Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 31/05

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Ambev vai contratar 40 mulheres e pessoas negras para programa de formação em TI

“A Ambev Tech, hub de inovação e tecnologia criado para promover a transformação digital e cultural da Ambev, realizará, entre maio e junho, a quarta edição do programa de formação voltado para o público que deseja ingressar ou alavancar sua trajetória no ramo da tecnologia, chamado de Start Tech. Este ano, o Start Tech será voltado para mulheres (cis e trans) e pessoas negras. Ao todo, serão 40 vagas para as posições de React (linguagem de programação) e QA (testes de software). […] O Start Tech nasceu para capacitar profissionais, sem experiência na área, e inseri-los nos times que atuam em diversos projetos tecnológicos da Ambev Tech. O diferencial do programa é a contratação imediata.”

Fonte: Valor Investe, 30/05/2021

Produção de biodiesel cresceu quase 9% no país em 2020

“O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que, de 2019 para 2020, a produção de biodiesel cresceu 8,7% no Brasil, alcançando 6,4 bilhões de litros, e a capacidade de produção aumentou 9,4%, para 9,3 bilhões de litros. O faturamento do setor chegou a R$ 26,2 bilhões, elevação de quase 68% em relação ao ano anterior. Segundo a Pasta, 98,4% do volume comercializado tinha o Selo Biocombustível Social, que exige a inclusão de agricultores familiares na cadeia produtiva.”

Fonte: Valor Econômico, 28/05/2021

Indústria de árvores plantadas mantém ritmo acelerado de produção no 1 º Tri

“O setor de árvores cultivadas manteve o ritmo de produção acelerado no primeiro trimestre, segundo relatório divulgado hoje pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). Com avanços na fabricação de celulose (8%), papel-cartão (12,1%) e painéis de madeira (25,3%) entre janeiro e março deste ano, na comparação com o mesmo período de 2020, a indústria forneceu itens básicos durante esta pandemia como embalagens de papel, máscaras cirúrgicas, aventais hospitalares e toucas. O carvão vegetal também demonstrou avanço de produção, com alta de 5,9%. O levantamento foi feito pela Ibá, juntamente com o Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais (Sindfer), e com o apoio da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF).”

Fonte: Broadcast, 28/05/2021

Mulheres tiveram aumento maior de salário, mas continuam ganhando 16% a menos do que homens

“As mulheres ainda têm renda inferior aos homens, mas registraram aumentos maiores que os homens. É o que aponta levantamento da VAGAS.com, plataforma de tecnologia para recrutamento e seleção, com mais de 20 milhões de currículos cadastrados. De acordo com a companhia, as mulheres obtiveram alta média de 18% na remuneração no período analisado, representando o dobro do incremento salarial conquistado pelos homens, que foi de 9%. O salário médio das mulheres, de 1998 a 2018, saltou de R$ 3.232 para R$ 3.814 no período de 2019 até abril 2021, enquanto o do público masculino passou de R$ 4.070 para R$ 4.422 na mesma base de comparação.”

Fonte: Valor Investe, 30/05/2021

Conceito “lixo zero” começa a avançar

“O conceito de lixo zero vem ganhando adesão de empresas ao gerar valor econômico. Pesquisas recentes mostraram que a chamada geração Z, formada pelos nascidos após 2000, está disposta a pagar mais por marcas sustentáveis, o que tem levado os fabricantes a ampliar investimentos em coleta seletiva de resíduos e em reciclagem de produtos. O Brasil, entretanto, está longe de atingir patamar desejável em ambos os quesitos. O país recicla menos de 4% do lixo e perde R$ 8 bilhões por ano por conta disso, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente. Ainda assim, empresas como TerraCycle, Boomera, eureciclo, Lwart e Green Eletron expandem suas atividades e investem em tecnologia no processo de descarte correto de embalagens, coleta seletiva de resíduos e em sua destinação adequada. Por meio delas, caneta vira balde, embalagem de sorvete vira para-choque de carro e eletrônicos, bicicleta.”

Fonte: Valor Econômico, 31/05/2021

País já conta com 227 startups de gestão de resíduos

“O Brasil já possui 227 startups de gestão de resíduos, segmento que inclui logística reversa e economia circular. É o maior contingente de negócios de impacto socioambiental, que somam 1.272 startups, conforme o 3º Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental divulgado em 2021 pela Pipe.Social. A maioria das empresas desse nicho está em estágio inicial de operação (60% têm menos de cinco anos) e apenas 17% já foram investidas por fundos de seed ou venture capital. Mas, com o avanço da agenda ESG – de boas práticas ambientais, sociais e de governança e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), começam a atrair a atenção dos investidores. “Esse nicho tem uma regulação por trás e a escalabilidade do negócio é mais viável por conta da demanda latente e reprimida de possíveis clientes (B2B ou municípios) que precisam de apoio para cumprir a PNRS”, diz Lívia Hollerbach, cofundadora da Pipe.Social e coordenadora do Mapa. “O interesse dos investidores é crescente e um dos quesitos que eles olham é a escalabilidade do negócio.””

