Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 10/08

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Empresas e associações brasileiras se manifestam por ações concretas após o relatório do IPCC

“Empresas e associações se manifestaram nesta segunda-feira, 9, sobre o relatório do Painel Intergovernamental sobre o Clima da ONU (IPCC), que apontou um ritmo de aquecimento acelerado no planeta, com consequências também para o setor produtivo. Os representantes reconheceram a gravidade do cenário apresentado e detalharam ações necessárias a serem tomadas para mitigar a previsão. Presidente do conselho diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito avalia que o alerta mais recente demonstra a “completa ineficiência” de governos, setor privado e sociedade para desenvolver estratégias ambientais “mesmo quando sua própria existência da forma como conhecemos está ameaçada”. O representante da entidade afirma, ainda, “não haver mais espaço para políticas negacionistas”. “Há muito o setor já se movimenta no rumo de uma agricultura de baixa carbono e novas técnicas de cultivo, na busca de uma agricultura de resiliência que possa enfrentar esses desafios e mitigar os danos na segurança alimentar, mas não na velocidade necessária, seja no Brasil, Estados Unidos ou Europa”, diz Brito. “Como saída temos a aplicação maciça de ciência, tecnologia, inovação e uma revisão 360º da política agroambiental do nosso País e do mundo.””

Fonte: Estadão, 09/08/2021

Nordeste tem novo recorde de geração de energia eólica

“O Nordeste teve um novo recorde de geração energia eólica no dia 6 de agosto, quando a fonte entregou 11.680 megawatts (MW) médios. O volume corresponde a 104,4% de toda a demanda da região no dia. Até então, o maior volume produzido na região em um dia havia sido em 22 de julho, quando a fonte entregou 11.399 MW médios. Também na última sexta-feira, a fonte eólica registrou seu recorde no pico de geração, com a entrega de 12.805 MW às 22h16. O bom momento para a geração eólica na região deve se estender até novembro e coincide com época de menor precipitação no país. Atualmente, a energia eólica é a terceira maior fonte do país, representando 10,9% da matriz elétrica nacional.”

Fonte: Valor Econômico, 09/08/2021

Caso de homem negro forçado a se despir no Assaí mostra que ESG está longe da prática, dizem analistas

“O episódio de um homem negro que foi obrigado a tirar a roupa dentro de uma unidade do supermercado Assaí para provar que não estava furtando nenhum produto mostra que a conversa sobre ESG ainda está longe de ser colocada em prática, avaliam analistas. A companhia faz parte da carteira do ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) da Bolsa, que reúne empresas com boa reputação em aspectos ambientais, sociais e de governança. Segundo especialistas, o caso de violência a um homem negro revela que o assunto precisa ser levado mais a sério, e que as organizações devem investir mais em treinamento e formação de seus profissionais. O episódio aconteceu na última sexta-feira (7), numa unidade do Assaí Atacadista em Limeira (SP). Luiz Carlos da Silva estava saindo da loja quando foi acusado por um segurança da unidade de ter furtado produtos. Cercado por uma equipe de funcionários, ele foi obrigado a tirar a blusa de frio para provar que não havia nenhuma mercadoria escondida embaixo da roupa.”

Fonte: Folha de São Paulo, 09/08/2021

Mudanças climáticas vão aumentar riscos de quebras nas safras de soja, aponta estudo

As mudanças climáticas vão aumentar os riscos de quebras nas safras de soja no Brasil nos próximos anos. Com menos chuva e temperaturas mais elevadas, o ciclo da cultura também deve ficar mais curto, mas o aproveitamento da água pelas plantas pode ser melhor e mais “econômico”. É o que aponta um estudo recém publicado pelo pesquisador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), Evandro Silva, no European Journal of Agronomy. “Nossos resultados apontaram que o aumento da produtividade da água será fator chave para o aumento da produtividade da soja em cenário de mudanças climáticas. O Brasil poderá continuar sendo grande produtor de soja com uso sustentável de recursos hídricos no futuro”, afirmou o engenheiro agrônomo responsável pela pesquisa. Segundo ele, o aumento da concentração de CO2 vai mitigar os impactos futuros prejudiciais do aquecimento global sobre a produtividade da soja. “No entanto, verificamos que nesses cenários de mudanças climáticas, haverá maior risco na produção, maior incidência de quebras de safra, apesar de que, em termos médios, nós conseguiremos incremento produtivo por volta de 1% a 30%”, pontuou.

