Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 08/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Assaí atrela bônus de lideranças a menor emissão de carbono

“Lideranças do Assaí Atacadista, controlado pelo francês Casino, passarão a ter seus bônus atrelados à meta de redução em 30% das emissões de carbono da operação até 2025. O corte nas emissões toma por base 2015. Como até 2025 a companhia deverá ter um número de lojas três vezes maior do que em 2015, o desafio aumenta. A direção, consultores, coordenadores e gerentes de lojas, centrais de distribuição e da matriz podem ter seus bônus afetados a partir do ano que vem.”

Fonte: Broadcast / Head Topics, 07/06/2021

Fundação Amazônia Sustentável e Sabesp se unem para conservação da Amazônia

“A Fundação Amazônia Sustentável (FAS), que atua em apoio às populações ribeirinhas e indígenas, e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) firmaram parceria para mobilizar e engajar a sociedade na conservação e no desenvolvimento sustentável da Amazônia. […] O que se espera do acordo é que as ações planejadas contribuam com a conservação da floresta, evitando o aumento do desmatamento. Para concretizar a parceria, a Sabesp vai incentivar doações voluntárias de seus clientes por meio da conta de água e esgoto. Todos os clientes dos 375 municípios atendidos pela Companhia em São Paulo poderão colaborar. Além da sensibilização da população, a parceria visa contribuir para o alcance da agenda 2030, especificamente os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS 6 (água potável e saneamento), 13 (combate às mudanças do clima) e 15 (vida na terra).”

Fonte: Broadcast / Chico Terra, 07/06/2021

Embrapa apoiará inovação aberta em biocombustíveis e bioprodutos

“A Embrapa Agroenergia criou uma iniciativa de apoio a startups, empresas e instituições para incentivar a inovação aberta na área de biocombustíveis e bioprodutos. Pelo programa, batizado de Inovabio, a empresa de pesquisa selecionará propostas e atuará junto aos selecionados na criação e no desenvolvimento de soluções tecnológicas, de acordo com edital que será lançado na terça-feira, 8. Os interessados poderão inscrever propostas em nove áreas: biotecnologia industrial, processos fermentativos, produção e caracterização de enzimas, bioinsumos, processos químicos ou biológicos, processos para produção de microalgas, desenvolvimento de bioinsumos e bioprodutos a partir de microalgas, refino de óleo e biomateriais.”

Fonte: Valor Econômico, 07/06/2021

Análise de determinantes sociais ajuda a identificar vulnerabilidades

“Em 2017, o Hospital Israelita Albert Einstein criou uma área de gestão da saúde populacional com o objetivo de atuar junto aos públicos externo e interno. A empresa passou a usar análise de big data para avaliar determinantes sociais de saúde de seus 15 mil colaboradores e 15 mil dependentes. Com o uso da tecnologia, foi possível aperfeiçoar programas como o Calmamente, de saúde mental, e Engravida, voltado para gestantes. “Vemos o contexto em que a pessoa está inserida: sua situação sanitária, vulnerabilidade social e financeira e exposição à violência, por exemplo”, diz o diretor de medicina diagnóstica Eliezer Silva. “Isso permite priorizar ações como a promoção de atividade física junto a uma população em que predomina o sobrepeso.” Um dos benefícios aos empregados, o programa Cuidar, também é oferecido a empresas como Natura, RaiaDrogasil e Vivo, que contam com clínicas “in company” e recursos de telemedicina.”

Fonte: Valor Econômico, 08/06/2021

Terapia on-line tem forte demanda na pandemia

“Healthtechs com soluções para suporte a pacientes com problemas emocionais, como terapias on-line e ferramentas de avaliação psicológica, viram o faturamento crescer de 70% a 500% durante a pandemia. De acordo com as startups, o aumento é puxado por contratos com corporações, preocupadas com a saúde mental das equipes no confinamento; a diminuição do preconceito para tratar do assunto e a digitalização dos tratamentos. […] Utilizado por mais de três mil pessoas, o sistema sinaliza que 68% dos entrevistados se sentem estressados e nervosos com muita frequência.”

Fonte: Valor Econômico, 08/06/2021

Política

Brasil é ameaçado por grave seca

“A seca que atinge o Brasil há vários meses ameaça o abastecimento de eletricidade do país, muito dependente de suas hidrelétricas, aumenta o custo da energia e põe em risco a produção agrícola e a recuperação da economia. A falta de chuvas nas regiões sudeste e centro-oeste do país é a pior em quase um século, segundo o governo brasileiro, e a situação não deve melhorar: o inverno é caracterizado por chuvas fracas nessas regiões. […] A estiagem afeta o funcionamento do setor hidrelétrico, que contribui com 63,8% do potencial de produção de energia elétrica do Brasil, com grande parte das usinas localizadas nessas duas regiões. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível médio dos reservatórios dessas usinas caiu no final de maio para 32%, o pior desde a crise hídrica de 2015, comprometendo sua capacidade de produção de energia nos meses por vir.”

Fonte: Isto É, 07/06/2021

Internacional

Empresas

Explosão do cobre: Como a energia limpa está impulsionando um superciclo de commodities

“Kamoa-Kakula, na República Democrática do Congo, é uma mercadoria rara na indústria de recursos modernos: uma mina de cobre de alta qualidade que um dia poderia produzir metal suficiente para satisfazer mais de 5% da demanda anual da China. Cercada por pequenos vilarejos, a mina emprega cerca de 7.000 trabalhadores e tem sua própria estrada para caminhões transportarem rocha para uma fundição próxima. A empresa também está reformando uma usina hidrelétrica de 40 anos no Rio Congo para fornecer eletricidade para operar a mina. A primeira fase do projeto de US$ 2 bilhões começou a operar em maio, mais de quatro anos após a última grande mina de cobre de escala semelhante, Las Bambas, da MMG, no Peru, entrou em operação. Apesar desses projetos, anos de aperto do cinto significam que o pipeline de novos projetos de cobre está se esgotando perigosamente, enquanto a demanda pelo metal – usado em tudo, desde turbinas eólicas a veículos elétricos – está aumentando.”

