Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 02/07

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Tereos conclui emissão de debêntures ‘verdes’

“A Tereos Açúcar & Energia Brasil, subsidiária da cooperativa francesa Tereos, anunciou ontem a liquidação de uma emissão de R$ 480 milhões em debêntures de infraestrutura com selo verde. Os recursos serão destinados a investimentos recorrentes em canaviais, como preparo do solo e tratos culturais, para garantir a produção de etanol. A operação, aprovada em assembleia da companhia em 28 de maio, recebeu parecer ambiental da consultoria Sitawi. A emissão foi coordenada por XP Investimentos, BTG Pactual e UBS BB, e contou com a assessoria financeira da consultoria FG/A.”

Fonte: Valor Econômico, 02/07/2021

Finpec define metas ESG para atrair investidor

“Os esforços dos principais frigoríficos brasileiros para aumentar os controles e garantir que o gado não esteja contaminado pelo desmatamento já dá mostras do efeito irradiador para a cadeia produtiva, especialmente para os pecuaristas mais conectados com a Faria Lima. A Finpec – plataforma que capta dinheiro com investidores para comprar bois, engordá-los em confinamentos parceiros e vendê-los a grandes frigoríficos – lançou nesta semana suas próprias metas ESG. As medidas contemplam a adoção de tecnologias para garantir a origem do gado e a criação de uma lista de bloqueio de fornecedores, excluindo pecuaristas listados em áreas embargadas pelo Ibama, território indígena e área de conservação.”

Fonte: Valor Econômico, 02/07/2021

Do consumo à regeneração: idealizadora do Menos 1 Lixo reforça importância da mudança de hábitos

“Ativista ambiental e comunicadora, Fernanda Cortez levou um choque de realidade quando assistiu ao documentário Trashed: para onde vai nosso lixo, sobre a quantidade de lixo que produzimos e descartamos todos os dias. “Em 2015, eu assisti a um filme que mudou minha vida. Eu não achava que um filme poderia mudar a vida de ninguém, mas, sim, isso também pode acontecer com você”, contou ela em um painel realizado nesta quinta-feira (1/7) como parte da programação nacional do evento B Corp Global Climate Summit, realizado pelo B Lab, o Sistema B Global Network e o B Corp Climate Collective. No painel, chamado “O olhar do clima a partir da regeneração”, a ativista contou que, na virada do ano de 2015, decidiu não consumir mais nenhum copo descartável e, sozinha, recusou 1618 deles e economizou, além do plástico que iria para os oceanos, quase 5 mil litros de água com essa pequena mudança de hábito.”

Fonte: Época Negócios, 01/07/2021

Política

Amazônia tem junho com maior nº de focos de incêndio desde 2007

“A Amazônia registrou 2.308 focos de incêndio em junho, maior número para o mês desde 2007. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Desde 2019, a gestão Jair Bolsonaro tem sido alvo de críticas no Brasil e no exterior diante da explosão de queimadas e do desmatamento na região. Para combater crimes ambientais, o governo tem apostado em operações militares, mas os registros de perda vegetal continuam altos. A maior parte das queimadas (66,5%) foi em Mato Grosso, seguido por Pará (18,4%) e Rondônia (5,7%). As terras indígenas da região, que são áreas protegidas, tiveram 11o ocorrências de incêndio. Um terço desses focos foi registrado no Parque do Xingu (MT). Entre as áreas de conservação federais, houve 30 focos de fogo. A região mais afetada foi a Parna dos Campos Amazônicos (13). Houve 29 registros em unidades de conservação estaduais, principalmente na Área de Preservação Ambiental da Chapada Maranhense (13).”