Fonte: Valor Econômico, 09/08/2021

Sitawi fecha parceria com governo alemão e abre nova rodada de captação para projetos de impacto

“Em um momento em que as questões ESG (Ambientais, Sociais e de Governança Corporativa) e de impacto positivo estão em alta, diversas empresas do setor aproveitam para ampliar sua atuação e alcance. Esse é o caso, por exemplo, da Sitawi Finanças do Bem, organização sem fins lucrativos que busca mobilizar capital para impacto socioambiental positivo. Ela está com duas novidades. A primeira é a parceria firmada com o Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), a Agência Alemã de Cooperação Internacional, do governo alemão. Segundo Leonardo Letelier, presidente da Sitawi, serão disponibilizados cerca de R$ 500 mil para o aperfeiçoamento técnico e também a divulgação (marketing) da plataforma e suas rodadas de captação de recursos. “Nós fizemos uma primeira versão da plataforma de empréstimo coletivo e identificamos uma série de melhorias que eram necessárias e automações de processos para poder mobilizar mais capital para impacto sociopositivo e, assim, atrair mais capital de investidores pessoas físicas normais”, diz, ao explicar que o objetivo é tornar acessível o investimento de impacto ao investidor pequeno, com aplicações de R$ 10, R$ 50 ou R$ 100, por exemplo.”

Fonte: Valor Investe, 10/08/2021

Política

Ministério da Agricultura diz que aquecimento global gera ‘prejuízo econômico incalculável’

“O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento se manifestou nesta segunda-feira, 9, sobre as informações indicadas pelo Painel Intergovernamental sobre o Clima da ONU (IPCC), que apontam que o ritmo do aquecimento global está mais acelerado do que o imaginado. “Cenários de aumento de seca, chuvas mais intensas, aumentos ou diminuição de temperatura podem levar a perdas de produção e comprometer diretamente a segurança alimentar nacional e global, gerando prejuízos socioeconômicos incalculáveis”, afirmou, por meio de nota, a pasta comandada por Tereza Cristina. A Terra está esquentando mais rápido do que era previsto e se prepara para atingir 1,5ºC acima do nível pré-industrial já na década de 2030, dez anos antes do que era esperado. Com isso, haverá eventos climáticos extremos em maior frequência, como enchentes e ondas de calor, indica o relatório da ONU.”

Fonte: Estadão, 09/08/2021

Comissões de Meio Ambiente no Congresso avaliam mudança climática como ‘alarmante’ e ‘extrema’

“A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) e o senador Jaques Wagner (PT-BA), presidentes das comissões de meio ambiente das respectivas Casas Legislativas, comentaram nesta segunda-feira, 9, sobre a gravidade das informações indicadas pelo Painel Intergovernamental sobre o Clima (IPCC), da ONU, que apontaram que o ritmo do aquecimento global está mais acelerado que o imaginado. A Terra está esquentando mais rápido do que era previsto e se prepara para atingir 1,5ºC acima do nível pré-industrial já na década de 2030, dez anos antes do que era esperado. Com isso, haverá eventos climáticos extremos em maior frequência, como enchentes e ondas de calor, indica o relatório da ONU. “Essa elevação de temperatura poderia causar fenômenos climáticos extremos, como inundações, ondas de calor e secas”, declarou Carla Zambelli, que é aliada do presidente Jair Bolsonaro. “Uma eventual catástrofe climática não afetaria apenas a produção de alimentos do Brasil”, disse a parlamentar.”

Fonte: Estadão, 09/08/2021

Opinião

Está aberta a temporada de Planejamentos Estratégicos. E o ESG?

“Segundo semestre a gente já sabe: as empresas começam a se mobilizar em torno do planejamento estratégico para o próximo ciclo e seus consequentes exercícios de orçamento. Este ano será uma verdadeira “prova de fogo” para vermos quem está de fato entendendo que sustentabilidade é fator estratégico e, portanto, trará as questões ESG para o cerne dessas discussões. Vamos relembrar o que é planejamento estratégico. Há muitas definições, mais ou menos acadêmicas. Gosto dessa, dos autores Ryon Braga e Carlos Monteiro, de 2005: “O planejamento estratégico é uma atividade administrativa que tem como objetivo direcionar os rumos da instituição e dar a ela sustentabilidade, mesmo sob condições de incerteza”. Outra boa referência, retirada de artigo de Isabela de Meneses, é essa: “Planejamento estratégico consiste no estabelecimento de metas e ações e na mobilização de recursos financeiros ou materiais para atingir determinado objetivo maior, que pode definir o sucesso de um empreendimento ou organização”. Vejam: estamos falando aqui de RUMOS, SUCESSO, OBJETIVO MAIOR. Ora, se constatamos pela dor da pandemia que o mundo é interconectado — ou seja, que não podemos mais separar as questões econômicas das ambientais, sociais e de governança — na hora de fazer o planejamento estratégico de sua empresa seria, no mínimo, uma miopia não considerar os aspectos ESG. Como deixar de fora essa agenda quando se está definindo os rumos, o sucesso e o objetivo maior de uma corporação?”

