Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 28/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Suzano está engajada na busca de soluções com ‘inovabilidade’, diz presidente do conselho

“Durante apresentação nesta manhã durante o “ESG Call” da Suzano, o presidente do conselho de administração da companhia, David Feffer, reiterou que a produtora de celulose e papel segue trabalhando de forma forte e gentil, “muito engajada” na busca de soluções que reúnam inovação e sustentabilidade. “É o que chamamos de inovabilidade”, disse. O empresário destacou que a Suzano seguirá comprometida em sempre avançar e revisar suas metas ESG e entregará “excelentes resultados no curto prazo”, inclusive. Ainda na abertura do evento, o fundador e presidente da GIST Advisory, Pavan Sukhdev, vencedor do Prêmio Tyler 2020, conhecido como o “Nobel do Meio Ambiente”, destacou que esse é um momento “muito importante” de diálogo e transparência no mundo.”

Fonte: Valor Econômico, 25/06/2021

Suzano quer conectar meio milhão de hectares da Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado

“A Suzano, maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, estabeleceu uma meta ambiciosa de conservação da biodiversidade brasileira, que envolve a conexão de meio milhão de hectares em áreas de Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia, por meio de corredores naturais, até 2030. O lançamento da meta foi feito nesta manhã, durante seu primeiro “ESG Call”, evento que passará a ser promovido anualmente pela companhia. A partir da interligação das áreas, a expectativa é reverter a fragmentação de habitats e restaurar o equilíbrio natural em regiões eventualmente degradadas. Pelo menos 1,85 mil fragmentos isolados de áreas nativas já foram identificados nos três biomas e sua conexão possibilitará maior resistência às mudanças climáticas, menor incidência de pragas e doenças, retorno de cursos d’água, entre outros ganhos.”

Fonte: Valor Econômico, 25/06/2021

Quatro em um na Raízen

“Com o objetivo de fortalecer as boas práticas no pilar S do ESG (ambiental, social e de governança), a Raízen, comandada pelo CEO Ricardo Dell Aquila Mussa, priorizou quatro frentes de atuação: investimento social privado, programa de voluntariado (Voar), relacionamento com as comunidades dos entornos e Fundação Raízen. Nos últimos meses, a empresa investiu R$ 13,8 milhões em ações sociais via leis de incentivo, além de R$ 3,6 milhões em patrocínios e parcerias sociais. A meta agora é atender 10 mil jovens até 2024.”

Fonte: Isto É, 25/06/2021

Títulos verdes em alta

“A captação de títulos verdes está aquecida em junho. Nos primeiros 16 dias do mês, o banco de dados de títulos sustentáveis da Sitawi registrou movimentação da Apollo Energia (US$ 14,8 mil), Circus Ambiental (US$ 88,9 mil), JBS (US$ 500 mil) e TIM (US$ 316,2 mil). A SLC agrícola também recorreu aos mercado financeiro. A empresa anunciou um green deal ligado a metas de sustentabilidade de R$ 200 milhões com o Rabobank Brasil. O acordo exige que a companhia assuma o compromisso de executar metas sustentáveis. Já para o Rabobank, a operação está em linha ao objetivo de expandir as boas práticas ESG no agro.”

Fonte: Isto É, 25/06/2021

Profissionais já levam em consideração se empresa tem práticas ESG na hora de escolher emprego

“Para quem acompanha noticiário de perto, a sigla ESG, que se refere a questões ambientais, sociais e de governança corporativa, começou a invadir todos os ambientes e as empresas passaram a adotá-la em suas comunicações com o público interno e externo. Segundo pesquisa da consultoria de recrutamento executivo Robert Half, funcionários e pessoas que estão procurando vagas no mercado de trabalho passaram também a valorizar empresas que tenham, de fato, programas e propostas mais sustentáveis. Entre 387 profissionais empregados ouvidos para a pesquisa, metade diz que não troca de emprego porque a empresa atual olha para as práticas de ESG e isso o motiva a ficar na companhia. A outra metade indica que esse não é um fator relevante. Apesar de 39% deles revelarem não conhecer a sigla ESG, quando perguntados se as empresas em que trabalham possuíam práticas ambientais, sociais e de governança, 72% afirmaram que sim.”

