Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 10/05

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Rumo quer 50% de suas captações relacionadas ao tema sustentável

“Com duas captações já feitas desde o ano passado por meio da oferta de títulos relacionados à redução de emissão de gases de efeito estufa, a Rumo, empresa de logística do Grupo Cosan, quer ter pelo menos 50% dessas ofertas atreladas ao tema sustentável. Na sexta-feira, a Rumo fechou uma captação de R$ 1,5 bilhão em sustainability linked bonds, com duas séries de R$ 750 milhões cada, uma delas emitida por meio da lei 12.431, de debêntures de infraestrutura, que dá incentivo fiscal ao investidor. Foi a primeira e mais longa oferta de debêntures incentivadas com compromisso de redução de gás efeito estufa. No ano passado, a Rumo havia captado US$ 500 milhões em greenbonds com os recursos direcionados à troca do material rodante (locomotivas e vagões).”

Fonte: Estadão, 07/05/2021

De olho no dinheiro ‘sustentável’, aéreas anunciam meta de zerar emissões sem detalhar planos

“Em meio à maior crise da história do setor de aviação no mundo – ao mesmo tempo em que as práticas ESG (ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) ganham importância entre investidores -, duas das maiores aéreas do País anunciaram recentemente metas de sustentabilidade. Não houve, porém, detalhamento de como atingi-las, objetivos de curto prazo ou escolhas de prioridades. Na quarta-feira, a Latam anunciou um plano para atingir “carbono neutro” até 2050. Já a Gol afirmou, no mês passado, que pretende alcançar “balanço zero de carbono” no mesmo ano. Ambas também haviam firmado compromissos com a Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA) e com a Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) para redução de emissões – o que envolveria desenvolvimento de combustíveis alternativos.”

Fonte: Estadão, 07/05/2021

Petroleiras têm pela frente o desafio de emitir menos gases

“Depois dos anúncios feitos por diversos países, especialmente os desenvolvidos, na Cúpula de Líderes para o Clima, em abril, de que vão intensificar os esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, a estratégia de produzir petróleo e gás de forma menos poluente e mais barata passa a ser um caminho para a sobrevivência das petroleiras nos próximos anos.”

Fonte: Valor Econômico, 10/05/2021

Empresas investem no ‘retrofit’ de veículos a combustão para elétricos

“Enquanto veículos elétricos chegam a conta-gotas ao país em razão dos preços altos e da falta de infraestrutura, empresas brasileiras ampliam serviços de conversão de motores de caminhões, automóveis e até carros-fortes movidos a diesel, gasolina ou flex, preparando o caminho para uma eletrificação mais ampla da frota brasileira no futuro.”

Fonte: Estadão, 08/05/2021

Problemas socioambientais

“Ainda em fase de consolidação, os negócios de impacto socioambiental sofrem com os efeitos da pandemia na economia. A terceira edição do Mapa de Negócios de Impacto Socioambientais, realizada pela Pipe.Labo, mostra que 6% dessas companhias – cujo principal propósito é trazer solução para um problema social e/ou ambiental – não sobreviveram.”

Fonte: Valor Econômico, 10/05/2021

Sob alta pressão

“Nunca foram tantos os relatos de ansiedade, depressão e esgotamento por excesso de trabalho – o burnout – entre os profissionais brasileiros, mas esses casos não são exatamente uma novidade: já estavam em franco crescimento antes do desembarque do novo coronavírus no país, no fim de fevereiro de 2020. O que a pandemia provocou, segundo participantes do webinário “Saúde Mental”, organizado pelo Valor – em parceria com o jornal “O Globo”, as revistas “Época Negócios” e “Marie Claire” e a rádio CBN, com patrocínio da Amil -, foi a exacerbação do problema. Isso também obrigou as empresas a dar mais atenção ao assunto e acelerar medidas para a prevenção e tratamento dos crescentes distúrbios emocionais dos colaboradores. “Há 30 anos que esses casos estão gritando por socorro para ouvidos moucos”, resume o médico Leandro Garcia, gestor de saúde
populacional da Amil.”

