Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 01/07

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

JBS antecipa meta de zerar desmatamento ilegal em todos os biomas do país

“A JBS, maior empresa de proteínas animais do mundo, anunciou que antecipou de 2030 para 2025 a meta de zerar o desmatamento ilegal dos fornecedores indiretos em sua cadeia de produção de bovinos no Cerrado, no Pantanal, na Mata Atlântica e na Caatinga. Para a Amazônia, o limite estabelecido pela companhia já era 2025. Segundo Márcio Nappo, diretor de sustentabilidade da JBS, a antecipação da meta para os demais biomas, que responde a uma demanda de clientes, consumidores e da sociedade em geral, tornou-se possível graças ao compromisso da empresa, às tecnologias empregadas na rastreabilidade e ao engajamento dos pecuaristas fornecedores – muitos dos que estão fora da Amazônia pediram para que o compromisso da empresa fosse antecipado.”

Fonte: Valor Econômico, 01/07/2021

BRF promete zerar emissões até 2040

“A BRF, uma das maiores empresas de alimentos do país, divulgou ontem o compromisso de zerar o balanço de emissões de gases causadores de efeito estufa até 2040. O anúncio foi feito por Lorival Luz, CEO global da companhia, durante o 2º Fórum ESG organizado pela companhia. “A questão climática é um desafio para todos. Cada um precisará fazer a sua parte, e o prazo para agirmos diminui a cada dia. A BRF vem se preparando para enfrentar a questão do aquecimento global há muito tempo, por isso temos consciência da relevância do anúncio que estamos formalizando hoje”, disse ele no evento online. “Vamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa e neutralizar as residuais”.”

Fonte: Valor Econômico, 01/07/2021

São Martinho levanta R$ 1bi em recursos para projetos ‘verdes’

“Em duas tacadas simultâneas, o grupo São Martinho concluiu ontem a captação de R$ 1 bilhão em operações de financiamento para aportes alinhados a critérios “verdes”. O dinheiro será utilizado para apoiar os investimentos, já anunciados, na produção de etanol a partir do processamento de milho e para turbinar a geração de energia com a queima do bagaço da cana. A classificação “ESG” (ambiental, social e de governança) nas operações está relacionada não a taxas e metas socioambientais, mas ao destino dos recursos. Agora, entre 25% e 50% da dívida da São Martinho passa a ter viés “verde”. Metade da cifra bilionária foi acertada com a IFC, braço corporativo do Banco Mundial, na primeira operação realizada pela instituição no agronegócio brasileiro ue é alinhada a princípios “verdes” globais.”

Fonte: Valor Econômico, 01/07/2021

Bridgestone investe na BA esperando o carro elétrico

“A fabricante de pneus Bridgestone vai investir R$ 700 milhões para modernizar e ampliar a capacidade de produção na unidade de Camaçari, na Bahia. Um dos objetivos da empresa é preparar a fábrica para atender o segmento de carros elétricos. O anúncio do investimento foi feito ontem e as obras estão programadas para começar no quarto trimestre deste ano e vão elevar o limite de produção na unidade de 3,5 milhões para 4,3 milhões de pneus por ano, 23% de aumento. A expectativa é que a expansão crie 420 empregos entre fixos e temporários.”

Fonte: Valor Econômico, 01/07/2021

A empresa tem que ser antirracista, diz CEO

“Ao refletir sobre a jornada de diversidade e inclusão dentro da companhia, a CEO da P&G no Brasil, Juliana Azevedo, celebra conquistas: 40% do quadro de gerentes da empresa é feminino e o grupo LGBTQIA+ existe há 11 anos. Mas também faz uma autocrítica, reconhecendo que a agenda étnico-racial virou prioridade há bem menos tempo. “Até três anos atrás, a gente fazia parte do grupo que estava acomodado e aceitando que talvez não existissem talentos de pessoas pretas e negras, que se tivesse um terço da organização com esse perfil, mas não tivesse negros ou pardos na liderança, era OK. Uma posição de vítima. Algo completamente errado”, avalia a CEO, em depoimento para o segundo episódio do podcast “CBN Professional”, realizado pelo Valor com a rádio “CBN”.”

Fonte: Valor Econômico, 01/07/2021

Precisamos cumprir a lei para garantir a competitividade do país, diz Denise Hills, da Natura, sobre desmatamento

“Temas fundamentais e urgentes para a preservação da natureza e progresso da economia no Brasil, o empreendedorismo e inovação na Amazônia com foco no fortalecimento da bioeconomia na região para fomentar o crescimento econômico com inovação aberta, aliada à conservação, foram o assunto de um painel que reuniu importantes nomes dos negócios e sustentabilidade no país nesta quarta-feira (30/6). Na Cúpula Global do Clima, evento virtual que acontece entre 29 de junho e 1º de julho, especialistas falaram sobre o tema “Amazônia – O que o meu negócio tem a ver com o clima ou Inovação e Bioeconomia?” e comentaram o papel de negócios sustentáveis no combate o desmatamento, defendendo a floresta em pé e uma bioeconomia pujante e inovadora – em um painel provocativo que chamou todos à ação.”

