Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 21/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Empresas se mobilizam para sociedades de ‘consumidores responsáveis’

“De olho em mudanças esperadas no estilo de vida de consumidores e seus potenciais impactos econômicos, empresas brasileiras pretendem aprofundar os esforços em sustentabilidade nos próximos cinco anos. Quase 40% delas apontam o tema como principal prioridade de negócios no período, e pouco mais da metade pretende ampliar investimentos voltados para uma infraestrutura mais sustentável, como máquinas e fábricas. Os dados são de um estudo global da Accenture com executivos de alto escalão. No Brasil, foram ouvidos 180 profissionais. As mudanças estão em linha com a forma como as empresas enxergam a sociedade no futuro. A maioria (82%) vê a ascensão de um grupo de “cidadãos responsáveis”, com potencial de fomentar a economia e impactar os negócios. A melhora do meio ambiente também é tema de preocupação para 73% dos entrevistados, junto aos cuidados em saúde (88%), por conta da pandemia da covid-19.”

Fonte: Estadão, 19/06/2021

Energia solar ruma para liderança no País até 2050

“O Brasil vive a segunda grande crise energética em 20 anos e a pergunta que fica é: existe solução para esse círculo vicioso? Uma das saídas para o problema é a diversificação da matriz energética, que já começou e vai ganhar velocidade a partir dos próximos anos. Segundo Cláudio Frischtak, sócio da consultoria Inter.B, o risco para a energia hidrelétrica aumentou bastante nos anos recentes, com as mudanças climáticas e o desmatamento na Amazônia. “O desmatamento tem efeito enorme no regime hidrológico”, diz Frischtak.”

Fonte: Estadão, 21/06/2021

Mulheres lideram setor de pesquisa em cana-de-açúcar

“Num setor tradicionalmente comandado por homens, duas mulheres foram escolhidas para comandar as pesquisas do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) – empresa líder na ciência da cana-de-açúcar. Adriana Capella e Silvia Yokoyama são as responsáveis pelo desenvolvimento de novas variedades, mais eficientes e resistentes às pragas. O objetivo é dar ao setor um ganho de produtividade semelhante ao que ocorreu com o milho e a soja no Brasil. […]  Apesar do ambiente predominantemente masculino do setor sucroalcooleiro, Adriana e Silvia não se sentem intimidadas. Hoje, 65% dos funcionários do CTC são homens, e a interlocução com o setor é basicamente feita com executivos, diz Silvia. Na área de ciência, que inclui o Departamento Regulatório e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), são 161 funcionários, sendo 50% mulheres. “Aqui não sinto nenhum tratamento diferente por ser mulher em relação a outros líderes da empresa”, diz Adriana.”

Fonte: Estadão, 20/06/2021

Inglês como nota de corte reforça desigualdades entre candidatos

“Renata, Tattiane e Bárbara se encontram na exclusão. O inglês, considerado fator de conexão das pessoas ao mundo globalizado, quase as colocou à margem do mercado de trabalho. Sem domínio da língua, elas foram reprovadas em diversas seleções de emprego, que privilegiavam o idioma em detrimento de outras habilidades. Negras, periféricas e sem condições financeiras de investir no inglês, elas viveram o drama de quem é excluído do mercado por um critério que se torna uma “nota de corte” de classe e de cor. Para tentar reparar essa desigualdade social, empresas adotam iniciativas para deixar os processos seletivos com mais diversidade e inclusão, mas precisam avançar nas ações, avaliam especialistas.”

Fonte: Estadão, 20/06/2021

Normas tratam de emissão de selo para certificar projetos ambientais

“Três meses após o governo federal lançar o programa Águas Brasileiras visando estimular a revitalização de bacias hidrográficas, o Comitê Gestor do Selo Aliança pelas Águas Brasileiras divulgou, hoje (18), as normas para concessão do selo que certifica a participação de empresas, organizações da sociedade civil e instituições públicas no projeto. O selo Aliança pelas Águas Brasileiras foi instituído em 22 de março, por meio da Portaria nº 499, que trata da concessão do certificado às ações de conservação, preservação e recuperação ambientais que proporcionem o aumento da disponibilidade hídrica, em quantidade e qualidade, para os usos múltiplos nas bacias hidrográficas.”

Fonte: Época Negócios,18/06/2021

Política

Guedes mostra ‘total desconhecimento das questões sociais’ sobre fome, diz presidente do Locomotiva

“Além de não convencer, o esforço do ministro da Economia, Paulo Guedes, de justificar na noite de sexta-feira seu posicionamento sobre uso da sobra de comida dos restaurantes como forma de minimizar a fome no Brasil ainda indicou falta de preparo para lidar com questões sociais. A avaliação é do presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles. Guedes recebeu críticas na quinta-feira ao refletir que os pratos dos europeus, que passaram por duas grandes guerras, são pequenos e, no Brasil, existe um enorme desperdício de alimentos pelas classes mais altas. A declaração foi dada no evento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), onde o ministro defendeu que aí estaria uma das saídas para enfrentar a forme.”