Fonte: Financial Times, 08/06/2021

Pauta ‘verde’ avança, e preço do óleo de soja bate recorde

“O óleo de soja registrou o maior valor de sua história na bolsa de Chicago e superou o recorde anterior, visto em 2008. Um quadro ajustado de oferta e demanda global da oleaginosa, somado a planos de aumento na produção de combustíveis renováveis nos Estados Unidos e Europa e a problemas na safra de palma explicam uma alta de 60,78% e de impressionantes 140,63% em 12 meses. O cenário atual está mais acelerado por conta da geração de energia do que para o consumo humano. A busca por fontes renováveis foi o que deu fôlego para a escalada. “O biocombustível, particularmente o diesel renovável, é o principal impulsionador do óleo vegetal”, disse Greg Morris, executivo da ADM, à Dow Jones Newswires.”

Fonte: Valor Econômico, 08/06/2021

Nível de dióxido de carbono no ar é o maior desde início das medições há 63 anos

“Apesar de uma imensa redução nos deslocamentos e atividades comerciais nos meses da pandemia, a quantidade de carbono na atmosfera terrestre em maio chegou ao maior nível já registrado na história moderna, como mostrou um indicador global publicado na segunda-feira. Cientistas da Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) e do Instituto Scripps de Oceanografia da Universidade da Califórnia em San Diego disseram que as descobertas, que foram tiradas a partir da quantidade de dióxido de carbono no ar no observatório climático da NOAA em Mauna Loa, no Havaí, são de que a taxa é a mais alta desde o início das medições há 63 anos.”

Fonte: Época Negócios, 07/06/2021

A influência política da Big Oil diminui à medida que os governos adotam a energia verde

“O aperto de mão entre o então primeiro-ministro britânico Tony Blair e Muammer Gaddafi no deserto em 2007 não foi apenas o momento em que o líder líbio cimentou laços com um antigo inimigo. Foi também um símbolo absoluto do papel que o “Big Oil” desempenhou na política externa. A BP fechou um acordo de exploração significativo na mesma viagem, que limitou seus esforços para incitar o governo do Reino Unido a restabelecer os laços com o falecido ditador do Norte da África, ao mesmo tempo que abriu acesso a enormes recursos de hidrocarbonetos na porta da Europa. A luta pelos recursos de combustíveis fósseis tem influenciado a geopolítica por décadas, desde a geração de conflitos e a formação das relações entre o oeste e o Oriente Médio até a controvérsia atual sobre o oleoduto Nordstream da Rússia à Europa Ocidental.”

Fonte: Financial Times, 07/06/2021

Política

Onde está a África Subsaariana na corrida para as zero emissões?

“Os governos africanos enfrentam necessidades econômicas mais urgentes do que emissões zero. Mas atender a essas necessidades e aumentar as economias do continente dependerá da evolução de seus sistemas de energia, argumenta Lily Odarno (diretora de energia, desenvolvimento e clima na África da Força-Tarefa do Ar Limpo). Desde que os países começaram a anunciar compromissos líquidos de zero, um continente tem estado notavelmente silencioso – a África. Com exceção do Malaui e da África do Sul, muito pouco se ouviu dos governos de todo o continente. E há um bom motivo para isso. Enquanto os africanos se preocupam com as mudanças climáticas, dada a vulnerabilidade da região ao fenômeno; muitos governos africanos devem lidar com necessidades mais urgentes e ameaças imediatas se seus cidadãos quiserem viver para ver o futuro climático que aspiramos.”

Fonte: Euractiv, 07/06/2021

Regulação

G7 concorda em tornar obrigatórios os relatórios climáticos com “etapas históricas”

“O Chanceler do Tesouro do Reino Unido, Rishi Sunak, se reuniu com os ministros das finanças em Londres neste fim de semana, com discussões que levaram a um acordo histórico de que as nações do G7 exigirão relatórios climáticos em linha com as recomendações da força-tarefa global sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD). Os ministros do G7 se comprometeram na reunião a tornar obrigatório que as empresas relatem os impactos climáticos e as decisões de investimento, juntamente com novas medidas para fortalecer os registros de propriedade beneficiária das empresas centrais para combater os crimes ambientais. O acordo para obrigar a divulgação do clima ainda não tem um cronograma anexado, mas o grupo mais amplo de nações do G20 também está definido para discutir o assunto, potencialmente significando que um acordo internacional poderia ser alcançado antes das negociações climáticas da COP26 em Glasgow em novembro.”

Fonte: Euractiv, 07/06/2021

Banco da Inglaterra lança teste de estresse climático para bancos e seguradoras

“O Banco da Inglaterra estabeleceu na terça-feira seu primeiro teste de estresse abrangente sobre a capacidade do sistema financeiro britânico de lidar com a mudança climática, dizendo que os resultados não serão usados para determinar as exigências de capital. O teste examinará a resiliência dos maiores bancos e seguradoras do país aos estresses da mudança para uma economia líquida de carbono zero nas próximas décadas, bem como o impacto das condições meteorológicas extremas. “O resultado final será uma gestão mais robusta dos riscos financeiros relacionados ao clima em todo o setor”, disse o governador do BoE, Andrew Bailey, em um comunicado.”

Fonte: Reuters, 08/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
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  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
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  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
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  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
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  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
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  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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