Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 11/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

NotreDame fecha acordo com EDP Brasil para implantação de quatro usinas solares

“O Grupo NotreDame Intermédica anunciou nesta quinta-feira que assinou um contrato com a EDP Brasil para a implantação de quatro usinas solares, com cerca de 4,4 megawatts-pico (MWp) de potência instalada. De acordo com a empresa, isso vai garantir o abastecimento elétrico de 60 centros clínicos do grupo. O contrato de fornecimento terá duração de dez anos, com investimento de R$ 20 milhões para a construção das plantas, que ocuparão uma área de mais de 155 mil metros quadrados e utilizarão 8.361 módulos fotovoltaicos.”

Fonte: Valor Econômico, 10/06/2021

Clique aqui para ler o relatório completo com a análise ESG do Grupo NotreDame Intermédica

Ministério Público denuncia Vale e três dirigentes por crime ambiental em MG

“A Vale recebeu mais uma notícia ruim nessa quinta-feira. O Ministério Público de Minas Gerais ofereceu uma denúncia contra a mineradora e três dirigentes por crime ambiental. O MP acusa a mineradora de poluição e destruição da fauna e da flora em sua usina de pelotização, localizada na Fazenda Rio de Peixe, no Complexo Vargem Grande, em Nova Lima (MG). A poluição resultou em danos à saúde dos moradores da região. De acordo com o Ministério Público, entre 2011 e 2015, houve emissão irregular de partículas e óxidos de nitrogênio, atingindo especialmente a região do Condomínio Solar da Lagoa, que fica em frente à usina, e prejudicando a saúde dos moradores.”

Fonte: Valor Econômico, 10/06/2021

Política

Bolsonaro dá “ok” para volta de militares à Amazônia

“O presidente Jair Bolsonaro deu ontem sinal verde para a realização de uma nova operação de garantida da lei e da ordem (GLO) para combater delitos ambientais na Amazônia. Bolsonaro deve firmar nos próximos dias um decreto autorizando o emprego das Forças Armadas na região. Ele tratou do tema ontem com o vice-presidente Hamilton Mourão e o comandante geral do Exército, general Paulo Sérgio Oliveira, após solenidade de aniversário do Ministério da Defesa, no Clube do Exército, em Brasília.”

Fonte: Valor Econômico, 11/06/2021

MG adere à campanha britânica para neutralizar emissões de carbono até 2050

“O governo de Minas Gerais aderiu na última quarta-feira à campanha mundial “Race to zero”. Criada em 2020 e patrocinada pela Comissão de Compensação das Nações Unidas (UNCC), a campanha tem como meta neutralizar as emissões de gases de efeito estufa até 2050. O termo de adesão foi assinado pelo governador do Estado, Romeu Zema (Novo), pelo embaixador do Reino Unido no Brasil, Peter Wilson, e por representantes das indústrias e do agronegócio. Minas é o primeiro Estado da América Latina a aderir à campanha. No mundo, a campanha tem adesão de 24 Estados, 708 cidades, 2.360 empresas — sendo 86 brasileiras — 163 grandes investidores globais e mais de 600 universidades. Juntos, esses atores representam 50% da economia global e 25% das emissões de carbono.”

Fonte: Valor Econômico, 10/06/2021

Opinião

Potencial e barreiras à emissão dos títulos verdes

“A emissão de títulos verdes, ou green bonds, é uma possibilidade cada vez mais concreta para os produtores rurais brasileiros, considerando os crescentes ganhos de produtividade e sustentabilidade proporcionados pelo aporte tecnológico no campo, com impacto positivo no meio ambiente. Porém, para que isso ocorra, é preciso avançar na regularização florestal e agilizar a análise dos Cadastros Ambientais Rurais (CAR’s).”

Fonte: Valor Econômico, 11/06/2021

Hora de acabar com o trabalho infantil

“A exploração do trabalho infantil está à vista de todos nós, nas ruas das cidades, no comércio e serviços, principalmente os informais, nas áreas rurais, em especial na agricultura. Há pouco mais de um ano, a crise deflagrada pela pandemia da covid-19 atingiu o mundo do trabalho e causou efeitos devastadores sobre o emprego e a renda das famílias globalmente. O golpe impactou com mais força as pessoas que já se encontravam em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O aumento da pobreza aliada ao fechamento de escolas potencialmente agravou a situação do trabalho infantil.”

Fonte: Valor Econômico, 11/06/2021

Internacional

Empresas

Fiat terá somente carros elétricos em 2030

“A Fiat anunciou na semana passada que venderá apenas carros 100% elétricos a partir de 2030. A revelação foi feita por Oliver François, CEO da Fiat e diretor de marketing na Stellantis, em um debate sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente, em Milão (Itália). Junto com o arquiteto Stefan Boeri, novo parceiro da marca italiana, o executivo debatia sobre mobilidade sustentável nas cidades. O processo de transição vai ocorrer de forma gradual. Os carros da fabricante com motores a gasolina e a diesel serão substituídos aos poucos por veículos elétricos, segundo François. Não serão feitos mais carros a combustão convencionais até 2025, modelos que serão substituídos por híbridos. Os automóveis puramente elétricos entram na segunda fase.”

Fonte: Valor Econômico, 11/06/2021

American Airlines anuncia investimento na Vertical Aerospace para encomendas de aeronaves ‘carbono zero’

“A American Airlines informou há pouco que vai investir na Vertical Aerospace, fabricante aeroespacial, com sede no Reino Unido, que atua no desenvolvimento de veículos elétricos de decolagem e pouso vertical (eVTOLs). Segundo a empresa aérea, a Vertical está desenvolvendo a aeronave de carbono zero VA-X4, que pode transportar quatro passageiros e um piloto, e voar a uma velocidade de até 320 km por hora e autonomia de voo de mais de 160 km. “Com o investimento, a American está demonstrando seu foco em tecnologias emergentes para reduzir as emissões de carbono e investindo em formas inovadoras que podem melhorar a jornada do cliente”, informou a empresa em nota.”

