Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 30/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

O plano do Brasil para impedir a “lavagem de gado”

“Fazendeiros desonestos na Amazônia brasileira muitas vezes transportam vacas entre fazendas para esconder o fato de que foram criadas em terras desmatadas ilegalmente – uma prática conhecida como “lavagem de gado”. Mas no vasto estado amazônico do Pará, onde rotineiramente há mais desmatamento do que em qualquer outro lugar do Brasil, o governo estadual está contra-atacando. Com 21 milhões de vacas para sua população de 8,7 milhões, o Pará adotou nova tecnologia para monitorar os rebanhos. É um projeto que tem significado muito além do Pará, pois cientistas alertam que a floresta amazônica está se aproximando de um ponto crítico – onde seu ecossistema ficará incapaz de se sustentar, agravando as mudanças climáticas ao reduzir a capacidade da floresta de absorver dióxido de carbono.”

Fonte: Financial Times, 29/06/2021

Iniciativas mostram preocupação crescente com impacto ambiental

“O setor bancário se movimenta para marcar, cada vez mais, operações com o carimbo ESG (sigla em inglês para padrões ambientais, sociais e de governança). Enquanto a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apoia uma “metodologia verde”, a fim de mensurar e fomentar o crédito concedido a negócios sustentáveis, as maiores instituições financeiras do país – Itaú, Bradesco e Santander – deram as mãos para montar, em 2020, o Plano Amazônia, em defesa do meio ambiente. “A Amazônia faz parte da estratégia do Bradesco há muito tempo”, diz o CFO do banco, Oswaldo Tadeu Fernandes. Além de cobrir mais de 70% dos municípios com agências e contar com mais de cinco mil correspondentes bancários na região, a instituição mantém, há 12 anos, uma operação flutuante que percorre o rio Solimões e atende onze cidades do entorno.”

Fonte: Valor Econômico, 30/06/2021

Agenda da diversidade deve ser ampliada

“As organizações financeiras já perceberam que ações de diversidade de gênero e equidade racial são necessárias para o sucesso e a resiliência dos negócios. Mas, especialistas nos temas destacam que ainda falta muito para ampliar essa agenda, com mais projetos inclusivos. Pesquisa conduzida pela Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, movimento de organizações contra o racismo, com a Universidade Zumbi dos Palmares e a ONG Afrobras, indica que, em 23 grandes companhias, os negros representam 4,7% dos quadros executivos e 6,3% das cadeiras de gerência. Levantamento da consultoria Oliver Wyman mostra que as mulheres estão em 10% dos postos de liderança dos principais bancos do país.”

Fonte: Valor Econômico, 30/06/2021

Regulação

Bancos centrais se unem para regrar o crédito verde

“O sistema bancário está assumindo que será a parte central do processo de transformação das economias mundiais por meio do crédito verde. O auge da crise criada pela covid-19, que evidenciou problemas socioambientais ainda não enfrentados, levou os bancos centrais de diferentes países a estudarem uma nova regulação com métricas sustentáveis que os bancos terão que seguir. A taxonomia é derivada desse processo e ajuda a pensar a alocação de seus recursos considerando as práticas ESG (sigla em inglês para boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa) das empresas tomadoras de crédito. A ideia é formar um ciclo virtuoso e desmistificar que finanças sustentáveis são inimigas de bons negócios. “A covid-19 gerou oportunidade única para o sistema financeiro no mundo olhar a economia de forma integrada, resiliente e sustentável. Temos a obrigação de fazer isso”, afirma Carlos Leiria Pinto, country manager da International Finance Corporation no Brasil (IFC). Estudo recente do órgão mapeou oportunidades globais de financiamento sustentável de US$ 23 trilhões até 2030. Na América Latina, olhando só para Brasil, México, Argentina e Colômbia, esse montante é de US$ 2,7 trilhões, sendo que o Brasil concentrará quase que a metade disso, com US$ 1,3 trilhão.”

