Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 15/07

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Taxação de carbono da UE ameaça venda de aço do Brasil

“As exportações de aço e ferro são as mais vulneráveis no caso do Brasil à taxa carbono na União Europeia (UE) anunciada ontem e que vai ter impacto no comércio global. A taxa é prevista para entrar em vigor em 2023 contra concorrentes estrangeiros que não estejam submetidos aos mesmos padrões ambientais. O mecanismo de ajuste de carbono na fronteira (CBAM, na versão em inglês) vai alvejar inicialmente importações de aço, cimento, alumínio, fertilizantes e eletricidade e vai ser depois expandida a outros setores. Faz parte de um amplo pacote verde pela qual o bloco europeu espera poder alcançar suas metas de reduzir a pelo menos 55% suas emissões de gases de efeito-estufa até 2030 O Brasil é apontado como o oitavo país mais vulnerável à taxação em quase US$ 2 bilhões de exportações para o mercado europeu, basicamente sobre siderúrgicos, pela Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).”

Fonte: Valor Econômico, 15/07/2021

Volkswagen Caminhões vende modelo elétrico para gigantes Coca-Cola e JBS

“A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) iniciou oficialmente na terça-feira, 13, as vendas do caminhão elétrico e-Delivery, desenvolvido e produzido no País. O lançamento do veículo para uso urbano, especialmente em entregas, vem acompanhado de um pacote que inclui assessoria e fornecimento de estações de recarga e instalação de sistema para geração de energia solar. Em evento online para marcar a chegada do e-Delivery às revendas, o presidente da VWCO, Roberto Cortes, informou que a Coca-Cola encomendou 20 unidades do modelo e a JBS, um – para testes. “Há outras 58 empresas interessadas.” A Ambev já tem um contrato de intenção de compra de 1,6 mil caminhões, feito em 2018, e confirmou 100 até agora, que serão entregues até outubro. Por ser uma tecnologia nova e inicialmente ter baixa escala de produção, o e-Delivery custa, em média, 2,5 vezes mais do que a versão a diesel.”

Fonte: Estadão, 14/07/2021

Indústria vai sentir mais pressão para se adaptar às mudanças climáticas

“A indústria brasileira sofrerá pressão adicional para acelerar o rumo em direção da descarbonização, e isso implicará investimentos significativos para não perder ou melhorar a competitividade. O Brasil se comprometeu pelo Acordo de Paris a reduzir as emissões de gases de efeito-estufa em 37% até 2025, com contribuição indicativa de 43% para 2030 tendo como base as emissões de 2005. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) menciona estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), segundo o qual a implementação desses compromissos exigirá investimentos da ordem de US$ 167 bilhões a US$ 179 bilhões em toda a economia brasileira. Um dos modos de efetivar políticas climáticas cada vez mais difundido é a precificação de carbono, ou seja, a atribuição de um valor às emissões de gases de efeito-estufa. Esse foi um dos temas mais falados por ministros de Finanças no encontro do G-20, no fim de semana na Itália.”

Fonte: Valor Econômico, 15/07/2021

Sojicultores do Brasil recebem pagamento em troca de ‘serviços ambientais’

“Sojicultores brasileiros estão sendo pagos para promover a agricultura sustentável, de acordo com os organizadores de uma nova iniciativa que envolve 55 produtores nos Estados do Maranhão e Mato Grosso, no coração agrícola do país. O programa, que recompensa produtores por seus “serviços ambientais”, evidencia a crescente pressão sobre o agronegócio brasileiro, que precisa promover a transição para um modelo que elimine o desflorestamento da sua cadeia, neutralizando sua pegada de carbono no processo. Ao fazer isso, o programa cria um incentivo financeiro para a proteção ambiental, endereçando uma reclamação comum dos agricultores brasileiros – a de que não se beneficiam por adotar práticas favoráveis ao meio ambiente. A iniciativa conta com o apoio da unidade de químicos do conglomerado japonês Sumitomo, que faz os pagamentos aos agricultores, e da Tropical Forest Alliance (TFA) – responsável pela metodologia de avaliação dos serviços ambientais, que incluem o aumento da fixação de carbono no solo, a conservação de água e os cuidados com a biodiversidade nas propriedades.”

