Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 02/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

JBS escolhe projetos para aportes na Amazônia

“O Fundo JBS pela Amazônia, com aportes iniciais de R$ 250 milhões em cinco anos, escolheu seis projetos para iniciar a promoção de ações de conservação e geração de renda na floresta. As iniciativas contemplam desde sistemas agroflorestais a startups de bioeconomia e receberão investimentos de R$ 50 milhões. “Temos o compromisso de dobrar a R$ 500 milhões quando vierem investimentos externos. Queremos chegar a um fundo de RS$ 1 bilhão”, diz Joanita Maestri Karoleski, presidente do Fundo e ex-CEO da Seara. A intenção é ter aportes de terceiros para que o fundo cresça. A JBS colocará R$ 1,00 a cada R$ 1,00 doado.”

Fonte: Valor Econômico, 02/06/2021

Esperado há um ano, decreto do saneamento cria ‘corrida’ para manter contratos

“Quase um ano após a entrada em vigência do novo marco legal do saneamento, aprovado pelo Congresso Nacional em junho de 2020, decreto presidencial publicado nesta terça-feira estabelece os critérios para comprovação de capacidade econômico-financeira das companhias de água e esgoto que pretendem continuar operando esses serviços. As empresas precisarão demonstrar que têm condições de cumprir a meta, definida pela Lei 14.026, de universalizar o saneamento (99% de fornecimento de água potável e 90% de tratamento de esgoto) até 2033. O decreto era o mais aguardado do novo marco porque significa, na prática, uma faixa de corte para as empresas que poderão ou não continuar à frente dos contratos já assinados.”

Fonte: Valor Econômico, 01/06/2021

Mesmo na pandemia, São Paulo registra nível de poluente no ar acima do recomendável

“No ano passado, a concentração de ozônio no ar, um poluente tóxico, ultrapassou os limites de referência do padrão do Estado de São Paulo por 52 dias. Equivalente a quase dois meses, o número é superior ao registrado nos últimos anos: 41, em 2019, e 18, em 2018. Os dados são do relatório da qualidade do ar, elaborado anualmente pela Cetesb (a agência ambiental paulista), e mostram que as condições meteorológicas em 2020 favoreceram a formação do poluente. Apesar de entre maio e setembro, o número de dias desfavoráveis à dispersão de poluentes ter ficado abaixo da média dos últimos dez anos, o volume de chuvas no mesmo período também ficou abaixo do normal. O ozônio se forma a partir da reação de outros poluentes na presença de luz solar. As emissões de origem veicular são as principais fontes para a geração do gás que pode causar problemas respiratórios, além de afetar a vegetação.”

Fonte: Estadão, 01/06/2021

Governança em startups: Perda de tempo ou criação de valor?

“Confiantes, os investidores falam que aportam governança junto com o investimento. Desconfiados, os empreendedores reforçam o discurso sobre a importância da tal governança, mais com esperança do que com convicção. Talvez você já tenha passado por esta situação. Afinal, o que é essa tal governança? Faz sentido para startups? Depois de implantar governanças em mais de uma centena de startups investidas e de empreender diretamente em 15 startups temos nossa resposta. Leve em consideração que trabalhamos com empreendedores bem diferentes entre si, conselheiros independentes, desde CEOs de multinacionais a fundadores de unicórnios com várias formações. E podemos afirmar com a mais absoluta certeza: depende.”

Fonte: Capital Reset, 01/06/2021

Política

Plano Safra 2021/22 será ‘verde’, diz ministra da Agricultura

“O Plano Safra 2021/22, que terá vigência a partir de 1º de julho, será “mais verde”, segundo a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. “Mesmo que não esteja totalmente atrelado a ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), terá algumas diferenciações a produtores que adotam boas práticas daqueles que não adotam”, disse a ministra durante o painel “Os 3 I’s da Agricultura: Inovação, Infraestrutura e Instrumentos Verdes”, no segundo dia do Fórum de Investimentos Brasil 2021 (BIF). O evento internacional sobre atração de investimentos estrangeiros para o Brasil é organizado pela Apex-Brasil, pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo governo federal.”

Fonte: Época Negócios, 01/06/2021

Procurador do Brasil pede ao Supremo Tribunal para sondar ministro do Meio Ambiente

“O principal promotor do Brasil pediu na terça-feira ao Supremo Tribunal que abrisse uma investigação criminal sobre as alegações de que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, obstruiu uma investigação da polícia federal sobre a extração ilegal de madeira na Amazônia. Salles tem liderado negociações EUA-Brasil sobre financiamento para proteger a selva amazônica, a maior floresta tropical do mundo, que está sob a ameaça de extração de madeira e incêndios. No mês passado, a polícia vasculhou propriedades ligadas a Salles e outras autoridades em uma investigação de alegações de que eles permitiam exportações ilegais de madeira da região amazônica para os Estados Unidos e Europa.”