Fonte: Valor Econômico, 07/05/2021

Análise de dados ajuda a mudar rotinas

“A segurança psicológica é determinante para a sustentabilidade de um negócio, alerta a psicóloga e pesquisadora Ana Carolina Peuker, fundadora da Bee Touch, healthtech que mensura os riscos psicossociais nas organizações com uso de dados. A atenção para saúde mental nas empresas, diz, está diretamente relacionada com o ESG (sigla em inglês de parâmetros ambientais, sociais e de governança) e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.”

Fonte: Valor Econômico, 07/05/2021

“Dress code” do home office traz diversidade ao mundo corporativo

“Quatro anos depois de o mundo corporativo discutir se era aceitável usar bermuda no escritório – e o impacto do “dress code” flexível na imagem profissional -, o executivo Alexandre Winandy, diretor de digital e marketing do banco Bmg, defende o traje despojado no home office. “Tínhamos receio que perdêssemos as conquistas da mudança cultural que estávamos fazendo e a liberdade de se vestir era uma delas”, diz Winandy, que trabalha de chinelo, bermuda nos dias de calor e moletom nos dias frios. Cerca de 80% do de seu guarda-roupa, principalmente as camisas brancas e azuis, estão acumulando pó, diz.”

Fonte: Valor Econômico, 10/05/2021

Café ‘sustentável’ avança no Brasil e já representa cerca de 15% da safra

“O cafeicultor Marcelo Montanari aboliu o uso de agrotóxicos nos 200 hectares de café cultivados em sua fazenda no município de Patrocínio (MG). Ele deixou o combate às pragas por conta de vespas que predam os insetos daninhos e que, assim como as abelhas que polinizam os cafezais na florada, seriam extintas durante a aplicação de inseticidas.”

Fonte: Estadão, 08/05/2021

Produtos

‘CRA verde’ financiará Fazenda da Toca

“A Fazenda da Toca, do empresário Pedro Paulo Diniz, levantou R$ 25 milhões com a emissão de um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) com selo verde, o primeiro concedido ao setor de avicultura de postura no país. Maior produtora de ovos orgânicos da América Latina e modelo na produção regenerativa, que utiliza apenas áreas degradadas e já desmatadas há muito tempo, a empresa projeta mais que dobrar de tamanho nos próximos três anos: até 2024, ela prevê ampliar o volume de produção em 133%.”

Fonte: Valor Econômico, 10/05/2021

Opinião

ESG e fome

“Nossas empresas do agronegócio estão atentas para essa realidade e muitos conselhos de administração exigem dos executivos maiores compromissos com o ESG. Enquanto isso avança na gestão empresarial do agro, um fato grave acontece no Brasil. Estamos vivendo uma inflação de alimentos, com preços absolutamente fora das médias históricas para produtos como soja, milho e carnes, entre outros. E essa inflação acontece em um ano de grande produção agrícola, agora infelizmente prejudicada por forte seca nas regiões de milho de segunda safra, cuja quebra de produção será muito pesada, com perdas significativas para os agricultores. Isso vai encarecer ainda mais o preço desse cereal fundamental para a obtenção de proteína animal.”

Fonte: Estadão, 09/05/2021

Você sabe para onde vai o dinheiro dos seus investimentos?

“No mundo do investimento de impacto, as aplicações passam a ser tridimensionais, atrelando às dimensões risco e rentabilidade um terceiro pilar: o impacto. Ele representa a mudança positiva que o recurso investido traz para o tomador do empréstimo e para a comunidade em seu entorno. E esse tripé deve fazer sentido para o investidor.”

Fonte: Folha de São Paulo, 06/05/2021

Política

Projeto de lei quer extinguir licença para 13 tipos de atividades de impacto ambiental

“O projeto de lei que estabelece a nova Lei do Licenciamento Ambiental e que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), pretende levar ao plenário na próxima semana acaba com a necessidade de licenciar 13 atividades de impacto ao meio ambiente. Trata-se, na avaliação das principais organizações ambientais que atuam no País, da pior proposta já elaborada pelo Congresso sobre o assunto nas últimas décadas, por fragilizar processos de monitoramento e gerar riscos para tragédias, como as ocorrida em Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais.”