Fonte: Valor Econômico, 31/05/2021

Consumidor acha “difícil” adotar estilo sustentável

“Um em cada três brasileiros se sente envergonhado por não viver uma vida saudável e com hábitos sustentáveis, e seis em cada dez (59%) procuraram incorporar o atributo, pesquisando estilos de vida mais ecológicos durante a pandemia. Mais: a compreensão da gravidade da atual crise sanitária é grande no país e há, hoje, uma clara percepção de que o colapso ambiental aumenta o risco de novas ameaças à saúde. Assim, 63% acreditam que a sociedade como um todo deve responder às mudanças climáticas e à covid-19 com igual urgência e dois em cada três brasileiros consideram ser mais imperioso reestruturar a atividade econômica para lidar com as desigualdades e o aquecimento global do que simplesmente recuperar a economia rapidamente.”

Fonte: Valor Econômico, 31/05/2021

Moto-contínuo

“O modelo da economia linear – que consiste em extrair matérias primas da natureza, produzir bens, incentivar seu consumo e descartá-los ao fim de sua vida útil – vem sendo cada vez mais questionado, seja pelo impacto ambiental da extração de recursos e de seu futuro descarte, seja pelas emissões de gases de efeito-estufa geradas no processo. Em razão disso, ganha cada mais atenção o modelo de economia circular, que preconiza manter produtos e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor, dissociando o desenvolvimento econômico do consumo irrestrito de recursos naturais que são finitos. Criar uma economia circular para cinco setores-chave – cimento, alumínio, aço, plásticos e alimentos – traria uma grande contribuição para que os países atinjam as metas de redução de gases de efeito-estufa até 2050, com o corte de 3,7 bilhões de toneladas de GEE no período, segundo estudo da Fundação Ellen MacArthur, uma das principais referências globais no assunto. Isso equivaleria a eliminar as emissões atuais de todos os meios de transporte.”

Fonte: Valor Econômico, 31/05/2021

Opinião

É a emergência hídrica

“O governo decretou nesta sexta-feira “alerta de emergência hídrica” de junho a setembro em cinco Estados das Regiões Sudeste/Centro-Oeste: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. É o primeiro reconhecimento de que o País passa por grave crise hídrica.  Quem afirma que se trata apenas de fatalidade age como o avestruz, que enfia a cabeça na areia para não encarar o perigo. Sim, choveu de menos, o que sempre acontece quando prevalece o fenômeno meteorológico La Niña no Oceano Pacífico – que desvia as chuvas do Centro-Sul do Brasil. Mas a questão em jogo não é tentar controlar megafenômenos climáticos, mas dispor de um sistema gerador de energia elétrica que não dependa tanto do humor de São Pedro.”

Fonte: Estadão, 28/05/2021

Terceiro setor

Cleantechs de impacto movimentam projetos sociais nas comunidades

“A economia circular tem recebido contribuição relevante de empresas de tecnologia com alto impacto socioambiental, as chamadas cleantechs. Um indicador dessa tendência é o ranking de inovação aberta da plataforma digital 100 Open Startups, que monitora os negócios firmados com grandes empresas. Das startups que pontuaram em 2020, 11% são cleantechs, que registraram 7% dos contratos. As dez mais bem pontuadas na categoria tiveram 129 relacionamentos validados, principalmente nas áreas de energia, construção, química, mineração, e alimentos e bebidas. Parcerias entre corporações e o terceiro setor também ganharam espaço. Um exemplo é a cooperação entre a Nestlé e a Gerando Falcões, ONG que desenvolve projetos sociais com jovens de 200 favelas no país. No ano passado, a multinacional suíça redesenhou a cadeia de valor da obsolescência de seus equipamentos eletrônicos no Brasil, que são renovados a cada três anos em média. Desde junho, a companhia já doou à Gerando Falcões 1,6 mil computadores, laptops, celulares, tablets e impressoras, avaliados em R$ 1,2 milhão. As doações trimestrais viabilizam ações de inclusão digital e capacitação de novas lideranças.”

Fonte: Valor Econômico, 31/05/2021

Internacional

Empresas

BlackRock vai contra o conselho da BP na votação de resolução climática

“A maior gestora de ativos do mundo e principal investidora da BP, a BlackRock, disse na sexta-feira que havia apoiado uma resolução dos acionistas pedindo uma ação climática mais rápida, à qual o conselho da empresa de energia se opôs. A votação de BlackRock na assembleia geral anual da BP no início deste mês aponta para uma pressão crescente sobre as principais empresas de petróleo e investidores para acelerar os esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A BlackRock detém uma participação de 6,8% na BP, de acordo com dados da Refinitiv. “Embora reconhecendo os esforços da empresa até a data e a direção da viagem, apoiar a resolução sinaliza nosso desejo de ver a empresa acelerar seus esforços na gestão de risco climático”, disse BlackRock em um boletim de votação.”

