Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 15/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Carro movido a célula de combustível da Nissan pode chegar ao mercado em até 15 anos

“A Nissan ampliou o acordo com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), ligado ao governo de São Paulo, para o desenvolvimento de um veículo movido a Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC) que gera energia elétrica a partir da utilização do etanol. Os estudos, nesse segundo acordo, devem durar até 2025 e a expectativa, se tudo der certo, é que a tecnologia se torne comercial em cerca de 10 anos, segundo o gerente sênior de engenharia de produto da Nissan do Brasil, Ricardo Abe. O projeto, chamado de Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC), poderá ser usado também com gás natural, biogás ou até mesmo o etanol de milho, fazendo com que a tecnologia seja mais universal.”

Fonte: Valor Econômico, 14/06/2021

Política

Supremo passa a ser palco de litígios sobre política ambiental

“O Supremo Tribunal Federal (STF) se tornou palco dos litígios ambientais no governo de Jair Bolsonaro. Uma pesquisa da Fundação Ford e do Instituto Clima e Sociedade (iCS) aponta que, entre 2019 e 2020, 45% das 87 ações judiciais que questionam
políticas ambientais foram ajuizadas diretamente na Corte. Em matéria ambiental, o STF partiu de uma atuação em conflitos específicos, como a da proibição de importação de pneus usados em 2009, para o enfrentamento de uma agenda ampla e com impacto abrangente. “A percepção é de que, no contexto em que estamos, a litigância é a alternativa. É difícil ser propositivo nesse momento. A ideia é restringir o dano”, afirma a advogada Ana Maria Cárcamo, coordenadora da pesquisa.”

Fonte: Valor Econômico, 15/06/2021

BNDES começará estudos para concessões de florestas na Amazônia

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai começar os estudos para estruturar concessões florestais em cinco áreas da Amazônia. O objetivo é estruturar o manejo florestal sustentável de cinco florestas públicas federais na Região Norte. O acordo será assinado amanhã pela ministra Tereza Cristina (Agricultura) e o presidente do banco de fomento, Gustavo Montezano.”

Fonte: Estadão, 14/06/2021

Terceiro Setor

Agências da ONU promovem acesso de mulheres refugiadas ao mercado de trabalho

“A Agência da ONU para Refugiados (Acnur), a Rede Brasil do Pacto Global e a ONU Mulheres lançam mais uma rodada de fomento ao acesso de mulheres refugiadas no país ao mercado de trabalho. O projeto Empoderando Refugiadas chega à sexta edição após empregar 70% das participantes em 2020. O programa, que neste ano projeta formar 80 mulheres, oferece formação, sensibilização do setor privado e interiorização voluntária para outras cidades. A primeira turma iniciou as atividades em Boa Vista (RR), com apoio da AVSI Brasil e metodologia do Senac Roraima.”

Fonte: Folha de São Paulo, 14/06/2021

Programa vai acelerar projetos hídricos inovadores no semiárido

“A Votorantim Energia e o Instituto Votorantim lançam programa para acelerar iniciativas que contribuam com o enfrentamento da escassez hídrica no semiárido, incluindo melhoria do acesso à água e soluções de convivência com a seca. O Lab Água selecionará 20 organizações com soluções inovadoras para mitigar os problemas hídricos da Serra do Inácio, na divisa entre Pernambuco e Piauí. As inscrições podem ser feitas no site institutovotorantim.org.br/labagua até 29 de junho. Podem se inscrever projetos de pesquisa, startups, organizações sociais e outros tipos de empreendimentos. As interessadas precisam ter mínimo produto viável (MPV) validado ou em fase de validação para participar da mentoria online.”

Fonte: Folha de São Paulo, 14/06/2021

Produtos

XP lança fundo que investe em créditos de carbono no exterior

“O investidor em busca de alternativas sem relação com a renda fixa ou com a Bolsa para diversificar o portfólio acaba de ganhar nesta segunda-feira uma nova opção de fácil acesso, e que ainda se enquadra no filtro ESG. XP lançou hoje o fundo Trend Carbono Zero. Diferentemente dos demais produtos da família Trend, que costumam acompanhar a variação de índices globais de ações ou de renda fixa, a proposta do novo fundo é seguir o desempenho do índice “IHS Markit Global Carbon Index“. benchmark, por sua vez, segue a oscilação de contratos futuros negociados em bolsas internacionais na Europa e nos Estados Unidos cujo lastro final são créditos de carbono, explica Henrique Sana, estrategista de índices e ETFs da XP Inc.”

Fonte: InfoMoney, 14/06/2021

Cresce oferta de fundos que dão acesso a mercados de carbono

“Em meio à onda de produtos de investimento mais sustentáveis e à busca por ativos sem correlação com os produtos mais tradicionais de renda fixa e variável, plataformas de investimento aqui no Brasil começaram a oferecer fundos que aplicam em mercados de carbono já consolidados no exterior. Vitreo, Safra e, agora, XP lançaram veículos com exposição aos mercados de contratos futuros de crédito de carbono na Europa (em alguns casos, também em mercados nos Estados Unidos), abertos para qualquer tipo de investidor, com tíquetes de entrada que variam de R$ 100 a R$ 1.000.”