Fonte: Estadão, 07/05/2021

Se houver vontade política, Noruega pode ajudar Brasil com preservação ambiental, diz embaixador

“O embaixador da Noruega no Brasil, Nils Martin Gunneng, demonstrou que o país europeu está disposto a recomeçar a parceria e a ajudar o Brasil com medidas de preservação ambiental caso haja “vontade política”. Durante participação no debate virtual promovido pelo Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa (IREE), Gunneng afirmou que o Brasil tem a prerrogativa da decisão ao ser indagado se o país deveria adotar regras para dificultar investimentos de fundos em empresas poluidoras.”

Fonte: Valor Econômico, 07/05/2021

Alta no desmate na Amazônia é ‘grande preocupação’, diz Abiove

“A Associação das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou nota afirmando que “vê com grande preocupação” o aumento na área dos alertas de desmatamento na Amazônia Legal, identificadas pelo sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A associação afirmou ainda que há “grande ilegalidade” associada a esses desmatamentos e que “os governos federal e estaduais” precisam trabalhar para impedir um crescimento neste ano.”

Fonte: Valor Econômico, 07/05/2021

‘Matopiba’ liderou alertas de desmatamento no Cerrado em abril

“Os dez municípios que mais desmataram no bioma Cerrado em abril estão na região agrícola do Matopiba, como é conhecida a região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Integram a lista Balsas (MA), Aldeias Altas (MA), Uruçuí (PI), Correntina (BA), Loreto (MA), Alto Parnaíba (MA), Buriti (MA), Cocos (BA), Tasso Fragoso (MA) e Formosa do Rio Preto (BA).”

Fonte: Valor Econômico, 07/05/2021

Terceiro Setor

Observatório do Clima reage e diz não haver esforço federal contra desmate na Amazônia

“O Observatório do Clima (OC), maior rede de ONGs com temática climática no Brasil, reagiu duramente ao aumento de 42,5% nos alertas de desmatamento de abril, em relação ao mesmo mês de 2020, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados nesta sexta-feira. O resultado de abril de 2021 é o pior mês nos últimos seis anos na perda de floresta da Amazônia Legal.”

Fonte: Valor Econômico, 07/05/2021

Fundação Tide Setubal abre financiamento coletivo para destinar R$ 1,5 milhão a iniciativas de periferias

“A Fundação Tide Setubal destinará recursos a 150 projetos de microempreendedores de periferias por meio de financiamento coletivo. No Matchfunding Enfrente Geração de Trabalho e Renda, a cada R$ 1 doado pelas pessoas, o fundo coloca outros R$ 2, totalizando R$ 1,5 milhão para que iniciativas periféricas continuem gerando empregos e renda na pandemia.”

Fonte: Folha de São Paulo, 07/05/2021

Internacional

Empresas

Yara lança plataforma de créditos de carbono para agricultores

“A multinacional norueguesa de fertilizantes Yara lançou nesta sexta-feira em escala global um negócio de apoio técnico a produtores rurais para a redução de emissões de gases de efeito estufa na agricultura e geração de créditos de carbono. A Agoro Carbon Alliance já está em operação em modelo-piloto nos Estados Unidos, onde agricultores devem produzir os primeiros créditos de carbono agrícola para a plataforma. Segundo a Yara, todos os créditos gerados serão certificados por agentes externos.”