Fonte: Reuters, 28/05/2021

Projetos de exportação de gás dos EUA buscam cortes de emissões para acalmar compradores estrangeiros

“Os exportadores de gás natural liquefeito da América estão revelando esforços para reduzir as emissões de carbono de novas instalações enquanto procuram manter novos projetos multibilionários em meio às crescentes pressões climáticas. Os EUA emergiram como uma potência de exportação de GNL nos últimos anos graças ao crescimento explosivo dos campos de petróleo e gás de xisto do país, encorajando as reivindicações americanas de independência energética e dando a Washington uma nova ferramenta útil para combater inimigos geopolíticos como a Rússia. Mas para um punhado de empresas que competem para construir novos projetos que possam impulsionar as exportações do país ainda mais, a repressão global às emissões e o aumento do foco na poluição por metano dos campos de petróleo e gás dos EUA ameaçaram inviabilizar seus planos.”

Fonte: Financial Times, 30/05/2021

Mar recebe um caminhão de lixo plástico por minuto

“Relatório da organização não governamental WWF indica que a geração anual de resíduos poderá aumentar 41% nos próximos 15 anos, em todo o mundo, devido à produção acelerada de plásticos, estimulada pela redução dos custos de fabricação. Já as emissões de dióxido de carbono decorrentes da gestão de dejetos plásticos poderão triplicar até 2030. “As infraestruturas para o tratamento de resíduos continuam economicamente mais atrativas do que a reciclagem”, destaca o documento. Especialistas em meio ambiente e poluição de oceanos afirmam que a escalada do problema é decorrente de padrões de consumo que apoiam modelos de negócios para plásticos descartáveis; da má coordenação de resíduos, que joga o material na natureza; e por conta de uma cadeia de suprimentos que produz cinco vezes mais plástico virgem do que reciclado. Com isso, a situação dos oceanos está cada vez mais crítica, segundo os pesquisadores.”

Fonte: Valor Econômico, 31/05/2021

Qair produzirá hidrogênio verde em PE

“Com operação em 16 países, o grupo Qair, da França, iniciou estudos de viabilidade técnica e econômica para implementar uma unidade de produção de hidrogênio verde (H2V) no Porto de Suape, em Pernambuco. O investimento na usina poderá chegar a US$ 3,8 bilhões, ou cerca de R$ 20 bilhões. O grupo francês, que deve ser o próprio investidor e operador da unidade, também está estudando a construção de usina de hidrogênio verde no Ceará, de porte semelhante a que pretende levantar em Suape. Os projetos não são excludentes e a ideia é levar ambos adiantes, disse ao Valor, Gustavo Rodrigues da Silva, diretor de operações da Qair Brasil. “Há uma pressão geopolítica imensa para esse mercado, a gente acredita que ele vai abrir e quem chegar primeiro vai se beneficiar”, afirmou o executivo.”

Fonte: Valor Econômico, 31/05/2021

Regulação

Fiscal suíço FINMA exige que bancos e seguradoras divulguem os riscos climáticos

“Grandes bancos suíços e seguradoras terão que fornecer informações qualitativas e quantitativas sobre os riscos que enfrentam com as mudanças climáticas, disse a agência financeira suíça FINMA na segunda-feira, ao lançar uma publicação corrigida sobre divulgação. A circular atualizada da FINMA sobre as novas obrigações, que entrará em vigor em 1º de julho, segue movimentos semelhantes do Banco Central Europeu, que no ano passado anunciou planos de pedir aos credores da união monetária de 19 países que revelassem seus riscos relacionados ao clima. O ‘cão de guarda’ suíço disse que está cumprindo seu objetivo estratégico de contribuir para o desenvolvimento sustentável do centro financeiro suíço, definindo como supervisionará os bancos e seguradoras sobre os riscos financeiros relacionados ao clima.”

Fonte: Reuters, 31/05/2021

Política

Comunicado mostra que G7 deve elevar pressão contra o desmatamento na Amazônia

“Uma reunião na sexta-feira de ministros do G7, formado pelas maiores economias desenvolvidas, sinalizou mais coordenação na área ambiental e pode elevar a pressão sobre o Brasil para combater o desmatamento na Amazônia. O G7 reúne Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Reino Unido e Japão. Neste ano, o grupo é presidido pelo Reino Unido, que convidou a Austrália, Índia, Coreia do Sul e África do Sul. Um não convite ao Brasil ilustra a deterioração da posição brasileira na cena internacional.”

Fonte: Valor Econômico, 30/05/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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