Fonte: Capital Reset, 15/06/2021

Internacional

Empresas

Tesla pode voltar a aceitar bitcoin se mineração for mais ‘verde’, diz Elon Musk; Cripto sobe

“O bitcoin sobe 6,76% nesta segunda-feira, por volta das 15h30, e é cotado a US$ 40 mil, segundo fontes de preço médio das exchanges, como o site CoinMarketCap. Entre as exchanges brasileiras, a criptomoeda é cotada a R$ 203,2 mil, em média. Mais cedo, a pioneira e mais relente entre as criptomoedas chegou a subir 12,54% e bateu em US$ 40,9 mil. A alta acontece após Elon Musk, presidente (CEO) da Tesla, afirmar que a fabricante de carros elétricos pode voltar a aceitar pagamentos em bitcoins caso a mineração da criptomoeda se torne mais ambientalmente sustentável.”

Fonte: Valor Investe, 14/06/2021

Uso global de combustível fóssil é semelhante à década atrás na matriz energética

“A participação dos combustíveis fósseis na matriz energética total mundial é tão alta quanto uma década atrás, apesar da queda dos custos das energias renováveis e da pressão sobre os governos para agirem sobre as mudanças climáticas, um relatório da rede de políticas de energia verde REN21 mostrou na terça-feira. O uso de combustível fóssil tem persistido em meio ao aumento da demanda global de energia, consumo e investimento contínuos em novas usinas de combustível fóssil e menor uso de energia de biomassa – como madeira ou resíduos agrícolas – no aquecimento e na cozinha, disse o relatório. A queima de combustíveis fósseis como carvão, gás e petróleo cria dióxido de carbono, o principal gás de efeito estufa que contribui para o aquecimento global.”

Fonte: Reuters, 14/06/2021

Reino Unido e Noruega completam o cabo elétrico submarino mais longo do mundo

“O cabo elétrico submarino mais longo do mundo deve ser ligado esta semana, com o início dos testes para o interconector de 720 km que comercializará energia entre o Reino Unido e a Noruega. A eletricidade começará a fluir através da ligação do Mar do Norte de €2 bilhões nos próximos dias, com a joint venture entre a National Grid do Reino Unido e a Statnett da Noruega, devendo iniciar as operações formais em outubro. Os interconectores são uma parte fundamental da estratégia do Reino Unido para reduzir as emissões e aumentar a energia eólica offshore porque permitem que a rede do Reino Unido compartilhe ou importe energia dependendo da oferta e da demanda.”

Fonte: Financial Times, 14/06/2021

Política

O que foi (e não foi) acordado pelos líderes mundiais para combater a crise climática

“[…] A poeira está baixando na Cúpula do G7, que viu os líderes mundiais se reunirem em Carbis Bay, Cornwall, para discutir a entrega de uma forte recuperação econômica da pandemia COVID-19 e respostas à crise climática. Em um cenário de praias arenosas e centenas de ativistas do clima exigindo ações, o G7 divulgou um comunicado final no domingo (13 de junho). Os esforços para combater a crise climática aparecem fortemente no documento oficial, mas grupos e ativistas verdes ficaram desapontados com a falta de detalhes nos planos para promover uma revolução industrial verde.”

Fonte: Euractiv, 14/06/2021

Ativistas climáticos visam a Noruega em tribunal de direitos humanos

“Ativistas climáticos noruegueses pediram ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos (ECHR) que se pronuncie contra os planos da Noruega de mais perfuração de petróleo no Ártico, disseram os ativistas na terça-feira, argumentando que a exploração do país priva os jovens de seu futuro. A ação, movida por seis indivíduos com idade entre 20 e 27 anos, além do Greenpeace e da Young Friends of the Earth, faz parte de um ramo emergente da lei em todo o mundo, onde os reclamantes vão aos tribunais para defender a causa da redução das emissões que causam as mudanças climáticas. Na Holanda, um tribunal ordenou recentemente que a Shell corte suas emissões em uma ação movida por cidadãos que argumentaram que a maior anglo-holandesa do petróleo violou seus direitos humanos.”

Fonte: Reuters, 15/06/2021

OTAN vai enfrentar a mudança climática pela primeira vez, segundo comunicado da cúpula

“A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) concordou com um plano de ação climática para ajudar a mitigar as mudanças climáticas, visto como um multiplicador de ameaças que impacta a segurança da aliança, dirão os líderes da OTAN em seu comunicado a ser publicado após a cúpula de segunda-feira. A aliança tem como objetivo aumentar sua conscientização, adaptação, mitigação e esforços de divulgação em relação às mudanças climáticas, disse a OTAN de acordo com uma cópia de sua declaração final da cúpula vista pela Reuters.”

Fonte: Reuters, 14/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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