Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 09/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

JBS emite US$ 1 bilhão em ‘bônus sustentável’

“A JBS lançou US$ 1 bilhão no exterior em títulos de dívida atrelados ao compromisso da empresa de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. Em março, a gigante brasileira de carnes anunciou sua meta de se tornar “neutra” em carbono até 2040. O anúncio da operação foi feito no começo desta terça-feira, mas os valores não tinham sido divulgados. Segundo apurou o Valor com uma fonte a par do tema, a oferta inicial era de US$ 500 milhões, mas o booking chegou a dez vezes este valor e, por isso, a oferta da companhia foi para US$ 1 bilhão. […] A agência internacional ISS ESG foi contratada para dar opinião independente sobre a operação.”

Fonte: Valor Econômico, 08/06/2021

Restaurar Mata Atlântica é oportunidade, diz estudo

“Há oportunidades econômicas na restauração da Mata Atlântica por produtores rurais. Para isso é preciso promover uma estratégia de restauração em escala de paisagem, o que reduziria custos e criaria canais de comercialização, e um pacto de governança entre organizações públicas e privadas, empresas e investidores. Estas são algumas conclusões de um estudo coordenado por pesquisadoras da Agroicone, organização que busca soluções para transformar a agropecuária diante dos desafios globais. O relatório indica opções para que se crie uma economia de base florestal no bioma baseada em sistemas agroflorestais – que combinam as espécies nativas com outras – e que gere receitas ao produtor para dar continuidade à restauração.”

Fonte: Valor Econômico, 09/06/2021

Política

Bolsonaro deve decretar nova GLO (Garantia da Lei e da Ordem) na Amazônia

“O presidente Jair Bolsonaro deve decretar uma nova operação das Forças Armadas para combater o desmatamento e outros crimes ambientais na Amazônia. Ele se reúne na manhã de hoje com o vice-presidente Hamilton Mourão para tratar do tema. Mourão tem como aliado no assunto o ministro da Defesa, também general da reserva Braga Netto. O vice discutiu nos últimos dias com a equipe econômica alternativas para financiar a operação. Devido ao teto de gastos, será preciso retirar de outra rubrica os recursos para realizar a operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Ao Valor, Mourão confirmou que vai propor a Bolsonaro que a operação dure três meses, com um gasto total de R$ 75 milhões.”

Fonte: Valor Econômico, 09/06/2021

Terceiro Setor

Prêmio reúne parceiros de impacto social e inova com soluções comunitárias

“O Empreendedor Social do Ano, que ganha uma segunda edição em resposta à Covid-19, é apoiado por uma série de parceiros que ajudam a torná-lo o principal concurso de empreendedorismo socioambiental na América Latina. Neste ano, são 32 atores do ecossistema de impacto e inovação social no país que se somam às realizadoras, Folha e Fundação Schwab, para reconhecer iniciativas que combatem os efeitos da pandemia do coronavírus e apontam para uma retomada econômica inclusiva.”

Fonte: Folha de São Paulo, 08/06/2021

Produtos

Banco do Brasil lança fundo de ações ESG com foco no mercado brasileiro

“Os investimentos com foco na temática ESG ou ASG (Ambiental, Social, Governança) têm ganhado cada vez mais importância no mundo e no mercado financeiro brasileiro. O mais novo produto por aqui é o BB Ações ASG Brasil, fundo de gestão ativa da gestora do Banco do Brasil, a BB DTVM. O objetivo do novo produto é escolher, no mercado de empresas brasileiras, as comprometidas com critérios ASG. A escolha dos papéis para compor o portfólio é ativa, ou seja, é feita por um time que analisa as empresas e, então, decide quais têm potenciais de ganhos futuro. Contudo, há dois filtros prévios: só são analisadas as empresas que façam parte da composição do índice S&P/B3 Brasil ESG da B3 e ser signatário do Pacto Global, programa de sustentabilidade corporativa da ONU (Organização das Nações Unidas).”

Fonte: Valor Investe, 08/06/2021

Internacional

Empresas

Shell deve buscar formas de aprofundar os cortes de carbono após decisão judicial, diz CEO

“A Royal Dutch Shell (RDSa.L) buscará maneiras de acelerar sua estratégia de transição energética e profundos cortes nas emissões de gases de efeito estufa após uma decisão do tribunal holandês no mês passado, disse o CEO Ben van Beurden na quarta-feira. “Para a Shell, essa decisão não significa uma mudança, mas sim uma aceleração de nossa estratégia”, disse van Beurden em um post no LinkedIn.”

Fonte: Reuters, 09/06/2021

Nações em desenvolvimento precisam de incentivos para fundos de energia limpa, diz IEA

“O investimento anual em energia limpa nas economias em desenvolvimento deve aumentar 7x (sete vezes) até o final da década, se o mundo pretende atingir zero emissões líquidas até 2050, disse a Agência Internacional de Energia na quarta-feira. Esses países abrigam 2/3 (dois terços) da população mundial e representarão 90% do crescimento futuro das emissões, embora recebam apenas 20% do financiamento que vai para tecnologias de baixo carbono e outros investimentos verdes, disse o organismo com sede em Paris. “O custo de capital e o risco percebido são maiores para investir nesses países, mas as emissões de Dhaka ou Jacarta são tão importantes quanto Londres”, disse Fatih Birol, diretor executivo da IEA, ao Financial Times.”