Fonte: Estadão, 01/07/2021

Opinião

Políticas ambientais, corrupção e empresa

“Ainda que a agenda da sustentabilidade esteja na ordem do dia, os desafios para impulsionar a proteção do meio ambiente e o combate à corrupção no Brasil são ainda maiores do que no resto do mundo. É indiscutível que temos uma visão anacrônica do assunto, apesar das propostas supranacionais de trato uniforme para grandes violações de direitos humanos em âmbito corporativo. É preciso unificar as estratégias de combate ao comportamento danoso da empresa desde as práticas de corrupção até as graves violações ao meio ambiente. A iniciativa privada procura seguir a tendência mundial assumindo o compromisso de se autorregular em torno das demandas ecoadas pelos principais instrumentos internacionais. Contudo, no Brasil, a falta de evolução das estratégias de prevenção e combate ao crime ambiental por parte das corporações é uma realidade presente. A Lei 9605/98 que introduziu a responsabilidade penal das empresas pelos crimes ambientais, além de obsoleta, não passou por nenhuma reforma substancial que sistematizasse um plano de defesa corporativa pela qual as empresas tivessem estímulos persuasórios seguros para promover eficientes mecanismos preventivos.”

Fonte: Valor Econômico, 02/07/2021

Internacional

Empresas

Novas técnicas de reciclagem devem tornar carros elétricos mais verdes

“Pesquisadores no Reino Unido e nos Estados Unidos encontraram maneiras de reciclar baterias de veículos elétricos que podem reduzir drasticamente os custos e emissões de carbono, reforçando os suprimentos sustentáveis para o esperado crescimento da demanda. As técnicas, que envolvem recuperar partes da bateria para que possam ser reutilizadas, ajudariam a indústria automotiva a lidar com críticas de que, embora os veículos elétricos reduzam emissões ao longo de suas vidas úteis, eles largam com uma pesada pegada de carbono de materiais minerados. À medida em que governos e regiões buscam assegurar fornecimentos para uma esperada aceleração na demanda de veículos elétricos, a descoberta pode fazer com que materiais valiosos como cobalto e níquel durem mais. Também reduziria a dependência da China e de jurisdições difíceis de mineração.”

Fonte: Época Negócios, 01/07/2021

Investimentos sustentáveis trazem retornos maiores do que os tradicionais, diz CEO do Credit Suisse

“Em entrevista à rede CNBC, o CEO do Credit Suisse, Thomas Gottstein, afirmou que a pandemia de covid-19 “acelerou” os investimentos financeiros na direção de aplicações que consideram tanto sua sustentabilidade como o meio ambiente, o social e a governança (ESG, na sigla em inglês). “A demanda que vemos – tanto de nossos clientes privados, mas também de clientes institucionais – por produtos compatíveis com ESG está sempre aumentando. É claramente visto como, também, uma oportunidade para melhorar os retornos”, afirmou Gottstein a Geoff Cutmore, âncora  da CNBC na Europa. O CEO do Credit Suisse explicou que não haveria divergência entre “investimento sustentável” e “retorno sustentável”. “Não há contradição entre investimentos sustentáveis e retornos sustentáveis, na verdade, é o oposto. Em muitos casos, os investimentos sustentáveis têm retorno maior do que os investimentos não sustentáveis”, acrescentou Gottstein.”

Fonte: Época Negócios, 01/07/2021

Fazendas urbanas são o futuro, afirma defensor do slow food

“A forma como é produzido e distribuído cada alimento que chega à nossa mesa tem profundo impacto na economia, na saúde e no meio ambiente. Se bem conduzidas, as várias etapas desse processo vão ajudar o mundo a enfrentar a crise climática e alcançar um futuro sustentável, com fome zero. Há condições para isso, mas não há certeza sobre o rumo que o planeta vai tomar nessa questão. Cada vez mais preocupada com o tema, a ONU convocou uma cúpula mundial para setembro próximo para discutir níveis de insegurança alimentar, desigualdade, desperdício e destruição ambiental. Georges Schnyder, um dos principais porta-vozes do movimento de inclusão social por meio da capacitação em gastronomia, vê a necessidade de várias correções de rota para chegarmos a uma produção farta e sustentável de alimentos, e a uma distribuição mais justa de nutrientes à população. “Precisamos de um novo sistema alimentar, com cadeias curtas de produção, alimentos sazonais e fazendas verticais nas cidades”, diz.”

