Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 14/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Cibersegurança do crédito importa

“O recente ataque ransomware [que exige pagamento de resgate para recuperar os dados apreendidos] responsável pela desativação do Oleoduto Colonial nos Estados Unidos é um exemplo da crescente sofisticação dos ciberataques nos últimos doze
meses. Desde o atentado ao Colonial, houve ataques envolvendo o setor de seguros na Ásia, a uma empresa europeia de aluguel de caminhões, a uma compradora francesa de títulos financeiramente problemáticos e a uma empresa de alimentos mundial. Todos envolveram exigências de ransomware e chamaram a atenção para a capacidade dos atacantes de escolher alvos independentemente de localização geográfica ou de setor.”

Fonte: Valor Econômico, 14/06/2021

Desempenho de ações ESG depende de quem as classifica

“O dinheiro está fluindo para ações que obtêm boas notas em questões como a diversidade da força de trabalho e a redução das emissões de carbono. Mas descobrir o desempenho das empresas com classificação alta e baixa é quase impossível devido às inconsistências na forma como são avaliadas. Uma análise mais detalhada das classificações e do desempenho das ações avaliadas pelos três principais fornecedores de dados sobre critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) mostra que as empresas podem ter ratings muito diferentes. Dependendo do período de tempo e de quem faz a avaliação, as ações ESG mais bem classificadas têm desempenho superior ao do mercado ou ficam aquém dele. As ações com nota baixa, que geralmente são consideradas poluidoras mais e não tratam tão bem seus funcionários, podem superar as ações ESG de melhor classificação e o mercado em geral.”

Fonte: Valor Econômico, 12/06/2021

ESG como fator de atração de talentos

“A lista de atributos e benefícios que uma companhia precisa oferecer para atrair os bons candidatos que deseja ter em seu quadro de funcionários ganha ares mais complexos. De acordo com o Índice de Confiança Robert Half, obtido com exclusividade pela DINHEIRO, 83% dos profissionais consultados (RH, executivos empregados e desempregados) apontam que um fator importante para aceitar uma oferta de trabalho é a empresa possuir boas iniciativas ESG (ambiental, social e de governança). “É perceptível que a adoção das práticas ESG como fator de competitividade na atração e retenção de talentos vem se fortalecendo ao longo dos anos”, disse Fernando Mantovani, diretor Geral da Robert Half América do Sul. Os recrutadores ouvidos reforçam que os profissionais das gerações Z (43%) e Y (38%) são os que mais levam em consideração as práticas no momento de avaliar uma proposta de emprego.”

Fonte: Isto É, 11/06/2021

Cresce busca de certificação

“Em sua jornada rumo ao alinhamento com os princípios ESG (ambiental, social e de governança), as empresas enxergaram nas certificações uma boa solução para darem credibilidade e transparência ao processso. Segundo levantamento do Sistema B, a demanda por certificações aumentou 23% globalmente no ano passado. Já a Avaliação de Impacto nos Negócios (BIA) da B Corp alcançaram 2,5 mil registros, o dobro dos últimos dois anos. As certificadas espalham-se por mais de 70 países e atuam em diversas frentes. Uma delas é a reciclagem de embalagens, segmento que certificou 207 mil toneladas coletadas em 2020.”

Fonte: Isto É, 11/06/2021

Passageiro carbono neutro

“A companhia aérea Gol foi além do esperado em seu plano de contribuir com a descarbonização do atual modelo econômico. Desde o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), a empresa e a Moss, plataforma ambiental de crédito de carbono, trabalham juntas para dar aos passageiros a possibilidade de realizarem a compensação de carbono de suas viagens. Após a compra da passagem, o cliente acessa o MCO2, token verde lastreado em blockchain, no site da plataforma e compra os créditos de carbono correspondentes ao volume emitido nos trechos voados. Ao final da transação, é gerada uma certificação digital com todos os detalhes de como e onde as compensaçoes foram feitas.”

Fonte: Isto É, 11/06/2021

Regulação

Com chefia esvaziada, Ibama quer mexer em regras para remoção de servidores

“No momento em que está com seu presidente e diretores afastados, alvos de investigações pela Polícia Federal, o Ibama decidiu revisar as regras de remoção de seus funcionários em todo o País. Entre os funcionários do órgão responsável por fiscalizar o meio ambiente, o receio é de que a medida implique em perseguição de servidores e mais pressão dentro da autarquia, que é vinculada ao Ministério do Meio Ambiente. A iniciativa para implantar uma “nova política de remoção no âmbito do Ibama” partiu da Chefia do Serviço de Carreira, Recrutamento e Seleção do órgão federal.”

