Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 05/07

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Acionista da BR, Cezar Coelho promete ativismo ESG

“O investidor Ronaldo Cezar Coelho aproveitou a oferta subsequente (follow-on) de ações detidas pela Petrobras na BR Distribuidora para se tornar um dos principais acionistas da distribuidora. Confiante de que a saída definitiva da petroleira do capital da empresa de combustíveis vai destravar valor do ativo, o ex-banqueiro e ex-deputado federal promete ampliar ainda mais a sua participação e ser um acionista ativista na pauta ambiental dentro da companhia. Por meio do fundo Samambaia, Coelho adquiriu, na sexta-feira, 46 milhões de ações da BR, por cerca de R$ 1,2 bilhão. Com a compra, o investidor ampliou de 4% para 7,95% a participação na distribuidora. Em entrevista ao Valor, ele diz que o seu projeto é atingir uma fatia de 10% na companhia – que se consolidou como uma corporation, companhia de capital pulverizado. Coelho foi, ao lado do fundo Dynamo, um dos protagonistas da oferta de ações.”

Fonte: Valor Econômico, 05/07/2021

Hering compensa emissão de carbono e preserva Amazônia

“A produção da camiseta básica da Hering, a World T-shirt, será carbono negativo a partir deste mês. Isso significa que as emissões de gases-estufa originadas na confecção e consumo das peças serão compensadas com a proteção de uma área na Amazônia. As árvores sequestram carbono e a poluição na fábrica é neutralizada desta forma, mas negativar emissões é um passo além: o cálculo na “pegada de carbono” que ocorre no feitio da camiseta, desde o fio de algodão até o descarte, é feito em dobro na preservação da floresta. A linha existe há 30 anos e corresponde a 20% do faturamento da empresa – registra quatro milhões de peças vendidas ao ano e emite 12 mil toneladas de CO2 equivalente em seu ciclo de vida. A Hering está investindo R$6 milhões na agenda de carbono. Do total, 20% se destina à operação de tornar carbono negativas as camisetas brancas e coloridas World T-shirt.”

Fonte: Valor Econômico, 05/07/2021

Natura&Co: Os desafios e as reflexões da referência em ESG

“Uma das primeiras empresas a trazer a questão da sustentabilidade para o centro do negócio, a Natura &Co é considerada referência em ESG. Não só no Brasil, onde é pioneira na agenda, mas também lá fora, onde figura como maior companhia listada em bolsa do mundo a contar com o selo de Empresa B, aquelas que se propõem a aliar o lucro a um impacto socioambiental positivo. Mas, até para os líderes, encarar de frente a complexidade das questões sociais e ambientais está longe de ser uma tarefa fácil. […] Um ano atrás, logo depois de incorporar a Avon como sua quarta marca de cosméticos, ao lado de Aesop, The Body Shop e, claro, Natura, o grupo anunciou um ambicioso conjunto de compromissos socioambientais de longo prazo, a serem atingidos até 2030. Entre eles, se tornar net zero em emissão de CO2, usar 100% de embalagens reutilizáveis recicláveis ou compostáveis e garantir 30% de participação de grupos sub representados em sua liderança. Na semana passada, a companhia fez um balanço do primeiro ano da trilha para chegar lá.”

Fonte: Capital Reset, 02/07/2021

Empresas procuram profissionais que possam ensinar o que é ESG

“Com o ESG ganhando cada vez mais tração no mundo dos negócios, as empresas correm contra o tempo para entrar no jogo. Muitas têm procurado especialistas para conseguir implementar os princípios ambientais, sociais e de governança nos negócios. Essas três práticas representam o ESG, sigla, em inglês, para Environmental, Social and corporate Governance. Os desafios, porém, são encontrar profissionais capacitados e fazer com que a agenda não se torne apenas um novo departamento. Segundo o CFA Institute, associação global que reúne e certifica profissionais de finanças, a demanda por esse tipo de expertise é alta, sendo que a oferta segue muito baixa.”