Fonte: Folha de São Paulo, 14/07/2021

Funcionários desconhecem diretrizes de diversidade

“As empresas podem até ter criado novas diretrizes de diversidade e inclusão (D&I) no ambiente de trabalho, mas a maioria dos funcionários ainda não sabe como elas funcionam. É o que indica uma pesquisa on-line respondida por 7 mil pessoas no Brasil, entre setembro de 2020 e maio de 2021, obtida com exclusividade pelo Valor. O estudo mostra que 48% dos entrevistados acreditam que o empregador tem uma política de D&I “escrita e amplamente divulgada”, mas 51% desconhecem suas práticas. “O comprometimento com a pauta de direitos humanos precisa estar expresso nas falas das lideranças, em documentos, nos valores e políticas internas, de modo que as decisões corporativas sejam embasadas em uma identidade organizacional inclusiva e genuína”, diz Bruno Jordão, cofundador e diretor de comunidade da Nohs Somos, startup de impacto social criada com o objetivo de auxiliar companhias na gestão de ações de D&I.”

Fonte: Valor Econômico, 14/07/2021

Política

Senado aprova reserva de 30% das cadeiras do Legislativo para mulheres a partir de 2038

“O plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira, um projeto que garante a reserva de cadeiras para candidatas do sexo feminino, de forma escalonada, na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas, na Câmara Legislativa do Distrito Federal e nas Câmara Municipais. Pelo texto final, essa reserva será feita de forma progressiva até 2038, quando as mulheres terão direito a pelo menos 30% das vagas na eleição proporcional. O texto segue agora para análise da Câmara dos Deputados. O projeto é de autoria do senador Angelo Coronel (PSD-BA), mas recebeu parecer de Carlos Fávaro (PSD-MT). Inicialmente, o texto previa a reserva do percentual mínimo de 15% para mulheres, mas por sugestão da senadora Simone Tebet (MDB-MS), líder da bancada feminina no Senado, isso foi modificado. Desta forma, a cota feminina será de 18% nas eleições de 2022 e 2024; 20% nas eleições de 2026 e 2028; 22% nas eleições de 2030 e 2032; 26% nas eleições de 2034 e de 2036; 30% nas eleições de 2038 e 2040.”

Fonte: Valor Econômico, 14/07/2021

Brasil deveria ser punido por não parar desmatamento, diz Financial Times em editorial

“O jornal britânico Financial Times afirmou, em editorial, que o Brasil deveria ser punido por investidores por não agir para conter a alta do desmatamento na Amazônia. Segundo a publicação, um grupo de detentores de US$ 7 trilhões em ações e títulos públicos brasileiros elencou entre seus objetivos uma redução significativa do desmatamento, mas não disseram o que aconteceria se as metas não fossem alcançadas. O editorial cobra desses investidores que enviem um sinal a Brasília afirmando que, se nada for feito, irão se desfazer desses investimentos. […] O ativismo de investidores pode ser uma força poderosa para o bem. Detentores de ações e títulos estão pressionando companhias e governos de todo o mundo para que melhorem suas práticas de governança, reduzam as emissões de carbono, busquem um equilíbrio melhor entre os gêneros e maior diversidade racial, e ao mesmo tempo produzam lucros mais altos. Mas o que acontece quando seus alvos ignoram a pressão? É esse o dilema que enfrentam muitos administradores de ativos que se uniram no ano passado para pressionar o governo brasileiro e seu presidente de extrema direita, Jair Bolsonaro (sem partido), para conter o desflorestamento da Amazônia.”

Fonte: Folha de São Paulo, 14/07/2021

Amazônia já tem regiões que emitem mais gás carbônico que absorvem

“Algumas áreas da Floresta Amazônica já passaram a emitir mais dióxido de carbono do que absorvem. É o que mostra um estudo publicado ontem na revista científica Nature. Fatores como o desmatamento causado pelo homem e os efeitos das mudanças climáticas parecem ter influenciado a capacidade do bioma de atuar como um “filtro” de um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa. O estudo levou em consideração centenas de amostras de ar coletadas na parte mais baixa da atmosfera terrestre, entre 2010 e 2018, e constatou que a parte sudeste da Amazônia se tornou uma grande fonte de emissão de CO2. Durante os últimos 50 anos, as plantas e o solo absorveram mais de 25% das emissões de gás carbônico. Já as emissões aumentaram em até 50%, segundo mostrou a pesquisa publicada ontem. A pesquisa foi liderada por Luciana Gatti, do Instituto Nacional de Investigação Espacial (Inpe), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia. O estudo também descobriu que as emissões de carbono são maiores na parte oriental da Amazônia do que na ocidental, sobretudo por causa de incêndios.”

Fonte: Estadão, 14/07/2021

Mais de 10.000 espécies estão em risco de extinção na Amazônia, diz relatório histórico

“Mais de 10.000 espécies de plantas e animais estão em alto risco de extinção devido à destruição da floresta amazônica – 35% da qual já foi desmatada ou degradada, de acordo com o esboço de um relatório científico publicado na quarta-feira. Produzido pelo Painel Científico para a Amazônia (SPA), o relatório de 33 capítulos reúne pesquisas sobre a maior floresta tropical do mundo feitas por 200 cientistas de todo o mundo. É a avaliação mais detalhada do estado da floresta até o momento e ambos deixam claro o papel vital que a Amazônia desempenha no clima global e os profundos riscos que enfrenta. Reduzir o desmatamento e a degradação florestal a zero em menos de uma década “é crítico”, disse o relatório, também pedindo a restauração massiva de áreas já destruídas.”