Fonte: Valor Econômico, 10/06/2021

Start-up de taxi aéreo do Reino Unido encontra os primeiros compradores para 1.000 veículos

“A American Airlines, a Virgin Atlantic e o grupo de leasing de aeronaves Avolon firmaram compromissos preliminares para comprar até 1.000 táxis aéreos elétricos de uma startup britânica no maior sinal de uma mudança radical para a mobilidade aérea urbana. A Vertical Aerospace, fabricante de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical, vai fabricar os táxis aéreos.”

Fonte: Financial Times, 10/06/2021

Como gargalos verdes ameaçam o negócio de energia limpa

“À medida que a economia mundial se recupera, a escassez e os picos de preços estão afetando tudo, desde o fornecimento de chips taiwaneses ao custo de um café da manhã francês. Conforme explicamos esta semana, um tipo de gargalo merece atenção especial: os problemas do lado da oferta, como metais escassos e restrições de terras, que ameaçam desacelerar o boom de energia verde. Longe de serem transitórios, esses gargalos correm o risco de se tornar uma característica recorrente da economia mundial nos próximos anos, porque a mudança para um sistema de energia mais limpo ainda está apenas em sua infância. Os governos devem responder a esses sinais do mercado, facilitando um enorme boom de investimentos do setor privado na próxima década, o que aumenta a capacidade. Se não o fizerem, terão poucas chances de cumprir suas promessas de atingir emissões “líquidas zero.”

Fonte: The Economist, 11/06/2021

Opinião

Investidores ativistas estão ficando verdes e grisalhos

“[…] Embora a pandemia covid-19 tenha reduzido o número de campanhas ativistas, duas grandes tendências globais significam que elas certamente se recuperarão. Um é o crescimento de fundos que acompanham os índices do mercado de ações. Esses investimentos passivos podem deixar os gestores fora do gancho por baixo desempenho; ativistas corporativos ajudam a retificar isso. A segunda é a mudança climática, que está forçando as empresas a repensar suas estratégias de longo prazo com consequências potencialmente enormes para os retornos. Ambas as tendências se refletem no rápido crescimento dos investimentos ambientais, sociais e de governança (ESG) – e com isso o ativismo ESG.”

Fonte: The Economist, 11/06/2021

Política

A Itália tem uma difícil tarefa pela frente em relação às mudanças climáticas

“De todas as nomeações para o gabinete de Mario Draghi, provavelmente a menos esperada era a de Roberto Cingolani, seu ministro da transição ecológica. […] A missão de seu ministério é certamente vasta: é encarregado de supervisionar a alocação e os gastos da maior parte dos € 235 bilhões ($ 285 bilhões) que Draghi planeja dedicar à recuperação pós-pandemia, principalmente compreendendo doações e empréstimos da UE, mas com um complemento considerável com recursos próprios da Itália. O ministério de transição ecológica é responsável por cerca de € 70 bilhões, ou quase 30% disso. E uma vez que a Itália obterá mais do que qualquer outro país da UE da Comissão Europeia, deve haver espaço para que ela desempenhe um papel decisivo em ajudar a UE a atingir sua meta de reduzir as emissões de gases de efeito estufa para 55% abaixo do nível de 1990 até 2030.”

Fonte: The Economist, 11/06/2021

Eficiência energética é condição para tornar cidades inteligentes

“De acordo com o Banco Mundial, cidades inteligentes são aquelas que praticam políticas baseadas em intensidade tecnológica e em inovações direcionadas à melhor eficiência dos serviços e do aproveitamento mais sustentável de seus recursos. Na área energética, soluções que visam a utilização mais racional da eletricidade, digitalização e substituição de combustíveis menos poluentes são partes cada vez mais importantes nessa transformação. O webinário Caminhos da Energia, realizado pelo Estadão Blue Studio no fim de maio, discutiu as tendências, os desafios e as oportunidades do setor.”

Fonte: Estadão, 10/06/2021

Crises do clima e da biodiversidade só serão resolvidas se a ação for conjunta, dizem pesquisadores

“Duas das grandes emergências ambientais globais, do clima e da biodiversidade, são motivadas pelas atividades humanas e se retroalimentam. Pela primeira vez, um relatório de cientistas de clima e biodiversidade diz claramente que nenhuma das duas crises será resolvida se não for equacionada conjuntamente. Esta é a mensagem principal de um relatório produzido por 50 dos maiores especialistas climáticos e de biodiversidade do mundo escolhidos por um comitê científico com integrantes do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e da Plataforma Político-Científica sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES).”

Fonte: Valor Econômico, 10/06/2021

O plantio de árvores pode prejudicar a luta contra a crise climática, alertam cientistas

“Medidas populares para combater as mudanças climáticas, como o plantio de árvores e a mudança para a bioenergia, podem prejudicar a natureza e minar os esforços para reduzir o aquecimento global, de acordo com um relatório de 50 cientistas importantes. Algumas estratégias que se concentram na redução das emissões de gases de efeito estufa prejudicam a vida selvagem e os habitats naturais e devem ser avaliadas de uma forma mais holística, disseram os pesquisadores do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e da Plataforma de Política Científica Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos.”

Fonte: Financial Times, 10/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
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  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
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  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
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  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
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  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
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  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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