Fonte: Estadão, 12/06/2021

Política

Mourão aposta em GLO na Amazônia com foco restrito

“A nova operação de Garantia da Lei e da Ordem na Amazônia legal terá R$ 10 milhões a menos do que a última, finda em 30 de abril deste ano, se iniciará num momento de agravamento da seca e, consequentemente, dos incêndios na região, e coincide com o duplo cerco policial e judicial do Ministério do Meio Ambiente. Tem tudo, portanto, para dar errado. Contra o descrédito generalizado, o vicepresidente da República e presidente do Conselho da Amazônia Legal, Hamilton Mourão, faz duas apostas. Trata-se de uma GLO mais focalizada do que a Operação Verde 2 e que buscará mais integração com as equipes do Ibama e do ICMBio, com quem se reunirá nesta quarta-feira. Por mais integrados que estejam, no entanto, os técnicos das agências continuam sob o chapéu do ministro Ricardo Salles.”

Fonte: Valor Econômico, 14/06/2021

Com desmate em alta, Brasil perde um Parque Ibirapuera por hora em 2020

“O desmatamento cresceu 14% em 2020 em todo o Brasil. A velocidade diária do desmate foi de 24 árvores por segundo. O Brasil perdeu 158 hectares, ou um Parque do Ibirapuera, localizado em São Paulo, por hora em 2020. O cenário é impressionante na Amazônia, onde acontece 61% do total de derrubada e a dinâmica está se alterando – cada vez mais o desmatamento se desloca das margens e avança pelo interior da floresta. Do total de alertas, 99,8% têm indícios de ilegalidade, mas só 2% foram atendidos
pelo Ibama.”

Fonte: Valor Econômico, 11/06/2021

Terceiro Setor

Quintessa lança guia para inovação aberta com impacto positivo

“O Quintessa lança nesta semana um guia para empresas, institutos e fundações avançarem na agenda de geração de impacto socioambiental por meio da inovação aberta. A publicação apresenta um passo a passo para criar programas que ajudam a gerar valor para o negócio, trazendo o ‘porquê’ e o ‘como’ criar este tipo de iniciativa. O “Guia para Inovar com Impacto” traz conceitos introdutórios a negócios de impacto, capitalismo consciente, empresas B, ESG. Também aborda relações com startups e dilemas na criação de uma cultura de inovação e olhar para impacto dentro de empresas.”

Fonte: Folha de São Paulo, 11/06/2021

Startup distribuirá 23 mil cestas de alimentos orgânicos a famílias vulneráveis em São Paulo

“Dois mil paulistanos idosos, com deficiência ou mobilidade reduzida vão receber gratuitamente alimentos orgânicos nos próximos seis meses na cidade de São Paulo. Em parceria com a Prefeitura de São Paulo, a startup Raízs vai distribuir mais de 23 mil cestas de frutas, legumes e verduras. A foodtech que conecta pequenos produtores rurais a consumidores de alimentos orgânicos venceu licitação para destinar 138 toneladas de produtos orgânicos a famílias em situação de vulnerabilidade social. “Nosso intuito é de criar uma rede do bem colaborativa para que esse momento que vivemos seja menos dolorido para as famílias vulneráveis”, diz Tomás Abrahão, fundador da Raízs. “Nós temos capacidade para isso, já que temos como parceiros produtores de orgânicos de quase todo o país”, completa.”

Fonte: Folha de São Paulo, 11/06/2021

Produtos

Celeiro verde: Barn adota tese greentech e prepara novo fundo de R$ 250 milhões

“A gestora de venture capital Barn Investimentos deu uma virada em sua tese de investimentos para mirar exclusivamente em tecnologias que promovam a sustentabilidade ambiental, ou greentechs. Para concretizar a nova aposta, a casa está captando seu quarto fundo, com objetivo de levantar entre R$ 200 milhões e R$ 250 milhões. Por trás da mudança está a crença de que nos próximos anos será difícil pensar em soluções para os principais problemas do mundo que não sejam verdes. “O ‘green’ será a nova inteligência artificial”, diz Flavio Zaclis, sócio e CEO da Barn. “Um volume muito grande de dinheiro pode vir para as greentechs.””

Fonte: Capital Reset, 11/06/2021

Internacional

Empresas

100 líderes empresariais alertam Johnson que seu planejamento pode colocar em risco as metas verdes

“Mais de 100 líderes empresariais advertiram Boris Johnson de que seus planos de destruir o sistema de planejamento na Inglaterra correm o risco de abrir terras protegidas para o desenvolvimento e podem deixar o Reino Unido em violação de metas ambientais legalmente obrigatórias. Em uma carta enviada ao primeiro-ministro na sexta-feira, chefes do FTSE 100, acadêmicos e especialistas em sustentabilidade disseram que as propostas não foram longe o suficiente para garantir que os objetivos ambientais fossem cumpridos. O Reino Unido prometeu se tornar um emissor “líquido zero” de carbono até 2050 e estabeleceu por lei uma meta obrigatória de reduzir as emissões em 78% até 2035, em comparação com os níveis de 1990.”