Fonte: Valor Investe, 10/08/2021

Terceiro Setor

Paraisópolis é primeira favela do país a receber loja autônoma

“Paraisópolis, em São Paulo, foi escolhida para receber a primeira loja autônoma em favela do país. Sem vendedor, caixa ou segurança, o acesso ao minimercado que funciona 24h é feito por aplicativo no celular, que também escaneia produtos e processa o pagamento. O projeto foi desenvolvido pela eegloo, braço social da startup Onii, dona de pelo menos 200 lojas em condomínios e empresas. Além da conveniência do consumo, o objetivo é capacitar empreendedores da comunidade para operarem outras unidades, se tornando licenciados da marca. “É um projeto de geração de renda”, diz Ricardo Podval, fundador da Onii, que apostou em 2019 na democratização do modelo Amazon Go, loja autônoma da varejista norte-americana.”

Fonte: Folha de São Paulo, 09/08/2021

Levantamento indica falta de orientação e de recursos como desafios de empreendedores sociais

“Sair do estágio inicial e atrair investimento são desafios apontados por empreendedores brasileiros que atuam com impacto social. Levantamento feito pela AGO Social mapeou as principais dificuldades de negócios em estágio inicial ou em fase madura em 74 cidades do país. Entre os meses de junho e julho, 158 empreendedores sociais de 20 estados foram consultados. O questionário dividiu os participantes em duas categorias: negócios em estágio inicial ou em idealização; e negócios em operação há pelo menos seis meses ou mais maduros, em fase de consolidação e expansão. Dos 80 negócios em fase inicial, 51% relataram ter dificuldade em conhecer ferramentas que permitam tirar a ideia do papel e receber orientações para saber se estão no caminho certo. “O sentimento de insegurança é comum nesta etapa, por isso, é fundamental ter uma rede de contatos e abrir relacionamentos para aprender com a experiência de outros empreendedores”, diz Alexandre Amorim, cofundador da AGO Social, negócio que atua nas áreas de investimento, formação e conexões para o ecossistema de impacto.”

Fonte: Folha de São Paulo, 09/08/2021

Internacional

Empresas

CEO da StanChart diz que empresas devem agir sobre as mudanças climáticas e não podem confiar nos governos

“As empresas não devem depender dos governos para chegar a um acordo em uma cúpula global sobre mudança climática neste ano, mas sim tomar mais medidas por elas mesmas, disse o CEO do Standard Chartered, Bill Winters, na terça-feira. A Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26) deve ocorrer na Escócia em novembro, com o objetivo de arrancar das nações uma ação climática muito mais ambiciosa. “Os governos não resolveram esse problema”, disse Winters em um evento online do setor. Ele acrescentou que, embora esteja otimista em relação à COP26, “temos que nos preparar para a eventualidade de não haver acordo ou haver acordo, mas os mecanismos de fiscalização são fracos”.”

Fonte: Reuters, 10/08/2021

Quão sustentáveis são os fundos de riqueza soberana?

“Os riscos não estão presentes há muito mais tempo do que a mudança climática, então você pode esperar que os fundos soberanos estejam por toda parte, como gigantes de investimento com décadas em vista. No entanto, os maiores fundos soberanos do mundo estão fazendo apenas um progresso irregular na adaptação de planos de investimento para levar em conta fatores ambientais, sociais e de governança, de acordo com dados sobre investimentos em energia, uma análise ESG das participações acionárias de alguns dos fundos, além de uma pesquisa dos participantes. Esses dados mostram o mundo complexo e muitas vezes opaco dos fundos soberanos, que, juntos, detêm quase US$ 8 trilhões em ativos. O setor investiu US$ 7,2 bilhões em energia renovável desde 2015, por exemplo, menos de um terço do valor aplicado em petróleo e gás, mostraram dados do Fórum Internacional de Fundos de Riqueza Soberana (IFSWF).”

Fonte: Reuters, 09/08/2021

Política

Relatório de mudanças climáticas da ONU soa como ‘código vermelho para a humanidade’

“O aquecimento global está perigosamente perto de uma espiral fora de controle, disse um painel climático da ONU em um relatório histórico na segunda-feira, alertando que o mundo já está certo de enfrentar mais interrupções climáticas nas décadas, se não nos próximos séculos. Os seres humanos são “inequivocamente” os culpados, disse o relatório dos cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Uma ação rápida para reduzir as emissões de gases de efeito estufa poderia limitar alguns impactos, mas outros agora estão bloqueados. As ondas de calor mortais, furacões gigantescos e outros extremos climáticos que já estão acontecendo só se tornarão mais severos.”

Fonte: Reuters, 09/08/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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