Fonte: Valor Econômico, 30/06/2021

Política

Ministro recebe missão de melhorar imagem ambiental do Brasil

“Recém-nomeado ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite recebeu do presidente Jair Bolsonaro um pedido ao ser comunicado de que substituiria o polêmico Ricardo Salles à frente da pasta: “fazer uma boa conferência do clima neste ano”. Por “fazer uma boa conferência” entende-se montar uma estratégia para começar a desfazer a péssima imagem internacional do Brasil na CoP 26, a Conferência das Nações Unidas para o Clima, em Glasgow, na Escócia, em novembro. O ministro terá reuniões com o Itamaraty nesta semana para avançar nas tratativas. O objetivo na CoP é vender o país como um ambiente favorável para os negócios, a inovação e os investimentos de impacto na preservação.”

Fonte: Valor Econômico, 30/06/2021

Bolsonaro autoriza novas operações militares na Amazônia e proíbe queimadas

“O presidente Jair Bolsonaro autorizou nesta segunda-feira, 28, a atuação de militares na Amazônia para o combate de crimes ambientais. A medida, no modelo de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), vale para terras indígenas, unidades federais de conservação ambiental, em áreas de propriedade ou sob posse da União, e, se pedido pelos governadores, em outras áreas dos Estados do Amazonas, Mato Grosso, Pará e Rondônia. Ele também editou nesta terça-feira, 29, decreto que proíbe queimadas para práticas agropastoris em todo o País. As tropas estão liberadas para atuar nessas áreas pelo período de 28 de junho a 31 de agosto deste ano. O emprego das Forças Armadas para conter o desmatamento e incêndios na floresta divide especialistas, que apontam nos militares falta da expertise para combater crimes ambientais que têm agentes especializados, como fiscais do Ibama e do Instituto Chico Mendes (ICMBio), órgãos do Ministério do Meio Ambiente. Essas autarquias, porém, têm sofrido com déficit de servidores e cortes orçamentários nos últimos anos.”

Fonte: Valor Econômico, 29/06/2021

Licitações e marco do saneamento

“A pandemia da covid-19 trouxe consigo uma necessidade de repensar as posturas dos entes públicos e privados em um movimento conjunto que permita a retomada da economia no pós-pandemia. O governo estadunidense pretende instituir um novo “new deal” com investimentos públicos pesados no setor de infraestrutura. Fundamental que o governo brasileiro também comece seu planejamento para criar incentivos para fomento à economia em momento pós-pandêmico. Nesse ponto, a grande zona de oportunidade em relação à infraestrutura ganha especial destaque na realidade brasileira, diante de nossa necessidade de estabelecimento de infraestrutura básica.”

Fonte: Valor Econômico, 30/06/2021

A fuga de Salles e as três incógnitas

“Ninguém em sã consciência acha que o pior Ministro de Meio Ambiente da história da República Federativa brasileira “caiu” porque exagerou na dose anti-ambiental. Salles foi sim o Ministro do desmatamento, das queimadas, das madeireiras, do garimpo e do passa-boiada e, portanto, foi Ministro do Jair Bolsonaro, que é o presidente de tudo isso e muito mais. Parece óbvio que ele entregou o cargo por outra razão. Nos seus planos certamente estão as eleições de 2022. Por nove mil votos ele não se elegeu federal pelo Novo paulista em 2018. Agora o que ele fez foi fugir de uma condenação iminente no STF, que já o deixaria inelegível uma vez que não haveria a quem recorrer (foro privilegiado).”

Fonte: Valor Econômico, 29/06/2021

Internacional

Empresas

Investidores alertam sobre choque de 20% no mercado global frente ao imposto de carbono

“Os mercados globais de ações podem cair até 20% se as empresas ao redor do mundo forem repentinamente atingidas por um preço de carbono de US$ 75 a tonelada, de acordo com uma nova análise que argumenta que os investidores não estão levando em consideração os riscos climáticos nas avaliações de ações. A modelagem, que analisou o quão forte um aumento no preço do carbono poderia atingir os preços das ações, disse que os mercados globais cairiam cerca de 4% se apenas as emissões de escopo 1 e 2 – que cobrem as emissões das próprias operações de uma empresa – caíssem sob um taxa de carbono de US$ 75 por tonelada. Mas a Kempen Capital Management, que gere € 86 bilhões e é o gerente fiduciário por trás da pesquisa, alertou sobre uma queda de 20% se as emissões indiretas, conhecidas como escopo 3, fossem incluídas. A análise também descobriu que se o preço do carbono atingir US$ 150 a tonelada, os mercados globais podem cair até 41%.”

