Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 28/05

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Klabin estabelece metas para reduzir emissões de gases de efeito estufa até 2025 e 2035

“A Klabin divulgou nesta quinta-feira meta de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) de escopo 1 e 2 por tonelada de celulose, papéis e embalagens em 25% até 2025, e em 49% até 2035, tendo 2019 como ano-base. A companhia disse que obteve nesta data a aprovação da Science Based Targets initiative (SBTi) para as suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE). Nos últimos 15 anos, a Klabin disse que reduziu em 60% suas emissões de GEE e em 2019 teve um saldo positivo de balanço de carbono de 4,7 milhões de toneladas CO2eq em suas operações.”

Fonte: Época Negócios, 27/05/2021

Bayer lança programa no Brasil para captura de carbono na agricultura

“A companhia alemã Bayer, que atua nos segmentos de saúde e nutrição, anunciou nesta quinta-feira o lançamento no Brasil do programa PRO Carbono, que visa oferecer vantagens a produtores agrícolas dispostos a aumentar o sequestro de carbono, como parte de uma iniciativa mais abrangente da empresa no ramo ambiental. Segundo a companhia, os participantes do programa deverão implementar práticas de manejo que possibilitem o aumento da retenção de carbono no solo. Em troca, receberão análises de fertilidade e carbono e acesso a uma consultoria técnica que dará o apoio necessário para que cada participante adote um rol de práticas de manejo sustentáveis, como plantio direto, cultivo de cobertura e/ou rotação de cultura, e de impulsionadores de produtividade e carbono (como otimização do uso de fertilizantes, adoção de biotecnologia, entre outras).”

Fonte: Época Negócios, 27/05/2021

Brasil ainda está no início do ESG, mas é caminho sem volta, diz Takahashi, da BlackRock

“Carlos Takahashi, presidente e membro do comitê executivo regional da BlackRock Brasil desde 2019, entende que o país ainda está mais no início da caminhada para as práticas ambientais, sociais e de governança, conhecidas pela sigla em inglês ESG, “mas é um caminho sem volta”. Ele fez a afirmação ao participar da “Live do Valor”, realizada nesta quinta-feira. Segundo ele, os investidores locais estão cada vez mais interessados nesses temas e aportar em empresas que tenham esses fatores incorporados. Exemplo disso é que dos 65 BDRs de ETFs – recibos de ativos no exterior que replicam fundos de índices negociados no mercado americano – ofertados pela gestora, 30% do volume captado vem do ETF que usa o filtro ESG para selecionar empresas listadas no mercado americano.”

Fonte: Valor Investe, 27/05/2021

Mulheres e pretos sentem mais a piora do mercado de trabalho, diz IBGE

“Mais uma vez mulheres e pretos e pardos sentiram mais a crise no mercado de trabalho que homens e pessoas de raça branca. O alerta é feito por Adriana Beringuy, gerente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. “São as mulheres e os pretos e pardos que sentem mais a piora do mercado de trabalho. Isso não é uma novidade e mais uma vez ocorre”, diz ela. As taxas de desemprego desses grupos – mulheres e pretos e pardos – já são tradicionalmente maiores que a de homens e pessoas brancas e agora tiveram um crescimento maior.”

Fonte: Valor Investe, 27/05/2021

Cientistas alertam sobre ano ruim para incêndios na Amazônia e nos pântanos do Brasil

“O clima seco este ano aumenta o risco de incêndios graves na floresta amazônica e no Pantanal do Brasil, dizem os cientistas, alertando que uma seca pode alimentar a destruição de biomas essenciais para conter as mudanças climáticas. No ano passado, o tempo seco ajudou a alimentar o registro de incêndios no Pantanal, enquanto a Amazônia experimentou a pior onda de incêndios desde 2017, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil, INPE. A estação chuvosa deste ano – que vai de novembro a abril – foi ainda mais seca em partes da Amazônia sob maior ameaça, conhecido como “arco do desmatamento”, mostram os dados do INPE.”

Fonte: Reuters, 27/05/2021

Política

Crise hídrica se agrava e governo cogita comitê e racionamento para evitar apagão

“A crise hídrica que atinge em cheio o setor elétrico tem se agravado e autoridades do governo já consideram a necessidade de criar um “comitê de crise” para pensar estratégias que possam afastar o risco de corte de carga (blecaute) por déficit na oferta de energia pelo sistema brasileiro. Fontes oficiais ouvidas pelo Valor informaram que o assunto dominou a reunião desta quinta-feira (27) do Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). O comunicado oficial, divulgado após o encontro, reconhece que o setor enfrentou o pior regime de chuvas, entre setembro e maio, em 91 anos. Porém, não trouxe detalhes sobre o que precisará ser feito para evitar uma crise de abastecimento.”