Fonte: Valor Econômico, 19/06/2021

Opinião

Grandes riscos, grandes desafios

“Ao longo das últimas décadas, os riscos mudaram de dimensão, adquiriram tamanho inimaginável menos de 30 anos atrás e migraram das garantias tradicionais para novos desafios, fruto essencialmente das mudanças climáticas e da certeza de novas pandemias. São ordens de grandeza inéditas que demandarão soluções complexas, envolvendo poder público, sociedade e seguradoras, sem as quais não há condições de enfrentar as perdas possíveis e que, com certeza, ocorrerão. Até meados do século 20, os principais riscos eram os seguros patrimoniais, basicamente incêndio das grandes plantas industriais. Com o surgimento de novos navios, maiores e com capacidade de transporte de carga várias vezes a das embarcações utilizadas até a Segunda Guerra Mundial, os riscos de transporte também adquiriram relevância. Mas, a partir da década de 1970, os riscos de responsabilidade civil começam a se destacar, com a ocorrência de sinistros inéditos na história do seguro.”

Fonte: Estadão, 20/06/2021

Lá vem o Passa Boiada anti-ambiental na Reforma Administrativa

“Como se não bastasse todo retrocesso na governança ambiental em curso, sob a batuta do atual governo federal que já editou mais de uma centena de atos administrativos flexibilizando e fragilizando normas, vem aí a Reforma Administrativa que na forma atual pode fragilizar de forma fatal a capacidade de fiscalização e licenciamento ambiental. O Relatório “Impactos da Reforma Administrativa na Gestão Ambiental” (link abaixo), pesquisa realizada pelo Laboratório de Política e Sustentabilidade (PolisS) do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB), com o apoio do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), da Rede de Advocacy Colaborativo (RAC) e do Instituto Clima e Sociedade (iCS) evidencia essa mais essa ameaça. A primeira constatação da pesquisa aponta grave déficit de servidores para realizar a gestão ambiental. Em 2019, havia somente 894 servidores do ICMBio lotados em Unidades de Conservação para gerir 33,5% do território brasileiro. No mesmo ano, o Ibama contava com apenas 500 fiscais e 600 analistas de licenciamento para gerir todo nosso patrimônio territorial e ambiental.”

Fonte: Estadão, 18/06/2021

Internacional

Empresas

Ameaça de metano: Levantamento aéreo aponta aterros ‘superemissores’

“As empresas líderes Waste Management Inc e Republic Services Inc estão incluídas no Dow Jones Sustainability World Index, uma referência para o investimento socialmente consciente. Os principais investidores das empresas incluem fundos controlados pelo filantropo bilionário Bill Gates e o ícone da gestão de fortunas Larry Fink, fundador da BlackRock Inc, que são os principais defensores da ação climática corporativa. Mas a indústria de resíduos pode estar causando muito mais danos ao planeta do que os investidores pensam, de acordo com uma pesquisa aérea de vários anos encomendada pelos reguladores de qualidade do ar da Califórnia. A pesquisa descobriu que os aterros “superemissores” responderam por 43% das emissões medidas do potente gás metano do efeito estufa – ultrapassando os setores de combustível fóssil e agrícola.”

Fonte: Reuters, 18/06/2021

Política

Piso do preço global de carbono limitaria o aquecimento global, diz equipe do FMI

“Tal acordo cobriria uma grande porcentagem das emissões globais de dióxido de carbono, marcando um grande passo em direção às reduções necessárias nos gases de efeito estufa, disse a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em um evento organizado pela Brookings Institution. “Para ajudar a salvar o planeta, devemos trabalhar juntos para evitar que uma crise climática se transforme em uma catástrofe”, disse Georgieva. “Vemos um piso internacional para o preço do carbono como uma opção viável para chegar a tal acordo e continuaremos nosso trabalho nisso.” Especialistas dizem que as emissões devem cair de um quarto à metade para manter o aquecimento global abaixo de 2 graus Celsius. O FMI intensificou seus esforços em relação à mudança climática, citando o que considera “enormes riscos para o funcionamento das economias mundiais”.”

Fonte: Reuters, 18/06/2021

FMI pede a países mais poluentes para fixar preço mínimo de carbono

“O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou um relatório nesta sexta-feira (18) pedindo aos maiores poluidores do mundo para adotar um preço mínimo internacional de carbono, uma medida que oferece uma “perspectiva realista” de combate às mudanças climáticas. A entidade disse que hoje existe um grande consenso de que o preço do carbono é a ferramenta política mais importante para conseguir reduções drásticas nas emissões de forma a limitar o aquecimento global a 2°C até 2050. Mas até agora, quatro quintos das emissões permanecem não cotizadas, e o preço médio global do carbono é de apenas US$3 por tonelada, bem abaixo do nível necessário para incentivar a eficiência energética e redirecionar a inovação para tecnologias verdes.”

Fonte: Isto É, 18/06/2021

Financiamento do clima continua sendo um obstáculo no caminho para a COP26

“Enquanto os líderes mundiais se preparam para a cúpula do clima COP26 sediada pelo Reino Unido em novembro, o financiamento internacional para ajudar os países mais pobres a enfrentar a mudança climática continua sendo uma barreira fundamental – e a recente cúpula entre as sete nações mais ricas do mundo não trouxe uma solução. Os líderes mundiais se reunirão em Glasgow no outono para uma cúpula do clima da ONU que muitos esperam que seja tão importante quanto a COP21 em 2015, que levou ao Acordo de Paris. No entanto, embora tenha havido progresso desde Paris – incluindo grandes quedas no custo das energias renováveis e promessas climáticas mais ambiciosas da UE, dos EUA e da China – há também novos obstáculos, como a crise COVID-19 e um fracasso mundial das nações mais ricas para cumprir os compromissos financeiros.”

Fonte: Euractiv, 18/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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