Fonte: Época Negócios, 30/06/2021

Internacional

Empresas

Conheça os riscos do plano de Bill Gates contra o aquecimento global

“As mudanças climáticas são o maior desafio coletivo da história da humanidade. Ao longo das próximas três décadas, as emissões líquidas de gases do efeito estufa (GHG, na sigla em inglês) devem ser reduzidas a um patamar próximo a zero para que tenhamos alguma possibilidade de manter a temperatura no máximo 2°C acima do nível pré-industrial. Quanto mais a temperatura ficar acima dessa marca, maior a probabilidade de cenários catastróficos. Agora que os Estados Unidos estão de volta ao acordo de Paris, estamos no momento certo para que o mundo se reconecte com este imenso desafio. Com isso, a entrada da respeitada voz de Bill Gates no debate é extremamente bem-vinda. É ele o autor do novo livro Como Evitar Um Desastre Climático — As Soluções Que Temos e As Inovações Necessárias. Na obra, Gates afirma que precisamos testar novas ideias e inovações tecnológicas se quisermos achar uma solução. No entanto, sua postura em defesa da geoengenharia solar é um passo na direção errada, que pode prejudicar iniciativas necessárias para enfrentar o desafio das mudanças climáticas.”

Fonte: Época Negócios, 01/07/2021

Wellcome promete que fundo de investimento de £ 29 bilhões será carbono zero em 2050

“Wellcome, a fundação social de £ 29 bilhões, prometeu que seu vasto portfólio de investimentos em ações, fundos de hedge, patrimônio privado e propriedade se tornará carbono zero antes de 2050, o maior compromisso desse tipo assumido por uma instituição de caridade do Reino Unido. Wellcome, um dos maiores doadores do mundo, trabalhará com gestores de fundos que supervisionam os ativos em seu nome, bem como com as empresas nas quais mantém um investimento direto para incentivar estratégias de zero líquido. Os primeiros passos incluirão o desenvolvimento de medidas padrão em todos os seus ativos, dada a falta de dados para avaliar o que seus gestores de fundos de hedge e fundos de private equity estão fazendo para atingir os objetivos líquidos zero em suas carteiras e co-investimentos.”

Fonte: Financial Times, 01/07/2021

Empresas americanas de gás natural testam o hidrogênio

“Pelo menos duas dúzias de empresas de energia dos EUA, incluindo Dominion Energy Inc e Sempra Energy, começaram a produzir hidrogênio ou testar sua viabilidade em dutos de gás natural para aproveitar as vantagens da infraestrutura existente, já que o mundo prioriza combustíveis com baixo teor de carbono. Nações em todo o mundo estão tentando alcançar emissões líquidas de carbono zero até 2050, mas isso dependerá fortemente de tecnologia – como o hidrogênio – que está em estágios de desenvolvimento. As concessionárias têm uma vantagem potencial se descobrirem que o hidrogênio verde pode ser transportado com sucesso em dutos de gás e usinas de energia existentes. Mas os governos precisam de legislação e regulamentação para encorajar as empresas de energia a gastar bilhões para reduzir os custos de produção do hidrogênio verde, dizem os analistas, antes que ele possa substituir os combustíveis fósseis. Quase toda a produção mundial de hidrogênio é feita atualmente por meio de combustíveis fósseis, e grandes empresas de serviços públicos estão atualmente testando misturas de gás natural e hidrogênio em seus dutos.”

Fonte: Reuters, 01/07/2021

Política

A proposta de reforma do mercado de carbono da União Europeia

“Um rascunho do Esquema de Comércio de Emissões revisado da UE confirma a intenção da Comissão Europeia de apertar o limite colocado nas emissões de CO2 da indústria e estender o comércio de carbono para cobrir as emissões do transporte marítimo, bem como o transporte rodoviário e combustíveis para aquecimento. O ETS revisado será a peça central de um pacote mais amplo de doze leis da UE em matéria de energia e clima que a Comissão Europeia apresentará em 14 de julho. O esquema de comércio de carbono da UE é a principal política que sustenta a meta do bloco de reduzir as emissões em pelo menos 55% até 2030, um objetivo consagrado na recém-aprovada Lei Climática Europeia.”

Fonte: Euractiv, 01/07/2021

UE direciona o setor de transporte para o mercado de carbono a fim de reduzir as emissões

“Os proprietários de navios poderiam ser forçados a pagar pela poluição de seus navios ou enfrentar a proibição dos portos da União Europeia sob o projeto de planos para adicionar as emissões dos navios ao mercado de carbono do bloco. O transporte marítimo não cumpre atualmente as metas de emissões da UE, mas isso deve mudar com as propostas para tornar sua economia mais verde, que devem ser publicadas no próximo mês. Um rascunho da proposta, visto pela Reuters, iria expandir o mercado de carbono para cobrir as emissões de navios dentro da UE, viagens internacionais para o bloco e aqueles atracados em um porto da UE. Isso forçaria os proprietários a comprar licenças do sistema de comércio de emissões da UE (ETS) quando seus navios poluem. O ETS cobre atualmente as usinas e fábricas da Europa.”

Fonte: Reuters, 30/06/2021

O dilema da biomassa da UE: Queimar árvores pode ser verde?

“Em maio, um outdoor apareceu do lado de fora do parlamento da UE em Bruxelas exibindo um vídeo que mostrava uma floresta esparsa e desmatada, combinada com imagens do principal funcionário do clima do bloco e as palavras “a UE queima florestas como combustível”. O protesto faz parte de uma campanha de grupos verdes para forçar Frans Timmermans, vice-presidente executivo do acordo verde da UE, a retirar a biomassa florestal – pelotas combustíveis queimadas para obter energia – da lista de fontes de energia classificadas na Europa como renováveis. O argumento vai além das definições. Semanas antes, nervosos com a crescente pressão sobre os formuladores de políticas para mudar as regras, ministros de 10 países europeus escreveram a Timmermans para enfatizar o “papel crucial” desempenhado pelos combustíveis de bioenergia, como pellets, em ajudar os estados membros a cumprir as metas climáticas da UE.”

Fonte: Financial Times, 01/07/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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