Fonte: Valor Investe, 25/06/2021

Compromisso dos frigoríficos brasileiros com as metas de emissões subestimadas

“Todos os dias, em matadouros de todo o Brasil, dezenas de milhares de gado são abatidos em cortes de primeira, hambúrgueres e pratos prontos vendidos em casa e no mundo. Embora o comércio multibilionário em expansão tenha feito do país latino-americano o maior exportador global de carne bovina, as origens exatas dos animais costumam ser um mistério. “Tem uma pessoa que produz o bezerro, outra que cria e outra que engorda”, disse Gilberto Tomazoni, presidente-executivo da JBS, maior processadora de carne do mundo com US$ 50 bilhões em faturamento anual. “Basicamente, faltam informações para monitorar os fornecedores de nossos fornecedores.””

Fonte: Financial Times, 27/06/2021

Como as empresas podem trazer mais diversidade para dentro de casa?

“A resposta rápida para esta pergunta é ter uma cultura inclusiva, que permita que as pessoas sejam elas mesmas e que desperte o senso de pertencimento. É a cultura inclusiva que gera resultados positivos para pessoas e organização e é a abordagem mais bem-sucedida para atrair e engajar uma força de trabalho plural. Não importa quanta diversidade a empresa alcance nos números, se as pessoas se sentirem desconectadas, elas vão embora, ou seja, não existe diversidade sem inclusão. Esta resposta abre espaço para uma nova pergunta, como criar uma cultura inclusiva? Provavelmente o primeiro passo é entender que diversidade e inclusão não é um programa da área de recursos humanos, mas sim uma estratégia de negócio e envolve todas as pessoas da empresa e seus stakeholders.”

Fonte: InfoMoney, 27/06/2021

Diversidade e inclusão devem ser complementares

“Uma diversidade ampla dentro do mundo corporativo não leva necessariamente à inclusão. Os dois processos são complementares e precisam caminhar juntos. “A diversidade é como se fosse uma corrida de 100 metros, enquanto a inclusão é um processo que se assemelha mais a uma maratona”, afirma Dulcejane Vaz, economista e consultora independente para inclusão, fazendo uma comparação que torna mais fácil o entendimento. Segundo ela, engajar todos os funcionários e colaboradores de uma companhia requer tempo e investimentos, incluindo o capital humano. “Não se pode ter a ilusão que é algo de curto prazo”, diz. Os cincos ‘P’ da Sustentabilidade estão na base de tudo.”

Fonte: Estadão, 26/06/2021

Transparência por votos e negócios

“O ano é 2007. Na Suécia, pela primeira vez em todo o planeta, um governo nacional decidiu implementar uma lei que obrigava as empresas estatais do país, por serem propriedade do povo, a divulgar informações ESG, práticas que envolvem ações nas vertentes ambientais, sociais e de governança. Se nos primeiros anos os avanços em termos de transparência foram tímidos, hoje, quase 15 anos depois, a realidade sueca serviu de base tanto para o próprio país avançar quanto como forma de inspiração para outras nações, até em outros continentes. “Quando olhamos agora para o processo de Green Deal Europeu podemos dizer que a regulação lá atrás facilitou a adaptação das empresas suecas ao novo conjunto de leis e a normas ambiciosas do continente, que busca ser carbono neutro até 2050”, afirma Glaucia Terreo, diretora da Global Report Initiative (GRI) no Brasil. A executiva afirma que há ao menos 168 regulações ou normas publicadas hoje no mundo em 67 países.”

Fonte: Estadão, 26/06/2021

Mulheres lideram, mas ainda é pouco

“Quando Leila Abraham Loria descobriu que estava grávida, há 36 anos, a reação de seu chefe passou longe da comemoração. “Parecia que eu estava contando que a mãe dele tinha morrido. Ele não conseguiu me dar parabéns, só perguntou: ‘E agora?’. Ele disse que nunca esperava que eu fosse ficar grávida”, lembra ela, que na época já era superintendente na área de vendas da empresa e estava casada havia sete anos. Hoje presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), Lelila vê um cenário um pouco diferente, mas com muitos desafios. “Eu percebo que o mercado foi mudando ao longo do tempo, mas ainda tem sido difícil. Mesmo em multinacionais, que você acha que são super estruturadas, super respeitosas”, disse ela durante o painel “Liderança Feminina e ESG”, no Summit ESG.”

