Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 01/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Etanol reduz emissões de CO2 no Brasil equivalente a soma anual de 5 países

“Entre março de 2003, data de lançamento da tecnologia flex, e abril de 2021, o consumo de etanol (anidro e hidratado) evitou a emissão de mais de 566 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, informou a União da Indústria de Cana e Açúcar (Unica). O volume é equivalente às emissões anuais somadas de Argentina, Venezuela, Chile, Colômbia e Uruguai. O levantamento teve como base a metodologia de aferição de padrão de emissões de gases de efeito estufa (GEE) dos combustíveis, estabelecida pela Política Nacional de Biocombustíveis – RenovaBio, e utilizou dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).”

Fonte: Época Negócios, 31/05/2021

Debênture incentivada poderá financiar obras ligadas a resíduos urbanos

“Pela primeira vez, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) autorizou o uso de debêntures incentivadas para obras relacionadas a manejo de resíduos sólidos urbanos. A empresa Ciclus Ambiental do Brasil poderá captar no mercado até R$ 450 milhões para a ampliação do Centro de Tratamento de Resíduos Rio (CTR Rio), na cidade de Seropédica, na Baixada Fluminense (RJ). A autorização foi assinada ontem pelo ministro do MDR, Rogério Marinho, e será publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União (DOU). Segundo informações do ministério, os recursos serão utilizados na ampliação do aterro sanitário e na implantação de uma estação de tratamento de chorume e de uma unidade de geração de energia com capacidade de 2,8 MW.”

Fonte: Valor Investe, 01/06/2021

Política

Ministro de Minas e Energia culpa clima por crise hidrológica no País

“O ministro de Minas e Energia (MME), Bento Albuquerque, disse que a crise hidrológica pela qual o Brasil passa é decorrência das mudanças climáticas, mas que existe governança e organização no setor elétrico para enfrentar esse momento com serenidade. Albuquerque também comentou que é necessário buscar o equilíbrio e a complementaridade entre as diversas fontes de energia que compõem a matriz elétrica brasileira, como forma de evitar ou mitigar os efeitos da escassez hídrica. “Temos recebido sinais de colaboração de todos os agentes, seja do campo jurídico, político e do setor elétrico, e temos todos os elementos para superá-la””

Fonte: Estadão, 01/06/2021

Brasil aposta em hidrogênio verde como combustível do futuro, diz Bento Albuquerque

“O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que o hidrogênio já é uma aposta do país para o desenvolvimento dos “combustíveis do futuro”. Segundo ele, há 20 anos o país estuda a fonte incipiente de geração de eletricidade, além de manter parcerias internacionais com Alemanha, Chile e outros países. Ele participou nesta segunda-feira (31) do Fórum de Investimentos Brasil 2021. Albuquerque disse que o chamado “hidrogênio verde”, que não envolve emissão de gases poluentes, deverá ser estimulado pelo governo. Há a previsão, segundo ele, de lançar, em junho, um programa para desenvolver o ‘hidrogênio verde’ no país, que deve resultar num primeiro marco legal do segmento.”

Fonte: Valor Econômico, 31/05/2021

Como seca histórica no Brasil traz risco de inflação e racionamento de energia

“O SNM (Sistema Nacional de Meteorologia) emitiu na sexta-feira (28) um alerta de emergência hídrica entre junho e setembro para cinco Estados — Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. A falta de chuvas é considerada crítica na região da bacia do rio Paraná, que concentra importantes usinas hidrelétricas, como Jupiá, Ilha Solteira, Porto Primavera e Itaipu. O comunicado se soma a uma sequência de notícias que expõem uma das piores secas que o país já enfrentou, concentrada na região Centro-Sul. Dados divulgados em abril pelo CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) apontaram que, entre setembro de 2020 e março deste ano, as hidrelétricas do país receberam o menor volume de chuvas em 91 anos.”

Fonte: Folha de São Paulo, 31/05/2021

Produtos

Fundo imobiliário ESG quer R$ 6 bi para construir ‘Vale do Silício’ candango

“Deve finalmente vir a mercado em junho o mega fundo imobiliário com credenciais ESG que vai bancar a construção de uma ‘smart city’ em Brasília, com uso de tecnologia para otimizar a mobilidade urbana e adotar soluções sustentáveis, batizada de Biotic. O sonho não é pequeno. Depois de anos de planejamento, a ambição é levantar R$ 1,2 bilhão na primeira oferta, de um total previsto a ser captado de R$ 6 bilhões, em quatro fases. A tranche inicial será destinada ao desenvolvimento do projeto, que deve levar de dois anos e meio a três anos.”