Fonte: Época Negócios, 02/07/2021

Indústria de seguros sente a pressão sobre a cobertura de combustíveis fósseis

“Os holofotes sobre o apoio da indústria de seguros aos projetos de combustíveis fósseis estão se mostrando tão marcantes que os nomes de alguns dos envolvidos foram apagados dos registros. A canadense Trans Mountain, operadora de um oleoduto que leva petróleo bruto das areias petrolíferas de Alberta até a costa oeste da Colúmbia Britânica, fez um novo pedido ao regulador de energia do país em fevereiro. Ele desejava redigir os nomes das seguradoras do oleoduto em seus registros públicos, agora e no futuro, para protegê-los contra uma enxurrada de publicidade de ativistas climáticos que visam a indústria de areias betuminosas com uso intensivo de energia.”

Fonte: Financial Times, 02/07/2021

Política

Como ter sucesso no ajuste da fronteira de carbono da UE

“A UE tem claramente falhado em comunicar sua iminente imposição de fronteira de carbono no exterior, inclusive sobre como pretende usar as receitas por ela levantadas. Felizmente, ainda há tempo para corrigir essas deficiências, escrevem Anne Gläser e Oldag Caspar, ativistas da Germanwatch, uma ONG ambientalista. A oposição crescente entre os principais parceiros comerciais ameaça torpedear o potencial do primeiro ajuste da fronteira de carbono (CBAM) proposto pela UE para desencadear uma descarbonização mais rápida em todo o mundo e aumentar a cooperação multilateral para as mudanças climáticas. Se a crítica não for levada a sério, os atritos resultantes podem prejudicar o espírito multilateral de colaboração climática, bem como a capacidade da UE de atingir seus objetivos climáticos.”

Fonte: Euractiv, 01/07/2021

Justiça francesa dá 9 meses ao Estado para adotar mais medidas climáticas

“O Estado francês deve tomar “todas as medidas úteis” dentro de nove meses para alcançar sua meta de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 40% até 2030, ordenou nesta quinta-feira (1º) a Justiça, em uma decisão sem precedentes. O Conselho de Estado, a mais alta jurisdição administrativa do país, estimou que a atual trajetória da França não lhe permite cumprir seus compromissos climáticos, após uma ação movida por uma comuna do norte da França, Grande-Synthe, que estima estar ameaçada pelo aumento do nível do mar. Assim, os magistrados ordenaram ao “primeiro-ministro que tome todas as medidas úteis para permitir a inversão da curva de emissões” para que a França respeite os objetivos estabelecidos no quadro internacional do Acordo de Paris. O governo tem até 31 de março de 2022 para justificar suas ações. Nesse momento, a França estará em plena campanha para as eleições presidenciais.”

Fonte: Isto É, 01/07/2021

Antártica teve temperatura recorde de 18,3ºC em 6 de fevereiro de 2020

“O recorde de calor no continente da Antártica foi quebrado em 6 de fevereiro de 2020 com uma temperatura de 18,3 graus Celsius, confirmou nesta quinta-feira (1º) a Organização Meteorológica Mundial. O recorde, agora homologado, foi registrado na estação científica argentina de Esperanza e supera o registrado no mesmo local da Península Antártica em 24 de março de 2015, quando o termômetro marcou 17,5ºC, informou a OMM. A península faz parte do continente da Antártica, que também inclui as ilhas vizinhas. A OMM não homologou uma medição ainda mais alta – feita em 9 de fevereiro do ano passado em uma estação automática brasileira não muito longe da ilha Seymour – de 20,75ºC.”

Fonte: Isto É, 01/07/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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