do programa, a Neon irá contratar algumas das pessoas que participaram. Na primeira etapa do programa, os alunos assistirão a aulas ministradas pelos professores da Resília e da Toti Diversidade, quando serão abordados temas como programação, redes, banco de dados, arquitetura, segurança e qualidade. Na segunda fase, trabalharão diretamente com a equipe da Neon em projetos práticos. Ao final desse processo, os grupos apresentarão seus projetos para uma bancada de especialistas da fintech, onde terão possibilidade de chamar a atenção e serem contratados.”

Fonte: Valor Investe, 11/08/2021

Política

País precisa mudar política ambiental, diz Tarcísio

“O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, reconheceu que o Brasil precisa dar respostas imediatas sobre a questão do meio ambiente e mudar suas políticas, em especial sobre a preservação da Amazônia. E que a sua pasta, juntamente com o Ministério do Meio Ambiente, planeja fazer um “road show” junto a investidores globais com o objetivo de apresentar esse compromisso e, assim, mudar a imagem negativa do Brasil nessa área. “O esforço está sendo feito nesse sentido. Vamos procurar fazer uma demonstração disso na Cop26, mostrar que sabemos fazer e que podemos adotar um rumo que vai trazer o Brasil de volta para a vanguarda novamente”, disse Freitas, após evento realizado pela Federação Brasileira de Associações de Bancos (Febraban), que reuniu o ministro e os presidentes dos principais bancos do país. “É importante que o investidor ouça do ministro do titular da pasta [do meio ambiente] como estamos trabalhando em conjunto para ter o desenvolvimento de uma infraestrutura sustentável”, afirmou. “Temos consciência absoluta de que fluxos financeiros estarão atrelados aos padrões ambientais. Sabemos da importância desse tema para os investidores”.”

Fonte: Valor Econômico, 13/08/2021 

Mudanças climáticas mudarão toda a economia do planeta, diz Paulo Artaxo

“As mudanças climáticas em curso terão impactos socioeconômicos enormes e mudarão a economia do planeta como um todo, diz Paulo Artaxo, físico e membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC). Ao comentar as conclusões relatório do IPCC, divulgado na segunda-feira, Artaxo alertou, durante participação na Live do Valor desta quinta-feira, que a projeção é que o nível do mar suba 15 metros ao longo deste século, as chuvas devem diminuir consideravelmente em regiões já secas, e ondas de calor como as vistas recentemente no hemisfério norte devem ser mais fortes. “A previsão do IPCC é que podemos ter um aumento do nível do mar de 15 metros ao longo deste século. Imagina o que o aumento do nível do mar dessa magnitude significa para uma cidade como o Rio de Janeiro”, diz, ao observar que 15 metros equivalem ao nível do terceiro ou quarto andar de um prédio na orla de Copacabana. “

Fonte: Valor Investe, 12/08/2021 

Internacional

Empresas

Orsted, líder das energias renováveis, é impactado por ventos de baixa velocidade

“Orsted culpou as baixas velocidades do vento em toda a Europa, já que o maior desenvolvedor de energia eólica offshore do mundo alertou que seus lucros para 2021 provavelmente viriam no limite inferior de sua estimativa. Mads Nipper, presidente-executivo do grupo dinamarquês, disse ao Financial Times que abril, maio e junho foram o terceiro pior trimestre para a energia eólica nos últimos 22 anos no Mar do Norte, onde Orsted tem a maioria de seus parques eólicos. “Dos 88 trimestres registrados, é um quarto eólico extraordinariamente pobre”, disse Nipper. “É muito sério. É como se você fosse um fazendeiro e não chovesse.” As velocidades mais baixas do vento custaram à Orsted 1,4 bilhão de coroas dinamarquesas (US $ 220 milhões) em lucros perdidos antes de juros, impostos, depreciação e amortização até o final de julho, disse a empresa na quinta-feira.”

Fonte: Financial Times, 12/08/2021

Hidrogênio azul é nocivo para o meio ambiente, aponta estudo

“O uso de hidrogênio “limpo” é considerado uma alternativa energética viável e ecologicamente correta, mas um estudo publicado nesta quinta-feira aponta que ele poderia emitir mais gases do efeito estufa do que o carvão. O hidrogênio “azul” é produzido quando o carvão é queimado a altas temperaturas. O carbono (CSS) emitido é captado e reutilizado ou armazenado, enquanto o hidrogênio “verde” é produzido a partir de energias renováveis, como a eólica ou solar. Os autores do estudo publicado nesta quinta-feira atacam o hidrogênio azul, ao apontarem que “parece muito difícil de justificar por razões climáticas”, em artigo publicado na revista acadêmica “Energy Science and Engineering”, referindo-se ao apoio que o combustível recebe internacionalmente. O projeto de lei de infraestrutura do presidente americano, Joe Biden, de 1,2 trilhão de dólares, aprovado esta semana no Senado, não faz menção ao “hidrogênio azul”, mas inclui 8 bilhões de dólares de financiamento para quatro “centros regionais de hidrogênio limpo”. Alguns especialistas consideram que esse hidrogênio inclui o azul.”

Fonte: Isto É, 12/08/2021 

Política

UE provoca todas as principais economias a elevar as metas climáticas até a cúpula de novembro

“O principal diplomata da União Europeia na quinta-feira pediu às maiores economias do mundo que estabeleçam metas climáticas mais duras – incluindo o compromisso de eliminar suas emissões de gases de efeito estufa – a tempo de uma cúpula climática global em novembro. No início da semana, um relatório da ONU revelou a gravidade do aquecimento global, que está perigosamente perto de ultrapassar os limites acordados pelos países como necessários para prevenir as consequências mais graves das mudanças climáticas. Incêndios florestais e inundações já estão causando devastação e uma estação de monitoramento na Sicília registrou na quarta-feira uma temperatura de 48,8ºC (119,84°F), que alguns cientistas acreditam ser a mais alta da história europeia.”

Fonte: Reuters, 12/08/2021

Aquecimento agravará impacto das fortes emissões vulcânicas, diz estudo

“O aquecimento climático vai piorar as consequências das grandes erupções vulcânicas, amplificando o resfriamento temporário que se segue a esse tipo de evento – alertaram pesquisadores britânicos nesta quinta-feira (12). “As erupções de grande envergadura terão efeitos mais significativos, à medida que o clima continue esquentando”, explicaram pesquisadores da Universidade de Cambridge e da Agência Meteorológica Britânica (Met Office), em um comunicado. Segundo seu estudo, que será publicado na revista Nature Communications, as colunas de cinzas e de gases emitidos pelas grandes erupções vulcânicas se elevarão cada vez mais na atmosfera, e as matérias vulcânicas com elas relacionadas se espalharão mais rapidamente pelo globo. O efeito combinado destes dois fenômenos bloqueará a chegada do Sol à superfície da Terra, o que “amplificará, consideravelmente, os efeitos do resfriamento temporário” após uma erupção. Trata-se de um aumento de 15%.”

Fonte: Isto É, 12/08/2021 


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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