Fonte: Folha de São Paulo, 05/07/2021

Viajantes mais conscientes

“Um dos setores que mais sofreram com as restrições de deslocamento decorrentes da pandemia da Covid-19, a indústria de viagens começa a retomar as atividades. Dessa vez, porém, com um público mais exigente com relação aos impactos de seus passeios no meio ambiente. No recém-publicado Relatório de Viagens Sustentáveis – estudo que ouviu mais de 29 mil viajantes em 30 países – a Booking.com mapeou que o Brasil é o terceiro país em que as pessoas mais defendem ser preciso agir agora para salvar o planeta (85%). No topo da lista está o Quênia (88%), seguido da Tailândia (87%). Em termos práticos, oito em cada dez brasileiros desejam fazer viagens mais alinhadas com a preservação ambiental no futuro. Dentre as mudanças, 76% dos brasileiros querem ter experiências autênticas em suas viagens, enquanto 94% afirmam que vão buscar compreender outras culturas e preservar o patrimônio cultural.”

Fonte: Isto É, 02/07/2021

Aquecimento global já afeta proteção ao trabalho

“Na tarde de 28 de junho a Amazon tuitou uma notícia que nem sempre se ouve de um colosso global do varejo. Parte de sua sede no centro de Seattle, informou, estava operando como “local de resfriamento” oficial da cidade para “moradores necessitados de um lugar para fugir do calor excessivo”. Esse foi só um de dezenas de centros de resfriamento criados pelas autoridades após a onda de calor que se abateu sobre o noroeste do Pacífico, região mais conhecida pelo frio e pela chuva fina. No Canadá, a temperatura atingiu 49,6ºC no vilarejo de Lytton, na Colúmbia Britânica, pouco antes de um incêndio florestal obrigar os moradores a saírem da cidade.”

Fonte: Valor Econômico, 05/07/2021

ESG+T: Um novo agir estatal

“O índice ESG (environmental, social and governance) foi concebido como mecanismo de avaliação das operações de empresas do mercado que atentam a três eixos fundamentais: ambiental, social e governança. Serve, portanto, como indicador do impacto da atuação das empresas no tocante à preservação ao meio ambiente, a preocupação de consciência social e o asseguramento de relações ético corporativas. Os investidores do mercado valoram a presença desses eixos nas empresas e, com isso, viabilizam o acesso a investimentos qualificados, de menor custo de capital, com volatilidade reduzida, riscos mitigados, aumento de produtividade e maior suscetibilidade lucrativa, conformando-se num novo e enriquecedor standard de investimentos. […] Em nossa visão, a ascensão de uma nova ordem global, dinamizada pela pandemia, ressignificou mais um importante eixo a ser agregado ao tripé ESG: o eixo “T” (technology), concernente aos ditames do desenvolvimento científico, da capacitação tecnológica e da inovação, elementos indissociáveis ao mundo contemporâneo. O século XXI aponta para a aderência integral do indivíduo e das entidades à tecnologia, não deixando espaço de avanço institucional sem essa identidade. Assim é que a tríade ESG deve incorporar o T, para se apresentar como a tétrade ESG+T.”

Fonte: Valor Econômico, 05/07/2021

Política

Calorão no Canadá e frio no Sul: O que isso tem a ver com o aquecimento global?

“Uma pequena cidade do temperado Canadá pegou fogo, literalmente, na semana passada depois de registrar temperaturas que chegaram a 49,6ºC – uma das mais altas do mundo naquele dia. Na mesma semana, no tropical Brasil, em cidades do sul do País, os termômetros ficaram abaixo de zero. Os eventos podem ser considerados extremos climáticos relacionados ao aquecimento global? Sim e não, segundo especialistas. O calor registrado na pequenina cidade de Lytton, em British Columbia, durante três dias seguidos pode ser considerado um extremo climático ligado ao aquecimento global, segundo cientistas. Mesmo levando em conta o fenômeno La Niña e o aquecimento do Atlântico Norte em curso, trata-se de um fato totalmente atípico, que já deixou 500 mortos. Essa região do planeta nunca enfrentou tamanha onda de calor – pelo menos não desde que as temperaturas começaram a ser medidas, há mais de cem anos. No caso das baixas temperaturas no sul do Brasil, dizem especialistas, essa relação não pode ser estabelecida diretamente.”