Fonte: Valor Econômico, 27/05/2021

Terceiro Setor

Programa capacita mulheres para que rompam dependência emocional e financeira

“O Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), em parceria com a Fundación Mapfre, lança programa de desenvolvimento pessoal e capacitação técnica. A ação é destinada a 50 mil mulheres de todo o país que vivam ou tenham passado por situações adversas de desemprego, fome, violência doméstica, entre outras. O programa “Ela Segura”, com inscrições abertas em elasegura.com.br, oferece apoio para que mulheres possam desenvolver negócios, se reposicionar no mercado de trabalho ou conquistar outras formas de atividade remunerada.”

Fonte: Folha de São Paulo, 27/05/2021

Internacional

Empresas

Soluções baseadas na natureza exigem US$ 8 tri contra crise climática

“Serão necessários US$ 8,1 trilhões entre agora e 2050 em investimentos em soluções baseadas na natureza para que o mundo enfrente as crises climática, de biodiversidade e de degradação da terra. O dado faz parte do relatório “Estado das Finanças para a Natureza”, produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e o Fórum Econômico Mundial. Outros autores são pesquisadores da Iniciativa Economia da Degradação da Terra, da agência de cooperação alemã Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), em colaboração com a Vivid Economics. O conceito de Nature Based Solutions, ou Soluções Baseadas na Natureza (SBN), foi criado há alguns anos pela IUCN (International Union for Conservation of Nature). Fundada em 1948, é a mais famosa união de autoridades governamentais e nãogovernamentais do mundo preocupadas com conservação.”

Fonte: Valor Econômico, 27/05/2021

Aquecimento poderia superar +1,5 ºC nos próximos cinco anos, afirma a ONU

“O aquecimento do planeta poderia temporariamente superar nos próximos cinco anos + 1,5 ºC, o primeiro limite estabelecido pela comunidade internacional no combate à mudança climática, alertou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quinta-feira (27). Há 40% de chances de que a temperatura média ultrapasse esse limite por pelo menos um ano até 2025, segundo um estudo realizado pelo Escritório de Meteorologia do Reino Unido para a Organização Meteorológica Mundial (OMM) da ONU.”

Fonte: Isto É, 27/05/2021

Política

Austrália deve garantir que novos projetos de carvão não prejudiquem as crianças

“O governo da Austrália precisará garantir que as crianças não sejam prejudicadas por suas decisões de aprovar projetos de carvão em uma decisão histórica que pode ter grandes implicações para a indústria de combustíveis fósseis do país. A decisão do Tribunal Federal da Austrália na quinta-feira, que se seguiu devido a um caso iniciado por oito crianças em idade escolar e uma freira de 86 anos, veio apesar da rejeição de um pedido de liminar para impedir a aprovação de uma controversa mina de carvão de Canberra. Os requerentes pediram ao tribunal que impedisse Sussan Ley, Ministro do Meio Ambiente da Austrália, de tomar uma decisão sobre a concessão de aprovações para o projeto de carvão de Whitehaven. Espera-se que a mina em New South Wales produza 10 milhões de toneladas de carvão anualmente ao longo de 26 anos, o suficiente para gerar 100 milhões de toneladas de emissões de gases de efeito estufa.”

Fonte: Financial Times, 27/05/2021

Regulamentação

Fabricantes de biocombustíveis protestam contra as regras da taxonomia de investimento verde da UE

“Os biocombustíveis produzidos a partir de colheitas de alimentos e rações não atendem aos critérios de taxonomia verde da UE, de acordo com uma proposta da Comissão Europeia, um movimento que os fabricantes de biocombustíveis disseram que prejudicará a capacidade da Europa de cumprir as metas de transporte verde. A proposta de taxonomia verde, publicada em 21 de abril, é um sinal para os mercados financeiros de que investir nesses biocombustíveis de primeira geração vai contra os objetivos ambientais da UE. Enquanto outras formas de biomassa, incluindo biocombustíveis avançados feitos de resíduos florestais e resíduos alimentares, recebem luz verde, biocombustíveis de transporte derivados de culturas próprias para consumo humano e animal – como trigo e milho – são excluídos da taxonomia.”

Fonte: Euractiv, 27/05/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
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  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
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  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
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  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
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  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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