Fonte: Estadão, 26/06/2021

Política

Governo aberto surge como o grande facilitador

“O governo aberto, defende o executivo do ICLEI Rodrigo Perpétuo, está na base de todo processo que pretende envolver a população na construção de uma cidade mais sustentável, um dos pilares do debate ESG. “O dado precisa ser divulgado para a sociedade para que ela se aproprie dessa informação e participe das decisões de governo e dos processos de formulação das políticas públicas. A função do poder público é fomentar o diálogo social, é educar também a população, prepará-la para que ela possa não apenas entender, mas também criticar a informação que está disponível.” De acordo com Perpétuo, todo esse processo é essencial, por exemplo, em desenhos de ações públicas na área climática. “No nosso caso, nós temos uma plataforma onde as cidades que se comprometeram com o tema depositam relatórios que englobam as análises de risco e as vulnerabilidades climáticas do território. Assim como os inventários de emissão de gases de efeito estufa dos municípios.””

Fonte: Estadão, 25/06/2021

Terceiro Setor

Iniciativa busca engajar empresas na inclusão de refugiados

“A Agência da ONU para Refugiados (Acnur) e a Rede Brasil do Pacto Global lançaram nesta semana o Fórum Empresas com Refugiados, formado por empresas e organizações interessadas em apoiar a inclusão de pessoas em situação de refúgio no mercado de trabalho. A iniciativa, que já conta com 21 participantes, promove troca de experiências, ações de capacitação para a contratação de pessoas refugiadas, empregabilidade e compartilhamento de boas práticas. Na semana que marcou o Dia Mundial do Refugiado (20 de junho), o Acnur divulgou seu relatório de tendências globais, que traz a impressionante marca de 82,4 milhões de pessoas que foram forçadas a se deslocar.”

Fonte: Folha de São Paulo, 26/06/2021

Alok abre maior conferência de captação de recursos da América Latina

“A maior conferência de captação de recursos da América Latina terá três dias de programação em edição online. DJ Alok, que fará a abertura do Festival ABCR, conta seu ingresso na filantropia, com a criação de um instituto que leva seu nome. Representantes de organizações sociais relevantes também dividirão sua experiência de mobilização durante a pandemia. Em 2020, o artista doou R$ 27 milhões para a criação de um instituto de combate à pobreza. Em entrevista ao vivo no evento, Alok falará sobre sua inspiração como investidor social e o apoio a projetos no semiárido brasileiro. Com o tema “Conexões para Mudar o Mundo”, o evento realizado pela Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) acontece nos dias 28, 29 e 30 de junho.”

Fonte: Folha de São Paulo, 25/06/2021

Opinião

Pelo amor ou pela dor: empresas precisam acelerar a presença de mulheres e não faltam argumentos

“Há dois principais meios de acelerar o processo de equidade de gênero em conselho, pelo amor e pela dor. O amor é a abordagem das vantagens e que convence aquela linha de empresas que percebem os claros e comprovados benefícios para seu negócio ao aumentar a diversidade do colegiado. Também faz parte desse time aquelas companhias que entendem que ter uma presença feminina “pega bem”, ainda mais em tempos em que se fala tanto de práticas ESG (sigla para princípios ambientais, sociais e de governança corporativa sustentáveis).powered by Rubicon Project. Um exemplo vem da pesquisa “Diversity wins: How inclusion matters” [A diversidade vence: como a inclusão é importante, na tradução livre] da consultoria McKinsey, publicada em maio de 2020: “As empresas no quartil superior para diversidade de gênero em equipes executivas tinham 25% mais probabilidade de ter lucro acima da média do que as empresas no quarto quartil. Em 2017 esse percentual era de 21% e em 2014, de 15%.””

Fonte: Valor Investe, 27/06/2021

Internacional

Empresas

VW encerrará vendas de motores de combustão na Europa até 2035

“A montadora alemã Volkswagen vai parar de vender carros com motor de combustão na Europa em 2035, conforme muda para veículos elétricos, mas mais tarde nos Estados Unidos e na China, um membro do conselho foi citado como tendo dito no sábado. “Na Europa, sairemos do negócio com veículos de combustão interna entre 2033 e 2035, nos Estados Unidos e na China um pouco mais tarde”, disse Klaus Zellmer, membro do conselho de vendas da Volkswagen, ao jornal Muenchner Merkur. “Na América do Sul e na África vai demorar muito mais porque ainda faltam as condições políticas e de infraestrutura.””