Fonte: Estadão, 04/07/2021

Internacional

Empresas

Recuperação da demanda global de gás ameaça as metas climáticas internacionais, afirma Agência Internacional de Energia

“Uma recuperação na demanda global de gás até 2024, após uma queda recorde no ano passado, deve tirar o mundo do caminho para uma meta climática de atingir zero emissões líquidas até 2050, disse a Agência Internacional de Energia (IEA) na segunda-feira. Mais de 190 países assinaram o acordo de Paris projetado para limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius, o que exigirá uma grande redução no uso de combustíveis fósseis como carvão e gás. “A demanda de gás natural deve se recuperar fortemente em 2021 e continuará crescendo se os governos não implementarem políticas fortes para levar o mundo a um caminho de emissões líquidas zero até meados do século”, disse a IEA em seu último relatório. Espera-se que a demanda de gás em 2021 aumente 3,6% à medida que as economias globais se recuperam após uma queda recorde em 2020 devido a restrições para limitar a disseminação do novo coronavírus.”

Fonte: Reuters, 05/07/2021

Política

Alemanha proíbe plásticos descartáveis

“A partir deste sábado (3), a Alemanha proíbe a venda de plásticos descartáveis como pratos, copos ou cotonetes, em aplicação de uma lei europeia que visa proteger os oceanos da poluição. A nova lei, aprovada em setembro de 2020 e agora em vigor, proíbe “cotonetes, talheres, pratos, canudos, palitos e copos”, bem como embalagens de isopor, de uso único. O texto aplica uma diretriz europeia aprovada em 2018 após meses de negociações entre os países da União Europeia para banir uma dezena de categorias de plásticos. De acordo com a Comissão Europeia, os produtos incluídos representam 70% dos resíduos despejados no mar e nas praias.”

Fonte: Isto É, 03/07/2021

Rascunho mostra que UE proporá imposto de combustível de aviação como impulso de política verde

“A Comissão Europeia elaborou planos para definir uma taxa mínima de imposto em toda a UE para os combustíveis de aviação poluentes, à medida que busca cumprir metas mais ambiciosas de combate às mudanças climáticas, mostra um documento visto pela Reuters. A Comissão Europeia está elaborando uma revisão da tributação da energia da UE, como parte de um pacote de medidas que irá propor em 14 de julho, para cumprir a meta de reduzir as emissões de gases de efeito estufa da UE em 55% até 2030, em relação aos níveis de 1990. Um rascunho da proposta fiscal da Comissão visa a aviação, que não está sujeita aos impostos da UE sobre os combustíveis. Essa isenção “não é coerente com os desafios e políticas climáticas atuais”, disse o documento, acrescentando que as regras fiscais da UE promovem os combustíveis fósseis em vez das fontes de energia verde e precisam ser reescritas para apoiar as metas climáticas do bloco.”

Fonte: Reuters, 04/07/2021

Alemanha lidera apelo para manter a energia nuclear fora da taxonomia de finanças verdes da UE

“Um grupo de cinco Estados membros da UE liderado pela Alemanha enviou uma carta à Comissão Europeia pedindo que a energia nuclear seja mantida fora da taxonomia de finanças verdes da UE. A carta – assinada pelos ministros do Meio Ambiente ou da Energia da Áustria, Dinamarca, Alemanha, Luxemburgo e Espanha – aponta para “deficiências” em um relatório do Centro Comum de Pesquisa da Comissão Europeia publicado em 2 de abril, que concluiu que a energia nuclear é segura. “A energia nuclear é incompatível com o princípio de ‘não causar danos significativos ’do Regulamento da Taxonomia”, escreveram os ministros, instando a Comissão a manter a energia nuclear fora das regras de financiamento verde da UE. “Estamos preocupados que a inclusão da energia nuclear na taxonomia prejudique permanentemente sua integridade, credibilidade e, portanto, sua utilidade”, alertaram.”

Fonte: Euractiv, 02/07/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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