Fonte: Reuters, 14/07/2021

Terceiro Setor

Aceleradora 100+ abre inscrições para negócios voltados à sustentabilidade

“Startups que oferecem soluções voltadas à sustentabilidade podem se cadastrar até o dia 23 de julho na Aceleradora 100+, programa da Ambev que, nesta edição, se junta à Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e ao Quintessa. A aceleração, que inicia em setembro, é destinada a empreendedores cujas soluções já foram testadas e agora desejam tracionar as vendas. O programa envolve um mês de aprendizado intensivo em contato com executivos da Ambev, mentores especialistas e fundos de investimento. Os negócios selecionados receberão aconselhamento individual para apresentarem um piloto para a Ambev e parceiros. As propostas mais qualificadas serão contratadas e os empreendedores receberão acompanhamento de gestores para a implementação.”

Fonte: Folha de São Paulo, 14/07/2021

Internacional

Empresas

NASA, Agência Espacial Europeia une forças na mudança climática

“A NASA e a Agência Espacial Européia uniram forças na terça-feira (13 de julho) na batalha contra as mudanças climáticas, uma medida que, segundo eles, abre caminho para uma resposta global ao problema. “Para garantir que os dados dos satélites de observação da Terra sejam usados da melhor forma, promovam a ciência e, em última análise, tragam o máximo benefício para a humanidade, a ESA e a NASA formaram uma parceria estratégica para as ciências da Terra e as alterações climáticas”, disse a ESA demonstração. A parceria foi formalizada na terça-feira com uma declaração de intenções assinada pelo diretor-geral da ESA, Josef Aschbacher, e pelo administrador da NASA, Bill Nelson. O objetivo é “pavimentar o caminho para liderar uma resposta global às mudanças climáticas, por meio do monitoramento da Terra e de seu meio ambiente com seus esforços combinados em observações, pesquisas e aplicações das ciências da Terra”, disse o comunicado.”

Fonte: Euractiv, 14/07/2021

LG investirá US$ 5,2 bilhões na produção de materiais para baterias de veículos elétricos

“A LG da Coreia do Sul planeja investir US$ 5,2 bilhões para começar a produzir os produtos químicos e materiais usados em baterias de veículos elétricos, enquanto o líder global da indústria tenta urgentemente cortar sua dependência da China. O investimento de quatro anos do maior fabricante mundial de baterias EV surge na medida em que os planos de países e montadoras de veículos movidos a combustível fóssil são complicados pela forte dependência da indústria de refinarias e fábricas na China. O país é de longe o maior processador do planeta da maioria dos minerais necessários para a produção de baterias. A LG Chem, controladora do grupo de baterias do conglomerado LG Energy Solution, disse na quarta-feira que diversificaria sua produção de materiais importantes, incluindo aqueles usados em cátodos, ânodos e separadores.”

Fonte: Financial Times, 13/07/2021

Política

China começa a operar seu mercado de carbono, que deverá ser o maior

“O mercado nacional de carbono da China, que se tornará o maior sistema de comércio de licenças de emissões do mundo, finalmente começará suas operações online amanhã, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto. O sistema, que no começo cobrirá mais de 2.200 empresas do setor de energia da China, está pronto para iniciar as operações, de acordo com as fontes, que pediram anonimato para discutir detalhes particulares. O mercado tem sido afetado por uma série de atrasos e perdeu o primeiro prazo de lançamento, que estava marcado para 30 de junho. O Ministério de Ecologia e Meio Ambiente da China, que supervisiona o mercado de carbono, não respondeu a um pedido de comentários enviado por fax. A Bolsa de Valores de Meio Ambiente e Energia de Xangai, que será a sede das negociações, também não quis comentar a notícia.”

Fonte: Valor Econômico, 15/07/2021

Democratas propõem taxa de carbono nos EUA

“Os democratas concordaram em incluir um imposto sobre carbono nas importações de países que não tenham políticas agressivas para combater a mudança climática, segundo informa o jornal “New York Times”. A medida faz parte de um amplo plano de orçamento de US$ 3,5 trilhões, que inclui outras disposições que visam reduzir a poluição por combustíveis fósseis nos Estados Unidos. A mudança na posição americana, que até então resistia à adoção de uma taxa de carbono, foi anunciada ontem, no mesmo dia em que a União Europeia delineou sua própria proposta de um imposto semelhante, como forma de proteger a competitividade de sua indústria e, ao mesmo tempo, pressionar outros países a reduzir as emissões que estão aquecendo o planeta. O anúncio também ocorre um dia antes de a China iniciar as operações online de seu mercado nacional de carbono.”