Fonte: Reuters, 26/06/2021

Abertas as inscrições para “Mulheres na Liderança”

“Não existe CEO hoje, com raras exceções, que não tenha a temática da equidade de gênero como agenda prioritária. “Vemos um avanço geral no mercado, a percepção geral melhorou. Ao falar disso a cada ano, o tema deixou de ser uma assunto de ‘clube de mulheres’ para ser uma questão de negócios”, afirma Silvia Fazio, presidente da Women in Leadership in LatinAmerica (WILL). Para reconhecer as empresas com as melhores práticas em relação à equidade de gênero, o Valor, “O Globo”, “Marie Claire” e “Época Negócios” promovem a nova edição da pesquisa “Mulheres da Liderança”, idealizada pela WILL e com apoio metodológico da Ipsos.”

Fonte: Valor Econômico, 28/06/2021

Barreiras sutis impedem escalada feminina ao topo

“O tão falado teto de vidro que impede as mulheres de chegar ao topo das organizações está meio quebrado. Hoje vemos avanços em leis contra a discriminação, maior acesso a educação e oportunidades, em vários países. A presença feminina no alto escalão, no entanto, continua pequena. Isso acontece porque as barreiras mais sutis continuam a existir na cultura das organizações, no tipo de estrutura, na forma de trabalhar. E essas, muitas vezes, são mais difíceis de se enfrentar do que a discriminação explícita, como pagar menos ou não contratar alguém por ser mulher. Para traçar um panorama desse copo meio cheio, Colleen Ammerman, diretora da Harvard Business School Gender Iniciative, e o professor da Harvard Business School Boris Groysberg decidiram juntar seus projetos de pesquisas, que incluem 300 homens e mulheres, em diferentes fases da carreira, e escrever o livro recémlançado “Glass Half Broken: Sheltering Barriers that still hold women Back at work” (em tradução livre algo como “O teto de vidro meio quebrado: dando luz às barreiras que ainda deixam as mulheres para trás no trabalho”).”

Fonte: Valor Econômico, 28/06/2021

Produtos

Trabalho infantil no cultivo de cacau testa ‘sustentabilidade’ de fundo norueguês

“Em Oslo, onde o maior fundo soberano do mundo decide como alocar US$ 1,4 trilhão, uma enorme contradição segue no ar. O fundo tenta conciliar seu mantra de apoio a investimentos sustentáveis com as participações que tem em empresas que, para saciar o apetite global por chocolate, compram cacau de países onde crianças trabalham na colheita. Até agora, o fundo optou por manter as ações das fabricantes de chocolate em seu portfólio para, com isso, poder exercer pressão por mudanças positivas. “Esperamos que as companhias combatam o trabalho infantil, mas, ao mesmo tempo, reconhecemos que a presença de crianças nas cadeias de produção e na agricultura tem causas subjacentes complexas”, disse Line Aaltvedt, porta-voz do fundo”

Fonte: Valor Econômico, 28/06/2021

Política

O sucesso das negociações sobre mudança climática depende das finanças, disse o chefe da ONU

“O sucesso das negociações internacionais sobre o clima em novembro dependerá de um avanço nas contribuições financeiras dos países ricos, disse o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, nesta quinta-feira (24 de junho). Com menos de cinco meses para a cúpula do clima COP26 em Glasgow, Escócia, há tensões crescentes em torno do financiamento do clima – os países ricos se comprometeram a transferir para os países mais pobres para garantir que eles possam reduzir as emissões e se adaptar a um planeta mais quente. Os países ricos provavelmente perderam o compromisso de 2009 de transferir conjuntamente US $ 100 bilhões a cada ano até 2020 para ajudar as nações mais pobres, com o apoio ficando particularmente aquém das medidas de adaptação aos impactos das mudanças climáticas, como fortes tempestades e aumento do mar. Os países ricos contribuíram com quase US$ 80 bilhões em 2018.”

Fonte: Euractiv, 26/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
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  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
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  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
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  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
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  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
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  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
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  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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