Fonte: Financial Times, 30/06/2021

Gastos de financiamento climático do banco de desenvolvimento atingiram US$ 66 bilhões em 2020

“Os gastos com financiamento climático de oito dos maiores bancos multilaterais de desenvolvimento do mundo subiram para US$ 66 bilhões em 2020, de US$ 61,6 bilhões em 2019, com a maioria comprometida com os países mais pobres, disse um relatório na quarta-feira. Um total de US$38 bilhões, ou 58%, do total foi para países de baixa e média renda, disse o Relatório Conjunto de 2020 sobre Financiamento Climático de Bancos Multilaterais de Desenvolvimento. O financiamento adicional comprometido por outras fontes junto com os bancos de desenvolvimento totalizou US$85 bilhões, enquanto o financiamento direto de fontes privadas foi de US$5,9 bilhões.”

Fonte: Reuters, 30/06/2021

Remessa, aquecimento e carros visados na reformulação do mercado de carbono da UE

“A União Europeia quer reformar seu mercado de carbono para reduzir as emissões que causam o aquecimento do planeta mais rapidamente e colocar um preço na poluição do transporte marítimo, transporte rodoviário e sistemas de aquecimento em prédios, mostra um rascunho de documento visto pela Reuters na quarta-feira. A Comissão Europeia executiva do bloco proporá no próximo mês a maior reformulação de seu sistema de comércio de emissões (ETS) desde a política lançada em 2005. O ETS força usinas de energia, fábricas e companhias aéreas que operam voos europeus a comprar licenças de CO2, criando um incentivo financeiro para poluir menos. As reformas são parte de um pacote de políticas da UE que Bruxelas irá propor em 14 de julho, enquanto se esforça para cumprir a meta da UE de reduzir as emissões líquidas em 55% até 2030, em relação aos níveis de 1990. A maioria das políticas da UE foi concebida para cumprir um antigo objetivo climático e necessita de atualização.”

Fonte: Reuters, 30/06/2021

Política

Canadá exige que novos automóveis tenham emissões zero até 2035

“Todos os carros e caminhões leves novos no Canadá deverão ter “emissões zero” até 2035, anunciou o ministro dos Transportes, Omar Alghabra, nesta terça-feira (29), em antecipação ao cronograma para eliminar a poluição do parque automotivo. “Hoje estou anunciando que estamos acelerando nossa meta de veículos com emissão zero. Em 2035, todos os carros e caminhões leves novos vendidos no Canadá serão veículos com emissão zero, 100% deles”, disse Alghabra em entrevista coletiva.”

Fonte: Isto É, 30/06/2021

Grupos verdes pedem que UE abandone reformas de subsídios agrícolas

“Grupos ambientalistas pedem a UE para descartar uma reforma há muito esperada em relação aos subsídios agrícolas do bloco, alertando que as mudanças planejadas não vão longe o suficiente na redução das emissões de gases de efeito estufa da agricultura. Os ministros da UE apoiaram na segunda-feira um acordo provisório para renovar a Política Agrícola Comum do bloco, que é renovada a cada sete anos e vale € 387 bilhões, para ajudar a promover métodos agrícolas mais verdes e recompensar financeiramente os agricultores que adotam técnicas sustentáveis para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Mas os ativistas verdes estão pedindo ao Parlamento Europeu que vote contra o acordo, que requer a aprovação da maioria dos eurodeputados. Bas Eickhout, um MPE verde holandês, descreveu o acordo como uma “realidade de papel construída por conservadores” para evitar que o setor se alinhe com metas ambiciosas de emissões.”

Fonte: Financial Times, 29/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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