Fonte: Capital Reset, 28/05/2021

Internacional

Empresas

Conjunto de veredictos da Shell define cenário para mais casos climáticos nas empresas

“Quando a Royal Dutch Shell alertou em março sobre um “alto grau de incerteza” em relação a uma ação climática movida por ambientalistas, a maior fabricante de petróleo disse ainda que esperava que o caso fosse “resolvido de maneira favorável à Shell”. Esta semana aconteceu o oposto, em um veredicto contundente ordenando à empresa anglo-holandesa que cortasse as emissões de dióxido de carbono mais profundamente e mais rápido do que o planejado. A decisão de Haia, que o tribunal disse ser “executável”, apesar da intenção da Shell de apelar, é o sinal mais claro da mudança no sentimento público e político que agora chegou aos tribunais.”

Fonte: Financial Times, 28/05/2021

Coalizão bilionária contra desmatamento terá de escolher países que receberão fundos

“Amazon, Boston Consulting, McKinsey, Unilever, Salesforce, Airbnb, GSK, e Nestlé aderiram em abril a uma coalizão no valor de US$ 1 bilhão cujo objetivo é combater o desmatamento e que agora enfrenta o desafio de decidir que países receberão fundos. O projeto Leaf (Lowering Emissions by Accelerating Forest Finance) foi lançado em um momento em que novos dados demonstram que as emissões de gases causadores do efeito-estufa relacionadas à perda de florestas tropicais antes intocadas superam as emissões combinadas de poluentes das cinco maiores economias da Europa. Sob o esquema proposto, as companhias participantes na prática pagariam a países como Brasil, Indonésia e República Democrática do Congo por créditos de carbono vinculados a evitar o desmatamento.”

Fonte: Folha de São Paulo, 31/05/2021

Política

China vai tornar mais rígida a aprovação ambiental para projetos poluentes

“A China planeja fortalecer os controles em setores como aço e alumínio, que envolvem alto uso de energia e produzem altas emissões, em um esforço para promover empreendimentos de baixo carbono, disse o ministério do meio ambiente na segunda-feira. Depois de várias décadas de expansão industrial vertiginosa, a China agora prometeu começar a cortar as emissões de carbono antes de 2030 e se tornar neutra em carbono até 2060. Em busca dessa meta, o país já exigiu de algumas regiões o aperto nos controles de eficiência energética.”

Fonte: Reuters, 31/05/2021

Chile lança fórum sobre energia limpa em pleno debate sobre exploração de matérias-primas

“O Chile patrocina esta semana o fórum internacional sobre energia limpa CEM12/MI-6, um dos eventos mais importantes em inovação, que abordará uma série de reflexões ligadas ao debate atual no país, grande produtor de cobre e lítio. Até 6 de junho, esta reunião de cúpula virtual, que tem a pandemia como pano de fundo, reunirá ministros da Energia, empresários, economistas, líderes na luta contra as mudanças climáticas e líderes mundiais, incluindo o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, e o criador da Microsoft, Bill Gates.”

Fonte: Isto É, 31/05/2021

Europa pede políticas climáticas mais ambiciosas antes da COP26

“O mundo fez um bom progresso nas metas para alcançar emissões líquidas zero, mas agora deve combinar essas metas com políticas, disse um oficial da UE. A Europa e os Estados Unidos se comprometeram a atingir emissões líquidas zero até 2050, e conseguir que mais países participassem da cúpula do clima da ONU em novembro “seria uma conquista significativa”, disse Jacob Werksman, do departamento de clima da Comissão Europeia. “Mas esses objetivos sem as políticas para alcançá-los não valem muito em termos do que a atmosfera vê”, disse Werksman.”

Fonte: Euractive, 31/05/2021

Quem vai pagar? O plano ousado da Europa sobre as emissões traz riscos políticos

“No início do ano, o governo alemão lançou discretamente um novo sistema de precificação do carbono que poderia revolucionar quem paga pelo custo da poluição na Europa. Desde janeiro, a maior economia da UE introduziu um imposto de fato de €25 por tonelada de carbono sobre a gasolina, diesel, óleo para aquecimento e gás para aumentar o custo da energia suja e incentivar formas de vida mais verdes. Isso significa que milhões de alemães pagarão mais nas bombas de gasolina e nas contas de aquecimento. A experiência da Alemanha, conhecida como Esquema Nacional de Comércio de Emissões, está convocando os consumidores para ajudar o país a cumprir suas metas agressivas de redução de emissões.”

Fonte: Financial Times, 31/05/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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