Fonte: Valor Econômico, 15/07/2021

Em pacotaço verde, UE traz taxa de carbono para importações

“A Comissão Europeia divulgou hoje os detalhes do seu aguardado pacote verde para cortar pela metade as emissões de gases de efeito estufa do bloco até 2030, no mais ambicioso plano de contenção do aquecimento global — e que deve servir de farol (e laboratório) para outros países do mundo. Entre as medidas mais esperadas, Bruxelas anunciou a criação de uma taxa de carbono sobre produtos importados para o bloco. A alíquota fará com que os importadores locais paguem mais para trazer produtos de países que não tenham o mesmo rigor para enfrentar as mudanças climáticas, numa tentativa de evitar o que se chama de ‘vazamento de carbono’, isto é, a perda de mercado ou a transferência de produção para regiões menos rigorosas com as emissões. “As indústrias europeias vão investir pesadamente na descarbonização”, afirmou Leyen. ‘Não seria justo que os produtos importados e mais baratos, mas com uma pegada de carbono elevada, viessem a arruinar nossos esforços.'”

Fonte: Capital Reset, 14/07/2021

UE lança plano para combater mudanças climáticas com taxação de carbono sobre importados

“A União Europeia (UE) lançou nesta quarta-feira um abrangente plano para descarbonizar sua economia e combater as mudanças climáticas, com um conjunto de medidas que inclui a taxação de carbono sobre produtos importados. Detalhes do plano já haviam sido confirmados na terça-feira pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. O pacote inclui 13 medidas, como a extensão do mercado de carbono (ETS, na sigla em inglês) aos setores de aviação e transporte marítimo e a criação de um segundo mercado de carbono para o transporte rodoviário e combustíveis para aquecimento. A taxação de carbono sobre importados visa proteger a indústria da região de concorrentes estrangeiros que não estejam submetidos aos mesmos padrões ambientais. Um estudo da consultoria Deloitte mostra que exportadores de Rússia, China, Turquia e Ucrânia estão entre os mais vulneráveis a custos adicionais quando a medida for implementada.”

Fonte: Valor Econômico, 14/07/2021

Taxação de carbono da UE só corta emissões globais em 0,1%, diz Unctad

“A taxa de carbono anunciada pela União Europeia (UE) vai fazer países em desenvolvimento pagarem um preço na exportação para o mercado europeu, mas seu efeito para mitigar a mudança climática é limitado, avalia a Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad). O mecanismo, que vai taxar produto importado com maior intensidade de carbono, cortará apenas 0,1% das emissões globais de C02, pelas estimativas da Unctad. “Reduzir essas emissões efetivamente requer mais processos de produção e transporte eficientes”, segundo a agência da ONU. Ou seja, o mecanismo poderá mudar os padrões do comércio em favor de países onde a produção é relativamente eficiente em redução de emissão de gazes de efeito estufa, mas terá pouco impacto na descarbonização global. A Unctad aponta, por outro lado, potenciais implicações no comércio internacional emissões de CO2, renda e emprego para países dentro e fora da UE.”

Fonte: Valor Econômico, 14/07/2021

Reações ao plano climático “Fit for 55” da UE

“A Comissão Europeia revelou na quarta-feira seu plano mais ambicioso para enfrentar as mudanças climáticas e definiu como os 27 países da União Europeia podem cumprir uma meta coletiva de reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa em 55% dos níveis de 1990 até 2030. […] “O pacote enfrenta o desafio do século, as mudanças climáticas. Será uma tarefa muito importante para o próximo governo federal conduzir as negociações de forma que possamos atingir as metas climáticas, ao mesmo tempo que o necessário industrial a transformação ocorre em um ritmo rápido e é justo. Tem a ver com riqueza e empregos. É por isso que propus a criação de um clube internacional do clima para que o maior número possível de estados, incluindo aqueles fora da UE, concordem com a política climática”, disse o Ministro das Finanças da Alemanha, Olaf Scholz. […] “Embora a direção geral esteja certa, o mal está nos detalhes com muitos detalhes extremamente importantes para encontrar o equilíbrio certo entre a ambição climática e os desafios econômicos e tecnológicos. Estaremos muito vigilantes, a respeito, por por exemplo, a coerência entre as diferentes medidas legislativas para evitar a dupla regulamentação da indústria europeia. É também necessário garantir uma distribuição justa dos esforços na sociedade”, afirmou Peter Gattaz, presidente da BusinessEurope.”

Fonte: Reuters, 14/07/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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