Fonte: Financial Times, 13/06/2021

Cinco empresas produzem um quarto do plástico com uso único em todo o mundo

“As cinco principais empresas por trás dos plásticos de uso único – os materiais usados ​​para fazer sacolas de compras, canudos e embalagens de alimentos que muitas vezes acabam em aterros sanitários ou praias desordenadas – são responsáveis ​​por quase um quarto do total global, alimentado pela demanda dos EUA e China. A petrolífera ExxonMobil, o grupo químico Dow e a refinaria chinesa Sinopec ficam no topo da lista de quase 300 empresas que em 2019 produziram coletivamente cerca de 110 milhões toneladas métricas de polímeros, os blocos de construção de plásticos de uso único, de acordo com pesquisa do grupo filantrópico Fundação Minderoo. A empresa química Indorama Ventures e a petrolífera Saudi Aramco ocuparam o quarto e quinto lugar de maiores produtores, respectivamente.”

Fonte: Financial Times, 11/06/2021

As startups de rastreamento de árvores surgem à medida que aumenta o plantio em combate às mudanças climáticas

“A tecnologia de rastreamento de árvores está chamando a atenção dos investidores à medida que o boom de promessas de plantio para combater as mudanças climáticas destaca um problema básico: como identificar um novo crescimento e quão saudável ele permanece. Ferramentas de rastreamento remoto usando uma combinação de inteligência artificial, drones e imagens de satélite estão tentando monitorar vastas extensões de terra para mapear florestas e calcular os volumes de carbono que estão absorvendo. Iniciativas de monitoramento florestal arrecadaram pelo menos US$ 44 milhões em financiamento de estágio inicial este ano.”

Fonte: Financial Times, 13/06/2021

Política

Preços do carbono na Europa devem subir em 2030, diz pesquisa da indústria

“Os preços do carbono no sistema de comércio de emissões da União Europeia devem aumentar significativamente na próxima década devido às metas climáticas mais difíceis, disseram participantes do mercado em uma pesquisa do setor publicada na segunda-feira. O sistema de comércio de emissões (ETS) da UE é o maior mercado de carbono do mundo, cobrindo cerca de 45% da produção do bloco de gases de efeito estufa e cobrando dos emissores por cada tonelada de dióxido de carbono que emitem. A pesquisa da International Emissions Trading Association (IETA) revelou que os membros esperam que os preços do carbono no EU ETS sejam em média 47,25 euros (US$ 57) a tonelada entre 2021 e 2025 e 58,62 euros a tonelada entre 2026 e 2030.”

Fonte: Reuters, 14/06/2021

Nações do G7 concordam em aumentar o financiamento climático

“Os líderes do G7 concordaram no domingo em aumentar suas contribuições para cumprir uma promessa de gastos atrasados de US$ 100 bilhões por ano dos países ricos para ajudar os países mais pobres a reduzir as emissões de carbono e lidar com o aquecimento global, mas apenas duas nações ofereceram promessas firmes de mais dinheiro. Juntamente com os planos anunciados como ajudando a acelerar o financiamento de infraestrutura nos países em desenvolvimento e uma mudança para tecnologia renovável e sustentável, as sete maiores economias avançadas do mundo novamente se comprometeram a cumprir a meta de financiamento do clima. Mas grupos climáticos disseram que a promessa feita no comunicado final da cúpula carece de detalhes e que os países desenvolvidos deveriam ser mais ambiciosos em seus compromissos financeiros.”

Fonte: Reuters, 13/06/2021

G7 concorda em encerrar o apoio do novo governo à energia a carvão até o final de 2021

“No domingo, o G7 se comprometeu a expandir rapidamente tecnologias e políticas que acelerem a transição da capacidade inabalável de carvão, incluindo o fim do novo apoio governamental à energia do carvão até o final deste ano. Os países, em um comunicado após sua cúpula na Grã-Bretanha, confirmaram as promessas de aumentar as contribuições para o financiamento do clima como parte dos esforços para reduzir as emissões que contribuem para a mudança climática e ajudar a avançar em direção a energia mais limpa, embora grupos climáticos tenham dito sobre promessas de dinheiro firmes e outros detalhes estavam faltando. “A geração de energia a carvão é a maior causa das emissões de gases de efeito estufa”, disseram os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão, acrescentando que “o investimento global contínuo na geração de energia a carvão inabalável é incompatível com mantendo 1,5°C ao alcance.””

Fonte: Reuters, 13/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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