Fonte: Valor Econômico, 07/05/2021

Efeito ESG: Gestora abandona títulos de empresas de álcool e tabaco

“Martine Wehlen-Bodé decidiu trocar o vício por virtude em seu portfólio de títulos na UBS Asset Management. A gestora tem vendido títulos corporativos em setores como tabaco, álcool e petróleo e comprado notas de empresas com pontuação mais alta em fatores ambientais, sociais e de governança, ou ESG na sigla em inglês. Essa dívida geralmente vem com o chamado “greenium” (trocadilho em inglês das palavras green e premium). Ainda assim, acredita que uma onda de demanda, falta de ativos adequados e regulamentação governamental devem elevar ainda mais os preços.”

Fonte: Exame, 08/05/2021

A batalha pelo futuro do leite

“Nos últimos nove meses, os cientistas dos laboratórios de Lausanne do maior fabricante de alimentos do mundo estiveram ocupados tentando descobrir a melhor forma de ordenhar uma ervilha. À medida que os técnicos desenvolviam sua solução – combinando proteínas de ervilha com água, fibras de chicória, açúcar e óleo de girassol – eles se juntavam a uma luta cada vez mais competitiva. Com o lançamento, esta semana, da marca de leite de ervilha amarela Wunda, a Nestlé se tornou parte do crescente esforço internacional para converter os consumidores de leite de vaca bebido por milênios para alternativas à base de plantas. Um rival, Oatly, cresceu de origens humildes na cidade sueca de Malmö para um IPO que pode chegar a US$ 10 bilhões.”

Fonte: Financial Times, 07/05/2021

Política

Como fazer as promessas climáticas de longo prazo se somarem

“A lei climática que o governo alemão aprovou em 2019 exigia um corte nas emissões de gases de efeito estufa de 55%, em relação aos níveis de 1990, até 2030. Os ativistas climáticos consideraram isso insuficiente. Eles levaram o governo aos tribunais com base no fato de que, ao não tratar a ação climática com seriedade suficiente, estava negando direitos básicos aos cidadãos do futuro. O tribunal rejeitou agora os aspectos mais ambiciosos dessa queixa. Mas sua decisão no final do mês passado encontrou falhas na lei. Embora a meta para 2030 não tenha sido considerada inadequada em si mesma, o tribunal decidiu que ela representa um problema no contexto da aspiração de longo prazo da lei de “emissões líquidas zero” em 2050. A combinação das duas promessas parecia permitir que os governos imponham uma parcela maior da carga total da descarbonização no futuro.”

Fonte: The Economist, 08/05/2021

Uma decisão do tribunal desencadeia uma grande mudança na política climática da Alemanha

“Os “oito babacas em Karlsruhe”, também conhecidos como Tribunal Constitucional Federal da Alemanha, têm sido irritantes constantes para os políticos, como sugere a explosão de um ministro irado na década de 1970. No entanto, em 29 de abril, quando o primeiro senado do tribunal declarou a lei de mudança climática da Alemanha parcialmente inconstitucional, os ministros da coalizão governante se atropelaram para saudar a sabedoria dos juízes em rejeitar um ato que haviam aprovado menos de 18 meses antes. O julgamento “marcou época”, disse Peter Altmaier, o ministro da Economia democrata-cristão. “Este é um dia muito especial”, acrescentou Olaf Scholz, o ministro das Finanças social-democrata. O par então discutiu sobre qual deles era o culpado pela terrível lei em primeiro lugar.”

Fonte: The Economist, 08/05/2021

Justiça social e ação climática são duas peças do mesmo quebra-cabeça

“Os políticos presentes na Cimeira Social do Porto esta semana devem compreender que a justiça social e a ação climática andam de mãos dadas e são fundamentais para prevenir a perda de uma geração, escrevem Tea Jarc e Adélaïde Charlier. Tea Jarc é presidente do Comitê da Juventude da Confederação Europeia de Sindicatos. Adélaïde Charlier é uma jovem ativista do clima. A COVID-19 marcou nossa juventude. Vamos olhar para trás e ver meses presos em casa, empregos perdidos, educação virada de cabeça para baixo, viagens proibidas, tristeza. Mudou tanto o curso de nossa adolescência e juventude que seria fácil nos concentrarmos para sempre nisso.”

Fonte: Euractive, 07/05/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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