Fonte: Financial Times, 09/06/2021

Perda de florestas torna pandemias mais prováveis, diz estudo da Swiss Re

“Em relatório sobre emergência de novos riscos, a resseguradora suíça Swiss Re destaca que um fator-chave de risco para a frequência de pandemias é o desmatamento em áreas tropicais ricas em biodiversidade. No relatório “New Emerging Risk Insights”, esse que é um dos maiores grupos de resseguros do mundo diz que o desmatamento pode conectar novos patógenos através de estradas a centros populacionais. “Em outras palavras, a perda de florestas torna as pandemias mais prováveis”, diz. A quantificação desses riscos pode ser uma das tarefas quando reportar sobre a “exposição financeira relacionada à natureza” torna-se um requisito de divulgação corporativa, diz o grupo suíço. A Swiss Re observa que as exigências de relatórios, voluntários ou obrigatórios, têm um forte impacto sobre a forma como as companhias de seguros relatam e conduzem seus negócios.”

Fonte: Valor Econômico, 08/06/2021

Política

Especialista defende ‘Banco Mundial’ para ativos naturais

“O autor de um estudo de referência sobre a economia da biodiversidade pede que governos transformem palavras em ações e criem uma instituição global para administrar os recursos naturais do planeta. Partha Dasgupta, cujo estudo recebeu apoio dos ministros das Finanças do G-7 (grupo que reúne os países mais industrializados) na semana passada, defende um órgão semelhante ao Banco Mundial ou Fundo Monetário Internacional (FMI) para proteger os recursos compartilhados, como os oceanos e a atmosfera. Tal instituição precisaria de poderes para cobrar aqueles que atualmente usam esses ativos comuns gratuitamente, disse em entrevista.”

Fonte: Valor Econômico, 08/06/2021

O que é o Acordo Verde europeu?

“Ativistas climáticos, legisladores e delegados de cidades europeias estão se reunindo (virtualmente) para a Semana Verde da União Europeia, um fórum anual de debates. O evento deste ano é dedicado a encontrar maneiras de parar a poluição do ar, da água e do solo (temas anteriores incluíram como implementar leis ambientais e tornar as cidades amigáveis ​​ao clima). […] É a tentativa mais ambiciosa do bloco até hoje para combater as mudanças climáticas e a degradação ambiental. Todos os 27 estados membros – exceto a poluída Polônia – apoiam. [..] O Acordo Verde Europeu é um documento fino de 24 páginas com um escopo enorme, mas uma escassez de detalhes. O principal objetivo da UE é eliminar ou compensar as suas emissões de gases com efeito de estufa (ou seja, atingir “emissões líquidas zero”) até 2050, em linha com os esforços globais para limitar o aquecimento global a 1,5-2° C acima das médias pré-industriais. Por trás disso, há uma série de objetivos interconectados que cobrem quase todos os elementos da sociedade e da economia. Isso inclui a dissociação do crescimento econômico e do consumo de recursos, mudando para uma economia “circular” que aumenta a reciclagem e reduz o desperdício; prevenção da perda de biodiversidade e desmatamento; revisão da agricultura e transporte eletrificado.”

Fonte: The Economist, 09/06/2021

Regulação

Alemanha apoia extensão do preço do carbono na revisão da política climática da UE

“O governo alemão está apoiando uma extensão dos preços de carbono da União Europeia e o fim das licenças gratuitas de carbono para as companhias aéreas, enquanto o bloco prepara novas medidas para ajudar a cumprir as metas de mudança climática, de acordo com um documento obtido pela Euractive. A Comissão Europeia irá propor uma dúzia de políticas climáticas em 14 de julho, cada uma projetada para reduzir os gases de efeito estufa mais rapidamente, em linha com a meta da UE de reduzir as emissões líquidas em 55% até 2030 em relação aos níveis de 1990. O pacote incluirá reformas no mercado de carbono da UE e uma taxa de fronteira para impor custos de CO2 sobre os produtos importados. Todas as políticas precisarão da aprovação dos governos da UE e do Parlamento Europeu.”

Fonte: Euractive, 09/06/2021

UE precisa de metas legalmente vinculativas para proteger a natureza, dizem os legisladores

“A União Europeia precisa de medidas legalmente vinculativas para proteger a natureza e a biodiversidade, disse o Parlamento Europeu na quarta-feira, alertando que os planos voluntários anteriores não foram cumpridos. A Comissão Executiva da UE publicou no ano passado um plano para proteger a biodiversidade e estabeleceu metas para reduzir pela metade o uso de pesticidas químicos, reduzir o uso de fertilizantes em 20% e expandir as áreas protegidas de terra e mar até 2030. O Parlamento Europeu aprovou na quarta-feira um relatório que pede que as metas sejam fixadas em lei e respaldadas por medidas para sua aplicação.”

Fonte: Reuters, 09/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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