Fonte: Reuters, 01/06/2021

Opinião

ESG e investimentos em infraestrutura

“À medida que os fundos de investimento buscam oportunidades em setores de infraestrutura, há um reconhecimento crescente de que fatores ambientais, sociais e de governança (environmental, social and Governance – ESG) são relevantes para determinar o grau de exposição a esses ativos. No entanto, há diversos desafios na implementação, em parte devido às peculiaridades do setor de infraestrutura. Ampliar as práticas desses padrões e diretrizes demandará dos profissionais ajustes aos diferentes contextos que os projetos de infraestrutura apresentam. Pensar nas particularidades do projeto desde sua estruturação até o ambiente operacional é crucial para conseguir a implementação das diretrizes ESG com sucesso. “

Fonte: Valor Investe, 01/06/2021

‘O coletivo é fundamental para incluir mulheres no mercado de trabalho’, diz Jandaraci Araújo

“O Estadão Carreira e Empreendedorismo traz, na seção ‘3 perguntas para’, a executiva do mercado financeiro Jandaraci Araújo. A gerente de desenvolvimento sustentável do Banco Santander também é cofundadora do Conselheira 101, programa que estimula a inserção de negras em conselhos administrativos. Em vídeo, ela responde a perguntas sobre a inclusão de mulheres no mercado de trabalho, além de falar sobre intersecções como raça e classe. Jandaraci já atuou como Subsecretária de Empreendedorismo, Pequenas e Médias Empresas do Estado de São Paulo e diretora executiva do Banco do Povo (a primeira mulher a ocupar um cargo de tamanho destaque desde a criação do banco).”

Fonte: Estadão, 01/06/2021

Terceiro Setor

A cadeia de valor do negócio de impacto social

“Tenho conversado e debatido sobre as questões do ESG e da sustentabilidade empresarial que, cada vez mais, estão inseridas nas grandes empresas. A temática abrange a boa gestão dos públicos de relacionamento, ou stakeholders, que neste caso são fornecedores, colaboradores, acionistas, distribuidores, consumidores, enfim, todos aqueles que influenciam ou podem ser influenciados pela empresa. Aliás, a palavra “influenciador” está na moda. Tempos atrás chamávamos estes de formadores de opinião e sempre se buscava convivência para uma boa imagem e reputação, uma relação em que todos ganham.”

Fonte: Folha de São Paulo, 31/05/2021

Internacional

Empresas

Petroleira Exxon Mobil perde disputa e terá de nomear conselheiro ‘verde’

“No início deste ano, diretores da Exxon Mobil, a gigante petroleira que descende do império da Standard Oil, viram-se em uma situação incomum: tiveram de defender a empresa contra um minúsculo investidor ativista que clamava por uma grande transformação em defesa do meio ambiente. Mais atipicamente ainda, eles se viram em desvantagem. […] Essa vitória representa um dos maiores sobressaltos da história das brigas corporativas. O pano de fundo do episódio também demonstra como esse resultado se beneficiou de vários fatores – incluindo o histórico da petroleira de ignorar os investidores e o crescente desejo de fundos por investimentos ambientalmente responsáveis. “Isso é um marco do ativismo climático”, disse Edward Rock, professor de Direito da Universidade de Nova York.”

Fonte: Estadão, 01/06/2021

HeidelbergCement, na Suécia, planeja a primeira fábrica de cimento neutro de CO2 do mundo

“A HeidelbergCement, a segunda maior fabricante de cimento do mundo, disse na quarta-feira que planeja transformar sua fábrica sueca em Slite na primeira fábrica de cimento neutro de CO2 do mundo até 2030 por meio de tecnologia de captura de carbono. “Queremos ser os pioneiros no caminho para a neutralidade de CO2 em nossa indústria”, disse o presidente-executivo Dominik von Achten à Reuters. “É importante que não estejamos apenas estabelecendo metas de descarbonização, mas implementemos projetos concretos e ganhemos velocidade”. Após o retrofit planejado, que custará pelo menos 100 milhões de euros (US$ 122 milhões), a planta será capaz de capturar até 1,8 milhão de toneladas de dióxido de carbono por ano, o que corresponde às emissões totais do local.”

Fonte: Reuters, 02/06/2021

Política

G7 é criticado por doações para recuperação da Covid sem “cordas verdes” anexadas

“As principais economias do mundo alocaram mais de US$ 189 bilhões em fundos de recuperação da pandemia em apoio aos combustíveis fósseis, apesar das promessas do governo de “reconstruir mais verde” e reduzir as emissões de carbono. Mais da metade dos US$ 372 bilhões doados pelos países do G7 para atividades de produção e consumo de energia de janeiro de 2020 até março deste ano foi para carvão, petróleo e gás, de acordo com uma pesquisa da Tearfund, uma instituição de caridade de desenvolvimento, apoiada por dois laboratórios de ideias (em inglês, “think-tanks“) independentes. A maior parte do dinheiro foi entregue “sem amarras”, sem quaisquer exigências às empresas que receberam ajuda para reduzir sua pegada de carbono”

Fonte: Financial Times, 02/06/2021

Acordo está prestes a forçar empresas a divulgar riscos climáticos, diz Banco Central da França

“Um acordo global está ao alcance e exige que todas as empresas listadas divulguem os riscos que enfrentam com as mudanças climáticas de uma forma padronizada, disse o governador do banco central da França. François Villeroy de Galhau disse ao Financial Times que as negociações entre o governo e funcionários do banco central sobre as novas regras de divulgação de risco climático progrediram mais rápido do que o esperado e que uma estrutura internacional poderia ser acordada na conferência climática COP26 da ONU em novembro, na cidade escocesa de Glasgow. “A divulgação adequada deve se tornar obrigatória – eu esperaria isso como um primeiro passo”, disse Villeroy. “Ninguém esperava, há seis meses, que iríamos tão rapidamente quanto fomos e dizer que talvez pudéssemos ter uma conclusão positiva sobre a divulgação obrigatória na COP26.””

Fonte: Financial Times, 02/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
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  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
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  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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